sexta-feira, julho 27, 2012

A síndrome da desmotivação

desmotivacaoFrustrações profissionais no dia-a-dia são algo normal. O problema é quando se tornam rotina a ponto de deflagrar a síndrome de burnout, uma condição de estresse e desânimo extremo com o trabalho. O mal já acomete 30% dos trabalhadores brasileiros, mostra uma pesquisa recém-concluída pela International Stress Management Association no Brasil. Trata-se de uma exaustão mental e física que se inicia com um sentimento de injustiça e falta de reconhecimento, descreve a psicóloga Ana Maria Rossi, que preside a instituição. Por fim, evolui para ineficiência e acomodação. Queda de rendimento, absenteísmo e dificuldade de concentração acompanham a tal síndrome. Não raro, o descontentamento resulta em gastrite, depressão, sem falar no impacto negativo no ambiente profissional.

Visto em: Revista Saúde

sexta-feira, julho 20, 2012

Falar mal dos outros é a melhor maneira de fazer amizades

Pra homenagear o Dia do Amigo, uma dica pra que está procurando por novos. FofocaÉ verdade: o veneno aproxima as pessoas. Se você perguntar a um grupo de amigos porque eles são amigos, eles provavelmente vão dizer que gostam das mesmas coisas e das mesmas pessoas. Mas desgostar das mesmas pessoas também é um fator bem importante. É o que aponta um estudo feito nas universidades de Oklahoma e do Texas (EUA).

Primeiro, os pesquisadores colocaram os participantes para lembrar de como nasceram suas amizades mais duradouras (e a maioria tinha sido compartilhando opiniões negativas sobre os conhecidos em comum). Depois, perguntaram sobre como eles agiam em relação às outras pessoas quando estavam com os três amigos mais próximos (e a tendência mais forte era falar mal do pessoal ao redor — tipo a sua turma falando mal do bumbum alheio na praia, sabe?).

Por fim, propuseram um teste que mostrou que se você conhece uma pessoa que faz as mesmas ressalvas que você sobre o comportamento das outras pessoas (“ela fala alto demais”, por exemplo), as chances de você gostar dela são maiores. “Não é que a gente goste de não gostar das pessoas”, diz uma das autoras do estudo, Jennifer Bosson. “É que a gente gosta de conhecer pessoas que não gostam das mesmas pessoas”, explica.

Visto em: Super Interessante

terça-feira, julho 10, 2012

Endorfina: o combustível da paixão

42-20313621Você é um apaixonado; use as asas de Cupido e voe mais alto que os seres comuns, escreveu William Shakespeare em Romeu e Julieta. Estar apaixonado é muito mais do que viver um momento mágico a dois. Atualmente, a ciência sabe que as asas do Cupido dependem de reações químicas das endorfinas (um tipo de hormônio) em nosso cérebro para alçar voo. A paixão causa um turbilhão de emoções, muitas vezes contraditórias e volúveis e que podem levar a um “embaçamento” da visão crítica do outro, fazendo com que a mágica vire pesadelo.

A médica fisiologista Cibele Fabichak, especializada em neurobiologia do amor, autora do livro Sexo, Amor, Endorfinas & Bobagens (Editora Novo Século), explica que a paixão, fase inicial do amor, é um estado alterado do cérebro, em que um coquetel de hormônios (as endorfinas) e de outras substâncias provoca euforia, intensa busca por satisfação e sensação indisfarçável de felicidade.

É aí onde mora o perigo: morar junto precocemente, comprar um imóvel junto, emprestar dinheiro para o parceiro ou até engravidar sem planejamento podem ser exemplos de equívocos cometidos por casais submersos nos hormônios da paixão, comenta.

 

Características - Entre os sinais característicos da paixão, estão euforia, intensa busca por satisfação sexual, sensação indisfarçável de felicidade, respiração acelerada, pensamentos obsessivos, a focalização insistente somente nas qualidades do ser amado.

Os estudos indicam que isso ocorre em função de certos hormônios e substâncias que “ligam” áreas cerebrais do prazer e “desligam” algumas áreas do julgamento crítico. A endorfina – um tipo de opioide – é liberada no cérebro em grandes quantidades durante a paixão e produz uma sensação de prazer e relaxamento.

Este mesmo estado inibe outras regiões que reduzem o discernimento crítico sobre o ser amado, explica a médica. “O cérebro nos engana e cria uma percepção irreal do outro, em que defeitos não existem, o medo do desconhecido é drasticamente reduzido, e os critérios de avaliação racional do parceiro estão muito diminuídos”, alerta a especialista.

Diminuir as expectativas ajuda a ver melhor o outro

O antídoto para as loucuras da paixão sugere Cibele Fabichak, seria reduzir racionalmente as expectativas enquanto se busca o conhecimento do outro. A saída para o indivíduo apaixonado é não perder de vista o que se passa em seu corpo, onde “o trio – sexo, paixão e endorfinas – pode levar a desfechos trágicos e até mortais”.

É importante trazer a racionalidade para dentro de um momento irracional, fazer um check-list para poder decolar com segurança. “As expectativas são criadas cumulativamente no decorrer da vida. Criam-se modelos futuros de candidatos a paixão, o ser perfeito”. Ela lembra que em alguns países orientais os casamentos iniciam-se sem o conhecimento prévio do casal, que se relaciona sem paixão. Apesar disso, estudos revelam que entre os casais indianos, que se encontraram dessa forma e vivem há mais de 20 anos juntos, o contentamento é maior do que o verificado na sociedade ocidental. “Eles entram no relacionamento com zero por cento de expectativa e vivem uniões duradouras”, afirma.

A especialista lembra que muitos apaixonados já sofreram por não enxergar os defeitos do ser amado. “Por isso acho que vale a pena meditarmos um pouco mais sobre esse turbilhão de emoções e hormônios com que convivemos diariamente, buscando conhecer melhor a química da paixão, para fazermos boas escolhas em nossa vida”, aponta.

 

Onde moram as emoções:

Sistema límbico – É a unidade do cérebro responsável pelas emoções. É uma região constituída de neurônios, células que formam uma massa cinzenta;

Tálamo - Parte do cérebro correlacionada com as reações da reatividade emocional do homem e dos animais;

HipotálamoÁrea do cérebro que controla o comportamento e várias condições internas do corpo, como a temperatura, o impulso para comer e beber etc.;

Área tegmental ventral - Grupo de neurônios localizados em uma parte do tronco cerebral. Uma parte dele secreta dopamina. A descarga espontânea ou a estimulação elétrica dos neurônios da região do paminérgica mesolímbica produz sensações de prazer, algumas delas similares ao orgasmo.

 

Visto em: Ciência e Cultura

segunda-feira, julho 09, 2012

Não são apenas músicas…#6

Keane – Everybody's Changing

You say you wander your own land
But when I think about it
I don't see how you can

You're aching, you're breaking
And I can see the pain in your eyes
Says, everybody's changing
And I don't know why

So little time, try to understand that I'm
Trying to make a move just to stay in the game
I try to stay awake and remember my name
But everybody's changing and I don't feel the same

You're gone from here
Soon you will disappear
Fading into beautiful light
'Cause everybody's changing
And I don't feel right

So little time, try to understand that I'm
Trying to make a move just to stay in the game
I try to stay awake and remember my name
But everybody's changing and I don't feel the same

domingo, julho 08, 2012

Se você é forever alone, o Facebook não vai te ajudar

Facebook 1 . Forever alone guy is alone Made by me hope_3cc0bc_3259165Estima-se hoje que mais de 840 milhões de pessoas no mundo tenham uma conta ativa na rede social Facebook. Desse tanto de gente, mais de 50% posta pelo menos um status update por dia. Sem dúvidas, o Facebook é o site #1 em procrastinação.

Muita gente acha que o Facebook (ou qualquer rede social da mesma natureza) é um ótimo lugar para as pessoas tímidas se soltarem. É uma espécie de paraíso para os “forever-alone’s” da vida. É um ótimo lugar para pessoas que têm baixa auto-estima — o que cria uma enorme dificuldade em estabelecer relacionamentos interpessoais. Geralmente pessoas com baixa auto-estima não conseguem “se abrir” facilmente em relacionamentos não-virtuais. Mas por que isso acontece? Ora, a insegurança e o medo da reprovação são muito grandes, o que as tornam cada vez mais ansiosas, tímidas e introvertidas. Mas para algumas pessoas, o Facebook é o espaço onde elas podem se abrir e sofrer menos (ou de maneira diferente) reprovações e julgamentos.

Mas a pergunta mais interessante é: será que essa exposição no meio virtual traz algum benefício para as relações interpessoais (relações não-virtuais)? Alguns terapeutas acham que sim. Acham que a chance de se abrir virtualmente ajuda a se abrir pessoalmente — o que é extremamente importante para qualquer desenvolvimento de intimidade. Mas será? Será que o Facebook cura o efeito forever-alone?

Amanda Forest e Joanne Wood (ambos da Universidade de Waterloo no Canadá) tentaram responder a essa pergunta. Mais especificamente, eles queriam saber se, de fato, (1) as pessoas que têm baixa auto-estima veem o Facebook como um lugar seguro para se abrirem; (2) que tipo de coisas elas postam e (3) que tipo de resultado elas têm ao se abrirem no Facebook. Será que elas passam a receber mais atenção das outras pessoas?

Para responder à primeira pergunta, os pesquisadores mediram a auto-estima de um grupo de usuários do Facebook (eles utilizaram uma escala chamada Rosenberg Self-Esteem Scale) e mediram, através de um questionário, se eles viam ou não o Facebook como um local bom e seguro pra se exporem. Conforme era de se esperar, as pessoas com baixa auto-estima, de fato, acham o Facebook um lugar seguro para serem mais abertas. Mas que tipo de coisas eles postam? Para responder a essa pergunta, os pesquisadores pediram que os participantes fornecessem os últimos dez “status updates” da conta deles. Esses updates foram analisados por um grupo de codificadores (que não sabiam do propósito do estudo) em termos do seu grau de negatividade. Eles queriam saber se as pessoas de baixa auto-estima têm uma tendência maior a postar coisas do tipo “Nossa, meu dia foi uma merda” ao invés de “Hoje o dia está lindo“.

Os resultados mostraram que as pessoas com baixa auto-estima têm uma tendência muito maior para postar coisas negativas quando comparadas com as pessoas de auto-estima alta. Os pesquisadores pediram ainda que um grupo de estranhos lessem os updates e pressionassem (ou não) o botão “curtir”. De novo, como era de se esperar, os updates negativos receberam muito menos “eu curti” do que os outros mais positivos.

Apesar dos resultados serem bem plausíveis, é possível que as pessoas tenham “curtido” menos os updates negativos simplesmente por que se tratavam de pessoas desconhecidas. Pode ser que, ao ver um update negativo de alguém que você conhece, você vá se importar mais do que um update de uma pessoa que você não conhece. Para verificar essa possibilidade, os pesquisadores mediram o número de comentários e “curtidas” que os updates receberam dos amigos dos participantes. E o resultado foi: NÃO. Não adianta! Mesmo dos amigos, os updates negativos receberam menos atenção. O mais interessante foi notar que os updates negativos postados por pessoas com alta auto-estima receberam mais atenção do que os updates negativos de pessoas como baixa auto-estima. A ideia é que se você tem alta auto-estima (e publica coisas positivas com mais frequência) quando você publica algo negativo, as pessoas se preocupam. Mas se você têm auto-estima baixa e sempre publica coisas negativas, as pessoas simplesmente não ligam — pois é isso que esperam de você.

Por isso, se está se sentindo forever-alone, o Facebook não vai te ajudar! O ideal é que pare de postar coisas negativas.

 

Visto em: Cognando

domingo, julho 01, 2012

Vamos olhar o mundo um pouco diferente

Não gosto de fazer propaganda gratuita, mas a Coca-Cola ultimamente tem feito vários comerciais que entram na categoria épica. Todos mostrando que o mundo não é toda aquela maldade que aparece em jornais e televisão.

terça-feira, junho 26, 2012

Morre o Solitário George

Tartaruga-gigante era a última da subespécie e vivia no arquipélago de Galápagos

ECUADOR-TORTOISE_O arquipélago de Galápagos perdeu seu habitante mais ilustre no domingo. Lonesome George – o Solitário George – foi encontrado morto no centro de criação de tartarugas terrestres da ilha Santa Cruz, conforme nota divulgada pelo Parque Nacional Galápagos. George tinha entre 100 e 120 anos, mais de um metro de carapaça e pesava 98,6 quilos. Era o último exemplar de sua subespécie a habitar a reserva ecológica equatoriana. A suspeita é de que uma parada cardíaca tenha provocado a morte do animal. Uma autópsia será realizada para identificar a causa.
As ilhas de Galápagos são consideradas o maior laboratório “vivo” de biologia, até por terem recebido o pai da Teoria das Espécies, Charles Darwin, em 1835. O arquipélago ajudou o cientista a desenvolver seus estudos sobre a evolução dos animais. Parece que a seleção natural chegou também para a família de George.
Os pesquisadores do parque tentavam desde 1993 evitar a extinção da subespécie Chelonoidis nigra abingdoni por meio de processos de reprodução, que não deram certo, nem por acasalamento nem por inseminação artificial. As tartarugas de galápagos foram alvo de caçadores no século 19, o que desencadeou o processo de extinção.
“A morte do Solitário George representa a perda de um símbolo da luta pela perpetuação da biodiversidade do planeta”, diz o coordenador do Projeto Tamar/ICMBio, Guy Marcovaldi. De acordo com autoridades do parque, cerca de 20 mil tartarugas gigantes de outras subespécies ainda vivem nas ilhas do Equador.

Que ilha é esta?

- O arquipélago de Galápagos fica no oceano Pacífico, a aproximadamente mil quilômetros a Oeste da costa do Equador. Rodeado por mais de 45 mil km² de reserva marinha, seu nome oficial é Colombo, mas ficou conhecido como Galápagos por causa das tartarugas-gigantes. É formado por 13 grandes ilhas vulcânicas, seis ilhas pequenas e 107 rochas e ilhotas, totalizando uma área de 8 mil km².
- Todos os répteis do arquipélago, metade das espécies de aves, 32% das plantas e 25% dos peixes, e mais um bom número de invertebrados são encontrados apenas naquelas ilhas. Entre as mais visitadas estão Espanhola, Floreana, Santa Cruz, Isabela, Fernandina e Bartolomé. Solitário George vivia em Santa Cruz.
- A Unesco incluiu Galápagos na lista de patrimônios da humanidade em 1978 e, em dezembro de 2001, a declaração foi ampliada para reserva marinha. O número de turistas que entram na ilha é limitado.

Visto em: A Notícia

domingo, junho 24, 2012

À Descoberta Do Amor

mahatma_gandhi1Ensaia um sorriso
e oferece-o a quem não teve nenhum.
Agarra um raio de sol
e desprende-o onde houver noite.
Descobre uma nascente
e nela limpa quem vive na lama.
Toma uma lágrima
e pousa-a em quem nunca chorou.
Ganha coragem
e dá-a a quem não sabe lutar.
Inventa a vida
e conta-a a quem nada compreende.
Enche-te de esperança
e vive á sua luz.
Enriquece-te de bondade
e oferece-a a quem não sabe dar.
Vive com amor
e fá-lo conhecer ao Mundo.

Mahatma Gandhi

terça-feira, junho 19, 2012

Não são apenas músicas…#5

Nirvana – You Know You’re Right

You Know You're Right

I will never bother you

I will never promise too

I will never follow you

I will never bother you

Never speak a word again

I will crawl away for good

 

I will move away from here

You won't be afraid of fear

No thought was put into this

I always knew it would come to this

Things have never been so swell

I have never failed to felt

 

Pain

Pain

Pain

 

You know you're right

You know you're right

You know you're right

 

I'm so warm and calm inside

I no longer have to hide

Lets talk about someone else

Steaming soup against her mouth

Nothing really bothers her

She just wants to love herself

 

I will move away from here

You won't be afraid of fear

No thought was put into this

I always knew it'd come to this

Things have never been so swell

I have never failed to felt

 

Pain

Pain

Pain

Pain

Pain

 

You know you're right

You know you're right

You know you're right

You know you're right

You know you're right

You know you're right

You know you're right

You know you're right

You know you're right

You know you're right

You know you're right

You know you're right

You know you're right

You know you're right

 

You know your right

You know your right

You know your right

 

Pain

terça-feira, junho 05, 2012

Esforços jogados no lixo?

GP03U10Pegando carona no Dia Mundial do Meio Ambiente, o governo federal acaba de soltar os números consolidados de desmatamento da Amazônia que vão de agosto de 2010 a julho de 2011. Nesse período, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 6.418 km2 de floresta foram para o chão. É a menor taxa desde 1988, quando a região passou a ser monitorada.

“Essa queda no desmatamento é fruto de um trabalho de longo prazo que está sendo jogado no lixo pelo atual governo”, afirma Marcio Astrini, da campanha Amazônia do Greenpeace. “Exatamente dez dias atrás, a presidente Dilma Rousseff rasgou o Código Florestal, ao permitir que fossem anistiados os desmatadores e que fossem reduzidas as áres de preservação. Isso vai abrir brecha para que os índices de devastação voltem a subir, depois de anos de esforços para sua redução”.

Em alguns estados, os números continuam lá em cima. Enquanto houve um aumento de 29% das derrubadas no Mato Grosso, em Rondônia isso foi ainda maior: 99%. Apesar de ser a taxa mais baixa já registrada, os 6.418 km2 estão longe de ser pouca coisa: nesse período, uma área de floresta equivalente a quase 2.500 campos de futebol foi derrubada a cada dia.

“A redução dos índices nos últimos anos prova que o Brasil não precisa de mais desmatamento para continuar se desenvolvendo”, diz Astrini.  “Vamos deixar claro para o governo e para o mundo que queremos as florestas em pé. E para isso apoiamos uma lei pelo desmatamento zero. Em apenas dois meses, mais de 310 mil pessoas já assinaram por um projeto de iniciativa popular para zerar o desmatamento”.

A campanha nacional pelo Desmatamento Zero já foi apoiada por vários movimentos sociais – como Via Campesina e sindicatos de trabalhadores rurais da Amazônia –, organizações indígenas e quilombolas, entidades ambientalistas e artistas. Quando 1,4 milhão de assinaturas forem recolhidas, o projeto será encaminhado ao Congresso. Assine, divulgue e compartilhe você também.

Assine a petição.

Visto em: Greenpeace