Por Rosane Queiroz
Cena 1: uma menina de 2 anos faz birra na hora de comer e atira uma batata frita no chão. Cena 2: a mesma criança causa tumulto numa festa infantil quando a mãe anuncia que devem ir embora. Talvez essas situações fossem encaradas como algo constrangedor, mas comum, se tivessem acontecido no Brasil ou nos Estados Unidos. Mas, na França, a jornalista americana Pamela Druckerman, mãe da enfant terrible em questão, sentiu o desprezo de seus vizinhos parisienses. Percebeu, então, que crianças francesas não jogam comida no chão – título do livro que escreveu sobre o modo francês de educar, lançado na Inglaterra e nos Estados Unidos, já um best-seller.
Vivendo durante dez anos em Paris com o marido britânico e três filhos pequenos (a menina e um casal de gêmeos), Pamela ficou abismada ao ver as crianças francesas comendo tomate à provençal sem sequer se sujar – e sem interromper os adultos -, diferentemente de sua filha, que solicitava atenção o tempo todo, fazendo pouco caso da comida. Ex-repórter do The Wall Street Journal, ela resolveu investigar as origens desse comportamento civilizado, que está na forma como as mães francesas criam os filhos. O segredo? Não vivem em função deles nem tratam as crianças como pequenos reis. Elas não toleram birras, não negociam nem passam o fim de semana acompanhando os pequenos em parquinhos ou festas infantis. Em resumo, educam, mas conseguem manter a vida adulta sem transformar seu mundo num playground. Para ser um tipo diferente de mãe, você precisa de uma visão diferente sobre o que uma criança realmente é, decreta ela, logo de cara.
A carapuça, em boa parte dos casos, serve para as mães brasileiras, já que a educação por aqui é pautada mais pela americana do que pela europeia, como observa a psicopedagoga Ceres Alves de Araújo, da PUC de São Paulo. “As francesas sabem dizer não e ponto”, afirma Ceres, que morou em Paris e viu como lá a criança é tratada como criança. Para a psicopedagoga, a diferença é que na cultura americana os pais se perdem em longas explicações desnecessárias para os filhos pequenos. “Até os 5 anos, a criança nem sequer entende tantos argumentos. Basta dizer não”, aconselha. Se houver réplica, Ceres sugere a resposta: “Porque sou sua mãe e sei o que é melhor”. É na adolescência, quando caberia esticar a conversa, que muitos pais, exaustos, optam pelo “não e ponto”. “São comportamentos invertidos. A criança precisa ser obediente na infância para na adolescência se tornar um ser desobediente.”
Menu completo
A alimentação, tema crucial para a maioria das mães do planeta, é uma das questões sobre as quais Pamela Druckerman se debruça. Segundo a autora, as francesas prezam horários fixos para as refeições, sempre à mesa, começando com uma salada e terminando com queijo. As crianças comem uma versão encurtada do menu dos adultos e são encorajadas a provar de tudo. Não existe criar um cardápio diferenciado ou a hipótese de preparar outro prato porque naquele dia não tem nada que o pequeno aprecie. Comida, na França, não envolve jogo emocional. “Os pais preparam as refeições com calma e ingredientes frescos. As crianças aprendem a respeitar o alimento”, diz a francesa Eileen Leazeau, secretária executiva que vive há 21 anos nos Estados Unidos e é mãe de três adultos.
Sono e polidez
O horário de ir para a cama é outro drama tratado com sabedoria à francesa. Enquanto nos Estados Unidos (e aqui!) os pais passam meses sem dormir para atender o bebê no meio da noite, os franceses aguardam até dez minutos para ter certeza de que a criança está realmente infeliz. Eles se permitem acreditar que o pequeno pode estar apenas resmungando ou sonhando. Ou que logo voltará a dormir. “Pais que se revezam no quarto do filho criam um condicionamento inadequado”, acredita Ceres.
Sob diversos aspectos, os franceses esperam mais de uma criança, ainda que ela seja apenas uma criança. Isso significa que os pequenos não só devem dizer “por favor” e “obrigado” mas também bonjour e au revoir aos adultos. Eles ainda devem aprender a esperar, seja em nome da paz doméstica, seja para evitar constrangimento social. Os pais, ali, se empenham em combater o caos criado pelo mundo infantil e preservar os direitos paternos. Ceres aprova. “Aqui, vivemos a era do ‘filiarcado’, em que os filhos reinam”, critica ela. Ensinar as crianças a lidar com a frustração é a regra máxima de French Children Dont Throw Food, ainda sem data para publicação no Brasil. Na abordagem francesa, os pais estabelecem uma “moldura” de limites. A imagem sugere fixar regras, mas com certa liberdade dentro delas. Com a moldura definida, as necessidades dos adultos permanecem, ao menos, no mesmo nível que as das crianças. Criar filhos é apenas parte do plano, e não um projeto de vida.
A certa altura, tudo parece funcionar bem demais para ser verdade. “Talvez Pamela seja muito afirmativa”, diz Ceres. Mas, como o livro é narrado com humor e certa ironia, a autora se redime de possíveis deslizes e passa uma mensagem libertadora para aquelas que ainda veem os filhos arremessando batatas fritas: “Mesmo boas mães podem não viver a serviço constante das crianças, e não há razão para se culpar por isso”, ensina Pamela.
Visto em: Conti Outra
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quinta-feira, outubro 25, 2018
sábado, abril 21, 2018
8 sintomas físicos da depressão que pouca gente conhece
Diferente do senso comum de que depressão é apenas tristeza, esta doença se caracteriza por um desequilíbrio nos neurotransmissores – mensageiros químicos em nosso cérebro responsáveis por nossas emoções, incluindo as sensações de bem-estar, prazer, disposição e serenidade.
Esse desequilíbrio químico pode “bagunçar” o organismo e causar uma série de sintomas bem conhecidos como falta de disposição, apatia, dificuldade para se concentrar, pensamentos negativos e a tristeza, associada muitas vezes isoladamente com a depressão.
O que pouca gente sabe é que esse desequilíbrio químico também causa sintomas físicos que muitas vezes fazem parte do quadro depressivo e são ignorados.
Veja quais são e não hesite em procurar ajuda se estiver com algum deles.
1. Problemas digestivos
Os níveis baixos de neurotransmissores afetam também a percepção da dor.
Em pacientes com depressão, é bastante comum a ocorrência da síndrome do intestino irritável, que causa desde dores abdominais até flatulência e mudanças no ritmo do intestino.
Muitas vezes, após procurar um médico especialista, o paciente acaba por descobrir que seu problema tem fundo emocional.
2. Dor de cabeça
Sim, a depressão também pode causar dores de cabeça.
Todos os sintomas emocionais acumulados, como insegurança, negativismo, medo, frustração acabam se manifestando no corpo como dor física. Esse processo é chamado pelos especialistas de somatização.
3. Distúrbios do sono
Aqui, os problemas estão em dois extremos: dormir em excesso, fugindo da realidade, ou não conseguir dormir porque torna-se impossível desligar-se dos problemas.
A qualidade do sono é afetada e o corpo não se recupera da maneira que deveria, com consequências na produtividade nas atividades diárias.
4. Tensão na nuca e nos ombros
A pessoa com depressão fica em constante estado de alerta. O resultado? Os músculos da nuca e dos ombros sofrem com a tensão. É muito comum esse tipo de dor associada a ansiedadee nervosismo causados pelo estado depressivo.
5. Cansaço
Lembra da queda dos neurotransmissores? Ela também causa prostração em pacientes com depressão.
Como consequência, a pessoa sente além do cansaço, fraqueza e falta de ânimo e vontade de fazer qualquer coisa.
6. O apetite muda, e o peso também
A depressão muda o apetite – seja provocando vontade de comer demais ou de menos. O resultado é que o depressivo pode tanto perder como ganhar peso demais.
Como cada caso é um caso, é necessário observar mudanças bruscas no apetite ou no peso e se for o caso, procurar ajuda.
7. Dores no corpo
Não é incomum pacientes depressivos sofrerem com dores generalizadas, principalmente nas costas e no peito. Esses sintomas podem ser consequência do cansaço, que gera uma postura errada, levando à dor.
Ser sedentário pode piorar as dores.
8. Imunidade baixa
A prostração da pessoa depressiva pode afetar indiretamente o sistema imunológico.
Como há liberação de hormônios descontroladamente, os anticorpos podem ser atingidos deixando o paciente vulnerável a várias doenças. E, como não há disposição para cuidar de si mesmo ou praticar atividades físicas, além de ingestão de álcool ou drogas, as doenças ficam mais propensas a aparecer.
Depressão é uma doença séria, que pode afetar todo o organismo.
Não tenha vergonha de pedir ajuda se notar que algum desses sintomas está prejudicando você.
Pode acontecer com qualquer pessoa – qualquer pessoa mesmo!
Não deixe de se cuidar
Esse desequilíbrio químico pode “bagunçar” o organismo e causar uma série de sintomas bem conhecidos como falta de disposição, apatia, dificuldade para se concentrar, pensamentos negativos e a tristeza, associada muitas vezes isoladamente com a depressão.
O que pouca gente sabe é que esse desequilíbrio químico também causa sintomas físicos que muitas vezes fazem parte do quadro depressivo e são ignorados.
Veja quais são e não hesite em procurar ajuda se estiver com algum deles.
1. Problemas digestivos
Os níveis baixos de neurotransmissores afetam também a percepção da dor.
Em pacientes com depressão, é bastante comum a ocorrência da síndrome do intestino irritável, que causa desde dores abdominais até flatulência e mudanças no ritmo do intestino.
Muitas vezes, após procurar um médico especialista, o paciente acaba por descobrir que seu problema tem fundo emocional.
2. Dor de cabeça
Sim, a depressão também pode causar dores de cabeça.
Todos os sintomas emocionais acumulados, como insegurança, negativismo, medo, frustração acabam se manifestando no corpo como dor física. Esse processo é chamado pelos especialistas de somatização.
3. Distúrbios do sono
Aqui, os problemas estão em dois extremos: dormir em excesso, fugindo da realidade, ou não conseguir dormir porque torna-se impossível desligar-se dos problemas.
A qualidade do sono é afetada e o corpo não se recupera da maneira que deveria, com consequências na produtividade nas atividades diárias.
4. Tensão na nuca e nos ombros
A pessoa com depressão fica em constante estado de alerta. O resultado? Os músculos da nuca e dos ombros sofrem com a tensão. É muito comum esse tipo de dor associada a ansiedadee nervosismo causados pelo estado depressivo.
5. Cansaço
Lembra da queda dos neurotransmissores? Ela também causa prostração em pacientes com depressão.
Como consequência, a pessoa sente além do cansaço, fraqueza e falta de ânimo e vontade de fazer qualquer coisa.
6. O apetite muda, e o peso também
A depressão muda o apetite – seja provocando vontade de comer demais ou de menos. O resultado é que o depressivo pode tanto perder como ganhar peso demais.
Como cada caso é um caso, é necessário observar mudanças bruscas no apetite ou no peso e se for o caso, procurar ajuda.
7. Dores no corpo
Não é incomum pacientes depressivos sofrerem com dores generalizadas, principalmente nas costas e no peito. Esses sintomas podem ser consequência do cansaço, que gera uma postura errada, levando à dor.
Ser sedentário pode piorar as dores.
8. Imunidade baixa
A prostração da pessoa depressiva pode afetar indiretamente o sistema imunológico.
Como há liberação de hormônios descontroladamente, os anticorpos podem ser atingidos deixando o paciente vulnerável a várias doenças. E, como não há disposição para cuidar de si mesmo ou praticar atividades físicas, além de ingestão de álcool ou drogas, as doenças ficam mais propensas a aparecer.
Depressão é uma doença séria, que pode afetar todo o organismo.
Não tenha vergonha de pedir ajuda se notar que algum desses sintomas está prejudicando você.
Pode acontecer com qualquer pessoa – qualquer pessoa mesmo!
Não deixe de se cuidar
Visto em: Awebic
domingo, setembro 17, 2017
4 erros que você pode estar cometendo para combater a ansiedade
A ansiedade pode ser uma companhia frequente de muita gente, e por isso mesmo podemos achar que sabemos exatamente como lidar com ela. O problema é que nossos instintos nos levam a agir de maneiras que não são as melhores nessa situação.
Basicamente, a ansiedade desencadeia uma reação de “ lutar ou fugir” em nosso corpo, que age como se estivéssemos ameaçados; ou então nós simplesmente nos sentimos paralisados, incapazes de ter uma resposta racional àquele turbilhão de pensamentos e sensações.
De qualquer forma, nosso instinto é tentar fazer com que isso tudo desapareça o mais rápido possível para que possamos voltar ao normal. Mas, de acordo com especialistas, isso não só é inútil, mas pode até piorar as coisas.
Em sua coluna no site Psychology Today, a psicóloga Melanie Greenberg listou quatro coisas que não devemos fazer quando estamos no meio de uma crise de ansiedade*. Nós as listamos a seguir e você pode ver o post original (em inglês) aqui. (*Por dentro do assunto: 14 mitos e verdades sobre a ansiedade)
1. Tentar fazer a ansiedade sumir
“Esta estratégia é inútil porque não funciona. Você não pode fazer a ansiedade desaparecer apenas porque quer”. Depois do elegante tapa na cara, a autora explica que o medo e a ansiedade são coisas firmemente enraizadas em nosso cérebro porque têm uma finalidade evolutiva: no início da história humana, havia muitos predadores perigosos nos ameaçando e era fundamental para a nossa sobrevivência estar alerta e reagir o mais rápido possível ao menor sinal de perigo.
“A ansiedade é um sinal de que você precisa prestar atenção a algo que seu cérebro diz que é importante para sua sobrevivência. Ele indica isso liberando o hormônio cortisol para levar seu corpo a lutar ou fugir. Pode ser um alarme falso, mas tentar fazer com que isso suma só o tornará mais forte”.
A solução, então, é se manter consciente do que você está sentindo e agir estrategicamente, avaliando se existe realmente uma ameaça real e se há alguma ação de emergência a ser tomada. Conforme você se habitua a fazer isso, em vez de simplesmente agir automaticamente, sua relação com a ansiedade muda.
2. Buscar segurança a qualquer custo
É muito comum tentarmos nos acalmar buscando fatos e dados que nos confortem. Nós queremos encontrar respostas ou soluções definitivas aos nossos problemas, queremos nos sentir completamente seguros e nos controle da situação.
Seria maravilhoso se isso fosse possível com todas as coisas que nos causam ansiedade, mas a gente sabe que não é assim. E, quanto mais cavamos em busca de informações que nos acalmem, maior a nossa chance de encontrar outros motivos para nos preocuparmos. O tempo e o imprevisto sobrevêm a todos nós, e não há o que possamos fazer em relação a isso.
3. Ficar ruminando pensamentos e preocupações
“A preocupação foi definida como o componente cognitivo da ansiedade”, explica Greenberg. “Muitos de nós respondemos à ansiedade nos preocupando e analisando a situação, trabalhando diferentes respostas possíveis em nossa mente”. Claro que isso pode ser útil quando na dose certa, mas o problema é que, segundo ela, a maioria de nós faz isso demais.
E, quando a gente exagera na dose, começamos com pensamentos repetitivos e cada vez mais negativos e entramos em uma espiral de preocupação. Você com certeza já entrou nessas de ficar pensando coisas como “Por que ele(a) não respondeu minha mensagem ainda? Será que eu fiz algo de errado? Por que eu não consigo parecer legal nunca? Eu vou morrer sozinho? etc.”. Se você perceber que está entrando nessa, corra para se distrair com outra coisa. Alimentar esses pensamentos só os tornam mais poderosos.
4. Fugir de tudo o que lhe causa desconforto
Já dissemos que a ansiedade desencadeia a disposição de “lutar ou fugir”, e uma resposta ligada à fuga é evitar tudo aquilo que tem alguma chance de nos causar desconforto. Pode ser uma viagem com conhecidos, tocar um projeto novo, falar em público, confrontar alguém que tenha te tratado mal.
“O problema com a evasão é que isso piora a ansiedade no longo prazo. Você pode experimentar algum alívio de curto prazo ao estar longe da situação, mas fugir torna mais difícil enfrentar as coisas na próxima vez. Você começa a se ver como alguém que não consegue lidar com a situação e ela começa a parecer cada mais aversiva e ameaçadora”, duz Greenberg.
A solução? Fazer exatamente o contrário. “Quando você deliberadamente enfrenta situações que você teme, o medo começa a diminuir depois de um tempo, enquanto seu cérebro registra que nada de terrível está acontecendo”.
Viste em: Como as pessoas Funcionam
Basicamente, a ansiedade desencadeia uma reação de “ lutar ou fugir” em nosso corpo, que age como se estivéssemos ameaçados; ou então nós simplesmente nos sentimos paralisados, incapazes de ter uma resposta racional àquele turbilhão de pensamentos e sensações.
De qualquer forma, nosso instinto é tentar fazer com que isso tudo desapareça o mais rápido possível para que possamos voltar ao normal. Mas, de acordo com especialistas, isso não só é inútil, mas pode até piorar as coisas.
Em sua coluna no site Psychology Today, a psicóloga Melanie Greenberg listou quatro coisas que não devemos fazer quando estamos no meio de uma crise de ansiedade*. Nós as listamos a seguir e você pode ver o post original (em inglês) aqui. (*Por dentro do assunto: 14 mitos e verdades sobre a ansiedade)
1. Tentar fazer a ansiedade sumir
“Esta estratégia é inútil porque não funciona. Você não pode fazer a ansiedade desaparecer apenas porque quer”. Depois do elegante tapa na cara, a autora explica que o medo e a ansiedade são coisas firmemente enraizadas em nosso cérebro porque têm uma finalidade evolutiva: no início da história humana, havia muitos predadores perigosos nos ameaçando e era fundamental para a nossa sobrevivência estar alerta e reagir o mais rápido possível ao menor sinal de perigo.
“A ansiedade é um sinal de que você precisa prestar atenção a algo que seu cérebro diz que é importante para sua sobrevivência. Ele indica isso liberando o hormônio cortisol para levar seu corpo a lutar ou fugir. Pode ser um alarme falso, mas tentar fazer com que isso suma só o tornará mais forte”.
A solução, então, é se manter consciente do que você está sentindo e agir estrategicamente, avaliando se existe realmente uma ameaça real e se há alguma ação de emergência a ser tomada. Conforme você se habitua a fazer isso, em vez de simplesmente agir automaticamente, sua relação com a ansiedade muda.
2. Buscar segurança a qualquer custo
É muito comum tentarmos nos acalmar buscando fatos e dados que nos confortem. Nós queremos encontrar respostas ou soluções definitivas aos nossos problemas, queremos nos sentir completamente seguros e nos controle da situação.
Seria maravilhoso se isso fosse possível com todas as coisas que nos causam ansiedade, mas a gente sabe que não é assim. E, quanto mais cavamos em busca de informações que nos acalmem, maior a nossa chance de encontrar outros motivos para nos preocuparmos. O tempo e o imprevisto sobrevêm a todos nós, e não há o que possamos fazer em relação a isso.
3. Ficar ruminando pensamentos e preocupações
“A preocupação foi definida como o componente cognitivo da ansiedade”, explica Greenberg. “Muitos de nós respondemos à ansiedade nos preocupando e analisando a situação, trabalhando diferentes respostas possíveis em nossa mente”. Claro que isso pode ser útil quando na dose certa, mas o problema é que, segundo ela, a maioria de nós faz isso demais.
E, quando a gente exagera na dose, começamos com pensamentos repetitivos e cada vez mais negativos e entramos em uma espiral de preocupação. Você com certeza já entrou nessas de ficar pensando coisas como “Por que ele(a) não respondeu minha mensagem ainda? Será que eu fiz algo de errado? Por que eu não consigo parecer legal nunca? Eu vou morrer sozinho? etc.”. Se você perceber que está entrando nessa, corra para se distrair com outra coisa. Alimentar esses pensamentos só os tornam mais poderosos.
4. Fugir de tudo o que lhe causa desconforto
Já dissemos que a ansiedade desencadeia a disposição de “lutar ou fugir”, e uma resposta ligada à fuga é evitar tudo aquilo que tem alguma chance de nos causar desconforto. Pode ser uma viagem com conhecidos, tocar um projeto novo, falar em público, confrontar alguém que tenha te tratado mal.
“O problema com a evasão é que isso piora a ansiedade no longo prazo. Você pode experimentar algum alívio de curto prazo ao estar longe da situação, mas fugir torna mais difícil enfrentar as coisas na próxima vez. Você começa a se ver como alguém que não consegue lidar com a situação e ela começa a parecer cada mais aversiva e ameaçadora”, duz Greenberg.
A solução? Fazer exatamente o contrário. “Quando você deliberadamente enfrenta situações que você teme, o medo começa a diminuir depois de um tempo, enquanto seu cérebro registra que nada de terrível está acontecendo”.
Viste em: Como as pessoas Funcionam
terça-feira, agosto 29, 2017
A estranha geração dos adultos mimados
Por Ruth Manus
Tudo começou com uma colega minha de estágio, há mais de 10 anos, que pediu demissão por acreditar que “não foi criada para ficar carregando papel”. Sim, carregar papel fazia parte das nossas tarefas, enquanto ajudávamos o juiz e os demais servidores públicos com os processos do Tribunal. Acompanhávamos audiências, ajudávamos com os despachos e, sim, carregávamos papéis entre o segundo e o quarto andar do edifício.
Os pais da menina convenceram-na de que ela era boa demais para aquilo. Não importava que nós fôssemos meninas de 19 anos, no segundo ano da faculdade, sem qualquer experiência, buscando aprender alguma coisa e ganhar uns poucos reais para comer hamburguer nos finais de semana. Ela, que tinha a certeza de ser uma joia rara, foi embora, deixando sua vaga vazia no meio do semestre e sobrecarregando todos os demais, inclusive eu, sem nem se constranger com isso.
O tempo passou e, quando eu já era advogada, tive um estagiário de vinte e poucos anos que, três meses depois de ser contratado, solicitou dois meses de férias. Eu nem sequer entendi o pedido. Perguntei se ele estava doente ou se havia algum outro problema grave. Ele me respondeu que não, que simplesmente tinha decidido ir para a Califórnia passar dezembro e janeiro, pois a irmã estava morando lá e ele tinha casa de graça. Eu mal podia acreditar no que estava ouvindo. Deixei ele ir e pedi que não voltasse mais.
Alguns anos depois, ouvi um grande amigo me dizer que iria divorciar-se. Ele havia casado fazia menos de um ano, com direito a uma imensa festa, custeada pelos pais dos noivos. Mais uma vez perguntei se algo de grave tinha ocorrido. Ele me respondeu que “não estava dando certo”, discorrendo sobre problemas como “brigamos por causa da louça na pia”, “não tenho mais tempo para sair com meus amigos” e “acho que ainda tenho muito para curtir”. Me segurei para não dar um safanão na cabeça dele. Aos 34 anos ele falava como um garoto mimado de 16. Tentava explicar isso para ele, mas era como conversar com a parede.
Agora foi a vez de uma amiga minha, com seus quase 30 anos, que me disse que iria pedir demissão pois fora muito desrespeitada no trabalho. Como sou advogada trabalhista, logo me assustei, imaginando uma situação de assédio moral ou sexual. Foi quando ela explicou: meu chefe fez um comentário extremamente grosseiro no meu facebook. Suspirei e perguntei o que era, exatamente. Ela disse que postou uma foto na praia, num fim de tarde de quarta-feira, depois do expediente, e o chefe comentou “Espero que não esqueça que tem um prazo para me entregar amanhã cedo”. E isso foi suficiente para ela se sentir mal a ponto de querer pedir demissão de um bom emprego.
Eu não sei bem o que acontece com a minha geração. O fato de termos sido criados com cuidado e afeto pelos nossos pais, começou a confundir-se com uma espécie de sensação de que todos devem nos tratar como eles nos trataram. O chefe, o colega, o marido, a mulher, os amigos, ninguém pode nos tratar de igual para igual e muito menos numa hierarquia descendente. Se não for tratado a pão de ló, este jovem adulto surta, se julga injustiçado e vai embora.
Acho que o mundo evoluiu e as situações nas quais se tratava alguém com desrespeito são cada vez menos toleráveis, o que é ótimo. Também é ótimo o fato de sermos uma geração que busca felicidade e não apenas estabilidade financeira. É bom termos a coragem de mudar de carreira, de recomeçar, de priorizar as viagens e não a casa própria.
Mas nada disso justifica que a minha geração tenha comportamentos tão egoístas, agindo como verdadeiras crianças mimadas. E o grande perigo é que essas crianças mimadas têm belos diplomas e começam a ocupar cargos importantes nas empresas e no setor público. Vamos nos tornar um perigoso jardim de infância, no qual quem manda não pode ser contrariado e quem obedece também não. Isso não será uma tarefa fácil.
Visto em: Observador
Tudo começou com uma colega minha de estágio, há mais de 10 anos, que pediu demissão por acreditar que “não foi criada para ficar carregando papel”. Sim, carregar papel fazia parte das nossas tarefas, enquanto ajudávamos o juiz e os demais servidores públicos com os processos do Tribunal. Acompanhávamos audiências, ajudávamos com os despachos e, sim, carregávamos papéis entre o segundo e o quarto andar do edifício.
Os pais da menina convenceram-na de que ela era boa demais para aquilo. Não importava que nós fôssemos meninas de 19 anos, no segundo ano da faculdade, sem qualquer experiência, buscando aprender alguma coisa e ganhar uns poucos reais para comer hamburguer nos finais de semana. Ela, que tinha a certeza de ser uma joia rara, foi embora, deixando sua vaga vazia no meio do semestre e sobrecarregando todos os demais, inclusive eu, sem nem se constranger com isso.
O tempo passou e, quando eu já era advogada, tive um estagiário de vinte e poucos anos que, três meses depois de ser contratado, solicitou dois meses de férias. Eu nem sequer entendi o pedido. Perguntei se ele estava doente ou se havia algum outro problema grave. Ele me respondeu que não, que simplesmente tinha decidido ir para a Califórnia passar dezembro e janeiro, pois a irmã estava morando lá e ele tinha casa de graça. Eu mal podia acreditar no que estava ouvindo. Deixei ele ir e pedi que não voltasse mais.
Alguns anos depois, ouvi um grande amigo me dizer que iria divorciar-se. Ele havia casado fazia menos de um ano, com direito a uma imensa festa, custeada pelos pais dos noivos. Mais uma vez perguntei se algo de grave tinha ocorrido. Ele me respondeu que “não estava dando certo”, discorrendo sobre problemas como “brigamos por causa da louça na pia”, “não tenho mais tempo para sair com meus amigos” e “acho que ainda tenho muito para curtir”. Me segurei para não dar um safanão na cabeça dele. Aos 34 anos ele falava como um garoto mimado de 16. Tentava explicar isso para ele, mas era como conversar com a parede.
Agora foi a vez de uma amiga minha, com seus quase 30 anos, que me disse que iria pedir demissão pois fora muito desrespeitada no trabalho. Como sou advogada trabalhista, logo me assustei, imaginando uma situação de assédio moral ou sexual. Foi quando ela explicou: meu chefe fez um comentário extremamente grosseiro no meu facebook. Suspirei e perguntei o que era, exatamente. Ela disse que postou uma foto na praia, num fim de tarde de quarta-feira, depois do expediente, e o chefe comentou “Espero que não esqueça que tem um prazo para me entregar amanhã cedo”. E isso foi suficiente para ela se sentir mal a ponto de querer pedir demissão de um bom emprego.
Eu não sei bem o que acontece com a minha geração. O fato de termos sido criados com cuidado e afeto pelos nossos pais, começou a confundir-se com uma espécie de sensação de que todos devem nos tratar como eles nos trataram. O chefe, o colega, o marido, a mulher, os amigos, ninguém pode nos tratar de igual para igual e muito menos numa hierarquia descendente. Se não for tratado a pão de ló, este jovem adulto surta, se julga injustiçado e vai embora.
Acho que o mundo evoluiu e as situações nas quais se tratava alguém com desrespeito são cada vez menos toleráveis, o que é ótimo. Também é ótimo o fato de sermos uma geração que busca felicidade e não apenas estabilidade financeira. É bom termos a coragem de mudar de carreira, de recomeçar, de priorizar as viagens e não a casa própria.
Mas nada disso justifica que a minha geração tenha comportamentos tão egoístas, agindo como verdadeiras crianças mimadas. E o grande perigo é que essas crianças mimadas têm belos diplomas e começam a ocupar cargos importantes nas empresas e no setor público. Vamos nos tornar um perigoso jardim de infância, no qual quem manda não pode ser contrariado e quem obedece também não. Isso não será uma tarefa fácil.
Visto em: Observador
10 razões pelas quais você nunca deve mexer com um empata
À primeira vista parece que os empatas são pessoas frágeis e emocionais.
Mas esta vulnerabilidade em sentir mais intensamente do que as outras pessoas é algo que você nunca deve tomar como uma fraqueza.
Na verdade, os empatas são dotados de uma superpotência que vai além de apenas “sentir mais profundamente”. Isso é apenas um subproduto do seu verdadeiro dom.
Eles veem através das mentiras e do fingimento. Se você acha que pode manipular a sua natureza, tenha em mente que eles sabem o que você está fazendo.
Qual é o dom primário de um empata?
Os empatas podem nascer com uma capacidade elevada de sentir os sentimentos alheios, no entanto, este não é o seu verdadeiro dom.
O seu dom primário é a compreensão divina da psicologia humana!
Isso lhes dá a capacidade de saber quando alguém está fingindo, mentindo, ou simplesmente não são quem eles disseram que eram. Algumas pessoas boas têm intenções cruéis, e os empatas podem reconhecer isso.
A melhor maneira de explicar este fenômeno é: eles apenas sabem. É como se tivessem um outro par de olhos que podem ver as intenções. Eles sabem ler as pessoas, e não são facilmente enganados.
Sim, toda essa sensibilidade,às vezes, pode ser esmagadora, mas qualquer um se sentiria tão intenso, se vissem o quanto as pessoas fingem e mentem ao seu redor o tempo todo!
As pessoas não mentem para os outros, necessariamente, mas mentem para si mesmas. As pessoas complicam tanto suas vidas! E se o mundo estivesse ciente de como é falso, quanto sofrimento é criado por causa dessa farsa, todos sentiriam a mesma intensidade que os empatas sentem.
Aqui estão 10 razões pelas quais você nunca deve mexer com um empata:
1. Empatas são basicamente detectores de mentira
Quando alguém mente, eles desligam certos movimentos do corpo subconsciente, dando pistas desse comportamento. Se você é um tipo de parceiro que não consegue controlar suas mentiras, não fique com um empata. Em breve você vai desfrutar do sabor do seu próprio remédio.
Formas comuns de identificar um mentiroso é o seu movimento ocular e a intenção de convencê-lo. A fim de mentir eles têm que virar as costas para suas emoções. Isso cria um tipo de desarmonia que pessoas sensíveis podem perceber.
No entanto, se você é um empata você já sabe disso. Você apenas não sabe como explicar porque você sabe, você apenas sabe. É o sentimento mais proeminente que você já sentiu em seu instinto.
2. Não tente enganá-los
Os empatas sentem os sentimentos de outras pessoas muito mais do que eles gostariam. Por causa disso, eles sabem quando você está fingindo.
Não tente esconder suas intenções cruéis em torno de um empata, isso simplesmente não vai funcionar. É como usar um chapéu colorido. Eles têm um sentido, como a visão, que simplesmente vê as intenções, assim como as pessoas veriam o chapéu colorido.
Eles podem ver através de seu disfarce conivente. E, muitas vezes, não se aproximam também, porque eles também estão cientes de que você, obviamente, tem algum tipo de distorção mental.
3. Eles sentem seu ciúme
Pessoas empatas podem sentir quando você está com ciúmes deles. Você pode esperar que isso os faça sentir mais carismáticos e confiantes, mas isso não é verdade. Os empatas podem saber quando você está com inveja deles por algum motivo, e eles, muitas vezes, demonstram humildade para fazer você se sentir mais confortável.
4. Eles sentem o ódio
Um dos sentidos mais predominantes que um empata sente é o ódio. O ódio é uma emoção tão negativa que dá uma energia poderosa. Os empatas são afetados por este sentimento. Eles não ficarão feridos por causa do seu ódio, mas preferem não ter sua alma afetada por sua energia negativa.
Eles não perdem o sono por qualquer ódio, que muitas vezes faz com que as pessoas os odeiem ainda mais. Eles estão confortáveis com quem são e não esperam ser mais que ninguém.
5. Eles conhecem seus preconceitos
Os empatas sempre saberão quando você tem um preconceito oculto e eles, provavelmente, perderão interesse em você. Isso porque eles veem as pessoas através de todas as camadas e sabem quem realmente somos no fundo. Rótulos não significam nada para eles!
Pessoas empatas não estão interessadas em pessoas que são superficiais ou egocêntricas. Eles não respeitam as pessoas que deixam rótulos determinar como eles veem os demais.
6. Eles sabem que você não está bem.
“Você está bem?”
“Sim, estou bem.”
“Não, você não está. Agora, conte-me tudo. “
Se você já teve essa conversa com um amigo, talvez ele seja uma empata. Os empáticos sabem quando você mente e também sabem quando você se sente mal. Ter um amigo que você possa conversar sobre as coisas é uma tremenda ajuda! Tire proveito das habilidades de cura do seu amigo e não minta para ele. Não tenha medo; eles querem ajudar.
7. Eles não gostam de bajuladores
Os empatas detestam conversa fiada. Não elogie falsamente um empata para ganhar seu afeto. Eles odeiam isso e sabem o que você está tentando fazer.
A habilidade mais poderosa de um empata é decifrar as ações e as intenções das pessoas. Eles percebem as camadas de sua psicologia, que nem você está ciente. Então, seja honesto com eles. É mais fácil!
8. Eles sabem quando você está no caminho errado
Se você tem um amigo empata e eles estão lhe dando avisos sobre os que você anda aprontando, é melhor ouvir.
Eles são bons em prever um comportamento destrutivo em potencial. Eles conhecem o seu raciocínio subconsciente, e sabem o que pode resultar disso; e eles vão te dizer se vale ou não a pena. Então, é melhor reavaliar seriamente suas intenções.
9. Eles sabem quando você está tentando ser alguém que você não é
Os empatas têm a capacidade de ver o interior da pessoa. Eles apreciam suas qualidades e seus defeitos! Não há nada mais atrativo para um empático do que alguém que é verdadeiro consigo mesmo.
Seja confiante em sua própria pele e não tente ser alguém que você não é. Especialmente na frente de um empata. Eles se apaixonam pela congruência porque sabem como isso é raro no mundo. Pessoas congruentes são como uma lufada de ar fresco para eles.
10. Eles podem identificar a exploração
Você se lembra de quando era criança e queria alguma coisa, então, você agraciava seus pais para conseguir o que queria.
Não faça isso com um empata. É mais provável obter o que você quer dizendo logo de uma vez, em vez de tentar parecer merecedor. Eles vão deixá-lo fazer o seu jogo, vão circular em torno de você, até que você fique cansado de brincar. É engraçado para eles verem até onde você vai.
Visto em: O Segredo
Mas esta vulnerabilidade em sentir mais intensamente do que as outras pessoas é algo que você nunca deve tomar como uma fraqueza.
Na verdade, os empatas são dotados de uma superpotência que vai além de apenas “sentir mais profundamente”. Isso é apenas um subproduto do seu verdadeiro dom.
Eles veem através das mentiras e do fingimento. Se você acha que pode manipular a sua natureza, tenha em mente que eles sabem o que você está fazendo.
Qual é o dom primário de um empata?
Os empatas podem nascer com uma capacidade elevada de sentir os sentimentos alheios, no entanto, este não é o seu verdadeiro dom.
O seu dom primário é a compreensão divina da psicologia humana!
Isso lhes dá a capacidade de saber quando alguém está fingindo, mentindo, ou simplesmente não são quem eles disseram que eram. Algumas pessoas boas têm intenções cruéis, e os empatas podem reconhecer isso.
A melhor maneira de explicar este fenômeno é: eles apenas sabem. É como se tivessem um outro par de olhos que podem ver as intenções. Eles sabem ler as pessoas, e não são facilmente enganados.
Sim, toda essa sensibilidade,às vezes, pode ser esmagadora, mas qualquer um se sentiria tão intenso, se vissem o quanto as pessoas fingem e mentem ao seu redor o tempo todo!
As pessoas não mentem para os outros, necessariamente, mas mentem para si mesmas. As pessoas complicam tanto suas vidas! E se o mundo estivesse ciente de como é falso, quanto sofrimento é criado por causa dessa farsa, todos sentiriam a mesma intensidade que os empatas sentem.
Aqui estão 10 razões pelas quais você nunca deve mexer com um empata:
1. Empatas são basicamente detectores de mentira
Quando alguém mente, eles desligam certos movimentos do corpo subconsciente, dando pistas desse comportamento. Se você é um tipo de parceiro que não consegue controlar suas mentiras, não fique com um empata. Em breve você vai desfrutar do sabor do seu próprio remédio.
Formas comuns de identificar um mentiroso é o seu movimento ocular e a intenção de convencê-lo. A fim de mentir eles têm que virar as costas para suas emoções. Isso cria um tipo de desarmonia que pessoas sensíveis podem perceber.
No entanto, se você é um empata você já sabe disso. Você apenas não sabe como explicar porque você sabe, você apenas sabe. É o sentimento mais proeminente que você já sentiu em seu instinto.
2. Não tente enganá-los
Os empatas sentem os sentimentos de outras pessoas muito mais do que eles gostariam. Por causa disso, eles sabem quando você está fingindo.
Não tente esconder suas intenções cruéis em torno de um empata, isso simplesmente não vai funcionar. É como usar um chapéu colorido. Eles têm um sentido, como a visão, que simplesmente vê as intenções, assim como as pessoas veriam o chapéu colorido.
Eles podem ver através de seu disfarce conivente. E, muitas vezes, não se aproximam também, porque eles também estão cientes de que você, obviamente, tem algum tipo de distorção mental.
3. Eles sentem seu ciúme
Pessoas empatas podem sentir quando você está com ciúmes deles. Você pode esperar que isso os faça sentir mais carismáticos e confiantes, mas isso não é verdade. Os empatas podem saber quando você está com inveja deles por algum motivo, e eles, muitas vezes, demonstram humildade para fazer você se sentir mais confortável.
4. Eles sentem o ódio
Um dos sentidos mais predominantes que um empata sente é o ódio. O ódio é uma emoção tão negativa que dá uma energia poderosa. Os empatas são afetados por este sentimento. Eles não ficarão feridos por causa do seu ódio, mas preferem não ter sua alma afetada por sua energia negativa.
Eles não perdem o sono por qualquer ódio, que muitas vezes faz com que as pessoas os odeiem ainda mais. Eles estão confortáveis com quem são e não esperam ser mais que ninguém.
5. Eles conhecem seus preconceitos
Os empatas sempre saberão quando você tem um preconceito oculto e eles, provavelmente, perderão interesse em você. Isso porque eles veem as pessoas através de todas as camadas e sabem quem realmente somos no fundo. Rótulos não significam nada para eles!
Pessoas empatas não estão interessadas em pessoas que são superficiais ou egocêntricas. Eles não respeitam as pessoas que deixam rótulos determinar como eles veem os demais.
6. Eles sabem que você não está bem.
“Você está bem?”
“Sim, estou bem.”
“Não, você não está. Agora, conte-me tudo. “
Se você já teve essa conversa com um amigo, talvez ele seja uma empata. Os empáticos sabem quando você mente e também sabem quando você se sente mal. Ter um amigo que você possa conversar sobre as coisas é uma tremenda ajuda! Tire proveito das habilidades de cura do seu amigo e não minta para ele. Não tenha medo; eles querem ajudar.
7. Eles não gostam de bajuladores
Os empatas detestam conversa fiada. Não elogie falsamente um empata para ganhar seu afeto. Eles odeiam isso e sabem o que você está tentando fazer.
A habilidade mais poderosa de um empata é decifrar as ações e as intenções das pessoas. Eles percebem as camadas de sua psicologia, que nem você está ciente. Então, seja honesto com eles. É mais fácil!
8. Eles sabem quando você está no caminho errado
Se você tem um amigo empata e eles estão lhe dando avisos sobre os que você anda aprontando, é melhor ouvir.
Eles são bons em prever um comportamento destrutivo em potencial. Eles conhecem o seu raciocínio subconsciente, e sabem o que pode resultar disso; e eles vão te dizer se vale ou não a pena. Então, é melhor reavaliar seriamente suas intenções.
9. Eles sabem quando você está tentando ser alguém que você não é
Os empatas têm a capacidade de ver o interior da pessoa. Eles apreciam suas qualidades e seus defeitos! Não há nada mais atrativo para um empático do que alguém que é verdadeiro consigo mesmo.
Seja confiante em sua própria pele e não tente ser alguém que você não é. Especialmente na frente de um empata. Eles se apaixonam pela congruência porque sabem como isso é raro no mundo. Pessoas congruentes são como uma lufada de ar fresco para eles.
10. Eles podem identificar a exploração
Você se lembra de quando era criança e queria alguma coisa, então, você agraciava seus pais para conseguir o que queria.
Não faça isso com um empata. É mais provável obter o que você quer dizendo logo de uma vez, em vez de tentar parecer merecedor. Eles vão deixá-lo fazer o seu jogo, vão circular em torno de você, até que você fique cansado de brincar. É engraçado para eles verem até onde você vai.
Visto em: O Segredo
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domingo, julho 02, 2017
27 pequenas mudanças para fazer antes dos 35 anos e agradecer aos 50
1. Se sua opinião sobre determinado assunto for muito apaixonada, repense-a.

Quase sempre há alguma perspectiva que você nunca considerou sobre o assunto, e nunca é demais ser mais flexível e compreensivo.
2. Faça amizade com pessoas fora do seu grupo social familiar.
Quanto mais diferentes as pessoas forem de você, melhor.
3. Aprenda a curtir ficar sozinho.
Comece a pensar em si mesmo como uma pessoa muito legal para passar um tempo, e o resto virá naturalmente.
4. Pare de comer alimentos muito açucarados e processados.
Pelo menos durante a semana.
5. Faça pelo menos 15 minutos de exercício, pelo menos três vezes por semana.
Você nem precisa sair de casa para fazer isso!
6. Livre-se de um defeito, hábito ruim ou vício.
Você dorme demais? Bebe? Fuma? Faz os três? Abandone pelo menos um deles.
7. Assista a mais documentários.
Documentários irão ampliar seus horizontes e torná-lo uma pessoa com maior compreensão do mundo. Eles também são úteis para lhe dar muito mais assunto para conversas.
8. E, claro, leia mais.
Enfie a cara em um livro e não desista. Então faça isso de novo, e de novo, e de novo.
9. Aprenda a fazer algo novo que também seja útil.
Como aprender a cozinhar.
10. Mas também aprenda algo que não tenha nenhum aplicação prática.
Como aprender a tocar gaita. 11. Pense antes de falar.
Você terá menos arrependimentos e parecerá mais inteligente.
12. Se um relacionamento com alguém de sua família azedar, tente perdoar e esquecer, se for possível.
13. Odeia seu trabalho? Tente conseguir um novo.
Não desperdice anos — ou até mesmo décadas — de sua vida em um lugar que você odeia ou em uma carreira que você não gosta. Se puder, busque algo que você goste.
14. Pare de acumular coisas.
Jogue fora ou doe as coisas que você não usa mais. Limpe seu espaço e liberte-se de todos os bens materiais que estão te aborrecendo.
15. Identifique todas as pequenas coisas que precisam de conserto em sua vida (como pregar o botão que caiu de uma blusa e trocar aquela lâmpada da área de serviço) e anote-as em uma lista.
Então, comece a trabalhar na lista. Cuide de uma coisa por dia ou por semana.
16. Pelo menos uma vez por dia reserve um momento para ser grato por alguma coisa em sua vida, seja o que for.
Todo dia, pense sobre como seu almoço estava delicioso, como seus amigos seus legais ou como você se recuperou rápido daquela gripe. Não importa. Apenas seja grato.
17. Reclame menos.
Isso realmente fará você se sentir melhor.
18. Tente remover de sua vida qualquer pessoa que seja prejudicial a você de qualquer maneira.
Diga adeus a aquele "amigo" tóxico.
19. Se houver algo que você realmente não queira fazer, não faça.
Não se torne infeliz apenas para fazer os outros felizes. Não vale a pena.
20. Não confie em qualquer um.
Nem todo mundo é seu amigo. 21. Mas cultive aquelas amizades que realmente valem a pena.
22. Viaje mais e gaste menos com roupas.
23. Faça algo que realmente te assuste.
Pular de bungee jump? Nadar com tubarões? Se comprometer de verdade com alguém? (Os três? DE UMA SÓ VEZ?!)
24. Adote um animal de estimação (se você realmente estiver pronto para cuidar de um com responsabilidade).
Definitivamente não se apresse se você não estiver pronto, mas adotar um animal de estimação te ensinará muito sobre a vida e o amor.
25. Sorria mais.
26. Aprenda com cada experiência, independente se for boa ou ruim.
Sério.
27. E aceite o fato de que às vezes a vida é desconfortável e injusta.
Supere o que for ruim e aproveite o que for bom.
Visto em: BuzzFeed
Não é o amor que sustenta o relacionamento, é o modo de se relacionar que sustenta o amor
Amar é tão simples. As pessoas é que complicam, as pessoas é que idealizam demais e esquecem de viver a realidade que, por mais complicada que possa parecer, continua linda de viver. As pessoas se esquecem de que o amor precisa ser alimentado não com presentes e jantares caros. Não, o amor não precisa ser financiado para se manter.O problema é que as pessoas se esquecem do chocolate favorito quando vão ao mercado, se esquecem de que aquela camiseta do Star Wars vai fazer o coração do outro bater mais forte e que o sorriso vai ser desenhado aos poucos em seu rosto como quem diz obrigada.As pessoas se esquecem da cor favorita, da sobremesa preferida, se esquecem de que um filme de comédia romântica, em um final de tarde no domingo, faz bem. As pessoas se esquecem de elogiar aquele vestido novo, de dizer o quanto está linda naquele pijama velho que a deixa ainda mais bonita.As pessoas se esquecem da importância de assistir um jogo de futebol com o parceiro, de gritar com ele quando o seu time faz um gol e de vibrar com os “quase” gols.As pessoas se esquecem de tirar um tempo de qualidade para escutar o outro. As pessoas se esquecem de dar uma flor dessas que a gente rouba do quintal dos outros (risos). De elogiar o perfume novo e de dizer aos pés do ouvido o quanto ama esse alguém.Não precisa de buquê no trabalho, não precisa levar para jantar em um restaurante caro, não precisa encher de joias, comprar presentes caros. Não precisa disso para manter a chama do amor acesa. Não é isso que faz pegar fogo.
Um beijo na testa faz o coração de qualquer mulher se acalmar, um abraço quando as coisas não estão bem faz com que a gente se sinta protegido e assistir aquele filme que o outro tanto quer, também sabe agradar.
Beijos ao pé da orelha causam arrepios e o toque sincero faz o corpo balançar. O problema é que as pessoas são intensas demais no começo de um relacionamento e fazem de tudo para conquistar o outro, mas não sabem como lidar com todo o sentimento que, às vezes – na maioria das vezes – parece não caber dentro da gente.
E aí vem os inúmeros presentes, os inúmeros agrados, os inúmeros elogios e depois de um tempo, a insegurança vai embora e a gente se esquece de que é preciso conquistar todos os dias. Mas isso, ao contrário do que muita gente pensa, não é um fardo, obrigação e está longe de ser um sacrifício.
É a simplicidade que emociona, é o beijo de bom dia, é o “sonhei com você”, é o elogio sincero e inesperado, é o cuidado, é fazer aquele mousse de maracujá, preparar uma janta em casa mesmo e dizer: “Só tinha ovos, fiz um omelete delicioso pra nós dois. Espero que goste”. Um recado deixado no meio dos seus livros é o suficiente para fazer o nosso coração sorrir.
Vai, manda um SMS no meio da tarde dizendo que não consegue parar de pensar nela, compra o seu chocolate favorito e aparece de surpresa. Vai, compra uma rosa – não um buquê- e deixa um bilhete dizendo o quanto você a ama.
Não deixe cair na mesmice, continue fazendo aquele belo sorriso brotar, aqueles lindos olhos brilharem. Vai, continua fazendo aquele corpo balançar com o teu toque. Vai, mantém essa chama acesa e deixe incendiar. O amor se alegra com a simplicidade e são as pequenas coisas que fazem o nosso coração sorrir sem medo, como quem tem alguém ao seu lado querendo fazer morada.
Visto em: Resiliência Mag
segunda-feira, janeiro 30, 2017
5 fatores que fazem um relacionamento durar
Não faltam gurus por aí dizendo o que devemos fazer. Muitas vezes, encontramos uns conselhos bem ruins, mesmo quando se usa descobertas científicas para justificá-los. Mas rolam também umas dicas ótimas baseadas puramente em experiências pessoais. E pode valer a pena dar uma olhada nelas.
Estes dias, o escritor Mark Manson se casou e pediu conselhos maritais aos seus milhares de leitores de várias partes do mundo. O cara escreveu dois best-sellers recentemente e é um ex-dating coach, o que significa que há muita gente acompanhando o seu trabalho e que ele tem algum conhecimento sobre o tema “relacionamentos”. Mas ele não queria conselhos de qualquer um – queria ouvir apenas aquelas pessoas que estivessem casadas há mais de 10 anos e que ainda estivessem felizes nessa relação. Também valiam os relatos de pessoas que fossem divorciadas, contando o que havia dado errado.
Segundo ele, quase 1.500 pessoas lhe escreveram, muitas delas detalhando sua experiência em várias páginas. Depois de duas semanas lendo e organizando tudo, Mark chegou à conclusão: “Era tudo incrivelmente repetitivo”. Longe de ser algo ruim, isso lhe mostrou que, aparentemente, existe mesmo uma receita para os relacionamentos serem bem-sucedidos. A lista toda está em seu site (em inglês), mas aqui estão cinco deles.
Tenha expectativas realistas sobre relacionamentos e romance
Amor não é aquela coisa que te deixa cego, doido e com uma felicidade absoluta o tempo inteiro. A paixão pode te deixar assim, mas o amor é outra coisa. Então, se você está sempre esperando aquela pessoa que vai te arrebatar e te deixar em estado de graça para sempre, sinto dizer, mas isso não vai rolar. A boa notícia é que o amor é um negócio muito melhor que isso. “O amor verdadeiro, isto é, o amor profundo e permanente, que é impermeável aos caprichos emocionais ou à fantasia, é uma escolha. É um compromisso constante com alguém, independentemente das circunstâncias presentes. É um compromisso com uma pessoa que você compreende que não vai fazer você sempre feliz – nem deveria!”, escreve Mark.
“Quando você se compromete com alguém, você não sabe com quem realmente está se comprometendo. Você sabe quem a pessoa é hoje, mas não tem ideia de quem ela vai ser em cinco, dez anos, e assim por diante. Você tem que estar preparado para o inesperado, e se perguntar se admira essa pessoa, independentemente dos detalhes superficiais (ou não tão superficiais), porque eu garanto que quase todos esses detalhes em algum momento vão mudar ou ir embora”, escreveu um leitor.
Em vez disso, tenha o cuidado de nunca insultar seu parceiro, por mais bravo que esteja. Não ressuscite brigas anteriores e desencane do impulso de querer estar sempre certo. Não adianta nada “ganhar” uma discussão se a pessoa que você ama sai se sentindo para baixo ou não amada. E, embora seja importante sair para respirar um pouco se as coisas ficarem muito pesadas, não fuja das brigas. É preciso ter conversas desconfortáveis e estar aberto para ouvir coisas que você não gostaria de ouvir – mas tendo sempre o objetivo de resolver a situação.
Visto em: Como as pessoas funcionam
Estes dias, o escritor Mark Manson se casou e pediu conselhos maritais aos seus milhares de leitores de várias partes do mundo. O cara escreveu dois best-sellers recentemente e é um ex-dating coach, o que significa que há muita gente acompanhando o seu trabalho e que ele tem algum conhecimento sobre o tema “relacionamentos”. Mas ele não queria conselhos de qualquer um – queria ouvir apenas aquelas pessoas que estivessem casadas há mais de 10 anos e que ainda estivessem felizes nessa relação. Também valiam os relatos de pessoas que fossem divorciadas, contando o que havia dado errado.
Segundo ele, quase 1.500 pessoas lhe escreveram, muitas delas detalhando sua experiência em várias páginas. Depois de duas semanas lendo e organizando tudo, Mark chegou à conclusão: “Era tudo incrivelmente repetitivo”. Longe de ser algo ruim, isso lhe mostrou que, aparentemente, existe mesmo uma receita para os relacionamentos serem bem-sucedidos. A lista toda está em seu site (em inglês), mas aqui estão cinco deles.
Estejam juntos pelos motivos certos
Ficar com uma pessoa porque sua família, sua igreja, seus amigos ou sua própria carência o pressionaram não são motivos certos. Achar que o relacionamento vai resolver todos os seus problemas – ou que irá resolver os problemas do seu parceiro – também entra na lista dos motivos errados. Motivo certo é estar com alguém porque você ama e admira a pessoa, e ama estar em sua companhia.Tenha expectativas realistas sobre relacionamentos e romance
Amor não é aquela coisa que te deixa cego, doido e com uma felicidade absoluta o tempo inteiro. A paixão pode te deixar assim, mas o amor é outra coisa. Então, se você está sempre esperando aquela pessoa que vai te arrebatar e te deixar em estado de graça para sempre, sinto dizer, mas isso não vai rolar. A boa notícia é que o amor é um negócio muito melhor que isso. “O amor verdadeiro, isto é, o amor profundo e permanente, que é impermeável aos caprichos emocionais ou à fantasia, é uma escolha. É um compromisso constante com alguém, independentemente das circunstâncias presentes. É um compromisso com uma pessoa que você compreende que não vai fazer você sempre feliz – nem deveria!”, escreve Mark.
Aceitem que vocês dois vão mudar ao longo do tempo de maneiras inesperadas
Se você espera passar o resto da vida junto com alguém, é fundamental entender que os dois passarão por muitas mudanças. Mudanças de emprego, de visual, de gosto musical, de interesses, de religião, de filosofia de vida, de opinião. Não só relacionamentos amorosos, mas também amizades podem acabar por causa disso, se os envolvidos não souberem respeitar e acolher essas mudanças.“Quando você se compromete com alguém, você não sabe com quem realmente está se comprometendo. Você sabe quem a pessoa é hoje, mas não tem ideia de quem ela vai ser em cinco, dez anos, e assim por diante. Você tem que estar preparado para o inesperado, e se perguntar se admira essa pessoa, independentemente dos detalhes superficiais (ou não tão superficiais), porque eu garanto que quase todos esses detalhes em algum momento vão mudar ou ir embora”, escreveu um leitor.
Aprendam a brigar do jeito certo
Casais felizes e casais infelizes brigam. Não dá para compartilhar seu dia a dia com alguém sem nunca ter brigado com essa pessoa. A questão é saber lidar com os conflitos do jeito certo. Mark explica que, segundo o psicólogo e pesquisador John Gottman, ofender seu parceiro, culpá-lo por ações suas, colocá-lo para baixo e até mesmo fugir das brigas ignorando o que ele diz são atitudes comuns entre casais mais propensos ao divórcio.Em vez disso, tenha o cuidado de nunca insultar seu parceiro, por mais bravo que esteja. Não ressuscite brigas anteriores e desencane do impulso de querer estar sempre certo. Não adianta nada “ganhar” uma discussão se a pessoa que você ama sai se sentindo para baixo ou não amada. E, embora seja importante sair para respirar um pouco se as coisas ficarem muito pesadas, não fuja das brigas. É preciso ter conversas desconfortáveis e estar aberto para ouvir coisas que você não gostaria de ouvir – mas tendo sempre o objetivo de resolver a situação.
Nunca deixem de fazer pequenos gestos para manter o romance
Por simples que pareçam, pequenas atitudes como jantar juntos, segurar a mão enquanto assistem a um filme ou levar um presentinho de surpresa são fundamentais para manter um relacionamento saudável e garantir que vocês não virem simplesmente colegas de quarto. Mark conta que quase metade dos 1.500 relatos que ele recebeu abordam isso de alguma forma. “Os leitores dizem que precisamos cultivar o hábito de ter encontros românticos, planejar escapadelas em alguns finais de semana e arranjar tempo para o sexo, mesmo quando estamos cansados, estressados e o bebê está chorando, mesmo quando o Junior tem futebol às 5h30 da manhã do dia seguinte. Vai valer a pena”.Visto em: Como as pessoas funcionam
segunda-feira, dezembro 26, 2016
Por que você deveria fazer as pazes antes de dormir
Nunca deixe para resolver seus problemas no dia seguinte. Dormir com a cabeça cheia de frustrações e desavenças mal resolvidas só piora a situação. É que o cérebro, durante o sono, consolida e guarda as memórias vividas durante o dia. E levar sentimentos negativos para a cama só torna mais difícil a tarefa de esquecê-los depois.
A descoberta é de pesquisadores ingleses. Eles convidaram 73 homens para ver 26 pares de foto: uma 3×4 de pessoas junto a uma imagem perturbadora (criança chorando ou alguém mutilado). No dia seguinte, todos eles voltaram ao laboratório para contar como eram as fotos – e tentar excluir as imagens horríveis que acompanhavam os retratos. Ainda assim, a maioria acabava associando os rostos às cenas tristes.
Logo em seguida, os pesquisadores mostraram outros 26 pares de fotos, seguindo a mesma lógica da anterior. Meia hora depois, conversaram sobre as imagens, na tentativa de dissociar a pessoa retratada da cena ruim mostrada ao lado. Quando foram descrever, mais uma vez, essas novas fotos, a tarefa ficou mais fácil: eles esqueceram mais rapidamente as situações negativas ligadas ao rosto de cada pessoa.
Durante todo esse processo de recordar e dissociar as imagens, os cientistas escanearam o cérebro de seus voluntários. E perceberam que a tentativa de apagar cenas negativas vivenciadas e relembradas no mesmo dia ativava apenas o hipocampo. Quando tentavam apagar as sensações negativas das fotos do dia anterior, depois de uma noite toda de sono, outras áreas do cérebro entravam em ação. Aí ficava muito mais difícil apagar essas imagens.
Ou seja: em caso de briga, resolva a situação antes de dormir. Ou o dia seguinte pode ser ainda pior.
A descoberta é de pesquisadores ingleses. Eles convidaram 73 homens para ver 26 pares de foto: uma 3×4 de pessoas junto a uma imagem perturbadora (criança chorando ou alguém mutilado). No dia seguinte, todos eles voltaram ao laboratório para contar como eram as fotos – e tentar excluir as imagens horríveis que acompanhavam os retratos. Ainda assim, a maioria acabava associando os rostos às cenas tristes.
Logo em seguida, os pesquisadores mostraram outros 26 pares de fotos, seguindo a mesma lógica da anterior. Meia hora depois, conversaram sobre as imagens, na tentativa de dissociar a pessoa retratada da cena ruim mostrada ao lado. Quando foram descrever, mais uma vez, essas novas fotos, a tarefa ficou mais fácil: eles esqueceram mais rapidamente as situações negativas ligadas ao rosto de cada pessoa.
Durante todo esse processo de recordar e dissociar as imagens, os cientistas escanearam o cérebro de seus voluntários. E perceberam que a tentativa de apagar cenas negativas vivenciadas e relembradas no mesmo dia ativava apenas o hipocampo. Quando tentavam apagar as sensações negativas das fotos do dia anterior, depois de uma noite toda de sono, outras áreas do cérebro entravam em ação. Aí ficava muito mais difícil apagar essas imagens.
Ou seja: em caso de briga, resolva a situação antes de dormir. Ou o dia seguinte pode ser ainda pior.
Visto em: Ciência Maluca
domingo, dezembro 04, 2016
Cachorros desprezam inimigos dos donos
Cachorros são bichos tão fiéis que levam muito a sério aquela velha frase: desafeto de amigo meu só pode ser meu inimigo também. Eles percebem quando alguém não é lá muito legal com seus donos. E despejam neles o pior sentimento de todos: o desprezo.
Em um teste, voluntários pediam ajuda a outra pessoa para abrir um potinho. Algumas vezes, o sujeito, que na verdade era um ator contratado, se negava a ajudar e em outras colaborava numa boa. Ao lado do dono, o cachorro presenciava tudo bem atento.
Logo em seguida, outra pessoa se aproximava do ator e os dois ofereciam comida ao cão. Eles tendiam a recusar a oferta dos atores que agiram mal com os donos – e a preferir o petisco do desconhecido.
Mas não valorizavam tanto assim os caras bonzinhos. Na disputa entre um desconhecido e o ator “do bem”, os cachorros pegavam aleatoriamente qualquer pedaço de comida – fosse ela dada pelo cara gente boa ou por outra pessoa qualquer. Nesse caso, tanto fazia quem oferecia o rango.
Visto em: Ciência Maluca
segunda-feira, outubro 31, 2016
Tirar selfies deixa seu dia mais feliz
Pode parecer um tanto quanto egocêntrico postar uma selfie por dia no Facebook. Mas faz um bem danado para sua autoestima. E esse pequeno ato é capaz de deixar seu dia mais feliz.
Foi o que aconteceu com 41 voluntários de uma pesquisa americana. A maioria deles passava por um momento de adaptação. Quase todos haviam acabado de entrar na faculdade – aquela fase de recomeçar do zero suas amizades, ser aceito em um grupo novo e que, geralmente, faz bater um pouquinho de insegurança.
Durante três semanas, eles toparam o desafio de postar pelo menos uma selfie por dia nas redes sociais. Mas precisava ser uma foto feliz: com um sorrisão estampado na cara. E funcionou muito bem. Todos disseram se sentir mais confiantes depois da maratona de selfies – e a cada nova foto o dia deles ficava mais feliz.
É fácil entender a razão. Quando os amigos interagiam com as fotos, essas pessoas se enchiam de confiança e se sentiam mais conectados aos outros. Como se toda aquela tensão e estresse que sentiam ficasse um pouco mais leve.
Viu só? No fim das contas, pode tirar selfie à vontade – a ciência recomenda. Vai fazer bem. E quem se cansar da sua cara que deixe de te seguir 😉
Foi o que aconteceu com 41 voluntários de uma pesquisa americana. A maioria deles passava por um momento de adaptação. Quase todos haviam acabado de entrar na faculdade – aquela fase de recomeçar do zero suas amizades, ser aceito em um grupo novo e que, geralmente, faz bater um pouquinho de insegurança.
Durante três semanas, eles toparam o desafio de postar pelo menos uma selfie por dia nas redes sociais. Mas precisava ser uma foto feliz: com um sorrisão estampado na cara. E funcionou muito bem. Todos disseram se sentir mais confiantes depois da maratona de selfies – e a cada nova foto o dia deles ficava mais feliz.
É fácil entender a razão. Quando os amigos interagiam com as fotos, essas pessoas se enchiam de confiança e se sentiam mais conectados aos outros. Como se toda aquela tensão e estresse que sentiam ficasse um pouco mais leve.
Viu só? No fim das contas, pode tirar selfie à vontade – a ciência recomenda. Vai fazer bem. E quem se cansar da sua cara que deixe de te seguir 😉
Visto em: Ciência Maluca
Por que os jovens já não querem comprar carro nem casa própria?
Tradicionalmente, o que se convencionou chamar de sucesso é medido pelo fato de ter casa própria e carro. Mas isso já não é mais assim. A cada dia, aumenta o número de jovens que optam em não adquirir este tipo de bens.
Diversos estudos especializados mostraram que cada vez menos pessoas da chamada ’geração Y’ (que hoje têm cerca de 30 a 35 anos) compram casa. Sem falar no número ainda menor de interessados em adquirir um automóvel. Na realidade, eles não fazem quase nenhum tipo de gasto grande, sem contar os iPhones, é claro.
Nos Estados Unidos, jovens de até 35 anos são conhecidos como ’a geração dos alugadores’. Por que isso acontece? Alguns sociólogos têm certeza de que os jovens de hoje estão mais atentos, sabendo que podem enfrentar crises financeiras e, por isso, temem fazer grandes financiamentos.
Mas isso não é o principal. O fundamental é que a ’geração Y’ se diferencia da geração de seus pais quanto aos valores. São muito diferentes.
Os jovens redefiniram sucesso. Antes, dizia-se que alguém de sucesso era aquele com casa própria e pelo menos um carro. Mas agora valoriza-se quem investe seu dinheiro em experiências, viagens e aventuras.
Jovens vêm deixando conscientemente de comprar bens móveis e imóveis, preferindo recorrer ao aluguel. Hoje em dia, as pessoas preferem horários de trabalho mais flexíveis, independência econômica e geográfica ao que antes era tido como prosperidade e estabilidade.
As coisas materiais estão deixando de despertar o interesse das pessoas. Para que ter um carro se você pode usar o transporte público, táxi, bicicleta ou Uber? Sobretudo nas grandes cidades, há alternativas ao uso do transporte motorizado próprio.
Para que comprar uma casa em um lugar lindo para poder descansar, se você pode, através de plataformas como ’Airbnb’, encontrar um lugar em qualquer lugar do Planeta? Não é necessário sequer fazer um contrato formal de aluguel, nem comprar uma casa no país onde você deseja viver naquele momento. É o mesmo que acontece com os bens imóveis na cidade natal. Em primeiro lugar, a pessoa não sabe por quanto tempo mais irá morar no mesmo lugar em que vive atualmente. Em segundo lugar, para que se comprometer com um financiamento de 40 anos se, por um lado, isso significa viver o resto da vida como se estivesse pagando aluguel? No fim das contas, o mais provável é que a pessoa mude seu local de trabalho muitas vezes do decorrer dos anos, e quando se vive de aluguel, não há nada que impeça alguém de se mudar para um novo bairro, mais próximo do local de trabalho. A revista Forbes já disse que os jovens contemporâneos mudam de trabalho em média três vezes por ano.
O próprio conceito de propriedade das coisas já não é mais a mesmo.
O crítico James Gamblin, colunista da revista Atlantis explica o fenômeno da seguinte maneira: "Durante os últimos dez anos, psicólogos fizeram várias investigações que demonstram que, levando em conta a felicidade e a sensação de bem estar, é muito melhor gastar dinheiro adquirindo novas experiências do que comprando coisas. Isso é o que deixa as pessoas mais felizes."
Trecho extraído do artigo de Gamblin:
"Parece que as pessoas não querem ouvir histórias sobre onde você comprou uma casa, e sim ouvir o quão maravilhoso foi seu fim de semana. Até mesmo uma experiência ruim pode se transformar numa história fascinante. A interação social entre as pessoas desempenha um papel muito importante na hora de definir se elas serão felizes ou não. Logo, é preciso conversar com outras pessoas e ter muitos amigos. Obviamente, os outros irão gostar mais de ouvir sobre uma viagem maluca e inesperada, ou sobre como alguém morou em um país desconhecido, do que ouvir quantas casas alguém conseguiu comprar."
E tem mais uma coisa. O que acontece é que as coisas que nós possuímos, especialmente se forem caras, nos obrigam a nos preocupar com elas. Basta comprar um carro para se assustar sempre que algum alarme é disparado na rua. Quando se compra uma casa e muitos eletrodomésticos para que o lar seja confortável, surge o medo de a casa ser invadida por ladrões. Isso sem falar que automóveis acabam ganhando arranhões, batidas, e os televisores caros teimam em funcionar perfeitamente durante apenas um ano. Por outro lado, experiências e aventuras vividas continuam para sempre onde estão. Ninguém pode tirá-las de você.
Em sua maioria, nossos pais não tinham a chance de viajar tanto nem de ir a lugares tão distantes como nós temos hoje. Eles não tinham a possibilidade de se divertir como fazemos agora. Não tiveram tantas chances de abrir um negócio próprio, por isso investiram em bens móveis e imóveis, mas nós não precisamos seguir seus passos nesse sentido. Além disso, qualquer compra — que não seja uma casa ou apartamento — irá perder seu valor com o tempo. E se você der uma olhada no ritmo lento e na recessão do mercado imobiliário, tudo fica ainda mais óbvio.
O importante é que as experiências não se desvalorizam e não podem ser roubadas.
Diversos estudos especializados mostraram que cada vez menos pessoas da chamada ’geração Y’ (que hoje têm cerca de 30 a 35 anos) compram casa. Sem falar no número ainda menor de interessados em adquirir um automóvel. Na realidade, eles não fazem quase nenhum tipo de gasto grande, sem contar os iPhones, é claro.
Nos Estados Unidos, jovens de até 35 anos são conhecidos como ’a geração dos alugadores’. Por que isso acontece? Alguns sociólogos têm certeza de que os jovens de hoje estão mais atentos, sabendo que podem enfrentar crises financeiras e, por isso, temem fazer grandes financiamentos.
Mas isso não é o principal. O fundamental é que a ’geração Y’ se diferencia da geração de seus pais quanto aos valores. São muito diferentes.
Os jovens redefiniram sucesso. Antes, dizia-se que alguém de sucesso era aquele com casa própria e pelo menos um carro. Mas agora valoriza-se quem investe seu dinheiro em experiências, viagens e aventuras.
Jovens vêm deixando conscientemente de comprar bens móveis e imóveis, preferindo recorrer ao aluguel. Hoje em dia, as pessoas preferem horários de trabalho mais flexíveis, independência econômica e geográfica ao que antes era tido como prosperidade e estabilidade.
As coisas materiais estão deixando de despertar o interesse das pessoas. Para que ter um carro se você pode usar o transporte público, táxi, bicicleta ou Uber? Sobretudo nas grandes cidades, há alternativas ao uso do transporte motorizado próprio.
Para que comprar uma casa em um lugar lindo para poder descansar, se você pode, através de plataformas como ’Airbnb’, encontrar um lugar em qualquer lugar do Planeta? Não é necessário sequer fazer um contrato formal de aluguel, nem comprar uma casa no país onde você deseja viver naquele momento. É o mesmo que acontece com os bens imóveis na cidade natal. Em primeiro lugar, a pessoa não sabe por quanto tempo mais irá morar no mesmo lugar em que vive atualmente. Em segundo lugar, para que se comprometer com um financiamento de 40 anos se, por um lado, isso significa viver o resto da vida como se estivesse pagando aluguel? No fim das contas, o mais provável é que a pessoa mude seu local de trabalho muitas vezes do decorrer dos anos, e quando se vive de aluguel, não há nada que impeça alguém de se mudar para um novo bairro, mais próximo do local de trabalho. A revista Forbes já disse que os jovens contemporâneos mudam de trabalho em média três vezes por ano.
O próprio conceito de propriedade das coisas já não é mais a mesmo.
O crítico James Gamblin, colunista da revista Atlantis explica o fenômeno da seguinte maneira: "Durante os últimos dez anos, psicólogos fizeram várias investigações que demonstram que, levando em conta a felicidade e a sensação de bem estar, é muito melhor gastar dinheiro adquirindo novas experiências do que comprando coisas. Isso é o que deixa as pessoas mais felizes."
Trecho extraído do artigo de Gamblin:
"Parece que as pessoas não querem ouvir histórias sobre onde você comprou uma casa, e sim ouvir o quão maravilhoso foi seu fim de semana. Até mesmo uma experiência ruim pode se transformar numa história fascinante. A interação social entre as pessoas desempenha um papel muito importante na hora de definir se elas serão felizes ou não. Logo, é preciso conversar com outras pessoas e ter muitos amigos. Obviamente, os outros irão gostar mais de ouvir sobre uma viagem maluca e inesperada, ou sobre como alguém morou em um país desconhecido, do que ouvir quantas casas alguém conseguiu comprar."
E tem mais uma coisa. O que acontece é que as coisas que nós possuímos, especialmente se forem caras, nos obrigam a nos preocupar com elas. Basta comprar um carro para se assustar sempre que algum alarme é disparado na rua. Quando se compra uma casa e muitos eletrodomésticos para que o lar seja confortável, surge o medo de a casa ser invadida por ladrões. Isso sem falar que automóveis acabam ganhando arranhões, batidas, e os televisores caros teimam em funcionar perfeitamente durante apenas um ano. Por outro lado, experiências e aventuras vividas continuam para sempre onde estão. Ninguém pode tirá-las de você.
Em sua maioria, nossos pais não tinham a chance de viajar tanto nem de ir a lugares tão distantes como nós temos hoje. Eles não tinham a possibilidade de se divertir como fazemos agora. Não tiveram tantas chances de abrir um negócio próprio, por isso investiram em bens móveis e imóveis, mas nós não precisamos seguir seus passos nesse sentido. Além disso, qualquer compra — que não seja uma casa ou apartamento — irá perder seu valor com o tempo. E se você der uma olhada no ritmo lento e na recessão do mercado imobiliário, tudo fica ainda mais óbvio.
O importante é que as experiências não se desvalorizam e não podem ser roubadas.
Visto em: Incrível
quarta-feira, agosto 31, 2016
A triste geração que virou escrava de si mesma
“Os jovens estão prontos a desejar e realizar o que eles desejam. Os desejos corporais obedecem às ordens de prazer sensual, que eles são incapazes de controlar. Mas esses desejos são mutáveis, e logo eles se cansam. O que desejam, o desejam com extremo ardor, porém logo se desinteressam como a fome e a sede do doente.
Eles são apaixonados, de temperamento quente, levados por impulso, incapazes de controlar sua paixão. Mas, devido à sua ambição, não podem suportar ser menosprezados. Ficam indignados quando pensam que estão sendo injustiçados.
Eles são ambiciosos por honra, mas mais ainda por vitória. Essa juventude deseja superioridade, e vitória é uma espécie de superioridade. Seu desejo por ambos é maior do que o seu desejo por dinheiro.
Eles não são mal-humorados, mas têm índole simples, porque ainda não testemunharam muita depravação. Confiam, pois ainda não foram muitas vezes enganados. São cheios de esperança, pois a esperança está ligada ao futuro assim como a memória está ao passado. Agem de sangue quente como aqueles que estão embriagados com vinho. Além disso, ainda não experimentaram muitas falhas.“Os jovens de hoje só querem se dar bem.”
Para esses jovens, o futuro é longo e o passado é curto. Na manhã da vida, não é possível, para eles, lembrar de nada. Mas eles têm a esperança, o que os torna fácil de enganar. E eles são mais corajosos, pois estão cheios de paixão e esperança – a primeira os impede de temer, enquanto a última os inspira com confiança, pois ninguém teme quando tem paixão no que faz, e a esperança de obter alguma vantagem inspira confiança.
Eles são ricos de espírito, pois ainda não foram humilhados pela vida nem experimentaram a força da necessidade. Além disso, têm altivez, pois se julgam dignos de grandes coisas, um sentimento que pertence a alguém que está cheio de esperança.”
Ambiciosos, mas sem ligar muito para dinheiro. Querem muito algo, mas logo depois não querem mais tanto assim. Valorizam o passado, mas preferem o futuro. Soa familiar? Só que esses “millennials”, pobres coitados, não tiveram nem um seculozinho para atravessar e quebrar as metafóricas e numéricas barreiras do tempo (e, com isso, virar alvo de tão acalorados debates e análises). Imagine só, então, um luxo como pular de um milênio para outro.
Pelo visto, isso não é necessário. E nunca foi. Que o diga o autor das linhas acima, que viveu entre 384 e 322 a.C. e atendia pelo nome de Aristóteles.
Eles são apaixonados, de temperamento quente, levados por impulso, incapazes de controlar sua paixão. Mas, devido à sua ambição, não podem suportar ser menosprezados. Ficam indignados quando pensam que estão sendo injustiçados.
Eles são ambiciosos por honra, mas mais ainda por vitória. Essa juventude deseja superioridade, e vitória é uma espécie de superioridade. Seu desejo por ambos é maior do que o seu desejo por dinheiro.
Eles não são mal-humorados, mas têm índole simples, porque ainda não testemunharam muita depravação. Confiam, pois ainda não foram muitas vezes enganados. São cheios de esperança, pois a esperança está ligada ao futuro assim como a memória está ao passado. Agem de sangue quente como aqueles que estão embriagados com vinho. Além disso, ainda não experimentaram muitas falhas.“Os jovens de hoje só querem se dar bem.”
Para esses jovens, o futuro é longo e o passado é curto. Na manhã da vida, não é possível, para eles, lembrar de nada. Mas eles têm a esperança, o que os torna fácil de enganar. E eles são mais corajosos, pois estão cheios de paixão e esperança – a primeira os impede de temer, enquanto a última os inspira com confiança, pois ninguém teme quando tem paixão no que faz, e a esperança de obter alguma vantagem inspira confiança.
Eles são ricos de espírito, pois ainda não foram humilhados pela vida nem experimentaram a força da necessidade. Além disso, têm altivez, pois se julgam dignos de grandes coisas, um sentimento que pertence a alguém que está cheio de esperança.”
Ambiciosos, mas sem ligar muito para dinheiro. Querem muito algo, mas logo depois não querem mais tanto assim. Valorizam o passado, mas preferem o futuro. Soa familiar? Só que esses “millennials”, pobres coitados, não tiveram nem um seculozinho para atravessar e quebrar as metafóricas e numéricas barreiras do tempo (e, com isso, virar alvo de tão acalorados debates e análises). Imagine só, então, um luxo como pular de um milênio para outro.
Pelo visto, isso não é necessário. E nunca foi. Que o diga o autor das linhas acima, que viveu entre 384 e 322 a.C. e atendia pelo nome de Aristóteles.
Visto em: Conta Outra
domingo, maio 01, 2016
sexta-feira, abril 08, 2016
17 coisas que as pessoas emocionalmente fortes NÃO fazem
Uma vez que você acreditar que é emocionalmente forte, você inconscientemente atuará de maneira mais firme e assertiva e começará a assumir o controle sobre seus caprichos emocionais. – Senora Roy
A vida é composta por uma série de histórias, sendo que cada um de nós tem uma única história para contar. Existem bilhões e bilhões de histórias, mas nenhuma é exatamente igual. Se a história de sua vida teve mais momentos tristes do que os felizes, é hora de mudar isso. E o melhor lugar para começar essa mudança é dentro de sua cabeça.
Pode parecer mentira, mas você tem o poder de modificar diversas coisas em sua vida. Para isso, uma habilidade fundamental e que irá ajudá-lo a chegar lá é aprender a tornar-se emocionalmente forte. A boa notícia é que a força emocional é como um músculo: quanto mais você usá-la, mais forte ela se torna.
Neste artigo, você verá uma lista de 17 coisas que as pessoas emocionalmente fortes não fazem ou, pelo menos, evitam de fazer.
Pessoas emocionalmente fortes não imploram por atenção
Força emocional significa confiança, e as pessoas confiantes não precisam ser constantemente o centro das atenções. Eles estão confortáveis em sua própria pele.
Lembre-se de que compartilhar coisas com pessoas queridas é algo bom, o ruim é implorar por atenção de pessoas que não querem estar com você.
Elas não permitem que outros as “derrubem” facilmente
Pessoas emocionalmente fortes ignoram os inimigos e os pessimistas. Eles extirpam essas pessoas e se cercam de pessoas positivas e com quem possam construir coisas. Ou seja, evitam os famosos “vampiros emocionais”.
Elas não deixam de acreditar em si mesmas
De alguma forma, eu não posso acreditar que existam alturas que não podem ser escaladas por um homem que conhece os segredos de fazer sonhos se tornarem realidade. Este segredo especial, parece-me, pode ser resumido em quatro “c”s. Eles são curiosidade, confiança, coragem e constância, e o maior de todos é a confiança. Quando você acredita em uma coisa, acredita nela por todo o caminho, implícita e inquestionavelmente. – Walt Disney
Banhe-se com estas palavras surpreendentes de Walt Disney. A crença é a qualidade mais importante de força emocional.
Elas não têm medo de amar
O amor é a força que transforma e melhora a Alma do Mundo. – Paulo Coelho
As pessoas que possuem força emocional, na maioria das vezes, já sofreram grandes desgostos. Isso as tornou mais fortes. Só por que você foi ferido, não significa que você deve deixar de amar em sua vida. Abra seu coração e reconheça sua vulnerabilidade.
Elas não têm medo de desacelerar
Às vezes você precisa dar um passo atrás para recuperar forças, analisar a situação e refletir sobre as próximas medidas a serem tomadas. Desacelerar, longe de ser um sinal de fraqueza, pode ser um grande sinal de força e inteligência. Permita-se um tempo de reflexão e relaxamento. Ao contrário do que pode parecer, nem todas as decisões têm que ser tomadas imediatamente.
Recusam-se a ser vítimas das circunstâncias
Ser emocionalmente forte significa que se recusam a dar desculpas. Reconhecem os erros do passado e tentam aprendem com eles. Porém, o mais importante é que deixam o passado para trás e se concentram em obter algo para melhorar a cada dia.
Eles não têm problema em dizer não
Dizer não é uma das coisas mais importantes que você tem de aprender a fazer. Concentre-se em suas prioridades e dizer não a todo o material que faz com que você perca seu tempo e energia vital. Quem realmente gosta de você, entenderá, mesmo que não seja no dia.
Elas não recusam desafios
Pessoas emocionalmente fortes veem os desafios como oportunidades para crescer e melhorar a sua vida. Desafios acontecem por uma razão. E quando os transpomos, percebemos nossa real força e capacidade interna.
Elas não fazem as coisas que eles não querem fazer
Se você quiser manter o seu equilíbrio emocional e sanidade intacta, faça o que você ama. Livre-se da bagagem e compromissos que estão fazendo você infeliz ou reduza essa carga ao mínimo possível. Se não consegue se livrar de algo agora, tenha planos para mudar, mas nunca se acomode com a infelicidade.
Elas não se esquecem de que a felicidade também envolve uma decisão
Pessoas emocionalmente fortes sabem que a felicidade envolve escolhas. Elas entendem e respeitam as coisas que realmente precisam para serem mais felizes. Elas escolhem uma vida de simplicidade, produtividade e paixão.
Elas não perdem tempo
Abraham Lincoln disse:
"Não são os anos em sua vida que contam. É a vida em seus anos."
As pessoas emocionalmente fortes não perdem tempo fazendo coisas onde não acham sentido. Elas vivem conscientemente no presente e tentam aproveitar a vida no seu hoje.
Elas não têm medo de pedir ajuda
Cada uma das grandes mentes da história, desde Einstein até Edison, tiveram ajuda ao longo do caminho. Pessoas emocionalmente fortes não são orgulhosas e reconhecem o valor da ajuda e da colaboração mútua.
Elas não se colocam “para baixo”
Autopiedade é um traço comum entre as pessoas emocionalmente frágeis. Pessoas frágeis têm uma lista de desculpas para justificar suas inadequações em vez de encontrar maneiras de melhorá-las. Se você quer mudar alguma coisa, pare de se prender ao que não tem, às suas fraquezas ou ao seu passado. Apenas comece. Pequenas vitórias levam a grandes mudanças.
Elas não me importam em trabalhar um pouco mais “duro” do que os outros
As alturas alcançadas e mantidas pelos grandes homens não foram encontradas de maneira súbita. Enquanto seus companheiros dormiam, os grandes homens estavam labutando no meio da noite. – Henry Wadsworth Longfellow
Mergulhe nestas palavras poéticas de Longfellow. Entenda o que quer e coloque-se para trabalhar. Planeje-se, tenha metas realistas e você obterá os resultados que você está procurando.
Elas não reagem de forma exagerada quando as coisas saem de seu controle
Charles Swindoll disse:
“A vida é 10% o que acontece comigo e 90% de como eu reajo a isso.”
Pense em quantas vezes por dia você exagera em reações com coisas que nem são tão importantes. Quando você começar a sentir o seu sangue ferver, respire fundo e pergunte a si mesmo: “Isso realmente vale o meu nervosismo?” Noventa e nove por cento do tempo, você vai perceber que a resposta é não.
Elas não se contentam com uma vida medíocre
Pessoas emocionalmente fortes não se contentam com a mediocridade. Eles se esforçam para alcançar a grandeza.
Elas nunca, jamais desistem
Ser emocionalmente forte significa encarar as adversidades de frente, aprender com seus erros, e viver para lutar no outro dia. Vou deixá-lo com esta citação inspiradora de Harriet Beecher Stowe:
Quando você chegar em um lugar apertado e tudo for contra você, mesmo quando parecer que você não pode aguentar nem mais um minuto, nunca desista. Então, essa será a hora e o lugar em que a maré vai virar.
A vida é composta por uma série de histórias, sendo que cada um de nós tem uma única história para contar. Existem bilhões e bilhões de histórias, mas nenhuma é exatamente igual. Se a história de sua vida teve mais momentos tristes do que os felizes, é hora de mudar isso. E o melhor lugar para começar essa mudança é dentro de sua cabeça.
Pode parecer mentira, mas você tem o poder de modificar diversas coisas em sua vida. Para isso, uma habilidade fundamental e que irá ajudá-lo a chegar lá é aprender a tornar-se emocionalmente forte. A boa notícia é que a força emocional é como um músculo: quanto mais você usá-la, mais forte ela se torna.
Neste artigo, você verá uma lista de 17 coisas que as pessoas emocionalmente fortes não fazem ou, pelo menos, evitam de fazer.
Pessoas emocionalmente fortes não imploram por atenção
Força emocional significa confiança, e as pessoas confiantes não precisam ser constantemente o centro das atenções. Eles estão confortáveis em sua própria pele.
Lembre-se de que compartilhar coisas com pessoas queridas é algo bom, o ruim é implorar por atenção de pessoas que não querem estar com você.
Elas não permitem que outros as “derrubem” facilmente
Pessoas emocionalmente fortes ignoram os inimigos e os pessimistas. Eles extirpam essas pessoas e se cercam de pessoas positivas e com quem possam construir coisas. Ou seja, evitam os famosos “vampiros emocionais”.
Elas não deixam de acreditar em si mesmas
De alguma forma, eu não posso acreditar que existam alturas que não podem ser escaladas por um homem que conhece os segredos de fazer sonhos se tornarem realidade. Este segredo especial, parece-me, pode ser resumido em quatro “c”s. Eles são curiosidade, confiança, coragem e constância, e o maior de todos é a confiança. Quando você acredita em uma coisa, acredita nela por todo o caminho, implícita e inquestionavelmente. – Walt Disney
Banhe-se com estas palavras surpreendentes de Walt Disney. A crença é a qualidade mais importante de força emocional.
Elas não têm medo de amar
O amor é a força que transforma e melhora a Alma do Mundo. – Paulo Coelho
As pessoas que possuem força emocional, na maioria das vezes, já sofreram grandes desgostos. Isso as tornou mais fortes. Só por que você foi ferido, não significa que você deve deixar de amar em sua vida. Abra seu coração e reconheça sua vulnerabilidade.
Elas não têm medo de desacelerar
Às vezes você precisa dar um passo atrás para recuperar forças, analisar a situação e refletir sobre as próximas medidas a serem tomadas. Desacelerar, longe de ser um sinal de fraqueza, pode ser um grande sinal de força e inteligência. Permita-se um tempo de reflexão e relaxamento. Ao contrário do que pode parecer, nem todas as decisões têm que ser tomadas imediatamente.
Recusam-se a ser vítimas das circunstâncias
Ser emocionalmente forte significa que se recusam a dar desculpas. Reconhecem os erros do passado e tentam aprendem com eles. Porém, o mais importante é que deixam o passado para trás e se concentram em obter algo para melhorar a cada dia.
Eles não têm problema em dizer não
Dizer não é uma das coisas mais importantes que você tem de aprender a fazer. Concentre-se em suas prioridades e dizer não a todo o material que faz com que você perca seu tempo e energia vital. Quem realmente gosta de você, entenderá, mesmo que não seja no dia.
Elas não recusam desafios
Pessoas emocionalmente fortes veem os desafios como oportunidades para crescer e melhorar a sua vida. Desafios acontecem por uma razão. E quando os transpomos, percebemos nossa real força e capacidade interna.
Elas não fazem as coisas que eles não querem fazer
Se você quiser manter o seu equilíbrio emocional e sanidade intacta, faça o que você ama. Livre-se da bagagem e compromissos que estão fazendo você infeliz ou reduza essa carga ao mínimo possível. Se não consegue se livrar de algo agora, tenha planos para mudar, mas nunca se acomode com a infelicidade.
Elas não se esquecem de que a felicidade também envolve uma decisão
Pessoas emocionalmente fortes sabem que a felicidade envolve escolhas. Elas entendem e respeitam as coisas que realmente precisam para serem mais felizes. Elas escolhem uma vida de simplicidade, produtividade e paixão.
Elas não perdem tempo
Abraham Lincoln disse:
"Não são os anos em sua vida que contam. É a vida em seus anos."
As pessoas emocionalmente fortes não perdem tempo fazendo coisas onde não acham sentido. Elas vivem conscientemente no presente e tentam aproveitar a vida no seu hoje.
Elas não têm medo de pedir ajuda
Cada uma das grandes mentes da história, desde Einstein até Edison, tiveram ajuda ao longo do caminho. Pessoas emocionalmente fortes não são orgulhosas e reconhecem o valor da ajuda e da colaboração mútua.
Elas não se colocam “para baixo”
Autopiedade é um traço comum entre as pessoas emocionalmente frágeis. Pessoas frágeis têm uma lista de desculpas para justificar suas inadequações em vez de encontrar maneiras de melhorá-las. Se você quer mudar alguma coisa, pare de se prender ao que não tem, às suas fraquezas ou ao seu passado. Apenas comece. Pequenas vitórias levam a grandes mudanças.
Elas não me importam em trabalhar um pouco mais “duro” do que os outros
As alturas alcançadas e mantidas pelos grandes homens não foram encontradas de maneira súbita. Enquanto seus companheiros dormiam, os grandes homens estavam labutando no meio da noite. – Henry Wadsworth Longfellow
Mergulhe nestas palavras poéticas de Longfellow. Entenda o que quer e coloque-se para trabalhar. Planeje-se, tenha metas realistas e você obterá os resultados que você está procurando.
Elas não reagem de forma exagerada quando as coisas saem de seu controle
Charles Swindoll disse:
“A vida é 10% o que acontece comigo e 90% de como eu reajo a isso.”
Pense em quantas vezes por dia você exagera em reações com coisas que nem são tão importantes. Quando você começar a sentir o seu sangue ferver, respire fundo e pergunte a si mesmo: “Isso realmente vale o meu nervosismo?” Noventa e nove por cento do tempo, você vai perceber que a resposta é não.
Elas não se contentam com uma vida medíocre
Pessoas emocionalmente fortes não se contentam com a mediocridade. Eles se esforçam para alcançar a grandeza.
Elas nunca, jamais desistem
Ser emocionalmente forte significa encarar as adversidades de frente, aprender com seus erros, e viver para lutar no outro dia. Vou deixá-lo com esta citação inspiradora de Harriet Beecher Stowe:
Quando você chegar em um lugar apertado e tudo for contra você, mesmo quando parecer que você não pode aguentar nem mais um minuto, nunca desista. Então, essa será a hora e o lugar em que a maré vai virar.
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quinta-feira, março 31, 2016
60 Lições para aprender até os 30 anos
Para quem já chegou ou está perto dos 30 anos, algumas coisas que se aprendem com a vida:
1. Ame seus pais. Prove isso todos os dias.
2. Cada escolha, uma renúncia. (Keep walking)
3. Não reclame de boca cheia. Sempre tem alguém na pior que você.
4. Todos devem tomar ao menos três porres na vida.
5. A vida não é colorida, ela é colorível.
6. Nunca abaixe a cabeça pra ninguém, nem levante o nariz alto demais. Olho no olho já é suficiente.
7. As pessoas que falam dos outros pra você vão falar de você para os outros.
8. Não acredite em tudo que falam. Uma palavra proferida é uma arma branca.
9. A vida real é melhor que a virtual. Há 10 anos vivíamos bem sem celular.
10. O melhor orador é o melhor ouvinte.
11. Todo mundo caga, desde o rei ao plebeu.
12. Admitir seus erros é o primeiro passo da humildade.
13. Comer besteiras te deixa mais feliz.
14. Nunca seja omisso! Melhor um “não” do que falta de compromisso com alguém.
15. Tenha seus melhores amigos sempre por perto, mas saiba curtir seus momentos sozinho.
16. Tente nem sempre estar certo – prefira estar feliz.
17. Não se sabe o dia de amanhã. Deixe um recado para sua família e amigos num lugar onde todos se lembrarão de você.
18. Diploma é algo muito bom, mas não garante nenhum sucesso financeiro.
19. Faça loucuras, permita-se ser um louco com princípios.
20. Você pode ir a Las Vegas e a um boteco na vila sendo a mesma pessoa. O dinheiro não te faz diferente.
21. Resiliência é a palavra. As maiores lições de vida só são aprendidas da maneira mais difícil. Do chão não passa!
22. Ser autêntico é a única e melhor forma de agradar.
23. Dirigir cantando alto é um santo remédio.
24. Evite marcar um voo às 6h da manhã.
25. Quem não cola, não sai da escola.
26. É bom questionar tudo. Ter mais perguntas do que respostas significa que você está sendo honesto consigo.
27. As maiores coisas da vida ainda são encontradas de graça. Basta contemplar e olhar.
28. Você é capaz de lidar com situações que achava que não podia.
29. Ria de você mesmo. Quando os outros fizerem, já saberá como ganhar uma situação.
30. A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena.
31. A maioria das coisas que você vê é apenas o que você acha que sabe o que vê.
32. Elogie as pessoas! Com certeza, vai fazer a diferença no dia desse alguém.
33. Não existe comida ruim, existe comida sem tempero.
34. Doar é um ato de permissão e aprendizado.
35. Cumprimente qualquer pessoa, independente de sua classe. “O melhor indicador do caráter de alguém é como ela trata as pessoas que não podem lhe trazer benefício algum.”
36. Quando for visitar alguém e ficar em sua casa, deixe um presente. Se pegar carona, ofereça dinheiro para o pedágio. É questão de bom senso.
37. Dinheiro não traz felicidade, mas te proporciona momentos inimagináveis. Às vezes, é preciso dinheiro para vivenciar momentos com amigos e família em ocasiões especiais. Portanto, trabalhe!
38. “Não brinque com os outros, o mundo gira. Hoje você brinca, amanhã é brinquedo.” (Caio Fernando Abreu)
39. Aprenda que preço e valor são coisas muito diferentes. Nascemos de bolso vazio e caráter zerado. Podemos acumular riquezas financeiras e viver os melhores momentos da vida, mas dela não levamos nada.
40. Você pode se acalmar a qualquer instante quando tem o mar e o céu na sua frente. Tenha um refúgio.
41. Hay que ser duro pero sin jamas perder la ternura.
42. Não confunda vaidade com narcisismo.
43. Uma roupa não justifica o status de alguém. Muitas vezes a embalagem não condiz com o conteúdo.
44. Einstein era mais esperto que inteligente. E ele era um gênio!
45. Merdas acontecem. Reclamar é verbo, solucionar é uma arte.
46. Cada pessoa tem um conceito sobre tudo. Saiba respeitar essa diferença.
47. Mais valem duas horas de risco que um dia de sonhos.
48. Atitudes valem mais que palavras. “Para saber quem somos, basta que se observe o que fizemos da nossa vida. Os fatos revelam tudo, as atitudes confirmam. O que você diz – com todo respeito – é apenas o que você diz”. (Martha Medeiros)
49. O tempo é o mesmo para todos. Saber agradecer ao invés de pedir para os céus é saber respeitar o tempo. 1% representa menos de 15 minutos do seu dia ou 3 dias de seu ano. Todos têm tempo para fazer algo.
50. Se vidente previsse certo, ele estaria rico e não daria conselhos. A sorte só favorece aos audazes.
51. Sem saber que é impossível qualquer um pode ir lá e fazer. Crie com o mesmo ímpeto de uma criança.
52. O veneno só faz mal se você engole.
53. Não jogue lixo na rua.
54. Colecione sorrisos e abraços.
55. O amor próprio é o maior de todos.
56. Cão que ladra demais não morde.
57. O lado legal da mudança é que ela pode ser feita a qualquer momento da vida. Não existem regras nem limites.
58. Os grandes vencedores já perderam um dia. “Com o tempo você aprende a cair com classe e levantar com orgulho.” (Tati Bernardi)
59. Obedeça a sua intuição. Se você escutou seu coração antes de fazer o primeiro movimento, você escolheu o caminho certo! E quem aceita e respeita sua intuição, sabe que fez a melhor escolha!
60. O caminho não dura para sempre. É uma bênção percorrê-lo durante algum tempo, mas um dia ele irá terminar, portanto esteja sempre pronto para despedir-se a qualquer momento. Honre seu caminho. Foi sua escolha, sua decisão, e na medida em que você respeita o chão onde pisa também este chão passa a respeitar seus pés. Faça sempre o que for melhor para conservar e manter seu caminho, e ele fará o mesmo por você.
1. Ame seus pais. Prove isso todos os dias.
2. Cada escolha, uma renúncia. (Keep walking)
3. Não reclame de boca cheia. Sempre tem alguém na pior que você.
4. Todos devem tomar ao menos três porres na vida.
5. A vida não é colorida, ela é colorível.
6. Nunca abaixe a cabeça pra ninguém, nem levante o nariz alto demais. Olho no olho já é suficiente.
7. As pessoas que falam dos outros pra você vão falar de você para os outros.
8. Não acredite em tudo que falam. Uma palavra proferida é uma arma branca.
9. A vida real é melhor que a virtual. Há 10 anos vivíamos bem sem celular.
10. O melhor orador é o melhor ouvinte.
11. Todo mundo caga, desde o rei ao plebeu.
12. Admitir seus erros é o primeiro passo da humildade.
13. Comer besteiras te deixa mais feliz.
14. Nunca seja omisso! Melhor um “não” do que falta de compromisso com alguém.
15. Tenha seus melhores amigos sempre por perto, mas saiba curtir seus momentos sozinho.
16. Tente nem sempre estar certo – prefira estar feliz.
17. Não se sabe o dia de amanhã. Deixe um recado para sua família e amigos num lugar onde todos se lembrarão de você.
18. Diploma é algo muito bom, mas não garante nenhum sucesso financeiro.
19. Faça loucuras, permita-se ser um louco com princípios.
20. Você pode ir a Las Vegas e a um boteco na vila sendo a mesma pessoa. O dinheiro não te faz diferente.
21. Resiliência é a palavra. As maiores lições de vida só são aprendidas da maneira mais difícil. Do chão não passa!
22. Ser autêntico é a única e melhor forma de agradar.
23. Dirigir cantando alto é um santo remédio.
24. Evite marcar um voo às 6h da manhã.
25. Quem não cola, não sai da escola.
26. É bom questionar tudo. Ter mais perguntas do que respostas significa que você está sendo honesto consigo.
27. As maiores coisas da vida ainda são encontradas de graça. Basta contemplar e olhar.
28. Você é capaz de lidar com situações que achava que não podia.
29. Ria de você mesmo. Quando os outros fizerem, já saberá como ganhar uma situação.
30. A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena.
31. A maioria das coisas que você vê é apenas o que você acha que sabe o que vê.
32. Elogie as pessoas! Com certeza, vai fazer a diferença no dia desse alguém.
33. Não existe comida ruim, existe comida sem tempero.
34. Doar é um ato de permissão e aprendizado.
35. Cumprimente qualquer pessoa, independente de sua classe. “O melhor indicador do caráter de alguém é como ela trata as pessoas que não podem lhe trazer benefício algum.”
36. Quando for visitar alguém e ficar em sua casa, deixe um presente. Se pegar carona, ofereça dinheiro para o pedágio. É questão de bom senso.
37. Dinheiro não traz felicidade, mas te proporciona momentos inimagináveis. Às vezes, é preciso dinheiro para vivenciar momentos com amigos e família em ocasiões especiais. Portanto, trabalhe!
38. “Não brinque com os outros, o mundo gira. Hoje você brinca, amanhã é brinquedo.” (Caio Fernando Abreu)
39. Aprenda que preço e valor são coisas muito diferentes. Nascemos de bolso vazio e caráter zerado. Podemos acumular riquezas financeiras e viver os melhores momentos da vida, mas dela não levamos nada.
40. Você pode se acalmar a qualquer instante quando tem o mar e o céu na sua frente. Tenha um refúgio.
41. Hay que ser duro pero sin jamas perder la ternura.
42. Não confunda vaidade com narcisismo.
43. Uma roupa não justifica o status de alguém. Muitas vezes a embalagem não condiz com o conteúdo.
44. Einstein era mais esperto que inteligente. E ele era um gênio!
45. Merdas acontecem. Reclamar é verbo, solucionar é uma arte.
46. Cada pessoa tem um conceito sobre tudo. Saiba respeitar essa diferença.
47. Mais valem duas horas de risco que um dia de sonhos.
48. Atitudes valem mais que palavras. “Para saber quem somos, basta que se observe o que fizemos da nossa vida. Os fatos revelam tudo, as atitudes confirmam. O que você diz – com todo respeito – é apenas o que você diz”. (Martha Medeiros)
49. O tempo é o mesmo para todos. Saber agradecer ao invés de pedir para os céus é saber respeitar o tempo. 1% representa menos de 15 minutos do seu dia ou 3 dias de seu ano. Todos têm tempo para fazer algo.
50. Se vidente previsse certo, ele estaria rico e não daria conselhos. A sorte só favorece aos audazes.
51. Sem saber que é impossível qualquer um pode ir lá e fazer. Crie com o mesmo ímpeto de uma criança.
52. O veneno só faz mal se você engole.
53. Não jogue lixo na rua.
54. Colecione sorrisos e abraços.
55. O amor próprio é o maior de todos.
56. Cão que ladra demais não morde.
57. O lado legal da mudança é que ela pode ser feita a qualquer momento da vida. Não existem regras nem limites.
58. Os grandes vencedores já perderam um dia. “Com o tempo você aprende a cair com classe e levantar com orgulho.” (Tati Bernardi)
59. Obedeça a sua intuição. Se você escutou seu coração antes de fazer o primeiro movimento, você escolheu o caminho certo! E quem aceita e respeita sua intuição, sabe que fez a melhor escolha!
60. O caminho não dura para sempre. É uma bênção percorrê-lo durante algum tempo, mas um dia ele irá terminar, portanto esteja sempre pronto para despedir-se a qualquer momento. Honre seu caminho. Foi sua escolha, sua decisão, e na medida em que você respeita o chão onde pisa também este chão passa a respeitar seus pés. Faça sempre o que for melhor para conservar e manter seu caminho, e ele fará o mesmo por você.
Dormir (e acordar) tarde não tem problema nenhum, diz a ciência
Já ouviu falar em cronobiologia? É o estudo da relação entre o tempo e do funcionamento biológico da natureza – e entre tantos temas que explora, está o relógio biológico interno, que cada pessoa possui individualmente. Por mais que nossa sociedade esteja condicionada a encarar o período noturno (entre 11 da noite e 7 da manhã) como momento de descanso, cerca de 40% da população mundial não se identifica naturalmente com esse padrão de comportamento.
Ser mais "diurno" ou "noturno" (ou seja, seu cronotipo) é algo que está no DNA e é muito, muito difícil de mudar. A ponto de descobrirmos, atualmente, que tentar interferir nisso pode interferir na sua saúde. Mas mais do que isso, as pessoas que dormem tarde (e, por consequência, acordam mais tarde também) costumam sofrer preconceito da sociedade, sendo considerados preguiçosos ou desmotivados, mesmo não tendo controle sobre esse comportamento.
Para Camilla Kring, fundadora da B-Society, uma sociedade que advoga pelo trabalho à tarde, nosso mundo não tem mais desculpas para exigir horários tão fixos de trabalho ou estudo. Em entrevista ao Vox, Kring explica: "em um mundo que a conexão de internet permite que trabalhemos em qualquer lugar e horário, as companhias deveriam permitir que seus funcionários tenham horários mais flexíveis e focados em seu horário ideal de sono". Para Kring, o modelo atual favorece pessoas com um relógio biológico matutino, que podem encarar uma reunião de manhã sem sofrimento. "Ao mudar seu horário em uma ou duas horas, você pode ter mais horas de sono e mais produtividade".
O raciocínio é simples: em teoria, pelo menos, deveríamos trabalhar em horários que nos sentimos mais despertos, ágeis e produtivos. Um apanhado de 2012, que resume uma série de artigos sobre sono e relógio biológico, chega à conclusão de que nossa sociedade está condicionada a enxergar pessoas com preferência por dormir e acordar tarde de forma negativa, sem base científica suficiente para endossar esse comportamento. Cabe à ciência
fazer mais estudos sérios sobre o assunto e investigar novas formas de favorecer diferentes cronotipos.
Visto em: Galileu
Ser mais "diurno" ou "noturno" (ou seja, seu cronotipo) é algo que está no DNA e é muito, muito difícil de mudar. A ponto de descobrirmos, atualmente, que tentar interferir nisso pode interferir na sua saúde. Mas mais do que isso, as pessoas que dormem tarde (e, por consequência, acordam mais tarde também) costumam sofrer preconceito da sociedade, sendo considerados preguiçosos ou desmotivados, mesmo não tendo controle sobre esse comportamento.
Para Camilla Kring, fundadora da B-Society, uma sociedade que advoga pelo trabalho à tarde, nosso mundo não tem mais desculpas para exigir horários tão fixos de trabalho ou estudo. Em entrevista ao Vox, Kring explica: "em um mundo que a conexão de internet permite que trabalhemos em qualquer lugar e horário, as companhias deveriam permitir que seus funcionários tenham horários mais flexíveis e focados em seu horário ideal de sono". Para Kring, o modelo atual favorece pessoas com um relógio biológico matutino, que podem encarar uma reunião de manhã sem sofrimento. "Ao mudar seu horário em uma ou duas horas, você pode ter mais horas de sono e mais produtividade".
O raciocínio é simples: em teoria, pelo menos, deveríamos trabalhar em horários que nos sentimos mais despertos, ágeis e produtivos. Um apanhado de 2012, que resume uma série de artigos sobre sono e relógio biológico, chega à conclusão de que nossa sociedade está condicionada a enxergar pessoas com preferência por dormir e acordar tarde de forma negativa, sem base científica suficiente para endossar esse comportamento. Cabe à ciência
fazer mais estudos sérios sobre o assunto e investigar novas formas de favorecer diferentes cronotipos.
Visto em: Galileu
sexta-feira, março 25, 2016
Mulheres no mercado financeiro tomam decisões melhores
É raro ver mulheres em cargos de chefia. Como a gente viu aqui só 4% dos CEOs são do sexo feminino e apenas 8% dos diretores são mulheres. No mercado financeiro a ala masculina predomina ainda mais – basta ver quantas analistas do sexo feminino aparecem como fontes em jornais e revistas. É aí que mora o erro. São delas as melhores decisões quando o assunto envolve ações – elas tomam decisões mais racionais e evitam desastres financeiros.
A culpa disso é biológica. Excesso de testosterona instiga seu lado irracional. E é esse hormônio que leva homens a fecharem negócios mais agressivos, alguns fadados ao fracasso.
Já as mulheres, graças aos níveis mais altos de estrógeno e progesterona, costumam considerar melhor as perdas e manter os resultados mais estáveis – sem ganhos exorbitantes, mas sem grandes desastres financeiros.
É o que mostra um estudo liderado por Daniel Ladley, especialista em finanças da Universidade de Leicester, na Inglaterra. Ele e sua equipe criaram um modelo matemático de computador para avaliar os resultados do mundo financeiro em decisões tomadas com excesso de hormônios masculinos ou femininos.
E concluíram: muita testosterona gera resultados mais extremos, para o bem e para o mal. Predominância de hormônios femininos termina em negociações mais seguras. No fim das contas, as decisões femininas chegaram a resultados melhores – os ganhos conquistados por eles não compensaram as perdas da ousadia masculina.
Ou seja, o segredo mesmo é o equilíbrio. Mesclar um time com homens e mulheres, com a medida certa de ousadia e precaução, pode proteger empresas contra decisões suicidas e desastres financeiros.
Visto em: Ciência Maluca
A culpa disso é biológica. Excesso de testosterona instiga seu lado irracional. E é esse hormônio que leva homens a fecharem negócios mais agressivos, alguns fadados ao fracasso.
Já as mulheres, graças aos níveis mais altos de estrógeno e progesterona, costumam considerar melhor as perdas e manter os resultados mais estáveis – sem ganhos exorbitantes, mas sem grandes desastres financeiros.
É o que mostra um estudo liderado por Daniel Ladley, especialista em finanças da Universidade de Leicester, na Inglaterra. Ele e sua equipe criaram um modelo matemático de computador para avaliar os resultados do mundo financeiro em decisões tomadas com excesso de hormônios masculinos ou femininos.
E concluíram: muita testosterona gera resultados mais extremos, para o bem e para o mal. Predominância de hormônios femininos termina em negociações mais seguras. No fim das contas, as decisões femininas chegaram a resultados melhores – os ganhos conquistados por eles não compensaram as perdas da ousadia masculina.
Ou seja, o segredo mesmo é o equilíbrio. Mesclar um time com homens e mulheres, com a medida certa de ousadia e precaução, pode proteger empresas contra decisões suicidas e desastres financeiros.
Visto em: Ciência Maluca
terça-feira, março 08, 2016
Pessoas feministas são mais felizes no amor

Toma essa, Christian Grey.
Psicólogos da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos, conversaram com mais de 500 pessoas (homens e mulheres) para descobrir a relação entre feminismo e felicidade no amor.Entre eles, 242 ainda faziam faculdade, enquanto outros 289 eram um pouco mais velhos – média de 26 anos –, e namoravam há mais de 4 anos. Os pesquisadores perguntaram a eles se simpatizavam com algumas ideias feministas, aprovavam mulheres que se dedicam à carreira e se o atual parceiro era machista ou não. Também contaram sobre a qualidade e estabilidade do namoro esatisfação sexual.
E os feministas levaram a melhor em vários pontos. A vida sexual deles era muito mais saudável: eles se diziam mais felizes comsexo do que os casais com um pézinho no machismo. Além disso, osrelacionamentos se mostravam muito mais estáveis. E isso valia para homens e mulheres feministas. De forma geral, pessoas favoráveis à igualdade entre os gêneros constroem namoros mais felizes do que os casais machistas.
Os pesquisadores ainda não descobriram por que o feminismo pode melhorar os relacionamentos. Mas desconfiam de alguns motivos. Por exemplo, homens feministas apoiam e entendem melhor suas namoradas. E quando se juntam a mulheres também feministas se livram da pressão de bancar todas as despesas do casal. Bem melhor assim.
Visto em: Ciência Maluca
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