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domingo, outubro 28, 2012

Rocky e sua lição

Cena do Filme Rocky Balboa

quinta-feira, agosto 02, 2012

Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge

batman-the-dark-knight-rises-stand_3075421Desde que ouvi falar da existência do terceiro filme de Batman com Christopher Nolan, a expectativa já foi lá na estratosfera. Um diretor que já fez filmes como Amnesia, A Origem, e os dois últimos longas do Batman (sejamos francos, ele salvou a péssima imagem que o herói tinha no cinema), não era de se esperar menos que um “bom filme”. “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, é um filme denso, e essa é a diferença que Nolan faz. Não é apenas um filme de herói, cheio de pancadaria, ele tem um enredo que te envolve, uma trama cheia de pontas, que você ao longo do filme tenta juntar e por fim sua mente explode.

Superar a expectativa do ultimo filme (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”), não é uma tarefa fácil. O Coringa é um vilão “carismático”, sarcástico e desmiolado, isso tudo juntando com a grande atuação de Heath Ledger, faz do “Cavaleiro das Trevas” um filme sombrio, porém mais divertido. E é nesse ponto que muitas pessoas podem não gostar do filme, ele é sombrio, mas não é tão divertido (no sentido de graça). A trama do filme transforma essa trilogia em saga.

A começar com o vilão da história, Bane é a maldade em pessoa, um cara que não tem pressa, e planeja de certa forma que tudo dê certo. Comparando aos outros vilões, Bane é bem mais casca grossa, ele não que ser apenas mal, ou ver o circo pegar fogo, ele quer cumprir seu plano. E ele só quer tirar o poder dos ricos e dos militares e entregar ao povo. Assim o caos é inevitável.

Bruce Wayne tinha aposentado o Batman após a morte de Dent, Gotham vivia tempos de paz, mas antes da tormenta sempre tem a calmaria. E Bane sabe muito bem como fazer uma tempestade. E o orgulho de Batman torna ele um tolo, pensando que está lidando com um qualquer. Bane o destrói e é por isso que Bruce tem que se reerguer, ressurgir das trevas, e isso tudo faz do filme um excelente desfecho para a trilogia.

Não podemos esquecer da inserção da Mulher-Gato no filme e sua subtrama que são muito boas, além do convívio de Bruce e Alfred, intensificado nesse longa. “O Cavaleiro das Trevas Ressurge” não tem o charme da novidade e nem tanto apelo popular. Mas amarra as pontas da trilogia e a transforma em saga. A base de um bom personagem é a transformação pela qual ele passa. Em “Begins”, Bruce Wayne é um jovem materialista movido pela vingança. No segundo filme, sua autoconfiança é comprometida por causa de um vilão incontrolável. De vigilante, passou a assumir, ao mesmo tempo, os postos de vilão (para as autoridades) e mártir (para os fracos e oprimidos de Gotham). Agora, ele é herói de verdade. E é isso o que faz do filme o mais importante da trilogia.

domingo, fevereiro 19, 2012

Trecho do filme “O Homem do Futuro”

roupa-astronauta
A vida é enfrentar os problemas. Não existe vida sem problemas. (Zero)

quinta-feira, julho 21, 2011

O Caminho da Vida

o grande“O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.
A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódios... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.
Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.
Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.”
(O Último discurso, do filme O Grande Ditador de Charles Chaplin)

quinta-feira, junho 30, 2011

Amnésia

Amnésia

"A memória pode mudar a forma de um quarto, ela pode mudar a cor de um carro. E as memórias podem ser distorcidas. Elas são apenas uma interpretação, não são um registro, e elas são irrelevantes se você tem os fatos. " (trecho do filme Amnésia).

sábado, maio 07, 2011

When I was a little kid...


"When I was a little kid my mother told me not to stare into the sun. So once when I was six I did. The doctors didn't know if my eyes would ever heal. I was terrified, alone in that darkness. Slowly, daylight crept in through the bandages, and I could see. But something else had changed inside of me. That day I had my first headache." ( PI - movie)

quinta-feira, março 10, 2011

Trecho do filme “127 horas”


Me movi em sua direção minha vida inteira.
A partir do momento que nasci, cada vez que respirei, cada ato me conduziu a isto.
A esta fenda sob a superfície.

quinta-feira, março 03, 2011

127 Horas

O filme conta a história do alpinista Aron Ralston, em mais uma de suas aventuras no cânion Bluejohn, em Utah, Estados Unidos. O excesso de confiança do alpinista por conhecer o lugar, o faz sair de casa sem deixar avisado para ninguém. Percebemos durante o filme que para ele é normal, já que sua vida se diverge do mundo em que vive. Mesmo vivendo em uma cidade agitada, leva uma vida tranquila e solitária. Quando Aron passa por uma fenda, ocorre um acidente, uma pedra se desprende, e acaba prendendo seu braço. Desde o principio, Aron percebe que é necessário economizar seus suprimentos, principalmente a água, e o aventureiro também tem consciência que está de frente com a morte. Isso faz ele perceber tudo que fez de errado na vida, das pessoas que ele deixou para trás, e em sua mente tudo que ele fez na vida, levou ele para aquela situação. O interessante da historia, é o fato de Aron ter esquecido um canivete em casa, porém não se esquece de sua filmadora, e os diálogos com o equipamento são profundamente filosóficos. A cena chave do filme é uma das mais brutais do cinema, e é ela que nos mostra qual é o limite para a sobrevivência. Lembrando que o nome do filme se refere ao tempo que o alpinista ficou preso na fenda, 127 horas (5 dias).
127 Horas traz questões como isolamento social, esperança e a velha questão humana, mas que muitos nunca dão atenção: só damos valor ao que temos quando perdemos. Algo terrível que acontece em nossa vida pode ser um grande impulso para uma grande mudança. O legal do filme, é que a superação fica em segundo plano, levando em conta mesmo o fato de como ele chegou naquela situação. E aí a situação de Aron, embora extrema, acaba funcionando muito bem como uma metáfora de um problema moderno bastante comum: estar só na multidão. Uma solidão que nós mesmos buscamos, aceitando como normal o que nos é oferecido a cada dia como parte de uma sociedade extremamente individualista. Ele sai para escalar e não fala para ninguém onde está, o que dificulta a possibilidade de ele ser salvo. Ampliando a questão: quantas pessoas estão aparentemente próximas de você, mas não sabem nada do que você faz? Entretanto, mesmo estando de lado a sobrevivência, é impossível não sentir na pele a agonia do personagem. Este filme ainda possui outro fator, além da história em si (baseada em fatos reais), que contribui muito para torna-lo uma obra de arte, o diretor Danny Boyle (Quem quer ser um milionário, Trainspotting).

domingo, fevereiro 27, 2011

Trecho - The Wall Movie


Tracks: Goodbye Blue Sky / The Happiest Days Of Our Lives / Another Brick In The Wall 2

sábado, fevereiro 26, 2011

À Procura da Felicidade


"Papai eu não me importo de dormir na caverna de novo."
(À Procura Da Felicidade)

domingo, fevereiro 20, 2011

Enterrado Vivo

O cinema é mesmo uma arte incrível, às vezes nos faz refletir sobre a história, às vezes nos vislumbra com belas imagens, e às vezes nos coloca na mesma agonia que o personagem. Neste ultimo quesito tenho um ótimo filme para indicar: Enterrado Vivo.
Enterrado Vivo conta a história de um motorista de caminhão que está trabalhando no Iraque. Seu comboio sofre um ataque e ele acorda dentro de uma caixa de madeira embaixo da terra. O filme já começa nos mostrando a angustiante situação de Paul – que é interpretado por Ryan Reynolds (Lanterna Verde, Horror em Amityville) – com a tela toda escura e ouvindo apenas a respiração dele. Quando estamos entrando em desespero junto a ele aparece a luz, a chama de um isqueiro, e este será um dos poucos companheiros dele na história, pois ele ainda encontra dentro do caixão uma caneta, uma lanterna velha e um celular em árabe. È justamente o celular que carrega o filme, preenchendo-o de diálogos, através dele se tem interação com o mundo exterior, e junto com o isqueiro ajuda na iluminação das cenas. Apesar de serem materiais pouco luminosos, as cenas são muito bem feitas e isso é um grande mérito do diretor (Rodrigo Cortés).
Vale ressaltar que o filme se passa completamente dentro do caixão, tendo apenas um ator aparecendo em cena, os outros só escutamos a voz, nem lembranças nos são passadas. Lembrando que o filme fala da negligencia do governo com o cidadão comum, o capitalismo, guerra ao terror, etc.
Coloco esse filme na minha lista dos melhores, por causa das cenas e dos diálogos bem elaborados, mas principalmente pelo sentimento sufocante que o filme nos passa. Acredito que muitos não gostarão do filme, mas o suspense crescente da história o torna uma bela obra de arte. Parabéns a todos envolvidos neste trabalho.

Dica: Assista ao filme em uma tela de boa qualidade, em um ambiente escuro e com uma boa sonorização. Isso lhe trancará dentro do caixão também.

quinta-feira, janeiro 21, 2010

Sozinho na escuridão


"Quando eu era um garotinho minha mãe me disse para não olhar para o sol. Então, uma vez quando eu tinha seis anos, eu fiz. A princípio o brilho foi esmagador, mas eu tinha visto isso antes. Eu ficava olhando, me forçando a não piscar, e então o brilho começou a se dissolver. Minhas pupilas encolheram para furos e tudo entrou em foco e por um momento, eu compreendi. Os médicos não sabiam se os meus olhos jamais irião se curar. Eu estava apavorado, sozinho naquela escuridão. Lentamente, a luz do dia penetrou através das ataduras, e eu podia ver, mas alguma coisa havia mudado dentro de mim. Naquele dia eu tive minha primeira dor de cabeça."
(PI - 1998 - Harvest Filmworks)
Um abraço, até a próxima :D