sábado, janeiro 29, 2011
O que os filósofos disseram sobre o fim do mundo
Pitágoras
Se o mundo é par não acabará e se ele for impar acabará.
Heráclito
Tudo é devir. Por isto o mundo sempre acaba, não se pode viver no mundo duas vezes.
Crátilo
Tudo é devir. Por isto o mundo nem sequer chega a existir, não se pode viver no mundo nem uma vez.
Parmênides
O mundo não vai acabar, porque este mundo nunca foi real, pois só o ser é l, o resto é aparência ilusória dos sentidos.
Zenão
Para que o mundo acabe seria necessário percorrer um caminho infinito. Se o mundo acabar é porque não é real, não passa de aparências ilusórias.
Um sofista qualquer
Não desesperem, os homens mais fortes superarão o fim do mundo. Se me pagarem eu ensino como.
Sócrates
Tudo quanto sei é que nada sei sobre o fim do mundo. Você que é a personificação da própria inteligência, poderia me dizer como o mundo acabará?
Platão
Este mundo pode acabar, mas as idéias deste mundo são eternas, tudo que existe são cópias perecíveis delas.
Aristóteles
Todo algo que existe é algo que um dia acabará
O mundo é algo que existe
Logo, este mundo é algo que um dia acabará
e
Dado este mundo, não se pode atribuir a ele o atributo de que ele acabará ou não acabará ao mesmo tempo.
Epicuro
Não ligue para o fim do mundo, viva uma vida de prazer.
Pirro
Não compreendi! O que é o mundo? O que é acabar? O mundo existe? Aliás, você existe? Fiquem calados! Não podemos saber nada.
Agostinho
Já estava escrito que este mundo iria acabar. Creiam que o mundo irá acabar para que entendam que o mundo irá acabar.
Descartes
Se eu pensar, logo o mundo não acabou.
Pascal
O mundo vai acabar, faça já as suas apostas. É melhor crer que o mundo não vai acabar, porque se ele acabar não vai perder nada, porém se ele não acabar, você não será chamado de tolo.
Newton
O mundo continuará existindo até que uma força exterior acabe com ele.
Leibniz
O mundo acaba! De qualquer forma este é o melhor de todos os mundos possíveis.
Voltaire
O mundo irá acabar, vejam como este é o melhor dos mundos possíveis!
Hume
Não há nenhuma razão para que possamos crer que o mundo irá acabar.
Berkeley
Toda vez que dormimos o mundo acaba.
Kant
Se o mundo vai acabar é impossível que um dia saibamos. Tudo que conhecemos são fenômenos não a realidade em si.
Schiller
Sintam a beleza do fim do mundo. Pois este mundo racional é indigno de nossa existência.
Hegel
O fim-do-mundo é idêntico ao não-fim-do-mundo.
Kierkegaard
Para quem está morrendo hoje, não interessa o fim do mundo, e para quem está vivo, do que adianta saber sobre o fim do mundo, se um dia todo homem vai morrer mesmo?
Schopenhauer
Só assim para o sofrimento acabar e colocar um fim no acasalamento humano.
Nietzsche
Se Deus morreu, por que o mesmo não aconteceria com o mundo?
e
O mundo acaba eternamente.
Marx
Eu não disse que a comunidade socialista iria triunfar?
Freud
O fim do mundo é uma obsessão do homem neurótico.
Darwin
O mundo terá um fim desde que não se adapte ao meio.
Comte
O fim do mundo nunca será um fato verificável.
Heidegger
O homem tudo bem, mas o mundo? Não sabia que o mundo era um ser-para-a-morte!
Camus
Eu sabia que a peste iria acabar com o mundo.
Sartre
Se o mundo vai acabar ou não, não faz sentido, tudo é absurdo.
Inteligência artificial intelectual (filósofo do futuro)
Você tem alguns minutos para fazer um backup antes que o mundo acabe.
Ops! Tem um erro aqui, nunca estive no Hades, nunca estive no Hades, nunca estive no Hades…
Este texto foi escrito como uma paródia de um texto humorístico que circula pela internet sobre as manchetes acerca do fim do mundo.
Visto em: Ateu.net
sexta-feira, janeiro 28, 2011
A sociedade e os conceitos
Ao longo de nossas vidas aprendemos que as pessoas esperam que você tenha certas atitudes, tendo apenas como base sua aparência. Dependendo das roupas que uma pessoa veste, ou o jeito de andar, entre outros, já criamos em nossa mente o modo que ela fala, age, pensa. E assim criamos errôneos, que vão se fortalecendo na sociedade com o tempo.
Com essa ideia, algumas pessoas lançam suas imagens para o grupo esperando que ele faça o que pensam que deve ser feito, esquecendo que a devolução das pessoas é o que forma sua “personalidade social”, o conceito da sociedade. Muitas vezes suas convicções estão contrarias a sociedade, pois você tem toda uma história e uma linha de pensamento diferente do restante, e a multidão acaba tirando conclusões precipitadas (o que é normal atualmente).
Uma mulher que usa uma linguagem vulgar para conquistar um homem pode pensar que será fácil agarrá-lo, já que está se expondo e deixando bem claro (mesmo nas entrelinhas) que quer ele (que seja por apenas alguns minutos), porém, pode estar gerando uma repudia no homem, por achar seu nível intelectual superior ao dela e de jeito nenhum irá querer algo com ela. Aí já se forma o primeiro conceito. Porém se a mulher continuar investindo, cada vez mais irá criar um sentimento contrário no homem, já que ele não quer se envolver com “qualquer uma”. Ela então cria o seu conceito a respeito do homem, podendo achar que ele por estar “fugindo” dela possa ser homossexual. Este pensamento é criado tendo base a sociedade, pois a sociedade quer que ele a agarre e faça o que ela quer.
Neste ponto vemos um conceito forte na sociedade atual: que homens não podem deixar passar nada, que ao menor sinal de interesse precisam estar a postos para fazer a sua função de “macho”. Aí a sociedade contemporânea se contradiz, pois ao mesmo tempo em que se vangloria por ser moderna, por possuir um pensamento avançado, quer que seus indivíduos façam como há milhares de anos. Esquecemos que a mente se expandiu, e os seres já não pensam ou agem como antes.
No exemplo acima, acredito que o individuo que perante a sociedade agiu de “forma homossexual” sem ser, está correto quanto a sua mente. Pois vive do jeito que ele acredita ser correto, sem ter medo do que a sociedade pensa dele e espera que todos entendam o motivo de suas atitudes, que as pessoas lembrem-se do individualismo de cada ser, e que esqueçam de julgar as pessoas como um coletivo. Ao agir de tal forma, ele foi mais homem do que muitos “garanhões” que existem por aí. Ele sabe o significado de ser homem, sabe que isso não se mede pelo numero de pernas que já abriu, e sim pela qualidade delas.
Infelizmente uma grande parte da sociedade ainda segue pensando que somos todos iguais e querendo que as pessoas ajam de forma determinada, como robôs programados.
Não crie expectativas, não crie conceitos, não somos todos iguais.
segunda-feira, janeiro 24, 2011
1984 - trecho
Trecho do livro 1984 de George Orwell
segunda-feira, dezembro 27, 2010
Sorri...
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios
Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos
Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz.
domingo, novembro 28, 2010
10 mitos sobre o Ateísmo
1) Ateus acreditam que a vida não tem sentido.
Pelo contrário: são os religiosos que se preocupam frequentemente com a falta de sentido na vida e imaginam que ela só pode ser redimida pela promessa da felicidade eterna além da vida. Ateus tendem a ser bastante seguros quanto ao valor da vida. A vida é imbuída de sentido ao ser vivida de modo real e completo. Nossas relações com aqueles que amamos têm sentido agora; não precisam durar para sempre para tê-lo. Ateus tendem a achar que este medo da insignificância é… bem… insignificante.
2) Ateus são responsáveis pelos maiores crimes da história da humanidade.
Pessoas de fé geralmente alegam que os crimes de Hitler, Stalin, Mao e Pol Pot foram produtos inevitáveis da descrença. O problema com o fascismo e o comunismo, entretanto, não é que eles eram críticos demais da religião; o problema é que eles era muito parecidos com religiões. Tais regimes eram dogmáticos ao extremo e geralmente originam cultos a personalidades que são indistinguíveis da adoração religiosa. Auschwitz, o gulag e os campos de extermínio não são exemplos do que acontece quando humanos rejeitam os dogmas religiosos; são exemplos de dogmas políticos, raciais e nacionalistas andando à solta. Não houve nenhuma sociedade na história humana que tenha sofrido porque seu povo ficou racional demais.
3) Ateus são dogmáticos.
Judeus, cristãos e muçulmanos afirmam que suas escrituras eram tão prescientes das necessidades humanas que só poderiam ter sido registradas sob orientação de uma divindade onisciente. Um ateu é simplesmente uma pessoa que considerou esta afirmação, leu os livros e descobriu que ela é ridícula. Não é preciso ter fé ou ser dogmático para rejeitar crenças religiosas infundadas. Como disse o historiador Stephen Henry Roberts (1901-71) uma vez: “Afirmo que ambos somos ateus. Apenas acredito num deus a menos que você. Quando você entender por que rejeita todos os outros deuses possíveis, entenderá por que rejeito o seu”.
4) Ateus acham que tudo no universo surgiu por acaso.
Ninguém sabe como ou por que o universo surgiu. Aliás, não está inteiramente claro se nós podemos falar coerentemente sobre o “começo” ou “criação” do universo, pois essas ideias invocam o conceito de tempo, e estamos falando sobre o surgimento do próprio espaço-tempo.
A noção de que os ateus acreditam que tudo tenha surgido por acaso é também usada como crítica à teoria da evolução darwiniana. Como Richard Dawkins explica em seu maravilhoso livro, “A Ilusão de Deus”, isto representa uma grande falta de entendimento da teoria evolutiva. Apesar de não sabermos precisamente como os processos químicos da Terra jovem originaram a biologia, sabemos que a diversidade e a complexidade que vemos no mundo vivo não é um produto do mero acaso. Evolução é a combinação de mutações aleatórias e da seleção natural. Darwin chegou ao termo “seleção natural” em analogia ao termo “seleção artificial” usadas por criadores de gado. Em ambos os casos, seleção demonstra um efeito altamente não-aleatório no desenvolvimento de quaisquer espécies.
5) Ateísmo não tem conexão com a ciência.
Apesar de ser possível ser um cientista e ainda acreditar em Deus — alguns cientistas parecem conseguir isto —, não há dúvida alguma de que um envolvimento com o pensamento científico tende a corroer, e não a sustentar, a fé. Tomando a população americana como exemplo: A maioria das pesquisas mostra que cerca de 90% do público geral acreditam em um Deus pessoal; entretanto, 93% dos membros da Academia Nacional de Ciências não acreditam. Isto sugere que há poucos modos de pensamento menos apropriados para a fé religiosa do que a ciência.
6) Ateus são arrogantes.
Quando os cientistas não sabem alguma coisa — como por que o universo veio a existir ou como a primeira molécula autorreplicante se formou —, eles admitem. Na ciência, fingir saber coisas que não se sabe é uma falha muito grave. Mas isso é o sangue vital da religião. Uma das ironias monumentais do discurso religioso pode ser encontrado com frequência em como as pessoas de fé se vangloriam sobre sua humildade, enquanto alegam saber de fatos sobre cosmologia, química e biologia que nenhum cientista conhece. Quando consideram questões sobre a natureza do cosmos, ateus tendem a buscar suas opiniões na ciência. Isso não é arrogância. É honestidade intelectual.
7) Ateus são fechados para a experiência espiritual.
Nada impede um ateu de experimentar o amor, o êxtase, o arrebatamento e o temor; ateus podem valorizar estas experiências e buscá-las regularmente. O que os ateus não tendem a fazer são afirmações injustificadas (e injustificáveis) sobre a natureza da realidade com base em tais experiências. Não há dúvida de que alguns cristãos mudaram suas vidas para melhor ao ler a Bíblia e rezar para Jesus. O que isso prova? Que certas disciplinas de atenção e códigos de conduta podem ter um efeito profundo na mente humana. Tais experiências provam que Jesus é o único salvador da humanidade? Nem mesmo remotamente — porque hindus, budistas, muçulmanos e até mesmo ateus vivenciam experiências similares regularmente.
Não há, na verdade, um único cristão na Terra que possa estar certo de que Jesus sequer usava uma barba, muito menos de que ele nasceu de uma virgem ou ressuscitou dos mortos. Este não é o tipo de alegação que experiências espirituais possam provar.
8) Ateus acreditam que não há nada além da vida e do conhecimento humano.
Ateus são livres para admitir os limites do conhecimento humano de uma maneira que nem os religiosos podem. É óbvio que nós não entendemos completamente o universo; mas é ainda mais óbvio que nem a Bíblia e nem o Corão demonstram o melhor conhecimento dele. Nós não sabemos se há vida complexa em algum outro lugar do cosmos, mas pode haver. E, se há, tais seres podem ter desenvolvido um conhecimento das leis naturais que vastamente excede o nosso. Ateus podem livremente imaginar tais possibilidades. Eles também podem admitir que se extraterrestres brilhantes existirem, o conteúdo da Bíblia e do Corão lhes será menos impressionante do que são para os humanos ateus.
Do ponto de vista ateu, as religiões do mundo banalizam completamente a real beleza e imensidão do universo. Não é preciso aceitar nada com base em provas insuficientes para fazer tal observação.
9) Ateus ignoram o fato de que as religiões são extremamente benéficas para a sociedade.
Aqueles que enfatizam os bons efeitos da religião nunca parecem perceber que tais efeitos falham em demonstrar a verdade de qualquer doutrina religiosa. É por isso que temos termos como “wishful thinking” e “auto-enganação”. Há uma profunda diferença entre uma ilusão consoladora e a verdade.
De qualquer maneira, os bons efeitos da religião podem ser certamente questionados. Na maioria das vezes, parece que as religiões dão péssimos motivos para se agir bem, quando temos bons motivos atualmente disponíveis. Pergunte a si mesmo: o que é mais moral? Ajudar os pobres por se preocupar com seus sofrimentos, ou ajudá-los porque acha que o criador do universo quer que você o faça e o recompensará por fazê-lo ou o punirá por não fazê-lo?
10) Ateísmo não fornece nenhuma base para a moralidade.
Se uma pessoa ainda não entendeu que a crueldade é errada, não descobrirá isso lendo a Bíblia ou o Corão — já que esses livros transbordam de celebrações da crueldade, tanto humana quanto divina. Não tiramos nossa moralidade da religião. Decidimos o que é bom recorrendo a intuições morais que são (até certo ponto) embutidas em nós e refinadas por milhares de anos de reflexão sobre as causas e possibilidades da felicidade humana.
Nós fizemos um progresso moral considerável ao longo dos anos, e não fizemos esse progresso lendo a Bíblia ou o Corão mais atentamente. Ambos os livros aceitam a prática de escravidão — e ainda assim seres humanos civilizados agora reconhecem que escravidão é uma abominação. Tudo que há de bom nas escrituras — como a regra de ouro, por exemplo — pode ser apreciado por seu valor ético, sem a crença de que isso nos tenha sido transmitido pelo criador do universo.
Visto em: Ateus
quarta-feira, novembro 24, 2010
10 teorias científicas mais bizarras… ou não
10. Teoria do Big Bang
Todo mundo conhece essa teoria, ela é uma das mais aceitas atualmente para explicar a origem do universo, principalmente por que muitas de suas explicações puderam ser comprovadas em observações e medições espaciais. Ainda assim, ela é cheia de idéias malucas para a nossa compreensão. exemplo:
- Como a de que tempo e espaço provavelmente não existiam antes do Big Bang (baseada na concepção de que tempo e espaço estão ligados, proposta na Teoria da Relatividade de Einstein).
- De que não há um centro no universo e de que não é possível ainda saber se o universo está se expandindo dentro de alguma outra coisa ou se não há nada além de suas fronteiras.

Ela é uma teoria tão polêmica que até mesmo os cientistas que creem fielmente nela têm divergências quanto aos seus resultados. Exemplo disso é a idade do universo que ela possibilitou prever. Antes de chegarem a um consenso de que o universo deve ter 13,7 bilhões de anos, com uma margem de erro de uns 200 milhões de anos para mais ou menos, os cálculos feitos ao longo do século 20 baseados na Teoria do Big Bang apontaram resultados que variaram de 2 bilhões a 20 bilhões de anos para a idade do cosmo.
9. Teoria do Caos
De acordo com essa teoria, muito dos fenômenos que imaginamos acontecer aleatoriamente são na verdade previsíveis. Só que sua previsão é tão complexa que dificilmente é precisa e duradoura. Entendeu? Significa algo como: é possível prever, mas bem pouco provável que acertaremos na previsão. Mesmo com essa pessimista perspectiva, os cientistas têm aplicado a Teoria do Caos em várias áreas, bastante usado para o estudo dos fenômenos climáticos.

Para representar a fragilidade das previsões oriundas da Teoria do Caos criou-se a imagem de que o bater de asas de uma borboleta na China pode provocar um furacão nos Estados Unidos. Isto por que segundo essa teoria um evento aparentemente insignificante pode ter consequências imprevisíveis, uma vez que o resultado final é determinado por ações interligadas de forma extremamente complexa e aparentemente aleatória. A alegoria do "efeito borboleta" tenta ilustrar que o caos está justamente entre os fenômenos regulares e os aleatórios. Assim, há uma conexão entre eventos passados e futuros, mas ela não é forte o suficiente para garantir uma previsibilidade de longo prazo.
8. Teoria do Mundo Pequeno
Você já deve ter usado a expressão "mas que mundo pequeno" se você já falou isso você comprovou na prática essa teoria bizarra!
A Teoria do Mundo Pequeno, também conhecido como "A dos seis graus de separação", diz basicamente que para conhecer qualquer indivíduo em qualquer parte do mundo é necessário, no máximo, estabelecer uma rede de contatos com seis pessoas. exemplo:
- Para você conhecer o presidente dos estados unidos, estebelecer uma rede de contato com seis pessoas.

Assim, segundo essa teoria é normal você conhecer por acaso alguém e descobrir que ele é um amigo ou parente de algum outro conhecido seu. Portanto, aquilo que você sempre imaginou ser uma incrível coincidência, não é. A Teoria do Mundo Pequeno já foi testada de várias formas, de modelos matemáticos a experimentações de psicologia social. Uma das aplicações mais importantes dessa teoria está na área de saúde, pois graças a ela é possível identificar pessoas muito conectadas e potenciais disseminadoras de uma determinada doença, evitando-se o surgimento de pandemias.
7. Teoria das Supercordas
Para os gregos antigos, havia um elemento indivisível que chamaram de átomo. Mais tarde descobrimos que os átomos são compostos por partículas subatômicas e depois que estas também são compostas por outros elementos menores ainda. Essas descobertas de que "o indivisível era divisível" seguiram até que a Teoria das Supercordas propôs que as partículas que compõem o Universo teriam a forma de cordas vibrantes e que cada vibração estabeleceria as características de uma determinada partícula.

Segundo o astrofísico Stephen Hawking, as diferentes oscilações de uma corda dão origem a diferentes massas e cargas de força, que são interpretadas como partículas fundamentais. A Teoria das Supercordas levou os cientistas a imaginarem que o antigo sonho de Einstein de unificar todas as teorias estava agora ao alcance deles. Saiba mais na teoria a seguir.
6. Teoria de Tudo
Albert Einsten passou a buscar uma união das teorias físicas em um único conjunto de equações. Ele almejava uma teoria da unificação geral, ou uma Teoria de Tudo, que na época significava unir a relatividade com o eletromagnetismo. Com a descoberta das forças que agem dentro do átomo e a teoria quântica, a busca pela Teoria de Tudo ficou mais complicada ainda, mas vários cientistas continuaram a persegui-la.

Quando surgiu, a Teoria das Supercordas foi considerada durante algum tempo como a teoria fundamental do universo. Mas para ela dar conta de explicar todos os componentes da natureza em uma única teoria era necessário considerar que o universo tivesse dez ou 11 dimensões, isto é, seis ou sete dimensões a mais daquelas que conseguimos vivenciar no nosso espaço-tempo. E onde estariam essas dimensões? Segundo os cientistas, nós não as notamos pois elas estariam enroladas em si mesmas, como tubinhos bem pequeninos. dar pra imaginar?
5. Antimatéria
Essa aqui já é conhecida em vários filmes de ficção, mais ela é verdadeira! O físico britânico Paul Dirac resolveu em 1928 dar uma revisadinha na famosa equação E=mc2 e concluiu que Einstein "esqueceu" um detalhe. Segundo Dirac, Einstein considerou que a massa, o "m" na equação, era sempre positiva. Para o físico britânico, no entanto, o "m" poderia ter propriedades negativas também. Ao reescrever a equação, Dirac a definiu como: E = + ou - mc2. A conclusão dele era que deveríamos considerar a existência de antipartículas no nosso universo.

E o que seriam essas antipartículas? Nada mais do que o espelho da matéria normal. Cada antipartícula tem a mesma massa que a original mas com carga elétrica inversa. Desde então, vários experimentos têm provado a existência dessa antimatéria, com a descoberta dos posítrons, elétrons com caga positiva, e dos antiprótons, prótons com carga negativa. O contato da antimatéria com a matéria resulta numa explosão que emite radiação pura.
4. Princípio da Incerteza
O físico alemão Werner Heisenberg formulou a idéia de que nos experimentos quânticos quanto mais tentamos medir a posição exata, é quando menos conseguimos medir a sua velocidade e vice-versa. Isso porque, segundo Heisenberg, no mundo quântico é inevitável que a observação de seus fenômenos influencie o estado e a velocidade das pequenas partículas que o habitam. Assim o mundo quântico seria probabilístico, pois a cada tentativa de observá-lo afetamos ou a velocidade ou a posição de suas partículas. Isso faz com que haja uma incerteza em relação ao que se está observando. Por conta disso, boa parte das explicações sobre a mecânica quântica vêm de experimentos mentais criados pelos cientistas, baseados nas observações reais em nível quântico, mas levando em consideração o Princípio de Incerteza de Heisenberg, Bizarro?
3. Interpretação de Copenhague
Você acredita que a cadeira em que está sentado continuará a se "comportar" da mesma forma quando você não estiver por perto a observando?. Mas pode ser que isso não aconteça em outras situações. Segundo alguns cientistas, as partículas no universo quântico comportam-se dependendo do observador. E isso é explicado pelo que eles chamam de Interpretação de Copenhague. Segundo o físico Niels Bohr, um dos mais importantes cientistas de todos os tempos, uma partícula quântica não existe em um estado ou outro, mas em todos os seus possíveis estados ao mesmo tempo. Somente quando a observamos é que ela decide em que estado se apresentará, probabilisticamente (lembre-se do Princípio da Incerteza de Heisenberg). O fato dela poder se apresentar diferente a cada vez, por conta dos fatores envolvidos na observação, explica porque as partículas quânticas têm um comportamento irregular. Se pudesse ser aplicada a coisas bem maiores, a Interpretação de Copenhague significaria que, enquanto você não está observando, os móveis da sua sala podem estar fazendo a maior festa ou estarem simplesmente imóveis, tudo ao mesmo tempo.
2. Teoria dos Muitos Mundos
Essa teoria é o oposto da Interpretação de Copenhague. Ela afirma que, para cada possível resultado de uma ação, o mundo se divide em uma cópia de si mesmo. Se você aperta um revólver carregado contra a própria cabeça há duas possibilidades: o revólver dispara e você morre ou ele falha, não dispara e você vive. Segundo a teoria, ao apertar o gatilho o universo imediatamente se divide em dois, em um deles você morre, porque o revólver disparou, e no outro você continua vivo, porque a arma falhou.

A Teoria dos Muitos Mundos está relacionada com a ideia de universos paralelos. Para muitos, no universo quântico as partículas mudariam de "comportamento" em função de nossa observação. Para os adeptos da Teoria dos Muitos Mundos, na verdade, essa impressão vem do fato de estarmos observando apenas um dos vários universos possíveis em que aquela partícula existe.
1. Teoria do Princípio Antrópico
E ganhador da Teoria mais bizarra vai para... essa que você vai ler agora (:
Enquanto a Teoria do Big Bang mostrou a nossa insignificância perante o cosmo, a idéia do Princípio Antrópico tenta justamente provar o oposto. Basicamente ela diz que tudo que existe no universo existe por uma única razão: possibilitar a nossa existência. Provavelmente nem Alexandre, o Grande, conseguiu ser tão megalomaníaco quanto os cientistas que desenvolveram essa hipótese. Para eles, desde o Big Bang até o universo quântico, tudo conspira intencionalmente para um único fim: a existência do ser humano. De acordo com o Princípio Antrópico o homem é o centro e a razão de ser do universo. Seus defensores acreditam na hipótese de que os valores de determinadas constantes no cosmo não são simples coincidência. Um dos componentes dessa teoria é a ideia de que o nosso universo é apenas um dos muitos que existiriam em algo bem maior chamado de "multiverso", um lugar formado por vários universos. Em alguns desses universos poderia estar acontecendo alguma espécie de evolução darwiniana que culminaria também com o surgimento da vida. Desacreditada no começo do século 20 por soar mais como teologia do que ciência, a idéia de que o universo foi feito sob medida para o homem tem ganhado a adesão de importantes cientistas nas últimas décadas.
Visto em: Guiky
domingo, outubro 31, 2010
Talamasca - My Destiny
Now I'm free to do all those things I ever wanted to do. Things that I know I was destined to do. (Talamasca - My Destiny)
Tomar ecstasy pode ajudar a superar traumas
Terapia coletiva?
Que ele deixa o povo “bonzão” ao som do tuts tuts, não é novidade. Mas que também pode deixar bonzão (agora, sem aspas) pra valer, quando a música para… Aí sim! Um estudo norte-americano, publicado agora em julho no Journal of Psychopharmacology, sugere que, associado à psicoterapia, o ecstasy (apelido da metilenodioximetanfetamina, ou MDMA) pode ajudar (e muito!) no tratamento de transtornos de estresse pós-traumáticos (TEPT).
Para chegar a essa descoberta, os psiquiatras Michael e Annie Mithoefer fizeram testes com 21 portadores de TEPT (20 deles já tinham se tratado com medicina tradicional e terapia, sem sucesso). Cada um passou por duas sessões, recebendo ou 125 miligramas de MDMA (segundo os pesquisadores, o equivalente ao que uma pessoa tomaria numa balada) ou placebo (um comprimidinho de açúcar). Então, os dois grupos passaram por cerca de oito horas de psicoterapia no total. (Todos receberam uma segunda dose, pela metade, duas horas e meia depois do início do trabalho, para assegurar que os efeitos continuassem.)
E o resultado: dois meses após a experiência, menos de 17% dos pacientes que tomaram o ecstasy continuaram apresentando TEPT. Já entre os que receberam placebo, 75% não mostrou melhora. “Nossos resultados são encorajadores”, diz Mithoefer. Segundo ele, não houve qualquer problema significativo durante a experiência.
Mas o que o ecstasy faz? A terapia aplicada consistiu em fazer a pessoa entrar em contato com as memórias traumáticas que causaram o problema. Para ser efetiva, essa terapia de exposição precisa de um grande envolvimento emocional do paciente – tomando cuidado, é claro, para não sobrecarregá-lo e piorar a situação. O problema é que quem sofre de TEPT, segundo o médico, tem uma “janela” bem pequena entre o “não se envolver” e o “se envolver demais” na hora da terapia. O ectsasy, então, pode “alargar” essa “janela”, permitindo que o paciente permaneça engajado na medida certa durante a sessão terapêutica. Além disso, o MDMA aumenta os níveis da oxitocina (aquele hormônio associado à confiança, ao carinho, ao prazer) no organismo, o que ajuda os pacientes a estabelecer um laço mais forte com o terapeuta.
Esse estudo foi o primeiro nos EUA a usar o ecstasy de forma terapêutica com aprovação do governo. Segundo o Scientific American, outros testes similares estão sendo feitos na Suécia e em Israel. Logo, Canadá, Espanha e Jordânia também devem começar os seus.
Fonte: Super InteressanteDrogas o problema social
Acredito que essas duas drogas só estão rodando livremente pela sociedade, porque são produtos que são usados a muitos anos pela humanidade, e o homem, desde sempre consegui fazer delas um comércio. Outras drogas são usadas, há muitos anos também, a diferença é que essas drogas, como certos tipos de chás, eram mais usados por indígenas ou de uso religioso. Já o tabaco e o álcool, se estranharam na sociedade, de tal forma, que hoje se olha apenas para o lucro, sem ver que estes são um dos grandes problemas sociais do mundo atual.
Os governos, principalmente no ocidente, fazem mil leis para controlar o consumo excessivo, muito mais do álcool que do cigarro. O grande problema do cigarro está relacionado a saúde, já que seus efeitos psicológicos não alteram o estado mental dos usuários como o restante das drogas, por isso há leis que proíbem apenas o consumo em lugares públicos. Entretanto, com o álcool a coisa é diferente, ele altera a percepção física dá pessoa, e há o lado psicológico dá família de quem é dependente dá bebida. Afinal, nenhuma família gostaria de possuir um alcoólatra dentro de casa.
O maior problema do álcool e de muitas drogas é o consumo irresponsável/inconsciente delas. Conheço muitas pessoas que sabem reconhecer seu estado de alteração, sabem que não conseguem fazer certas coisas que fazem num estado de lucidez. E normalmente estas pessoas compreendem o porquê usam essas substâncias, e não a utilizam em qualquer lugar e/ou a qualquer momento. Usam em ocasiões especificas que possuem um ambiente para o consumo daquele produto.
Infelizmente a maioria das pessoas não possui está mentalidade, e acho que esse seria um grande problema caso legalizem certas substâncias. Porém vendo por este lado, existem drogas que possuem uma alteração psicológica menor ou em mesmo grau que a bebida alcoólica, mas devido a enorme cadeia comercial do tráfico, o governo não consegue regularizar a situação, pois mesmo que empresas fabricassem estes produtos, chegaria no consumidor final com impostos sobre eles, e assim o tráfico ainda seria a melhor forma de compra.
Só acho que a sociedade irá progredir, quando deixar de tratar os usuários como bandidos, e tratá-los como consumidores, afinal ninguém é parado por estar carregando uma garrafa de vodca, já que a tendência será pensar que este indivíduo a usará em casa. E o que acontece se alguém for pego com um cigarro de maconha? Provavelmente passará por um processo de "reabilitação a sociedade" através de trabalhos para a comunidade, já alguém andando bêbado pelas ruas nada lhe acontece, afinal, viva o consumismo.
Acho que proibir o álcool é impossível, e acredito que seria um passo para trás, um ato irresponsável, já que o verdadeiro problema é a consciência dá humanidade, somente quando evoluirmos nesta área poderemos liberar certas substâncias, e o tabaco e o álcool serão problemas muitos pequenos, e a sociedade expandirá sua mente.
PS: quando me refiro a drogas ilícitas, não estou me referindo as chamadas drogas pesadas, e sim a certos alucinógenos (que não causam dependência física) e algumas drogas verdes (que possuem dependência menor que o cigarro).


