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sábado, abril 21, 2018

Tá com dor? Cerveja alivia mais do que analgésicos

Aquela promoção de chopp em dobro no happy hour não faz bem apenas para seu bolso e para sua alma – sua saúde também agradece. Segundo pesquisadores da Universidade de Greenwich, no Reino Unido, 350 ml de cerveja tem efeito analgésico superior ao de remédios.
Nas palavras dos próprios cientistas que conduziram os estudos (em entrevista ao The Independent), funciona assim: a bebida eleva o teor alcoólico do sangue a cerca de 0,08%, “aumentando levemente o limiar de dor” e “reduzindo a intensidade dela.”
O que ainda não está claro é se o álcool reduz a dor porque age diretamente no cérebro ou porque ele reduz a ansiedade de quem bebe, fazendo-o lidar melhor com a dor.
Mas não se empolgue demais: trocar comprimidos analgésicos por cerveja toda vez que bater uma dorzinha não vai ser bom no longo prazo. Veja, por exemplo, a recomendação de consumo de álcool no Reino Unido: o ideal é que se tome, no máximo, 1 litro de cerveja por semana – cujo efeito analgésico, de acordo com o estudo, equivale ao de uns 3 comprimidos.

Visto em: Ciência Maluca

sábado, outubro 31, 2015

Abstêmios morrem mais cedo

foto-ampliada-842-58-615x408Uma desculpa para tomar uma cerveja ou vinho sempre é bem-vinda. Ainda mais quando vem com o respaldo da ciência.

Pesquisadores da Universidade do Texas acompanharam a vida de 2 mil pessoas durante alguns anos. E o que descobriram foi que quem bebia de um a três drinks por dia corria menos risco de morrer prematuramente. Em comparação a eles, a probabilidade de um abstêmio morrer de qualquer doença era 51% maior – e eles perdiam até para os beberrões mais pesados, cujos riscos eram de apenas 45%.

É que algumas substâncias do álcool ajudam a proteger o coração.  Outros vários estudos (tipo esse aqui) também já comprovaram esse efeito protetivo.

Mas vale lembrar e reforçar: é importante consumir com moderação. Não dá para encher a cara todos os dias e esperar que vida longa e saudável.

Visto em: Ciencia MalucaCiencia Maluca

quarta-feira, outubro 22, 2014

Cerveja e sinuca ajudam você a se manter jovem

Uma ajuda para você decidir sua noite hoje: cerveja e sinuca ajudam você a continuar jovem.
É essa a aposta do antropólogo Aske Lassen, da Universidade de Copenhagen. Ele fez uma pequena pesquisa com idosos de 70 a 95 anos. Em média, um a cada 15 deles costumava se encontrar para jogar sinuca pelo menos quatro vezes por semana. E eram eles os mais ativos entre os idosos avaliados.
É que o jogo acaba funcionando mesmo como uma atividade física – e, por mais que venha acompanhado de algumas cervejas, trazem benefícios à saúde. “Bilhar mantem esses homens socialmente ativos. E é um exercício adequado aos idosos, já que o jogo varia naturalmente entre períodos de atividade e de passividade. Eles podem continuar jogando por horas”, diz Lassen.

Visto em: Ciência Maluca

sexta-feira, fevereiro 28, 2014

Cerveja pode deixar você jovem por mais tempo

000_par7335598 Segundo pesquisadores das universidades de Tel Aviv  e Columbia, o álcool pode manter você jovem por mais tempo. Já o café tem efeito oposto: envelhece.

É que cada vez que as células do seu corpo se dividem, elas fazem cópias das pontas dos cromossomos (os telômeros), que são sequências de DNA. Só que os tais telômeros ficam mais curtos a cada divisão – até não poderem mais se dividir e morrerem. Faz parte do processo natural de envelhecimento.

MAS, olha só, o álcool pode retardar esse encurtamento e manter o DNA vivo por mais tempo. Sim, álcool. Pelo menos funcionou com as leveduras expostas à substância pelos pesquisadores. E como elas dividem importantes semelhanças genéticas com a gente, eles acreditam que o resultado seja o mesmo em seres humanos. Ah, e o café, por outro lado, acelera o encurtamento dos telômeros.

“Pela primeira vez, nós identificamos alguns fatores ambientais que alteram o comprimento do telômero, e mostramos como eles fazem isso”, diz Martin Kupiec, um dos autores da pesquisa. “O que aprendemos pode um dia contribuir para a prevenção e o tratamento de algumas doenças”.

Pronto. Agora você já pode comemorar feliz o fim da semana.

Visto em: Ciência Maluca

terça-feira, julho 09, 2013

Cerveja faz bem ao coração

cerveja-caneca-consumo-diariamente-size-598 Lá na Grécia, cientistas recrutaram 17 homens não fumantes para uma difícil tarefa: beber 400 mL de cerveja em uma ou duas horas. Antes e depois de beberem, os voluntários passaram por testes para avaliar como estavam as células endoteliais (serve para checar se o sangue passa com facilidade pelas artérias), que recobrem o interior dos vasos sanguíneos, e a rigidez da valva aórtica (para ver se os vasos sanguíneos estão relaxados ou endurecendo).

E, olha só, as artérias ficaram mais flexíveis e o fluxo do sangue melhorou. Eles até tentaram repetir o teste com cerveja sem álcool e vodka. Mas não deu certo. Só funciona mesmo com cerveja. Os pesquisadores acreditam que a combinação entre álcool e os antioxidantes da bebida ajuda a proteger contra doenças cardíacas.

Vale sempre levar a parte chata: exagerar nas bebidas alcoólicas não faz bem nenhum. Só traz malefícios. Mas pode tomar dois copinhos por dia sem remorso: segundo a pesquisa, beber um pouco mais de meio litro de cerveja por dia diminui os riscos de infarto e derrames em até 30%.

Visto em: Ciência Maluca

segunda-feira, maio 06, 2013

Estudo traça comportamento dos brasileiros em relação ao álcool

A porcentagem de brasileiros abstêmios pode surpreender, mas quem bebe tem feito isso de forma, digamos, cada vez mais intensa – 20% dos adultos bebedores consomem 56% de todo o álcool vendido no país. E essas pessoas não estão mais felizes e relaxadas: no grupo dos que abusam do álcool, a incidência de depressão é muito alta.

Esses e outros dados foram obtidos no 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), organizado pelo médico Ronaldo Laranjeira, coordenador da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Para o estudo, cujo resultado foi revelado este mês, foram entrevistadas no ano passado 4.607 pessoas maiores de 14 anos, de 149 municípios de todas as regiões brasileiras em 2012.

- 52% da população brasileira é abstêmia.

Até o autor do estudo se surpreendeu com essa informação. “Durante mais de 30 anos, acreditei que a taxa brasileira [de abstêmios] era semelhante à europeia, em torno de 12%”, contou Laranjeira à Agência FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, que apoiou o estudo).

- Mas quem consome álcool tem consumido cada vez mais

Entre os que curtem um goró, no entanto, aumentou de 45% para 59% o número de pessoas que têm um padrão de consumo batizado de “binge” e considerado nocivo – quatro unidades de álcool para mulheres e cinco para homens em uma única ocasião. Entre as mulheres, o crescimento foi ainda maior, passando de 36% para 49%.

- Só 20% dos adultos bebedores consomem 56% de todo o álcool vendido no país – e a maioria tem menos de 30 anos

Está aí outro dado preocupante. “O padrão brasileiro é o de beber fora de casa, nas ruas, nos bares, e de forma excessiva. Os jovens bebem para ficar bêbados e isso aumenta muito o risco de prejuízos à saúde e de envolvimento com violência, drogas e outros comportamentos de risco. A ideia que a indústria do álcool tenta passar, de que no Brasil todo mundo bebe um pouco, não é verdadeira”, afirmou Laranjeira.

- Beber mais traz consequências perigosas

“O aumento do consumo entre as mulheres, especialmente nesse padrão ‘binge’, terá consequências importantes do ponto de vista da saúde pública no médio prazo. Isso vai aumentar as taxas de câncer da mulher brasileira”, acredita Laranjeira. Pois é: segundo ele, evidências apontam que o consumo de duas ou mais doses de álcool por dia pela mulher aumenta em 20% o risco de câncer de mama. E estima-se ainda que 30% dos casos de câncer na população em geral tenham o álcool como um agente causador.

- Entre os que bebem, dois em cada dez apresentaram critérios para abuso ou dependência

Isso corresponde a cerca de 11,7 milhões de brasileiros. Outras estatísticas destrincham isso: 32% dos bebedores disseram que já aconteceu de não terem sido capazes de parar depois de começar a beber; 10% contaram que alguém já se machucou em consequência do seu consumo de álcool; 8% admitiram que a bebida já teve efeito prejudicial no trabalho e 9% admitiram prejuízo na família ou no relacionamento. Sem contar que quase um terço dos homens jovens bebedores abusivos se envolveu em briga com agressão física no último ano.

- O índice de depressão é bem maior entre os que abusam do álcool,

O estudo revelou que o índice de depressão entre os que abusam de álcool é de 41%, contra 25% na população em geral. Para Laranjeira, isso é um aviso importante: “É preciso desassociar a imagem do álcool à alegria. Quem bebe e bebe muito tem mais chance de ficar depressivo do que de ficar feliz”.

- Menos pessoas estão dirigindo após o consumo de álcool (mas o número ainda é alto)

O levantamento trouxe uma boa notícia: houve queda de 21% no número de pessoas que relatam ter dirigido após o consumo de álcool, embora o índice de casos em que isso acontece ainda seja alto (também de 21%, contra a porcentagem de 1% ou 2% vista nos países desenvolvidos). Isso indica que a Lei Seca provavelmente está surtindo efeito. “Mas só a manutenção dessa política e o aumento da fiscalização conseguirão fazer os números caírem ainda mais”, diz Laranjeira.

Possíveis razões para os números

Para o médico Laranjeira, uma das razões do aumento no consumo de álcool é o crescimento econômico do Brasil nos últimos 10 anos e o consequente aumento da renda per capita. “Quem não gastava dinheiro com álcool continua não gastando. Mas os que bebem estão gastando mais com bebida, especialmente as mulheres”, disse.

Além disso, ele reclama da falta de regulamentação do mercado de bebidas alcoólicas e defende a diminuição dos pontos de venda (que, segundo dados da Ambev, somam 1 milhão em todo o país), a restrição dos seus horários e a proibição de propagandas nos meios de comunicação. “Quando Diadema proibiu o funcionamento dos bares após as 23 horas, a mortalidade por homicídio caiu mais de 90% no município. Isso é um exemplo de uma medida política que faz a diferença. Já campanhas educativas em escolas, por exemplo, adiantam muito pouco”, disse.

Visto em: Como as Pessoas Funcionam

sexta-feira, abril 19, 2013

Um gole de cerveja é suficiente para fazer você se sentir bem

cerveja-mudando-mundoCerveja te deixa feliz. Mesmo se você beber bem pouquinho, a ponto de nem alterar o nível de álcool no sangue. É que só de sentir o gosto da cerveja seu organismo já aumenta a produção de dopamina, aquele famoso neurotransmissor que desperta a sensação de prazer, no cérebro.

Quem diz são os pesquisadores da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos. Eles convidaram 49 homens para tomarem 15 mililitros de sua cerveja preferida. Também tiveram de beber água e bebidas esportivas.

Enquanto faziam o teste, os pesquisadores escanearam o cérebro dos voluntários. E as imagens mostraram um aumento considerável de dopamina no cérebro enquanto eles tomavam míseros 15mL de cerveja, em 15 minutos. Quando tomaram água e bebida esportiva nada mudou. Óbvio, já viu alguém ficar viciado em água ou Gatorade? Aliás, quanto maior o risco do voluntário se tornar alcóolatra (ou seja, quem tinha histórico de alcoolismo na família), mais o organismo produzia dopamina.

A relação entre cerveja e dopamina não tem nada de novo. Mas os pesquisadores não sabiam que o gosto dela, e não só a embriaguez provocada pelo álcool, era capaz de desencadear a sensação de prazer. “Acreditamos que este é o primeiro experimento em humanos a mostrar que o sabor de uma bebida alcóolica por si só, sem os efeitos intoxicantes do álcool, pode aumentar a atividade da dopamina no centro de recompensa do cérebro”, explica David Kareken, um dos autores da pesquisa.

Se um gole de cerveja é suficiente para fazer você se sentir bem, fica fácil entender por que é tão difícil sair do bar antes da saideira. E é por isso também que tanta gente se perde na bebida.

Visto em: Ciência Maluca

terça-feira, dezembro 27, 2011

Quem gosta de cerveja é mais propenso a topar sexo no primeiro encontro

casal_cervejaSe você já ouviu falar algumas vezes dos caras do OkCupid, um site de relacionamentos dos EUA, sabe que eles vivem aproveitando as informações pessoais que seus usuários revelam para chegar a umas constatações estatísticas meio loucas, mas superinteressantes.
Dessa vez, a ideia era descobrir fatores que ajudassem a identificar se uma pessoa é mais ou menos propensa a fazer sexo no primeiro encontro. Analisando os dados, eles encontraram uma pergunta que, aparentemente, é bem reveladora: “você curte o gosto da cerveja?”.
É, não basta ser habitué do boteco, tem que de fato gostar do sabor característico da cerveja.
De acordo com o OkCupid, que diz ter baseado a pesquisa em cerca de 776 milhões de respostas de seus usuários (776 mi-lhões, gente!), os amantes do gostinho da cerveja são 60% mais propensos a ir para a cama com alguém que acabaram de conhecer.
Dá para ver mais detalhes (e outras estatísticas bacanas) no blog oficial do site.
Visto em: Super Interessante