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quinta-feira, outubro 25, 2018

O modo francês de educar os filhos revela: é preciso preservar os direitos dos pais

Por Rosane Queiroz

Cena 1: uma menina de 2 anos faz birra na hora de comer e atira uma batata frita no chão. Cena 2: a mesma criança causa tumulto numa festa infantil quando a mãe anuncia que devem ir embora. Talvez essas situações fossem encaradas como algo constrangedor, mas comum, se tivessem acontecido no Brasil ou nos Estados Unidos. Mas, na França, a jornalista americana Pamela Druckerman, mãe da enfant terrible em questão, sentiu o desprezo de seus vizinhos parisienses. Percebeu, então, que crianças francesas não jogam comida no chão – título do livro que escreveu sobre o modo francês de educar, lançado na Inglaterra e nos Estados Unidos, já um best-seller.
Vivendo durante dez anos em Paris com o marido britânico e três filhos pequenos (a menina e um casal de gêmeos), Pamela ficou abismada ao ver as crianças francesas comendo tomate à provençal sem sequer se sujar – e sem interromper os adultos -, diferentemente de sua filha, que solicitava atenção o tempo todo, fazendo pouco caso da comida. Ex-repórter do The Wall Street Journal, ela resolveu investigar as origens desse comportamento civilizado, que está na forma como as mães francesas criam os filhos. O segredo? Não vivem em função deles nem tratam as crianças como pequenos reis. Elas não toleram birras, não negociam nem passam o fim de semana acompanhando os pequenos em parquinhos ou festas infantis. Em resumo, educam, mas conseguem manter a vida adulta sem transformar seu mundo num playground. “Para ser um tipo diferente de mãe, você precisa de uma visão diferente sobre o que uma criança realmente é”, decreta ela, logo de cara.
A carapuça, em boa parte dos casos, serve para as mães brasileiras, já que a educação por aqui é pautada mais pela americana do que pela europeia, como observa a psicopedagoga Ceres Alves de Araújo, da PUC de São Paulo. “As francesas sabem dizer não e ponto”, afirma Ceres, que morou em Paris e viu como lá a “criança é tratada como criança”. Para a psicopedagoga, a diferença é que na cultura americana os pais se perdem em longas explicações desnecessárias para os filhos pequenos. “Até os 5 anos, a criança nem sequer entende tantos argumentos. Basta dizer não”, aconselha. Se houver réplica, Ceres sugere a resposta: “Porque sou sua mãe e sei o que é melhor”. É na adolescência, quando caberia esticar a conversa, que muitos pais, exaustos, optam pelo “não e ponto”. “São comportamentos invertidos. A criança precisa ser obediente na infância para na adolescência se tornar um ser desobediente.”

Menu completo
A alimentação, tema crucial para a maioria das mães do planeta, é uma das questões sobre as quais Pamela Druckerman se debruça. Segundo a autora, as francesas prezam horários fixos para as refeições, sempre à mesa, começando com uma salada e terminando com queijo. As crianças comem uma versão encurtada do menu dos adultos e são encorajadas a provar de tudo. Não existe criar um cardápio diferenciado ou a hipótese de preparar outro prato porque naquele dia não tem nada que o pequeno aprecie. Comida, na França, não envolve jogo emocional. “Os pais preparam as refeições com calma e ingredientes frescos. As crianças aprendem a respeitar o alimento”, diz a francesa Eileen Leazeau, secretária executiva que vive há 21 anos nos Estados Unidos e é mãe de três adultos.

Sono e polidez
O horário de ir para a cama é outro drama tratado com sabedoria à francesa. Enquanto nos Estados Unidos (e aqui!) os pais passam meses sem dormir para atender o bebê no meio da noite, os franceses aguardam até dez minutos para ter certeza de que a criança está realmente infeliz. Eles se permitem acreditar que o pequeno pode estar apenas resmungando ou sonhando. Ou que logo voltará a dormir. “Pais que se revezam no quarto do filho criam um condicionamento inadequado”, acredita Ceres.
Sob diversos aspectos, os franceses esperam mais de uma criança, ainda que ela seja apenas uma criança. Isso significa que os pequenos não só devem dizer “por favor” e “obrigado” mas também bonjour e au revoir aos adultos. Eles ainda devem aprender a esperar, seja em nome da paz doméstica, seja para evitar constrangimento social. Os pais, ali, se empenham em combater o caos criado pelo mundo infantil e preservar os “direitos” paternos. Ceres aprova. “Aqui, vivemos a era do ‘filiarcado’, em que os filhos reinam”, critica ela. Ensinar as crianças a lidar com a frustração é a regra máxima de French Children Don’t Throw Food, ainda sem data para publicação no Brasil. Na abordagem francesa, os pais estabelecem uma “moldura” de limites. A imagem sugere fixar regras, mas com certa liberdade dentro delas. Com a moldura definida, as necessidades dos adultos permanecem, ao menos, no mesmo nível que as das crianças. Criar filhos é apenas parte do plano, e não um projeto de vida.
A certa altura, tudo parece funcionar bem demais para ser verdade. “Talvez Pamela seja muito afirmativa”, diz Ceres. Mas, como o livro é narrado com humor e certa ironia, a autora se redime de possíveis deslizes e passa uma mensagem libertadora para aquelas que ainda veem os filhos arremessando batatas fritas: “Mesmo boas mães podem não viver a serviço constante das crianças, e não há razão para se culpar por isso”, ensina Pamela.

Visto em: Conti Outra

domingo, setembro 17, 2017

4 erros que você pode estar cometendo para combater a ansiedade

A ansiedade pode ser uma companhia frequente de muita gente, e por isso mesmo podemos achar que sabemos exatamente como lidar com ela. O problema é que nossos instintos nos levam a agir de maneiras que não são as melhores nessa situação.
Basicamente, a ansiedade desencadeia uma reação de “ lutar ou fugir” em nosso corpo, que age como se estivéssemos ameaçados; ou então nós simplesmente nos sentimos paralisados, incapazes de ter uma resposta racional àquele turbilhão de pensamentos e sensações.
De qualquer forma, nosso instinto é tentar fazer com que isso tudo desapareça o mais rápido possível para que possamos voltar ao normal. Mas, de acordo com especialistas, isso não só é inútil, mas pode até piorar as coisas.
Em sua coluna no site Psychology Today, a psicóloga Melanie Greenberg listou quatro coisas que não devemos fazer quando estamos no meio de uma crise de ansiedade*. Nós as listamos a seguir e você pode ver o post original (em inglês) aqui. (*Por dentro do assunto: 14 mitos e verdades sobre a ansiedade)

1. Tentar fazer a ansiedade sumir

“Esta estratégia é inútil porque não funciona. Você não pode fazer a ansiedade desaparecer apenas porque quer”. Depois do elegante tapa na cara, a autora explica que o medo e a ansiedade são coisas firmemente enraizadas em nosso cérebro porque têm uma finalidade evolutiva: no início da história humana, havia muitos predadores perigosos nos ameaçando e era fundamental para a nossa sobrevivência estar alerta e reagir o mais rápido possível ao menor sinal de perigo.
“A ansiedade é um sinal de que você precisa prestar atenção a algo que seu cérebro diz que é importante para sua sobrevivência. Ele indica isso liberando o hormônio cortisol para levar seu corpo a lutar ou fugir. Pode ser um alarme falso, mas tentar fazer com que isso suma só o tornará mais forte”.
A solução, então, é se manter consciente do que você está sentindo e agir estrategicamente, avaliando se existe realmente uma ameaça real e se há alguma ação de emergência a ser tomada. Conforme você se habitua a fazer isso, em vez de simplesmente agir automaticamente, sua relação com a ansiedade muda.

2. Buscar segurança a qualquer custo
É muito comum tentarmos nos acalmar buscando fatos e dados que nos confortem. Nós queremos encontrar respostas ou soluções definitivas aos nossos problemas, queremos nos sentir completamente seguros e nos controle da situação.
Seria maravilhoso se isso fosse possível com todas as coisas que nos causam ansiedade, mas a gente sabe que não é assim. E, quanto mais cavamos em busca de informações que nos acalmem, maior a nossa chance de encontrar outros motivos para nos preocuparmos. O tempo e o imprevisto sobrevêm a todos nós, e não há o que possamos fazer em relação a isso.

3. Ficar ruminando pensamentos e preocupações
“A preocupação foi definida como o componente cognitivo da ansiedade”, explica Greenberg. “Muitos de nós respondemos à ansiedade nos preocupando e analisando a situação, trabalhando diferentes respostas possíveis em nossa mente”. Claro que isso pode ser útil quando na dose certa, mas o problema é que, segundo ela, a maioria de nós faz isso demais.
E, quando a gente exagera na dose, começamos com pensamentos repetitivos e cada vez mais negativos e entramos em uma espiral de preocupação. Você com certeza já entrou nessas de ficar pensando coisas como “Por que ele(a) não respondeu minha mensagem ainda? Será que eu fiz algo de errado? Por que eu não consigo parecer legal nunca? Eu vou morrer sozinho? etc.”. Se você perceber que está entrando nessa, corra para se distrair com outra coisa. Alimentar esses pensamentos só os tornam mais poderosos.

4. Fugir de tudo o que lhe causa desconforto
Já dissemos que a ansiedade desencadeia a disposição de “lutar ou fugir”, e uma resposta ligada à fuga é evitar tudo aquilo que tem alguma chance de nos causar desconforto. Pode ser uma viagem com conhecidos, tocar um projeto novo, falar em público, confrontar alguém que tenha te tratado mal.
“O problema com a evasão é que isso piora a ansiedade no longo prazo. Você pode experimentar algum alívio de curto prazo ao estar longe da situação, mas fugir torna mais difícil enfrentar as coisas na próxima vez. Você começa a se ver como alguém que não consegue lidar com a situação e ela começa a parecer cada mais aversiva e ameaçadora”, duz Greenberg.
A solução? Fazer exatamente o contrário. “Quando você deliberadamente enfrenta situações que você teme, o medo começa a diminuir depois de um tempo, enquanto seu cérebro registra que nada de terrível está acontecendo”.

Viste em: Como as pessoas Funcionam

Meditação em 1 minuto

Como abrir seus 7 chakras (explicado por um desenho infantil)

É muito interessante quando vemos culturas e filosofias orientais sendo compartilhadas aqui no Ocidente, não acha?
Tudo fica ainda mais legal quando descobrimos que existe programas infantis promovendo este tipo de conteúdo.
O desenho animado “Avatar: A Lenda de Aang”, do canal Nickelodeon, dedicou 10 minutos de um episódio para introduzir o assunto dos 7 chakras principais para as crianças.
Clique no play abaixo para descobrir como abrir seus chakras.



Visto em: Awebic

terça-feira, agosto 29, 2017

10 razões pelas quais você nunca deve mexer com um empata

À primeira vista parece que os empatas são pessoas frágeis e emocionais.
Mas esta vulnerabilidade em sentir mais intensamente do que as outras pessoas é algo que você nunca deve tomar como uma fraqueza.
Na verdade, os empatas são dotados de uma superpotência que vai além de apenas “sentir mais profundamente”. Isso é apenas um subproduto do seu verdadeiro dom.
Eles veem através das mentiras e do fingimento. Se você acha que pode manipular a sua natureza, tenha em mente que eles sabem o que você está fazendo.
Qual é o dom primário de um empata?
Os empatas podem nascer com uma capacidade elevada de sentir os sentimentos alheios, no entanto, este não é o seu verdadeiro dom.
O seu dom primário é a compreensão divina da psicologia humana!
Isso lhes dá a capacidade de saber quando alguém está fingindo, mentindo, ou simplesmente não são quem eles disseram que eram. Algumas pessoas boas têm intenções cruéis, e os empatas podem reconhecer isso.
A melhor maneira de explicar este fenômeno é: eles apenas sabem. É como se tivessem um outro par de olhos que podem ver as intenções. Eles sabem ler as pessoas, e não são facilmente enganados.
Sim, toda essa sensibilidade,às vezes, pode ser esmagadora, mas qualquer um se sentiria tão intenso, se vissem o quanto as pessoas fingem e mentem ao seu redor o tempo todo!
As pessoas não mentem para os outros, necessariamente, mas mentem para si mesmas. As pessoas complicam tanto suas vidas! E se o mundo estivesse ciente de como é falso, quanto sofrimento é criado por causa dessa farsa, todos sentiriam a mesma intensidade que os empatas sentem.

Aqui estão 10 razões pelas quais você nunca deve mexer com um empata:

1. Empatas são basicamente detectores de mentira
Quando alguém mente, eles desligam certos movimentos do corpo subconsciente, dando pistas desse comportamento. Se você é um tipo de parceiro que não consegue controlar suas mentiras, não fique com um empata. Em breve você vai desfrutar do sabor do seu próprio remédio.
Formas comuns de identificar um mentiroso é o seu movimento ocular e a intenção de convencê-lo. A fim de mentir eles têm que virar as costas para suas emoções. Isso cria um tipo de desarmonia que pessoas sensíveis podem perceber.
No entanto, se você é um empata você já sabe disso. Você apenas não sabe como explicar porque você sabe, você apenas sabe. É o sentimento mais proeminente que você já sentiu em seu instinto.

2. Não tente enganá-los
Os empatas sentem os sentimentos de outras pessoas muito mais do que eles gostariam. Por causa disso, eles sabem quando você está fingindo.
Não tente esconder suas intenções cruéis em torno de um empata, isso simplesmente não vai funcionar. É como usar um chapéu colorido. Eles têm um sentido, como a visão, que simplesmente vê as intenções, assim como as pessoas veriam o chapéu colorido.
Eles podem ver através de seu disfarce conivente. E, muitas vezes, não se aproximam também, porque eles também estão cientes de que você, obviamente, tem algum tipo de distorção mental.

3. Eles sentem seu ciúme
Pessoas empatas podem sentir quando você está com ciúmes deles. Você pode esperar que isso os faça sentir mais carismáticos e confiantes, mas isso não é verdade. Os empatas podem saber quando você está com inveja deles por algum motivo, e eles, muitas vezes, demonstram humildade para fazer você se sentir mais confortável.

4. Eles sentem o ódio
Um dos sentidos mais predominantes que um empata sente é o ódio. O ódio é uma emoção tão negativa que dá uma energia poderosa. Os empatas são afetados por este sentimento. Eles não ficarão feridos por causa do seu ódio, mas preferem não ter sua alma afetada por sua energia negativa.
Eles não perdem o sono por qualquer ódio, que muitas vezes faz com que as pessoas os odeiem ainda mais. Eles estão confortáveis com quem são e não esperam ser mais que ninguém.

5. Eles conhecem seus preconceitos
Os empatas sempre saberão quando você tem um preconceito oculto e eles, provavelmente, perderão interesse em você. Isso porque eles veem as pessoas através de todas as camadas e sabem quem realmente somos no fundo. Rótulos não significam nada para eles!
Pessoas empatas não estão interessadas em pessoas que são superficiais ou egocêntricas. Eles não respeitam as pessoas que deixam rótulos determinar como eles veem os demais.

6. Eles sabem que você não está bem.
“Você está bem?”
“Sim, estou bem.”
“Não, você não está. Agora, conte-me tudo. “
Se você já teve essa conversa com um amigo, talvez ele seja uma empata. Os empáticos sabem quando você mente e também sabem quando você se sente mal. Ter um amigo que você possa conversar sobre as coisas é uma tremenda ajuda! Tire proveito das habilidades de cura do seu amigo e não minta para ele. Não tenha medo; eles querem ajudar.

7. Eles não gostam de bajuladores
Os empatas detestam conversa fiada. Não elogie falsamente um empata para ganhar seu afeto. Eles odeiam isso e sabem o que você está tentando fazer.
A habilidade mais poderosa de um empata é decifrar as ações e as intenções das pessoas. Eles percebem as camadas de sua psicologia, que nem você está ciente. Então, seja honesto com eles. É mais fácil!

8. Eles sabem quando você está no caminho errado
Se você tem um amigo empata e eles estão lhe dando avisos sobre os que você anda aprontando, é melhor ouvir.
Eles são bons em prever um comportamento destrutivo em potencial. Eles conhecem o seu raciocínio subconsciente, e sabem o que pode resultar disso; e eles vão te dizer se vale ou não a pena. Então, é melhor reavaliar seriamente suas intenções.

9. Eles sabem quando você está tentando ser alguém que você não é
Os empatas têm a capacidade de ver o interior da pessoa. Eles apreciam suas qualidades e seus defeitos! Não há nada mais atrativo para um empático do que alguém que é verdadeiro consigo mesmo.
Seja confiante em sua própria pele e não tente ser alguém que você não é. Especialmente na frente de um empata. Eles se apaixonam pela congruência porque sabem como isso é raro no mundo. Pessoas congruentes são como uma lufada de ar fresco para eles.

10. Eles podem identificar a exploração
Você se lembra de quando era criança e queria alguma coisa, então, você agraciava seus pais para conseguir o que queria.
Não faça isso com um empata. É mais provável obter o que você quer dizendo logo de uma vez, em vez de tentar parecer merecedor. Eles vão deixá-lo fazer o seu jogo, vão circular em torno de você, até que você fique cansado de brincar. É engraçado para eles verem até onde você vai.

Visto em: O Segredo

segunda-feira, julho 17, 2017

Cientistas apontam que o coração pensa e irradia

“O coração é também o primeiro órgão formado no útero. O resto vem depois”. Recentemente, neurofisiologistas ficaram surpresos ao descobrirem que o coração é mais um órgão de inteligência, do que (meramente) a estação principal de bombeamento do corpo.
Mais da metade do Coração é na verdade composto de neurônios da mesma natureza daqueles que compõem o sistema cerebral. Joseph Chilton Pearce-, autor de A biologia da Transcendência, chama a isto de ”o maior aparato biológico e a sede da nossa maior inteligência”.
O coração também é a fonte do corpo de maior força no campo eletromagnético. Cada célula do coração é única e na qual não apenas pulsa em sintonia com todas as outras células do coração, mas também produz um sinal eletromagnético que se irradia para além da célula.
Um EEG que mede as ondas cerebrais mostra que os sinais eletromagnéticos do coração são muito mais fortes do que as ondas cerebrais, de que uma leitura do espectro de freqüência do coração podem ser tomadas a partir de três metros de distância do corpo … sem colocar eletrodos sobre ele!
A freqüência eletromagnética do Coração produz arcos para fora do coração e volta na forma de um campo saliente e arredondado, como anéis de energia. O eixo desse anel do coração se estende desde o assoalho pélvico para o topo do crânio, e todo o campo é holográfico, o que significa que as informações sobre ele podem ser lidas a partir de cada ponto deste campo.
O anel eletromagnético do Coração não é a única fonte que emite este tipo de vibração. Cada átomo emite energia nesta mesma frequência A Terra está também no centro de um anel, assim é o sistema solar e até mesmo nossa galáxia … e todos são holográficas.
Os cientistas acreditam que há uma boa possibilidade de que haja apenas um anel universal abrangendo um número infinito e interagindo dentro do mesmo espectro. Como os campos eletromagnéticos são anéis holográficos, é mais do que provável que a soma total do nosso Universo esteja presente dentro do espectro de freqüência de um único anel.
Isto significa que cada um de nós está ligado a todo o Universo e como tal, podemos acessar todas as informações dentro dele a qualquer momento. Quando ficamos quietos para acessar o que temos em nossos corações, nós estamos literalmente conectados à fonte ilimitada de Sabedoria do Universo, de uma forma que percebemos como “milagres” entrando em nossas vidas.
Quando desconectamos e nos desligamos da sabedoria inata de amor do Coração, baseado nos pensamentos, o intelecto refletido no ego assume o controle e opera independentemente do Coração, e nós voltamos para uma mentalidade de sobrevivência baseada no medo, ganância, poder e controle.
Desta forma, passamos a acreditar que estamos separados, a nossa percepção de vida muda para uma limitação e escassez, e temos que lutar para sobreviver. Este órgão incrível, que muitas vezes ignoramos, negligenciamos e construímos muros ao redor, é onde podemos encontrar a nossa força, nossa fé, nossa coragem e nossa compaixão, permitindo que a nossa maior inteligência emocional guie nossas vidas.
Devemos agora mudar as engrenagens para fora do estado baseado no medo mental que temos sido ensinados a acreditar, e nos movermos para viver centrados no coração. Para que esta transformação ocorra, é preciso aprender a meditar, “entrar em seu coração” e acessar a sabedoria interior do Universo.
É a única maneira, é O Caminho.A medida que cada um de nós começa esta revolução tranquila de viver do Coração, vamos começar a ver os reflexos em nossas vidas e em nosso mundo.
Esta é a forma como cada um de nós vai criar uma mudança no mundo, criar paz, criar harmonia e equilíbrio, e desta forma, vamos todos criar o Paradigma do Novo Mundo do Céu na Terra.”

Visto em: Revista Pazes

domingo, julho 02, 2017

27 pequenas mudanças para fazer antes dos 35 anos e agradecer aos 50


1. Se sua opinião sobre determinado assunto for muito apaixonada, repense-a.


Quase sempre há alguma perspectiva que você nunca considerou sobre o assunto, e nunca é demais ser mais flexível e compreensivo.

2. Faça amizade com pessoas fora do seu grupo social familiar.


Quanto mais diferentes as pessoas forem de você, melhor.

3. Aprenda a curtir ficar sozinho.


Comece a pensar em si mesmo como uma pessoa muito legal para passar um tempo, e o resto virá naturalmente.

4. Pare de comer alimentos muito açucarados e processados.


Pelo menos durante a semana.

5. Faça pelo menos 15 minutos de exercício, pelo menos três vezes por semana.


Você nem precisa sair de casa para fazer isso!

6. Livre-se de um defeito, hábito ruim ou vício.


Você dorme demais? Bebe? Fuma? Faz os três? Abandone pelo menos um deles.

7. Assista a mais documentários.


Documentários irão ampliar seus horizontes e torná-lo uma pessoa com maior compreensão do mundo. Eles também são úteis para lhe dar muito mais assunto para conversas.

8. E, claro, leia mais.


Enfie a cara em um livro e não desista. Então faça isso de novo, e de novo, e de novo.

9. Aprenda a fazer algo novo que também seja útil.


Como aprender a cozinhar.

10. Mas também aprenda algo que não tenha nenhum aplicação prática.

Como aprender a tocar gaita.

11. Pense antes de falar.


Você terá menos arrependimentos e parecerá mais inteligente.

12. Se um relacionamento com alguém de sua família azedar, tente perdoar e esquecer, se for possível.



13. Odeia seu trabalho? Tente conseguir um novo.


Não desperdice anos — ou até mesmo décadas — de sua vida em um lugar que você odeia ou em uma carreira que você não gosta. Se puder, busque algo que você goste.

14. Pare de acumular coisas.


Jogue fora ou doe as coisas que você não usa mais. Limpe seu espaço e liberte-se de todos os bens materiais que estão te aborrecendo.

15. Identifique todas as pequenas coisas que precisam de conserto em sua vida (como pregar o botão que caiu de uma blusa e trocar aquela lâmpada da área de serviço) e anote-as em uma lista.


Então, comece a trabalhar na lista. Cuide de uma coisa por dia ou por semana.

16. Pelo menos uma vez por dia reserve um momento para ser grato por alguma coisa em sua vida, seja o que for.


Todo dia, pense sobre como seu almoço estava delicioso, como seus amigos seus legais ou como você se recuperou rápido daquela gripe. Não importa. Apenas seja grato.

17. Reclame menos.


Isso realmente fará você se sentir melhor.

18. Tente remover de sua vida qualquer pessoa que seja prejudicial a você de qualquer maneira.


Diga adeus a aquele "amigo" tóxico.

19. Se houver algo que você realmente não queira fazer, não faça.


Não se torne infeliz apenas para fazer os outros felizes. Não vale a pena.

20. Não confie em qualquer um.

Nem todo mundo é seu amigo.

21. Mas cultive aquelas amizades que realmente valem a pena.



22. Viaje mais e gaste menos com roupas.



23. Faça algo que realmente te assuste.



Pular de bungee jump? Nadar com tubarões? Se comprometer de verdade com alguém? (Os três? DE UMA SÓ VEZ?!)

24. Adote um animal de estimação (se você realmente estiver pronto para cuidar de um com responsabilidade).


Definitivamente não se apresse se você não estiver pronto, mas adotar um animal de estimação te ensinará muito sobre a vida e o amor.

25. Sorria mais.



26. Aprenda com cada experiência, independente se for boa ou ruim.



Sério.

27. E aceite o fato de que às vezes a vida é desconfortável e injusta.


Supere o que for ruim e aproveite o que for bom.

Visto em: BuzzFeed

Não é o amor que sustenta o relacionamento, é o modo de se relacionar que sustenta o amor

Amar é tão simples. As pessoas é que complicam, as pessoas é que idealizam demais e esquecem de viver a realidade que, por mais complicada que possa parecer, continua linda de viver. As pessoas se esquecem de que o amor precisa ser alimentado não com presentes e jantares caros. Não, o amor não precisa ser financiado para se manter.
O problema é que as pessoas se esquecem do chocolate favorito quando vão ao mercado, se esquecem de que aquela camiseta do Star Wars vai fazer o coração do outro bater mais forte e que o sorriso vai ser desenhado aos poucos em seu rosto como quem diz obrigada.As pessoas se esquecem da cor favorita, da sobremesa preferida, se esquecem de que um filme de comédia romântica, em um final de tarde no domingo, faz bem. As pessoas se esquecem de elogiar aquele vestido novo, de dizer o quanto está linda naquele pijama velho que a deixa ainda mais bonita.As pessoas se esquecem da importância de assistir um jogo de futebol com o parceiro, de gritar com ele quando o seu time faz um gol e de vibrar com os “quase” gols.As pessoas se esquecem de tirar um tempo de qualidade para escutar o outro. As pessoas se esquecem de dar uma flor dessas que a gente rouba do quintal dos outros (risos). De elogiar o perfume novo e de dizer aos pés do ouvido o quanto ama esse alguém.Não precisa de buquê no trabalho, não precisa levar para jantar em um restaurante caro, não precisa encher de joias, comprar presentes caros. Não precisa disso para manter a chama do amor acesa. Não é isso que faz pegar fogo.
Um beijo na testa faz o coração de qualquer mulher se acalmar, um abraço quando as coisas não estão bem faz com que a gente se sinta protegido e assistir aquele filme que o outro tanto quer, também sabe agradar.
Beijos ao pé da orelha causam arrepios e o toque sincero faz o corpo balançar. O problema é que as pessoas são intensas demais no começo de um relacionamento e fazem de tudo para conquistar o outro, mas não sabem como lidar com todo o sentimento que, às vezes – na maioria das vezes – parece não caber dentro da gente.
E aí vem os inúmeros presentes, os inúmeros agrados, os inúmeros elogios e depois de um tempo, a insegurança vai embora e a gente se esquece de que é preciso conquistar todos os dias. Mas isso, ao contrário do que muita gente pensa, não é um fardo, obrigação e está longe de ser um sacrifício.
É a simplicidade que emociona, é o beijo de bom dia, é o “sonhei com você”, é o elogio sincero e inesperado, é o cuidado, é fazer aquele mousse de maracujá, preparar uma janta em casa mesmo e dizer: “Só tinha ovos, fiz um omelete delicioso pra nós dois. Espero que goste”. Um recado deixado no meio dos seus livros é o suficiente para fazer o nosso coração sorrir.
Vai, manda um SMS no meio da tarde dizendo que não consegue parar de pensar nela, compra o seu chocolate favorito e aparece de surpresa. Vai, compra uma rosa – não um buquê- e deixa um bilhete dizendo o quanto você a ama.
Não deixe cair na mesmice, continue fazendo aquele belo sorriso brotar, aqueles lindos olhos brilharem. Vai, continua fazendo aquele corpo balançar com o teu toque. Vai, mantém essa chama acesa e deixe incendiar. O amor se alegra com a simplicidade e são as pequenas coisas que fazem o nosso coração sorrir sem medo, como quem tem alguém ao seu lado querendo fazer morada.

Visto em: Resiliência Mag

segunda-feira, janeiro 30, 2017

5 fatores que fazem um relacionamento durar

Não faltam gurus por aí dizendo o que devemos fazer. Muitas vezes, encontramos uns conselhos bem ruins, mesmo quando se usa descobertas científicas para justificá-los. Mas rolam também umas dicas ótimas baseadas puramente em experiências pessoais. E pode valer a pena dar uma olhada nelas.

Estes dias, o escritor Mark Manson se casou e pediu conselhos maritais aos seus milhares de leitores de várias partes do mundo. O cara escreveu dois best-sellers recentemente e é um ex-dating coach, o que significa que há muita gente acompanhando o seu trabalho e que ele tem algum conhecimento sobre o tema “relacionamentos”. Mas ele não queria conselhos de qualquer um – queria ouvir apenas aquelas pessoas que estivessem casadas há mais de 10 anos e que ainda estivessem felizes nessa relação. Também valiam os relatos de pessoas que fossem divorciadas, contando o que havia dado errado.

Segundo ele, quase 1.500 pessoas lhe escreveram, muitas delas detalhando sua experiência em várias páginas. Depois de duas semanas lendo e organizando tudo, Mark chegou à conclusão: “Era tudo incrivelmente repetitivo”. Longe de ser algo ruim, isso lhe mostrou que, aparentemente, existe mesmo uma receita para os relacionamentos serem bem-sucedidos. A lista toda está em seu site (em inglês), mas aqui estão cinco deles.

Estejam juntos pelos motivos certos

Ficar com uma pessoa porque sua família, sua igreja, seus amigos ou sua própria carência o pressionaram não são motivos certos. Achar que o relacionamento vai resolver todos os seus problemas – ou que irá resolver os problemas do seu parceiro – também entra na lista dos motivos errados. Motivo certo é estar com alguém porque você ama e admira a pessoa, e ama estar em sua companhia. 

Tenha expectativas realistas sobre relacionamentos e romance

Amor não é aquela coisa que te deixa cego, doido e com uma felicidade absoluta o tempo inteiro. A paixão pode te deixar assim, mas o amor é outra coisa. Então, se você está sempre esperando aquela pessoa que vai te arrebatar e te deixar em estado de graça para sempre, sinto dizer, mas isso não vai rolar. A boa notícia é que o amor é um negócio muito melhor que isso. “O amor verdadeiro, isto é, o amor profundo e permanente, que é impermeável aos caprichos emocionais ou à fantasia, é uma escolha. É um compromisso constante com alguém, independentemente das circunstâncias presentes. É um compromisso com uma pessoa que você compreende que não vai fazer você sempre feliz – nem deveria!”, escreve Mark.

Aceitem que vocês dois vão mudar ao longo do tempo de maneiras inesperadas

Se você espera passar o resto da vida junto com alguém, é fundamental entender que os dois passarão por muitas mudanças. Mudanças de emprego, de visual, de gosto musical, de interesses, de religião, de filosofia de vida, de opinião. Não só relacionamentos amorosos, mas também amizades podem acabar por causa disso, se os envolvidos não souberem respeitar e acolher essas mudanças.

“Quando você se compromete com alguém, você não sabe com quem realmente está se comprometendo. Você sabe quem a pessoa é hoje, mas não tem ideia de quem ela vai ser em cinco, dez anos, e assim por diante. Você tem que estar preparado para o inesperado, e se perguntar se admira essa pessoa, independentemente dos detalhes superficiais (ou não tão superficiais), porque eu garanto que quase todos esses detalhes em algum momento vão mudar ou ir embora”, escreveu um leitor.

Aprendam a brigar do jeito certo

Casais felizes e casais infelizes brigam. Não dá para compartilhar seu dia a dia com alguém sem nunca ter brigado com essa pessoa. A questão é saber lidar com os conflitos do jeito certo. Mark explica que, segundo o psicólogo e pesquisador John Gottman, ofender seu parceiro, culpá-lo por ações suas, colocá-lo para baixo e até mesmo fugir das brigas ignorando o que ele diz são atitudes comuns entre casais mais propensos ao divórcio.

Em vez disso, tenha o cuidado de nunca insultar seu parceiro, por mais bravo que esteja. Não ressuscite brigas anteriores e desencane do impulso de querer estar sempre certo. Não adianta nada “ganhar” uma discussão se a pessoa que você ama sai se sentindo para baixo ou não amada. E, embora seja importante sair para respirar um pouco se as coisas ficarem muito pesadas, não fuja das brigas. É preciso ter conversas desconfortáveis e estar aberto para ouvir coisas que você não gostaria de ouvir – mas tendo sempre o objetivo de resolver a situação.

Nunca deixem de fazer pequenos gestos para manter o romance

Por simples que pareçam, pequenas atitudes como jantar juntos, segurar a mão enquanto assistem a um filme ou levar um presentinho de surpresa são fundamentais para manter um relacionamento saudável e garantir que vocês não virem simplesmente colegas de quarto. Mark conta que quase metade dos 1.500 relatos que ele recebeu abordam isso de alguma forma. “Os leitores dizem que precisamos cultivar o hábito de ter encontros românticos, planejar escapadelas em alguns finais de semana e arranjar tempo para o sexo, mesmo quando estamos cansados, estressados e o bebê está chorando, mesmo quando o Junior tem futebol às 5h30 da manhã do dia seguinte. Vai valer a pena”.

Visto em: Como as pessoas funcionam

segunda-feira, dezembro 26, 2016

Parábola sobre a realização dos desejos

Nos arredores do Universo tinha uma pequena lojinha. Há tempos não tinha uma placa, mas o seu dono não queria colocar outra, porque todo mundo que vivia perto sabia muito bem onde os desejos eram vendidos.
A mercadoria era muito variada, quase tudo podia ser comprado lá: iates enormes, casas, um companheiro, o cargo de vice-presidente de uma corporação, dinheiro, filhos, o trabalho dos sonhos, um corpo belo, a vitória num concurso, grandes carros, poder, sucesso e muito mais. A única coisa que não se vendia eram a vida e a morte, tarefa do escritório principal localizado em outra galáxia.
A primeira coisa que cada um que chegava na loja fazia (porque havia algumas pessoas que nem sequer iam à loja, e ficavam em casa, de braços cruzados, cuidando do seu desejo), era perguntar o preço do seu desejo.
Os preços eram todos diferentes. Por exemplo, o emprego dos sonhos custava renunciar à estabilidade e à previsibilidade, exigia estar pronto para planejar e estruturar a vida por conta própria, usar a autoconfiança, ter confiança nas próprias forças e permitir-se trabalhar onde ditasse o coração e não onde a sociedade ordenava.
O preço do poder, por sua vez, era um pouco mais alto: havia que renunciar a algumas das suas convicções, saber encontrar uma explicação racional para tudo, saber aplacar os demais e valorizar a si mesmo, dar-se a oportunidade de dizer ’eu’, falar sobre si mesmo sem se importar se os outros concordavam ou não com isso.
Alguns dos preços pareciam estranhos. O casamento poderia ser obtido quase sem dar nada em troca, mas ter uma vida feliz era muito caro. Fazia parte do seu preço assumir a responsabilidade da própria felicidade, ter a capacidade de aproveitar a vida, saber o que se quer, recusando-se a que todos gostem de você, ser capaz de valorizar o que você tem, permitindo-se ser feliz, ser consciente do seu próprio valor, recusar-se a ser a vítima, correr o risco de perder alguns amigos e conhecidos, e a firme determinação de amar.
Nem todos que chegavam na loja vinham prontos para comprar um desejo instantaneamente. Alguns se decepcionavam e apenas viam o preço do seu desejo. Outros passavam um longo tempo pensando, recontando o que tinham e analisando de onde tirar o que precisavam. Outros começavam a reclamar dos preços elevados, pediam descontos ou perguntavam quando seriam as promoções.
Havia outros que traziam todas as suas economias, e em troca recebiam o seu desejo tão ansiado embrulhado num lindo papel de presente dourado. Com certa frequência também apareciam aqueles que recebiam os seus desejos sem pagar nada, porque eram amigos do dono, e os outros olhavam com inveja e receio.
Quando perguntavam ao dono da loja se ele não temia fazer muitos inimigos ou ficar sem clientes, ele negava com a cabeça e respondia que sempre haveria corajosos dispostos a se arriscar, a mudar de vida, a renunciar em ter uma existência previsível e comum, aqueles capazes de acreditar em si mesmos, com a força e os meios para pagar o preço da realização de seus desejos.
Uma coisa que também me lembro é que na porta da loja esteve pendurado, durante centenas de anos, um aviso que dizia: «Se o seu desejo não se cumpriu, é porque você ainda não o pagou.»

Visto em: Incrível Club

segunda-feira, outubro 31, 2016

Por que os jovens já não querem comprar carro nem casa própria?

Tradicionalmente, o que se convencionou chamar de sucesso é medido pelo fato de ter casa própria e carro. Mas isso já não é mais assim. A cada dia, aumenta o número de jovens que optam em não adquirir este tipo de bens.

Diversos estudos especializados mostraram que cada vez menos pessoas da chamada ’geração Y’ (que hoje têm cerca de 30 a 35 anos) compram casa. Sem falar no número ainda menor de interessados em adquirir um automóvel. Na realidade, eles não fazem quase nenhum tipo de gasto grande, sem contar os iPhones, é claro.

Nos Estados Unidos, jovens de até 35 anos são conhecidos como ’a geração dos alugadores’. Por que isso acontece? Alguns sociólogos têm certeza de que os jovens de hoje estão mais atentos, sabendo que podem enfrentar crises financeiras e, por isso, temem fazer grandes financiamentos.

Mas isso não é o principal. O fundamental é que a ’geração Y’ se diferencia da geração de seus pais quanto aos valores. São muito diferentes.

Os jovens redefiniram sucesso. Antes, dizia-se que alguém de sucesso era aquele com casa própria e pelo menos um carro. Mas agora valoriza-se quem investe seu dinheiro em experiências, viagens e aventuras.

Jovens vêm deixando conscientemente de comprar bens móveis e imóveis, preferindo recorrer ao aluguel. Hoje em dia, as pessoas preferem horários de trabalho mais flexíveis, independência econômica e geográfica ao que antes era tido como prosperidade e estabilidade.

As coisas materiais estão deixando de despertar o interesse das pessoas. Para que ter um carro se você pode usar o transporte público, táxi, bicicleta ou Uber? Sobretudo nas grandes cidades, há alternativas ao uso do transporte motorizado próprio.

Para que comprar uma casa em um lugar lindo para poder descansar, se você pode, através de plataformas como ’Airbnb’, encontrar um lugar em qualquer lugar do Planeta? Não é necessário sequer fazer um contrato formal de aluguel, nem comprar uma casa no país onde você deseja viver naquele momento. É o mesmo que acontece com os bens imóveis na cidade natal. Em primeiro lugar, a pessoa não sabe por quanto tempo mais irá morar no mesmo lugar em que vive atualmente. Em segundo lugar, para que se comprometer com um financiamento de 40 anos se, por um lado, isso significa viver o resto da vida como se estivesse pagando aluguel? No fim das contas, o mais provável é que a pessoa mude seu local de trabalho muitas vezes do decorrer dos anos, e quando se vive de aluguel, não há nada que impeça alguém de se mudar para um novo bairro, mais próximo do local de trabalho. A revista Forbes já disse que os jovens contemporâneos mudam de trabalho em média três vezes por ano.

O próprio conceito de propriedade das coisas já não é mais a mesmo.

O crítico James Gamblin, colunista da revista Atlantis explica o fenômeno da seguinte maneira: "Durante os últimos dez anos, psicólogos fizeram várias investigações que demonstram que, levando em conta a felicidade e a sensação de bem estar, é muito melhor gastar dinheiro adquirindo novas experiências do que comprando coisas. Isso é o que deixa as pessoas mais felizes."

Trecho extraído do artigo de Gamblin:

"Parece que as pessoas não querem ouvir histórias sobre onde você comprou uma casa, e sim ouvir o quão maravilhoso foi seu fim de semana. Até mesmo uma experiência ruim pode se transformar numa história fascinante. A interação social entre as pessoas desempenha um papel muito importante na hora de definir se elas serão felizes ou não. Logo, é preciso conversar com outras pessoas e ter muitos amigos. Obviamente, os outros irão gostar mais de ouvir sobre uma viagem maluca e inesperada, ou sobre como alguém morou em um país desconhecido, do que ouvir quantas casas alguém conseguiu comprar."

E tem mais uma coisa. O que acontece é que as coisas que nós possuímos, especialmente se forem caras, nos obrigam a nos preocupar com elas. Basta comprar um carro para se assustar sempre que algum alarme é disparado na rua. Quando se compra uma casa e muitos eletrodomésticos para que o lar seja confortável, surge o medo de a casa ser invadida por ladrões. Isso sem falar que automóveis acabam ganhando arranhões, batidas, e os televisores caros teimam em funcionar perfeitamente durante apenas um ano. Por outro lado, experiências e aventuras vividas continuam para sempre onde estão. Ninguém pode tirá-las de você.

Em sua maioria, nossos pais não tinham a chance de viajar tanto nem de ir a lugares tão distantes como nós temos hoje. Eles não tinham a possibilidade de se divertir como fazemos agora. Não tiveram tantas chances de abrir um negócio próprio, por isso investiram em bens móveis e imóveis, mas nós não precisamos seguir seus passos nesse sentido. Além disso, qualquer compra — que não seja uma casa ou apartamento — irá perder seu valor com o tempo. E se você der uma olhada no ritmo lento e na recessão do mercado imobiliário, tudo fica ainda mais óbvio.

O importante é que as experiências não se desvalorizam e não podem ser roubadas.


Visto em: Incrível

Admiro pessoas simples, gente que não se acha mais que ninguém


Todos nós gostamos de pessoas simples e humildes que não se acham mais do que ninguém. Estas pessoas fogem da humildade falsa do “Eu faço tudo melhor”, do orgulho e do egoísmo desmedido. Elas, melhor do que ninguém, percebem que a arrogância das pessoas com ar de superioridade é tão insuportável quanto desprezível.

Além disso, falar com arrogância e gabar-se com muita frequência geralmente reflete algum tipo de falta, vazio ou insatisfação com a própria vida. É caso para dizer que essas atitudes são próprias de alguém que faz “muito barulho por nada”.

Muitas vezes quanto mais vazio por dentro alguém é, mais barulho faz. Quando vemos uma pessoa falando demais, interrompendo a conversa de todos, sendo precipitada ou violenta, vangloriando-se do que tem, sentindo-se arrogante e diminuindo as outras pessoas, pode ser sinal de alguém vazio. “Diz-me do que te gabas e eu te direi o que te faz falta.”

A humildade é saber silenciar as nossas forças e permitir que os outros as descubram. Ninguém está mais vazio do que aquele que está cheio de si mesmo.

As pessoas simples e humildes são as melhores porque elas não têm necessidade de competir ou de estarem certas. Elas não precisam fingir ou mentir, porque o que são é mostrado nas suas ações, na sua postura e no seu equilíbrio.

Mas há pessoas que, infelizmente, estão tão vazias que se alimentam de se vangloriar e de se gabar, estão tão vazias que procuram desesperadamente aprovação através das suas palavras vazias.

Quando conseguimos algo muito importante para nós mesmos é normal e habitual mostrar orgulho, no entanto, há uma grande diferença entre o orgulho do esforço por ter alcançado um objetivo e a arrogância.

Nada do que possamos conseguir nos faz dignos de louvor ou superiores aos outros. Apenas a bondade e a humildade nos ajudam a elevar-nos e a construir suportes para a nossa própria felicidade.

Visto em: Já Foste

quinta-feira, julho 28, 2016

Vida de Solteiro

Texto de Rafael Magalhães

“E a namorada?” Alguém vai me perguntar. Aí vou sorrir e responder: “Estou solteiro!”. E logo depois vem aquela cara de: “nossa, coitadinho”, quando ao meu ver era a hora certa da pessoa me abraçar e pularmos gritando: “Parabéns Campeão!” Sabe, realmente não entendo essas pessoas que colocam o fato de encontrar uma pessoa como sendo um dos objetivos primordiais da vida. Como se a ordem natural fosse: nascer, crescer, conhecer alguém e morrer.

A meu ver, não é assim. As pessoas se dizem solteiras como quem diz que está com uma doença grave, alguém que precise de ajuda. Não é nada disso. Existe sim vida na “solteridão”! E das boas. E isso não quer dizer farra, putaria, poligamia ou promiscuidade. Aliás, quer dizer sim, mas só quando você tiver afim. No mais quer dizer liberdade, paz de espírito, intensidade. E olha que escrevo isso com algum conhecimento de causa, já que tenho vários anos de namoro no currículo.

De verdade, do fundo do coração, eu estou muito bem solteiro. Acho até que melhor que antes. Gosto de acordar pela manhã sem saber como vai terminar meu dia. Gosto da sensação do inesperado, da falta de rotina e de não ter que dar satisfação. Gosto de poder dizer sim quando meu amigo me liga na quinta-feira perguntando se quero viajar com ele na manhã seguinte. De chegar em casa com o Sol nascendo. De não chegar em casa as vezes. De conhecer gente nova todos os dias. De não ter que fazer nada por obrigação. De viver sem angústia, sem ciúme, sem desconfiança. De viver.

Acredito que todo mundo precisa passar por essa fase na vida. Intensamente inclusive. Sabe, entendo que talvez essa não seja sua praia. Ou talvez você nunca vá saber se é. Eu mesmo não sabia que era a minha, e veja só você, hoje sou surfista profissional. O que percebo são pessoas abraçando seus relacionamentos como quem segura uma bóia em um naufrágio. Como se aquela fosse sua última chance de sobrevivência. Eu não quero uma vida assim. Nessa hora talvez você queira me perguntar: “Mas e aí? Vai ficar solteirão para sempre? Vai ser assim até quando?” E eu vou te responder com a maior naturalidade do mundo: “Vai ser assim até quando eu quiser”.

Quando encontrar alguém que seja maior que tudo isso, ou talvez alguém que consiga me acompanhar. E não venha me dizer que aquele relacionamento meia boca seu é algo assim. O que eu espero é bem diferente. Quando se gosta da vida que leva, você não muda por qualquer coisa. Então para mim só faz sentido estar com alguém que me faça ainda mais feliz do que já sou, e como sei que isso é bem difícil, tenho certeza que o que chegar será bem especial. E se não vier também está tudo bem sabe? Eu realmente não acho que isso seja um objetivo de vida. Não farei como muitos que se deixam levar pela pressão dessa sociedade.

Tanta gente namorando pra dizer que namora, casando pra não se sentir encalhado, abdicando da felicidade por um status social. Aí depois vem a traição, vem o divórcio, a frustração e todo o resto tão comum por aí. Não, não. Me deixa quietinho aqui com minha vida espetacular. Pra ser totalmente sincero com você, a real é que não é sua situação conjugal que te faz feliz ou triste.

Conheço casais extremamente felizes e outros que estão há anos fingindo que dão certo. Conheço gente solteira que tem a vida que pedi para Deus e outros desesperados baixando aplicativos de paquera e acreditando que a(o) ex era o grande amor e que perdeu sua grande chance. Quanta bobagem.

A verdade é que só você mesmo pode preencher o seu vazio, e colocar essa missão nas mãos de outra pessoa e pedir pra ser infeliz. Conheço sim vários casais incríveis, assim como tantos outros que não enxergam que estão se matando pouco a pouco. Só peço que não deixem que o medo da solidão faça com que a tristeza pareça algo suportável. Viver sozinho no início pode parecer desesperador, mas de tanto nadar contra a maré, um dia você aprende a surfar. E te digo que quando esse dia chegar, você nunca mais vai se contentar em ficar na areia. Desse dia em diante só vai servir ter alguém ao seu lado se este estiver disposto a entrar na água com você.

sexta-feira, abril 08, 2016

17 coisas que as pessoas emocionalmente fortes NÃO fazem

Uma vez que você acreditar que é emocionalmente forte, você inconscientemente atuará de maneira mais firme e assertiva e começará a assumir o controle sobre seus caprichos emocionais. – Senora Roy
A vida é composta por uma série de histórias, sendo que cada um de nós tem uma única história para contar. Existem bilhões e bilhões de histórias, mas nenhuma é exatamente igual. Se a história de sua vida teve mais momentos tristes do que os felizes, é hora de mudar isso. E o melhor lugar para começar essa mudança é dentro de sua cabeça.
Pode parecer mentira, mas você tem o poder de modificar diversas coisas em sua vida. Para isso, uma habilidade fundamental e que irá ajudá-lo a chegar lá é aprender a tornar-se emocionalmente forte. A boa notícia é que a força emocional é como um músculo: quanto mais você usá-la, mais forte ela se torna.
Neste artigo, você verá uma lista de 17 coisas que as pessoas emocionalmente fortes não fazem ou, pelo menos, evitam de fazer.

Pessoas emocionalmente fortes não imploram por atenção
Força emocional significa confiança, e as pessoas confiantes não precisam ser constantemente o centro das atenções. Eles estão confortáveis ​​em sua própria pele.
Lembre-se de que compartilhar coisas com pessoas queridas é algo bom, o ruim é implorar por atenção de pessoas que não querem estar com você.

Elas não permitem que outros as “derrubem” facilmente
Pessoas emocionalmente fortes ignoram os inimigos e os pessimistas. Eles extirpam essas pessoas e se cercam de pessoas positivas e com quem possam construir coisas. Ou seja, evitam os famosos “vampiros emocionais”.

Elas não deixam de acreditar em si mesmas
De alguma forma, eu não posso acreditar que existam alturas que não podem ser escaladas por um homem que conhece os segredos de fazer sonhos se tornarem realidade. Este segredo especial, parece-me, pode ser resumido em quatro “c”s. Eles são curiosidade, confiança, coragem e constância, e o maior de todos é a confiança. Quando você acredita em uma coisa, acredita nela por todo o caminho, implícita e inquestionavelmente. – Walt Disney
Banhe-se com estas palavras surpreendentes de Walt Disney. A crença é a qualidade mais importante de força emocional.

Elas não têm medo de amar
O amor é a força que transforma e melhora a Alma do Mundo. – Paulo Coelho
As pessoas que possuem força emocional, na maioria das vezes, já sofreram grandes desgostos. Isso as tornou mais fortes. Só por que você foi ferido, não significa que você deve deixar de amar em sua vida. Abra seu coração e reconheça sua vulnerabilidade.

Elas não têm medo de desacelerar
Às vezes você precisa dar um passo atrás para recuperar forças, analisar a situação e refletir sobre as próximas medidas a serem tomadas. Desacelerar, longe de ser um sinal de fraqueza, pode ser um grande sinal de força e inteligência. Permita-se um tempo de reflexão e relaxamento. Ao contrário do que pode parecer, nem todas as decisões têm que ser tomadas imediatamente.

Recusam-se a ser vítimas das circunstâncias
Ser emocionalmente forte significa que se recusam a dar desculpas. Reconhecem os erros do passado e tentam aprendem com eles. Porém, o mais importante é que deixam o passado para trás e se concentram em obter algo para melhorar a cada dia.

Eles não têm problema em dizer não
Dizer não é uma das coisas mais importantes que você tem de aprender a fazer. Concentre-se em suas prioridades e dizer não a todo o material que faz com que você perca seu tempo e energia vital. Quem realmente gosta de você, entenderá, mesmo que não seja no dia.

Elas não recusam desafios
Pessoas emocionalmente fortes veem os desafios como oportunidades para crescer e melhorar a sua vida. Desafios acontecem por uma razão. E quando os transpomos, percebemos nossa real força e capacidade interna.

Elas não fazem as coisas que eles não querem fazer
Se você quiser manter o seu equilíbrio emocional e sanidade intacta, faça o que você ama. Livre-se da bagagem e compromissos que estão fazendo você infeliz ou reduza essa carga ao mínimo possível. Se não consegue se livrar de algo agora, tenha planos para mudar, mas nunca se acomode com a infelicidade.

Elas não se esquecem de que a felicidade também envolve uma decisão
Pessoas emocionalmente fortes sabem que a felicidade envolve escolhas. Elas entendem e respeitam as coisas que realmente precisam para serem mais felizes. Elas escolhem uma vida de simplicidade, produtividade e paixão.

Elas não perdem tempo
Abraham Lincoln disse:
"Não são os anos em sua vida que contam. É a vida em seus anos."
As pessoas emocionalmente fortes não perdem tempo fazendo coisas onde não acham sentido. Elas vivem conscientemente no presente e tentam aproveitar a vida no seu hoje.

Elas não têm medo de pedir ajuda
Cada uma das grandes mentes da história, desde Einstein até Edison, tiveram ajuda ao longo do caminho. Pessoas emocionalmente fortes não são orgulhosas e reconhecem o valor da ajuda e da colaboração mútua.

Elas não se colocam “para baixo”
Autopiedade é um traço comum entre as pessoas emocionalmente frágeis. Pessoas frágeis têm uma lista de desculpas para justificar suas inadequações em vez de encontrar maneiras de melhorá-las. Se você quer mudar alguma coisa, pare de se prender ao que não tem, às suas fraquezas ou ao seu passado. Apenas comece. Pequenas vitórias levam a grandes mudanças.

Elas não me importam em trabalhar um pouco mais “duro” do que os outros
As alturas alcançadas e mantidas pelos grandes homens não foram encontradas de maneira súbita. Enquanto seus companheiros dormiam, os grandes homens estavam labutando no meio da noite. – Henry Wadsworth Longfellow
Mergulhe nestas palavras poéticas de Longfellow. Entenda o que quer e coloque-se para trabalhar. Planeje-se, tenha metas realistas e você obterá os resultados que você está procurando.

Elas não reagem de forma exagerada quando as coisas saem de seu controle
Charles Swindoll disse:
“A vida é 10% o que acontece comigo e 90% de como eu reajo a isso.”
Pense em quantas vezes por dia você exagera em reações com coisas que nem são tão importantes. Quando você começar a sentir o seu sangue ferver, respire fundo e pergunte a si mesmo: “Isso realmente vale o meu nervosismo?” Noventa e nove por cento do tempo, você vai perceber que a resposta é não.

Elas não se contentam com uma vida medíocre
Pessoas emocionalmente fortes não se contentam com a mediocridade. Eles se esforçam para alcançar a grandeza.

Elas nunca, jamais desistem
Ser emocionalmente forte significa encarar as adversidades de frente, aprender com seus erros, e viver para lutar no outro dia. Vou deixá-lo com esta citação inspiradora de Harriet Beecher Stowe:
Quando você chegar em um lugar apertado e tudo for contra você, mesmo quando parecer que você não pode aguentar nem mais um minuto, nunca desista. Então, essa será a hora e o lugar em que a maré vai virar.

quinta-feira, março 31, 2016

Dormir (e acordar) tarde não tem problema nenhum, diz a ciência

Já ouviu falar em cronobiologia? É o estudo da relação entre o tempo e do funcionamento biológico da natureza – e entre tantos temas que explora, está o relógio biológico interno, que cada pessoa possui individualmente. Por mais que nossa sociedade esteja condicionada a encarar o período noturno (entre 11 da noite e 7 da manhã) como momento de descanso, cerca de 40% da população mundial não se identifica naturalmente com esse padrão de comportamento.
Ser mais "diurno" ou "noturno" (ou seja, seu cronotipo) é algo que está no DNA e é muito, muito difícil de mudar. A ponto de descobrirmos, atualmente, que tentar interferir nisso pode interferir na sua saúde. Mas mais do que isso, as pessoas que dormem tarde (e, por consequência, acordam mais tarde também) costumam sofrer preconceito da sociedade, sendo considerados preguiçosos ou desmotivados, mesmo não tendo controle sobre esse comportamento.
Para Camilla Kring, fundadora da B-Society, uma sociedade que advoga pelo trabalho à tarde, nosso mundo não tem mais desculpas para exigir horários tão fixos de trabalho ou estudo. Em entrevista ao Vox, Kring explica: "em um mundo que a conexão de internet permite que trabalhemos em qualquer lugar e horário, as companhias deveriam permitir que seus funcionários tenham horários mais flexíveis e focados em seu horário ideal de sono". Para Kring, o modelo atual favorece pessoas com um relógio biológico matutino, que podem encarar uma reunião de manhã sem sofrimento. "Ao mudar seu horário em uma ou duas horas, você pode ter mais horas de sono e mais produtividade".
O raciocínio é simples: em teoria, pelo menos, deveríamos trabalhar em horários que nos sentimos mais despertos, ágeis e produtivos. Um apanhado de 2012, que resume uma série de artigos sobre sono e relógio biológico, chega à conclusão de que nossa sociedade está condicionada a enxergar pessoas com preferência por dormir e acordar tarde de forma negativa, sem base científica suficiente para endossar esse comportamento. Cabe à ciência
fazer mais estudos sérios sobre o assunto e investigar novas formas de favorecer diferentes cronotipos.

Visto em: Galileu

domingo, janeiro 17, 2016

Viaje! O que você viver ninguém poderá roubar

Nunca imaginei que um homem inteligente como Aurélio (aquele do dicionário!) pudesse ser tão pouco criativo. Segundo ele, viajar é “percorrer em viagem; viajar terras: andar por muitas terras; fazer viagens; andar em viagens”. Ora essa, onde já se viu tanta pobreza de definição? Se eu pudesse definir o verbo viajar, dedicaria a ele um pergaminho inteiro. Um daqueles enormes, que se desenrolam por metros e metros como tapete de letras cursivas e saudosas. Dedicaria a este único verbo a gratidão e o amor, a alegria e o encantamento.
As estranhas palavras que dançam nas línguas dos gringos em fonemas curiosos são, por si sós, uma bela lição. É como ser bebê novamente e passar pela provação de tentar repeti-las e compreendê-las. As diferentes línguas e suas entonações podem contar as principais características daquele povo: a severidade do alemão, a sofisticação do francês, a musicalidade do árabe, a malemolência do italiano, a assertividade do japonês, o pragmatismo do inglês… Um bom leitor de mundo é capaz de decifrar os enigmas de um povo pela forma como ele se comunica!
Quem são essas pessoas que aprenderam a esconder suas almas coloridas sob burcas pretas? Quem são os andarilhos que abriram mão de seus lares em troca da liberdade de caminhar eternamente? Que homem é esse que vive apressado nos cafés, a contar os minutos em seu relógio caro que lhe suga toda a paz? Quem são todas essas pessoas com as quais dividimos o mesmo planeta, mas cuja existência teimamos em ignorar? Olhar para o outro com empatia e curiosidade é um terreno fértil para a compreensão de que a vida não gira apenas em torno de você . É a chance de analisar a si mesmo pelos olhos do mundo e entender a imensidão humilde das almas que perambulam em vidas tão diferentes.
Viajar pode mudar uma vida por completo, de ponta-cabeça. Conhecer outros lugares é um exercício de humildade, tolerância e reverência. Há alguns cantos que parecem ter sido esculpidos por Deus ,especialmente para aquele seu minuto de reflexão, em que tudo parece congelar enquanto você desvenda o mistério da vida ou o segredo da felicidade. É a chance de perceber que existe um incrível universo além-umbigo e que o mundo é tão vasto quanto miúdo, pois somos tanto diferentes em hábitos e traços físicos, quanto iguais em dores, angústias e alegrias.
A bagagem de uma viagem é a mais rica que se pode carregar, um banho de cultura que renova corpo e alma, abrindo os olhos para o que sequer se sabia existir. Há viagens parecidas com uma cirurgia de catarata: os olhos estavam ali o tempo todo, mas simplesmente não enxergavam o suficiente. Um viajante se torna um inquieto cidadão do mundo e, como tal, passa a enxergá-lo em toda sua complexidade e dinamismo.
Viajar nos faz pensar em questões severas e humanas muito mais do que estamos acostumados em nosso cotidiano, quase sempre limitado. Cheiros, sons, cores e sabores narram a história de indivíduos, povos, religiões, motivações, sonhos e ídolos. Tantas obras de arte, parques, ruas e construções contam uma verdade universal: alguém passou por aqui e deixou sua marca na eternidade. O mundo de hoje é uma grande colagem dos que insistiram em deixar seu legado para que outros os compreendessem. Quem sabe, assim, possam seus visitantes um dia compreender a si mesmos.

Por: Lara Brenner
Visto em: Sábias Palavras

sábado, outubro 31, 2015

Não são apenas músicas…#23

Planet of Sound – We are together

quarta-feira, junho 10, 2015

10 sinais de que um homem está apaixonado

provas-de-amor-que-ele-da-4 Os homens, geralmente, manifestam seus sentimentos de forma diferente das mulheres, assim, muitas vezes, elas ficam cheias de dúvidas. Mas o fato é que quando interessados, mesmo que sejam tímidos, costumam investir de forma contundente, pois não são exímios em controlar seus impulsos.

Claro que cada homem tem seu próprio modo de seduzir, mas vale pensar em algumas atitudes que costumam demonstrar que eles estão apaixonados:

  • 1- Ele é muito atencioso

    Um homem apaixonado está sempre buscando uma forma de cortejar sua amada. Assim, observe se ele olha nos seus olhos e fala diretamente com você, mesmo que a conversa tenha a participação de outras pessoas. Em qualquer circunstância, o apaixonado direcionará sua atenção para você.

  • 2- Prioriza o tempo com você

    Nada é mais importante para um homem apaixonado do que estar com a mulher que lhe provoca paixão. Claro que ele tem seus próprios afazeres e diversões, mas manifesta o quanto é importante estar com você, demonstrando grande alegria quando vê você.

  • 3- Tenta impressionar

    Um homem que deseja conquistar uma mulher vai tentar impressioná-la fazendo e contando coisas que instiguem a admiração dela. A ideia é fazer com que o alvo de sua paixão sinta que ele é especial.

  • 4- Procura chamar atenção

    Todo apaixonado deseja a atenção para si, então costuma provocar, mesmo que seja com brincadeiras ou apelidos. Ele deseja tirar sorrisos de você, saber se está agradando. É um jogo de charme que espera retorno; algo que faça com que ele sinta que provoca você.

  • 5- Elogia muito

    Estando apaixonado ele vai notar qualquer detalhe para elogiar você desde sua beleza ou o que está usando até a sua inteligência e forma de ser. Um homem apaixonado pode ser muito observador; isso faz parte da conquista.

  • 6- Encontra formas de presentear

    Galanteador nato, homens mostram interesse quando arrumam qualquer desculpa para um presentinho, mesmo que seja uma singela flor. Dar presente é uma forma de demonstrar que o interesse é mesmo para valer.

  • 7- Sente ciúmes

    Ele não vai querer dividir sua atenção com outro e vai se sentir incomodado quando isso acontece. A paixão é exclusivista e provoca insegurança, principalmente na fase da conquista, ele procurará uma forma de afastar qualquer concorrência.

  • 8- Fala de si mesmo

    Os homens têm certa dificuldade em falar de si mesmo, normalmente só o fazem quando sentem confiança na outra pessoa. Isso é um indício que ele está levando a sério o relacionamento de vocês.

  • 9- Quer apresentá-la aos amigos e familiares

    Uma atitude que claramente demonstra ele estar realmente envolvido com você é querer apresentá-la ao mundo dele, isso inclui amigos e familiares. E, certamente, vai demonstrar orgulho ao fazer isso.

  • 10- Inclui você em projetos futuros

    Faz convite para eventos, jantares e festas demonstrando compromisso com você. Sem dúvida o maior indício de que um homem está apaixonado diz respeito aos planos que faz para o futuro incluindo você.

    A paixão cumpre um papel muito importante para a aproximação do casal; sendo o primeiro passo em direção de uma vida em comum. Com o tempo é natural que esse sentimento dê lugar a outro, mais amadurecido e sólido, que é o amor.Balancear amor e paixão é encontrar a medida certa para um relacionamento duradouro, saudável e feliz.

Visto em: Família

domingo, março 08, 2015

Rápido (Comédias da vida privada)

Rápido

comedias-da-vida-privada-luis-fernando-verissimo-14011-MLB220194178_963-O Acho que era o Marcel Marceau que tinha uma pantomima em que ele representava a vida de um homem, do berço ao túmulo, em menos de um minuto. Shakespeare, claro, tem seu famoso solilóquio sobre as idades do homem que também é uma maravilha de sintetização poética. Nossas idas, afinal, comparada com a idade do universo, se desenrolam em poucos segundos. Cabem numa página de diálogo.

- Quer dança?

- Obrigada.

- Você vem aqui sempre?

- Venho.

- Vamos namorar firme?

- Bom... Você tem que falar com o papai...

- Já falei com seu pai. Agora é só marcar a data.

- 26 de julho?

- Certo.

- Não esqueça as alianças...

- Você me ama?

- Amo.

- Mesmo?

- Sim.

- Sim.

- Parece mentira. Estamos casados. Tudo está acontecendo tão rápido...

- Sabe o que foi que disse o noivo nervoso na noite de núpcias?

- O quê?

- Enfim, S. O. S.

- Você estava nervoso?

- Não. Foi bom?

- Mmmm. Sabe de uma coisa?

- O quê?

- Eu estou grávida.

- É um menino!

- A sua cara...

- Aonde é que você vai?

- Ele está chorando.

- Deixa... Vem cá.

- Meu bem...

- Hmm?

- Estou grávida de novo.

- É menina!

- O que é que você tem?

- Por quê?

- Parece distante, frio...

- Problemas no trabalho.

- Você tem outra!

- Que bobagem.

- É mesmo... Você me perdoa?

- Vem cá.

- Aqui não. Olha as crianças...

- O Júnior saiu com o carro. Ia pegar uma garota.

- Você já falou com ele sobre...

- Já. Ele sabe exatamente o que fazer.

- O quê? Você deu instruções?

- Na verdade ele já sabia melhor do que eu. Essa já nasce sabendo. Só precisei mostrar como se usa o macaco.

- O quê?

- Ah, você quer dizer... Pensei que fosse o carro. E a Beti?

- Parece que é sério.

- Ela e o analista de sistemas?

- É. Aliás...

- Estão vivendo juntos. Eu sabia!

- Ela está indo para o hospital.

- Já?!

- São gêmeos!

- Sabe que você até que é uma avó bacana?

- Quem diria...

- Vem cá.

- Olha as crianças.

- Que crianças?

- Os gêmeos. A Beti deixou eles dormindo aqui.

- Ai.

- Que foi?

- Uma pontada no peito.

- Você tem que se cuidar. Está na idade perigosa.

- Já?!

- Sabe que a Beti está grávida de novo?

- Devem ser gêmeos outra vez. O cara trabalha com o sistema binário.

- Esse conjunto do Júnior precisa ensaiar aqui em casa? Que inferno.

- E o nome do conjunto? Terror e Êxtase.

- Vão acordar os gêmeos.

- Ai!

- Outra pontada?

- Deixa pra lá. Olha, essa música até que eu gosto. Não é um rock-balada?

- Não. Eles estão afinando os instrumentos.

- Quer dançar?

- Não! Você sabe o que aconteceu da última vez.

Luiz Fernando Veríssimo