Mostrando postagens com marcador Estudo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estudo. Mostrar todas as postagens

sábado, abril 21, 2018

Tá com dor? Cerveja alivia mais do que analgésicos

Aquela promoção de chopp em dobro no happy hour não faz bem apenas para seu bolso e para sua alma – sua saúde também agradece. Segundo pesquisadores da Universidade de Greenwich, no Reino Unido, 350 ml de cerveja tem efeito analgésico superior ao de remédios.
Nas palavras dos próprios cientistas que conduziram os estudos (em entrevista ao The Independent), funciona assim: a bebida eleva o teor alcoólico do sangue a cerca de 0,08%, “aumentando levemente o limiar de dor” e “reduzindo a intensidade dela.”
O que ainda não está claro é se o álcool reduz a dor porque age diretamente no cérebro ou porque ele reduz a ansiedade de quem bebe, fazendo-o lidar melhor com a dor.
Mas não se empolgue demais: trocar comprimidos analgésicos por cerveja toda vez que bater uma dorzinha não vai ser bom no longo prazo. Veja, por exemplo, a recomendação de consumo de álcool no Reino Unido: o ideal é que se tome, no máximo, 1 litro de cerveja por semana – cujo efeito analgésico, de acordo com o estudo, equivale ao de uns 3 comprimidos.

Visto em: Ciência Maluca

segunda-feira, julho 17, 2017

Cientistas apontam que o coração pensa e irradia

“O coração é também o primeiro órgão formado no útero. O resto vem depois”. Recentemente, neurofisiologistas ficaram surpresos ao descobrirem que o coração é mais um órgão de inteligência, do que (meramente) a estação principal de bombeamento do corpo.
Mais da metade do Coração é na verdade composto de neurônios da mesma natureza daqueles que compõem o sistema cerebral. Joseph Chilton Pearce-, autor de A biologia da Transcendência, chama a isto de ”o maior aparato biológico e a sede da nossa maior inteligência”.
O coração também é a fonte do corpo de maior força no campo eletromagnético. Cada célula do coração é única e na qual não apenas pulsa em sintonia com todas as outras células do coração, mas também produz um sinal eletromagnético que se irradia para além da célula.
Um EEG que mede as ondas cerebrais mostra que os sinais eletromagnéticos do coração são muito mais fortes do que as ondas cerebrais, de que uma leitura do espectro de freqüência do coração podem ser tomadas a partir de três metros de distância do corpo … sem colocar eletrodos sobre ele!
A freqüência eletromagnética do Coração produz arcos para fora do coração e volta na forma de um campo saliente e arredondado, como anéis de energia. O eixo desse anel do coração se estende desde o assoalho pélvico para o topo do crânio, e todo o campo é holográfico, o que significa que as informações sobre ele podem ser lidas a partir de cada ponto deste campo.
O anel eletromagnético do Coração não é a única fonte que emite este tipo de vibração. Cada átomo emite energia nesta mesma frequência A Terra está também no centro de um anel, assim é o sistema solar e até mesmo nossa galáxia … e todos são holográficas.
Os cientistas acreditam que há uma boa possibilidade de que haja apenas um anel universal abrangendo um número infinito e interagindo dentro do mesmo espectro. Como os campos eletromagnéticos são anéis holográficos, é mais do que provável que a soma total do nosso Universo esteja presente dentro do espectro de freqüência de um único anel.
Isto significa que cada um de nós está ligado a todo o Universo e como tal, podemos acessar todas as informações dentro dele a qualquer momento. Quando ficamos quietos para acessar o que temos em nossos corações, nós estamos literalmente conectados à fonte ilimitada de Sabedoria do Universo, de uma forma que percebemos como “milagres” entrando em nossas vidas.
Quando desconectamos e nos desligamos da sabedoria inata de amor do Coração, baseado nos pensamentos, o intelecto refletido no ego assume o controle e opera independentemente do Coração, e nós voltamos para uma mentalidade de sobrevivência baseada no medo, ganância, poder e controle.
Desta forma, passamos a acreditar que estamos separados, a nossa percepção de vida muda para uma limitação e escassez, e temos que lutar para sobreviver. Este órgão incrível, que muitas vezes ignoramos, negligenciamos e construímos muros ao redor, é onde podemos encontrar a nossa força, nossa fé, nossa coragem e nossa compaixão, permitindo que a nossa maior inteligência emocional guie nossas vidas.
Devemos agora mudar as engrenagens para fora do estado baseado no medo mental que temos sido ensinados a acreditar, e nos movermos para viver centrados no coração. Para que esta transformação ocorra, é preciso aprender a meditar, “entrar em seu coração” e acessar a sabedoria interior do Universo.
É a única maneira, é O Caminho.A medida que cada um de nós começa esta revolução tranquila de viver do Coração, vamos começar a ver os reflexos em nossas vidas e em nosso mundo.
Esta é a forma como cada um de nós vai criar uma mudança no mundo, criar paz, criar harmonia e equilíbrio, e desta forma, vamos todos criar o Paradigma do Novo Mundo do Céu na Terra.”

Visto em: Revista Pazes

sábado, outubro 31, 2015

Abstêmios morrem mais cedo

foto-ampliada-842-58-615x408Uma desculpa para tomar uma cerveja ou vinho sempre é bem-vinda. Ainda mais quando vem com o respaldo da ciência.

Pesquisadores da Universidade do Texas acompanharam a vida de 2 mil pessoas durante alguns anos. E o que descobriram foi que quem bebia de um a três drinks por dia corria menos risco de morrer prematuramente. Em comparação a eles, a probabilidade de um abstêmio morrer de qualquer doença era 51% maior – e eles perdiam até para os beberrões mais pesados, cujos riscos eram de apenas 45%.

É que algumas substâncias do álcool ajudam a proteger o coração.  Outros vários estudos (tipo esse aqui) também já comprovaram esse efeito protetivo.

Mas vale lembrar e reforçar: é importante consumir com moderação. Não dá para encher a cara todos os dias e esperar que vida longa e saudável.

Visto em: Ciencia MalucaCiencia Maluca

sexta-feira, agosto 21, 2015

“Criatividade se adquire com prática”

11728821_10200700245505391_7572824162992101255_oO que você faria se soubesse que não iria falhar? “Nada”, segundo o professor de design gráfico Brad Hokanson, da Universidade de Minnesota. Isso porque, para ele, não tem diversão nenhuma na falta de desafio. E é exatamente isso que melhora a nossa criatividade. Na edição deste mês da Galileu (nº280), o professor Hokanson — que ministra o curso “Solução Criativa de Problemas”, disponível no site Coursera (em inglês) — explica como essa habilidade pode ser adquirida por qualquer um. Leia o nosso papo com ele, na íntegra:

GALILEU: A criatividade é para todo mundo?

Algumas pesquisas mostram que a criatividade é parte das habilidades mentais. Todo mundo a usa na hora de resolver problemas que encontramos no dia a dia. A gente só não reconhece isso como criatividade. Nós não devemos pensar que não somos criativos só porque não estamos produzindo arte ou inventando alguma coisa como Einstein. Na verdade, somos bem inventivos e criativos em muitas coisas. Por isso, devemos reconhecer a criatividade e trabalhá-la. Todo mundo consegue. Criatividade se adquire com prática. [Veja aqui algumas táticas]
De certa maneira, para ser criativo é preciso desafiar alguns padrões. Você acha que as pessoas têm medo de serem criativas por conta disso?
Acho. Uma das características da criatividade é que ela difere do normal, da rotina. Ou seja, temos que ser corajosos para propor coisas novas, seja vestindo meias diferentes, ou comendo de uma forma inusitada. Às vezes, nos sentimos limitados pela sociedade, sejam colegas de trabalho com regras rígidas ou uma família muito tradicional, mas todos devem estar abertos a resolver problemas de forma diferente dentro do seu próprio contexto.
As pessoas acham que criatividade é uma coisa ligada às artes, só músicos, pintores e designers podem ser criativos. Por que é errado pensar assim?
Artistas, designer e músicos são sortudos por terem uma vida cercada de criatividade. Mas acho que as pessoas erram ao isolar a criatividade em certos campos e não incorporar isso na vida. Meu pai era pedreiro, ele era muito bom em inventar e consertar coisas. Apesar de achá-lo criativo, ele nunca pensou nele mesmo desta forma. Não era arte, mas ele estava resolvendo problemas e inventando coisas.
Falta de criatividade é associada com uma visão de mundo mais limitada. Como as pessoas podem se livrar desse tipo de visão?
Uma das formas de aumentar nosso potencial criativo é nos expondo a ambientes, coisas e pessoas diferentes. Algumas pesquisas mostram que nossas memórias e experiências em lugares diferentes podem nos ajudar a resolver os problemas de onde vivemos. As pessoas podem ter visões limitadas em seus ambientes de trabalho, por exemplo, mas podem mudar as coisas tendo certeza de que atingiram os limites por lá.

Visto em: Galileu

A mensagem em uma garrafa mais antiga (conhecida) é encontrada após 108 anos

quebreGarrafas flutuantes que trazem mensagens do passado em seu interior fazem parte do imaginário popular. Mas um casal de aposentados alemães acabou de vivenciar uma cena digna de uma história de fantasia: eles encontraram uma garrafa de 108 anos com uma mensagem dentro.

Marianne Winkler estava passeando na ilha de Amrum, na Alemanha, quando viu o objeto flutuando no mar. Ela e seu marido, Horst, pegaram a garrafa e viram que, dentro dela, havia um papel com uma instrução visível: quebre a garrafa. Eles tentaram, com cuidado, tirar o papel sem danificar a garrafa, mas não foi possível. Então, o casal precisou quebrar o vidro, como as instruções diziam.

Dentro da garrafa havia uma mensagem em inglês, alemão e holandes. Pedia para que quem encontrasse o objeto deveria entrar em contato com a Associação de Biologia Marinha de Plymouth, na Inglaterra. E foi exatamente isso que Marianne e Horst fizeram.

Quando a informação chegou à associação, eles reconheceram a mensagem como pertencente a uma das 1020 garrafas que foram liberadas no mar inglês entre 1904 e 1906 como parte de um estudo para testar a força das correntezas. Muitas das garrafas foram encontradas anteriormente por pescadores, algumas pararam nas praias, mas várias não foram recuperadas até hoje. As recuperadas anteriormente, no entanto, apareceram meses depois de serem lançadas no mar - e não décadas. 

Agora Marianne e Horst querem entrar no Guiness com o recorde de mensagem em uma garrafa mais velha já encontrada - a recordista, hoje, é uma garrafa de 99 anos.

Visto em: Galileu

domingo, julho 12, 2015

Âmbar com mosca de 105 milhões de anos com pólen é descoberto na Espanha

amos-350x233 Um âmbar localizado na Cantábria, no norte da Espanha, preservou "em perfeito estado" uma mosca 'Zhangsólvida', que viveu há 105 milhões de anos, e em cujo abdômen havia pólen da planta 'Bennettital', que apareceu no período Triássico e se extinguiu no Cretáceo Superior.

O Instituto Geológico e Mineiro da Espanha (IGME) foi um dos responsáveis por esta descoberta, que foi publicada nesta quinta-feira na revista científica "Current Biology", e que mostra que as moscas do período Cretáceo se alimentavam de néctar e eram responsáveis pela polinização de plantas gimnospermas (que não têm flores e produzem sementes).

Estas moscas são denominados 'Zhangsólvidas' e foram descobertos dois espécimes distintos, que estão perfeitamente conservados no âmbar encontrado na caverna de Soplao.

A equipe responsável pela análise desse âmbar esteve integrada por cientistas do IGME, das Universidades de Barcelona e Complutense de Madri, das americanas Harvard e Cornell, e do Museu Americano de História Natural de Nova York.

O trabalho realizado por essa equipe permitiu localizar essas moscas "muito raras", pertencentes a uma família que se extinguiu antes dos dinossauros.

Essa espécie, segundo o IGME, absorvia o néctar em pleno voo quando se aproximava das plantas, como fazem os beija-flores, utilizando uma longa trompa especializada, que foi verificada no espécime do âmbar através de um microscópio.

O IGME explicou que existem poucos casos similares no mundo no qual foram encontrados fósseis de insetos em âmbar que transportavam pólen de uma flor para outra.

Os fósseis encontrados na caverna da Cantábria refletem a relação "muito estreita" entre essas moscas e as plantas 'Bennettitales' há 105 milhões de anos, o que representa que esses insetos podem ter sido responsáveis pela polinização de plantas gimnospermas.

No entanto, o estudo indica que se estes insetos estavam especializados para se alimentar de estruturas de plantas gimnospermas, "é praticamente certo que o passo que transcendeu às angiospermas (plantas com flores) deve ter ocorrido neste período".

Visto em: Terra Ciência

sexta-feira, julho 10, 2015

Tirar um cochilo no trabalho aumenta a produtividade

homem-tira-cochilo-durante-o-dia-dormindo-durante-o-dia-descansando-cochilando-depois-do-almoco-no-trabalho-1367267619815_615x300 Já pensou se nos fundos de todo escritório existisse uma área cheia de redes para deitar? E se depois do almoço, ou no meio de uma tarde fria e chuvosa, qualquer um pudesse ir até lá e tirar um cochilo, só para relaxar. Um sonho. Mas deveria ser real: dormir no trabalho deixa os funcionários mais produtivos e menos impulsivos.

Pesquisadores americanos chegaram a essa conclusão com a ajuda de 40 voluntários, de 18 a 50 anos. Todos tiveram três noites bem dormidas antes de chegar ao laboratório. Lá, eles tiveram de responder a questões sobre humor, sono e impulsividade e participar de alguns testes de raciocínio.

Após completar a tarefa, metade deles se deu bem: pode passar uma horinha dormindo. Outros não, tiveram de assistir a um vídeo de 60 minutos. Em seguida, completaram novas provas de raciocínio. A turma da soneca persistiu muito mais na tentativa de concluir as tarefas – e apresentou comportamentos bem menos impulsivos. O outro pessoal não queria muito se frustrar, então desistia logo da missão.

Viu como uma sonequinha durante o expediente cai bem? Tomara que seu chefe leia o post e goste da ideia…

Visto em: Ciência Maluca

quinta-feira, abril 30, 2015

Namoro à distância melhora o relacionamento

Cada um no seu canto, com seu próprio espaço, em cidades diferentes. Visitas mesmo só a cada 7 ou 15 dias. Parece bom? Ou só renderia brigas cheias de ciúmes?

Bem, concorde você ou não, um estudo de Hong Kong garante que a distância só melhora o relacionamento. Os pesquisadores pediram a 63 casais heterossexuais, juntos, em média, há dois anos, para responderem questionários diários, por uma semana. Eles contavam como se sentiam em relação ao namoro, por quanto tempo haviam conversado com o parceiro e como haviam feito a comunicação (pessoalmente, via telefone, e-mail, chat ou mensagem de celular).

E os casais que namoravam à distância se sentiam mais íntimos e próximos de seus parceiros do que os casais mais grudados. Além disso, reclamavam menos da falta de atenção e, talvez por isso, costumavam compartilhar mais segredos e problemas com o companheiro. Pois é, apesar de terem passado, em média, 17 meses longe um do outro, eram mais felizes do que os outros casais.

“Nossa cultura, particularmente a cultura americana, prioriza o momento fisicamente junto e ocontato cara a cara para relacionamentos sérios. Os namoros à distância claramente vão contra esses valores”, diz Crystal Jiang, um dos autores da pesquisa. Ele só não explicou por que esses relacionamentos funcionam tão bem.
Visto em: Ciência Maluca

sexta-feira, abril 24, 2015

Irmãos mais velhos são mais quadrados

22345-23775-Imagem Os primogênitos podem até ser mais inteligentes. Mas são conservadores que só.

É o que diz uma pesquisa de psicólogos da Universidade Católica de Milão. Eles recrutaram 96 famílias italianas, entrevistaram os pais e os dois filhos dos casais. No total, 384 pessoas participaram do estudo. A ideia era descobrir quanto cada um deles era contrário a mudanças e o que pensavam sobre ordem, tradição e outras pistas que entregassem uma personalidade conservadora.

E, sim, os mais velhos geralmente são mais caretas. Por eles, melhor se tudo ficar como sempre foi, sem grandes surpresas. “Primogênitos, por serem mais fortes e intelectualmente mais desenvolvidos do que os mais novos, ocupam uma posição dominante. Eles querem guardar essas vantagens e, por isso, desenvolvem valores conservadores para manter o próprio status quo”, diz Daniela Barni, uma das autoras da pesquisa. E aí constroem sua personalidade com base nessas ideias.

Visto em: Ciência Maluca

segunda-feira, março 23, 2015

Maconha é menos mortal que álcool e tabaco, afirma estudo

images (1) Um estudo científico comparou os efeitos de sete drogas recreativas nos seres humanos e concluiu que a maconha é a menos mortal delas. O álcool foi considerado a mais mortal, seguido por heroína, cocaína, tabaco, ecstasy, metanfetaminas e, finalmente, maconha.

Os pesquisadores afirmam que o álcool é 114 vezes mais mortal que a maconha. Para chegar a essa conclusão, eles compararam a dose usualmente consumida de cada droga com a dose considerada fatal.

A conclusão foi que consumidores de maconha ficam, normalmente, muito distantes da dose que seria mortal para eles. Por isso, a maconha foi a única das sete drogas classificada como tendo “baixo risco de mortalidade”. As demais foram distribuídas nas categorias de médio e alto risco. 

Essas conclusões devem ser vistas com muita cautela. Os pesquisadores não avaliaram outros danos causados pelas drogas aos consumidores. Eles se concentraram apenas no risco de overdose. 

Eles também não avaliaram riscos colaterais, como a transmissão de doenças no uso de drogas injetadas com agulhas compartilhadas. 

Evidências práticas mostram que o consumo moderado de álcool, por exemplo, é razoavelmente seguro, enquanto o uso regular de heroína pode ser devastador. E os autores da pesquisa não negam isso. 

Eles só dizem que, na média, quem bebe tende a chegar mais perto da dose mortal do que quem usa heroína.

O estudo foi publicado na revista Scientific Reports. Traz a assinatura de Dirk Lachenmeier, PhD em química de alimentos e toxicologia da universidade alemã de Karlsruhe; e Jürgen Rehm, diretor do Centro de Saúde Mental e Vícios de Toronto, no Canadá.

Visto em: Exame

segunda-feira, fevereiro 09, 2015

Substância do vinho tinto ajuda a controlar perda de memória

vinho_tinto Mais uma boa notícia para os amantes do vinho tinto: uma nova pesquisa americana sugere que um de seus componentes pode ajudar na prevenção da perda de memória e humor ocorrida pela idade. As informações são do IFL Science.

Cientistas da Universidade do Texas A&M usaram dois grupos de ratos para testar os efeitos do resveratrol, um polifenol que pode ser encontrado principalmente nas sementes de uvas, na película das uvas pretas e no vinho tinto. E os resultados revelam a possibilidade de que o tratamento de pessoas de meia-idade, com este composto, poderá ajudar a melhorar a memória e o humor na velhice.

Apesar de poucos estudos analisarem os efeitos do resveratrol em humanos, os resultados encontrados nos laboratórios e nos animais provam que, em altas quantidades, ele pode ser forte inibidor de câncer e possui propriedades anti-inflamatórias. Além disso, possui benefícios cardiovasculares, combatendo danos aos vasos sanguíneos, reduzindo o nível do colesterol ruim e prevenindo coágulos sanguíneos.

Desde as primeiras descobertas sobre tais benefícios do elemento, os cientistas começaram a se questionar se ele poderia neutralizar a falha de memória. Assim, estudam dois grupos de ratos de meia-idade – um que recebe placebo, outro, o resveratrol – e os resultados mostram que, dois meses depois, as habilidades de memória e aprendizado cresceram entre aqueles do grupo controlado. Ademais, estes ratos experimentaram o dobro da taxa de crescimento e desenvolvimento de células no hipocampo. Não só isso, mas a formação de vasos sanguíneos na região também aumentou, e morte celular e inflamação diminuiu.

“Os estudos demonstram que o tratamento com resveratrol na meia-idade pode ajudar nas funções de humor e memória durante a velhice”, afirma o líder da pesquisa Ashok Shetty. Contudo, os efeitos benéficos de altas doces do elemento ainda devem ser investigados nos seres humanos.

Visto em: Terra Ciência

sexta-feira, janeiro 30, 2015

Amor pode fazer você se dar bem no trabalho

B6GvE9hIAAA3uT9 Amor e carreira podem até parecer coisas distintas, mas não é bem assim. Seu sucesso no trabalho depende da personalidade da pessoa com quem você se relaciona.

É o que mostra um estudo de psicólogos da Universidade Washington em St. Louis, nos Estados Unidos. Durante cinco anos, eles acompanharam a vida de 2,5 mil casais, com idade entre 19 e 89 anos. Todos os participantes foram entrevistados ainda no início da pesquisa para que os psicólogos conhecessem a personalidade de cada um. A ideia era ver quão aberto, extrovertido, neurótico, empático, e atencioso eles eram.

Para saber se esse pessoal se saía bem no trabalho, os pesquisadores perguntaram como eles se sentiam em relação ao emprego (satisfeito, empolgado, decepcionado, etc), quais eram as chances de receber uma promoção e se haviam conseguido um aumento salarial. A pesquisa era repetida a cada ano.

E sabe quem eram os trabalhadores mais bem-sucedidos? Aqueles casados com alguém atenciosoe cuidadoso. E funcionava tanto para homem quanto para mulheres.

Não é assim tão difícil entender os motivos. Segundo a pesquisa, pessoas casadas com um parceiro atencioso conseguem relaxar mais. Afinal, eles sabem que podem sempre contar com alguém para dividir os afazeres domésticos, como pagar contas, fazer compras, limpar a casa, etc. E assim chegam bem menos estressados no trabalho. Isso sem contar o aprendizado: eles acabam copiando os bons hábitos de seus cônjuges – e se tornam funcionários mais confiáveis.

Visto em: Ciência Maluca

terça-feira, janeiro 20, 2015

Pessoas otimistas vivem mais

É hora de parar de reclamar tanto da vida. Pelo menos se você quiser viver mais tempo por essas bandas. Se não parar, tudo bem, mas seu coração corre um risco maior de sucumbir inesperadamente.

A relação entre o jeito de encarar a vida e saúde cardiovascular veio de pesquisadores lá da Universidade de Illinois. Eles acompanharam a vida de 5 mil pessoas, de 52 a 84 anos, ao longo de 11 anos. Todos completaram um questionário que avaliava os níveis de otimismo e saúde física(se sofriam de alguma doença, como artrite, doenças no fígado, etc). Já o coração foi avaliado por sete fatores: pressão arterial, índice de massa corporal, colesterol, exame de glicemia em jejum, alimentação, atividade física e uso de tabaco.

Ao final do período de avaliação, os pesquisadores compararam os dados. E descobriram que os otimistas tinham até 76% mais chances de ter um coração saudável. É que eles tinham níveis mais saudáveis de açúcar no sangue e colesterol. Também eram mais ativos, mais magros e fumavam menos.

Visto em: Ciência Maluca

segunda-feira, março 31, 2014

Pessoas inteligentes confiam mais nas outras

10006307_10152405563757580_1028556364_n Alguma vez na vida você provavelmente se sentiu burro por confiar em alguém e levar a pior. Não se sinta mais assim. Na verdade, confiança é sinal de inteligência.

Foi o que descobriram pesquisadores da Universidade Oxford. Eles analisaram os dados de um estudo feito a cada um ou dois anos (o General Social Survey) com a população americana sobre suas características e atitudes. Os participantes responderam a perguntas do tipo “Você diria que, em geral, a maioria das pessoas pode ser confiável ou que você não pode ser muito cuidadoso ao lidar com as pessoas?”. Eles também passaram por testes para medir a inteligência.

Coube aos sociólogos de Oxford associar a inteligência dos participantes à confiança que eles depositavam em outras pessoas. E eles perceberam que os mais espertinhos também tinham o pé menos atrás.

Uma das explicações é que os inteligentes acertam mais ao julgar as pessoas e aí escolhem bem seus parceiros – por isso desconfiam menos deles. Eles também parecem reconhecer melhor as situações em que correm o risco de serem traídos. E por isso se sentem menos ameaçados.

Visto em: Ciencia Maluca

Vacina brasileira contra HIV surpreende em testes com macacos

download Testes de uma vacina contra o vírus da AIDS desenvolvida por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) obtiveram um resultado surpreendentemente positivo em testes com macacos.

“Testamos a resposta imune dos animais e os resultados foram excelentes”, disse Edecio Cunha Neto, pesquisador que liderou os trabalhos de desenvolvimento da vacina. “Os sinais foram bem mais intensos do que os que encontramos em camundongos”.

Os cientistas ministraram 3 doses separadas por 15 dias em macacos-resos do Instituto Butantan, também em São Paulo. Eles se surpreenderam ao ver que a reação à vacina foi bem maior do que nos roedores.

A vacina contém partes de genes que codificam partes de proteínas do vírus da AIDS. Ao inserir esse DNA no corpo, peptídeos são fabricados no interior das células, sem o vírus original. Os testes realizados nos animais para terem uma imunologia parecida com a de humanos demonstraram que podemos  ”ensinar” as células responsáveis pela identificação de patógenos a reconhecer esses peptídeos e ataca-los, fazendo com que o HIV seja destruído antes que seja tarde.

Através dessa técnica,  os pesquisadores resolvem um dos maiores problemas de combate ao vírus, uma vez que ele normalmente passa ileso pelo sistema imunológico, que não o reconhece como um invasor.

Embora o resultado seja promissor, mais animais devem passar por testes. Os pesquisadores agora planejam testar 28 macacos e elaborar novas formas de administrar a vacina.

Se os novos testes forem bem-sucedidos, pesquisas com humanos deverão ser iniciadas. A equipe espera receber uma verba de R$ 250 milhões de iniciativa privada para conduzir as próximas etapas do desenvolvimento da vacina.Vacina-brasileira-contra-HIV-passa-em-testes-com-macacos

Visto em: Mistérios do Mundo

sexta-feira, fevereiro 28, 2014

Cerveja pode deixar você jovem por mais tempo

000_par7335598 Segundo pesquisadores das universidades de Tel Aviv  e Columbia, o álcool pode manter você jovem por mais tempo. Já o café tem efeito oposto: envelhece.

É que cada vez que as células do seu corpo se dividem, elas fazem cópias das pontas dos cromossomos (os telômeros), que são sequências de DNA. Só que os tais telômeros ficam mais curtos a cada divisão – até não poderem mais se dividir e morrerem. Faz parte do processo natural de envelhecimento.

MAS, olha só, o álcool pode retardar esse encurtamento e manter o DNA vivo por mais tempo. Sim, álcool. Pelo menos funcionou com as leveduras expostas à substância pelos pesquisadores. E como elas dividem importantes semelhanças genéticas com a gente, eles acreditam que o resultado seja o mesmo em seres humanos. Ah, e o café, por outro lado, acelera o encurtamento dos telômeros.

“Pela primeira vez, nós identificamos alguns fatores ambientais que alteram o comprimento do telômero, e mostramos como eles fazem isso”, diz Martin Kupiec, um dos autores da pesquisa. “O que aprendemos pode um dia contribuir para a prevenção e o tratamento de algumas doenças”.

Pronto. Agora você já pode comemorar feliz o fim da semana.

Visto em: Ciência Maluca

domingo, outubro 20, 2013

Estudar muito deixa você deprimido

estudando-6 Tudo na vida tem limites. Até estudar. Palavra da ciência.

Um grupo de sociólogos da Bélgica entrevistou 16,6 mil trabalhadores, entre 25 e 60 anos, em 21 países europeus. Eles queriam saber o grau de educação de cada um – e o nível de depressão. E, olha só, quem havia passado muitos anos na faculdade, atrás de títulos de pós-graduação, MBA, mestrado (…) tendia a mostrar mais sinais de depressão.

O problema, segundo a pesquisa, é que eles se matam de estudar, aprendem uma porção de coisas, mas não têm como usar esse conhecimento todo no trabalho. Ou seja, tudo parece muito fácil, sem grandes desafios.

Gostou da desculpa? Corre lá e avisa seus pais. Só não leve isso muito a sério… ou você vai ficar deprimido por não conseguir um bom emprego.

(Aliás, em tempo: outras pesquisas indicam que pessoas sem grandes oportunidades de estudo também correm grandes riscos de entrar em depressão. Por motivos óbvios).

Visto em: Ciência Maluca

quarta-feira, outubro 16, 2013

Cães sentem as mesmas emoções que uma criança

cachorro_feliz_sorrindo_portaldodog-11 Em outras palavras: eles são capazes de sentir as mesmas emoções que uma criança sente. Não é a toa que também agem como se fossem filhos de seus donos, certo?

Dessa vez, quem pesquisou sobre os caninos foi o neurocientista Gregory Berns, da Universidade Emory. Durante dois anos, ele e sua equipe treinaram cachorros para se sentirem confortáveis numa máquina de ressonância magnética. Colocaram até fone de ouvido nos bichinhos para que eles não sofressem com o barulho da máquina. A ideia era deixá-los tranquilos lá dentro e, então, descobrir o que acontece no cérebro deles em algumas situações.

E viram que quando os cães recebem sinais de comida ou a visita dos donos, uma área do cérebro chamada núcleo caudado começa a trabalhar mais. Essa região é cheia de receptores de dopamina, parte do sistema de recompensa do cérebro que libera sensação de prazer. E é a mesma área que nosso cérebro ativa quando estamos prestes a fazer algo que gostamos: como comer, ganhar dinheiro ou namorar.

E daí? Bem, segundo o pesquisador, essa semelhança entre os dois cérebros indica que os cães também sentem emoções, como nós. Ou melhor, como as crianças. “A habilidade de experimentar emoções positivas, como amor, poderia significar que os cachorros tem um nível de sensibilidade comparável ao de uma criança humana”, explica Berns. E ele vai além na conclusão: “cachorros também são pessoas”.

Visto em: Ciência Maluca

segunda-feira, setembro 30, 2013

Planeta em 2013 está pior que em 2007

Paulo Artaxo, um dos autores do relatório do IPCC, afirma que interferência do homem no clima aumentou 43%

terra2220 Com 90% de probabilidade, é seguro dizer que a ciência já tinha certeza, em 2007, quando foi divulgado o relatório anterior do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), de que a culpa do aquecimento que o planeta já vem experimentando e sofrerá ainda mais no futuro é do homem. No novo relatório, essa certeza aumentou ainda mais - mas numa proporção ainda maior se elevou o impacto do homem sobre a Terra. O planeta de 2013 é pior que o de 2007 e fica a dúvida se desta vez a mensagem dos cientistas vai conseguir sensibilizar os governantes e provocar ações.

"O IPCC é um corpo científico, fazemos ciência, não fazemos política pública. É a ONU e os governos que têm de ouvir a mensagem científica e agir. Nossa obrigação é mostrar que a urgência está aumentando e é isso que trazemos nesse relatório", afirma o pesquisador brasileiro Paulo Artaxo, da USP, e um dos autores principais do capítulo sobre nuvens e aerossóis.

Essa conclusão, segundo Artaxo, está sintetizada em um dado que num primeiro olhar pode ser de difícil compreensão - a chamada forçante radiativa, que mede o conjunto das interferências humanas no clima. De 2005 (ano base medido no relatório de 2007) a 2011 (usado no texto atual), houve um aumento de 43% nesse valor.

Na prática ela reflete a alteração no balanço radiativo da atmosfera. "O que mantém a vida e o clima no planeta é esse equilíbrio entre o quanto entra de radiação solar na Terra e o quanto sai. A forçante expressa essa diferença", diz.

Quanto mais gases de efeito estufa se acumulam na atmosfera, mais a radiação fica retida. E o valor da forçante sobe. "No final das contas, ela reflete todos os mecanismos com os quais o homem está alternando o clima. E em cinco anos, essa interferência aumentou 43%. É uma alteração brutal", diz.

Ao comparar, nos dois relatórios, os efeitos das mudanças climáticas já sentidos pelo planeta, fica mais evidente essa piora. No texto de 2007, por exemplo, a elevação do nível do mar registrada desde 1901 era de 17 centímetros. Agora são 19 cm. O aumento da temperatura a partir de 1850 era de 0,76°C. No novo relatório, partindo de 1880, o clima esquentou 0,85°C.

Na versão anterior se considerava que o Ártico estava perdendo 2,7% de gelo por década. Na atual, vai de 3,% a 4,1%. Aumentou, ainda, o grau de certeza de que estamos experimentando mais noites e dias quentes.

Visto em: IG Ciência

Fazer dieta deixa você menos esperto

dieta Não adianta ir contra, a ciência parece disposta a provar com todas as forças que fazer dieta é uma furada. Lembra quando disseram que você não emagrece e ainda fica triste? Agora apareceu outra pesquisa, com uma conclusão ainda pior: dieta deixa você distraído e menos esperto.

Dessa vez, os pesquisadores entregaram testes a alguns voluntários – metade deles estava fazendo dieta e a outra não. A ideia era medir a capacidade absorção de informação nova, autocontrole,raciocínio lógico e espacial, e resolução de problemas. E o pessoal da dieta se saiu pior na maioria das vezes.

Por quê? Bem, além de passar fome, quem faz dieta perde boa parte do tempo contando calorias. E arrependido por ter extrapolado, de alguma forma, o limite calórico diário. Ou seja, essas pessoas se distraem mais – e ainda mantem o cérebro ocupado com coisas bem mais importantes, do tipo quantas calorias custou aquela mordida no bolo de chocolate da colega de trabalho.

E então, vale a pena fazer dieta?

Visto em: Ciência Maluca