segunda-feira, dezembro 05, 2016
domingo, dezembro 04, 2016
Cachorros desprezam inimigos dos donos
Cachorros são bichos tão fiéis que levam muito a sério aquela velha frase: desafeto de amigo meu só pode ser meu inimigo também. Eles percebem quando alguém não é lá muito legal com seus donos. E despejam neles o pior sentimento de todos: o desprezo.
Em um teste, voluntários pediam ajuda a outra pessoa para abrir um potinho. Algumas vezes, o sujeito, que na verdade era um ator contratado, se negava a ajudar e em outras colaborava numa boa. Ao lado do dono, o cachorro presenciava tudo bem atento.
Logo em seguida, outra pessoa se aproximava do ator e os dois ofereciam comida ao cão. Eles tendiam a recusar a oferta dos atores que agiram mal com os donos – e a preferir o petisco do desconhecido.
Mas não valorizavam tanto assim os caras bonzinhos. Na disputa entre um desconhecido e o ator “do bem”, os cachorros pegavam aleatoriamente qualquer pedaço de comida – fosse ela dada pelo cara gente boa ou por outra pessoa qualquer. Nesse caso, tanto fazia quem oferecia o rango.
Visto em: Ciência Maluca
segunda-feira, outubro 31, 2016
Tirar selfies deixa seu dia mais feliz
Pode parecer um tanto quanto egocêntrico postar uma selfie por dia no Facebook. Mas faz um bem danado para sua autoestima. E esse pequeno ato é capaz de deixar seu dia mais feliz.
Foi o que aconteceu com 41 voluntários de uma pesquisa americana. A maioria deles passava por um momento de adaptação. Quase todos haviam acabado de entrar na faculdade – aquela fase de recomeçar do zero suas amizades, ser aceito em um grupo novo e que, geralmente, faz bater um pouquinho de insegurança.
Durante três semanas, eles toparam o desafio de postar pelo menos uma selfie por dia nas redes sociais. Mas precisava ser uma foto feliz: com um sorrisão estampado na cara. E funcionou muito bem. Todos disseram se sentir mais confiantes depois da maratona de selfies – e a cada nova foto o dia deles ficava mais feliz.
É fácil entender a razão. Quando os amigos interagiam com as fotos, essas pessoas se enchiam de confiança e se sentiam mais conectados aos outros. Como se toda aquela tensão e estresse que sentiam ficasse um pouco mais leve.
Viu só? No fim das contas, pode tirar selfie à vontade – a ciência recomenda. Vai fazer bem. E quem se cansar da sua cara que deixe de te seguir 😉
Foi o que aconteceu com 41 voluntários de uma pesquisa americana. A maioria deles passava por um momento de adaptação. Quase todos haviam acabado de entrar na faculdade – aquela fase de recomeçar do zero suas amizades, ser aceito em um grupo novo e que, geralmente, faz bater um pouquinho de insegurança.
Durante três semanas, eles toparam o desafio de postar pelo menos uma selfie por dia nas redes sociais. Mas precisava ser uma foto feliz: com um sorrisão estampado na cara. E funcionou muito bem. Todos disseram se sentir mais confiantes depois da maratona de selfies – e a cada nova foto o dia deles ficava mais feliz.
É fácil entender a razão. Quando os amigos interagiam com as fotos, essas pessoas se enchiam de confiança e se sentiam mais conectados aos outros. Como se toda aquela tensão e estresse que sentiam ficasse um pouco mais leve.
Viu só? No fim das contas, pode tirar selfie à vontade – a ciência recomenda. Vai fazer bem. E quem se cansar da sua cara que deixe de te seguir 😉
Visto em: Ciência Maluca
Por que os jovens já não querem comprar carro nem casa própria?
Tradicionalmente, o que se convencionou chamar de sucesso é medido pelo fato de ter casa própria e carro. Mas isso já não é mais assim. A cada dia, aumenta o número de jovens que optam em não adquirir este tipo de bens.
Diversos estudos especializados mostraram que cada vez menos pessoas da chamada ’geração Y’ (que hoje têm cerca de 30 a 35 anos) compram casa. Sem falar no número ainda menor de interessados em adquirir um automóvel. Na realidade, eles não fazem quase nenhum tipo de gasto grande, sem contar os iPhones, é claro.
Nos Estados Unidos, jovens de até 35 anos são conhecidos como ’a geração dos alugadores’. Por que isso acontece? Alguns sociólogos têm certeza de que os jovens de hoje estão mais atentos, sabendo que podem enfrentar crises financeiras e, por isso, temem fazer grandes financiamentos.
Mas isso não é o principal. O fundamental é que a ’geração Y’ se diferencia da geração de seus pais quanto aos valores. São muito diferentes.
Os jovens redefiniram sucesso. Antes, dizia-se que alguém de sucesso era aquele com casa própria e pelo menos um carro. Mas agora valoriza-se quem investe seu dinheiro em experiências, viagens e aventuras.
Jovens vêm deixando conscientemente de comprar bens móveis e imóveis, preferindo recorrer ao aluguel. Hoje em dia, as pessoas preferem horários de trabalho mais flexíveis, independência econômica e geográfica ao que antes era tido como prosperidade e estabilidade.
As coisas materiais estão deixando de despertar o interesse das pessoas. Para que ter um carro se você pode usar o transporte público, táxi, bicicleta ou Uber? Sobretudo nas grandes cidades, há alternativas ao uso do transporte motorizado próprio.
Para que comprar uma casa em um lugar lindo para poder descansar, se você pode, através de plataformas como ’Airbnb’, encontrar um lugar em qualquer lugar do Planeta? Não é necessário sequer fazer um contrato formal de aluguel, nem comprar uma casa no país onde você deseja viver naquele momento. É o mesmo que acontece com os bens imóveis na cidade natal. Em primeiro lugar, a pessoa não sabe por quanto tempo mais irá morar no mesmo lugar em que vive atualmente. Em segundo lugar, para que se comprometer com um financiamento de 40 anos se, por um lado, isso significa viver o resto da vida como se estivesse pagando aluguel? No fim das contas, o mais provável é que a pessoa mude seu local de trabalho muitas vezes do decorrer dos anos, e quando se vive de aluguel, não há nada que impeça alguém de se mudar para um novo bairro, mais próximo do local de trabalho. A revista Forbes já disse que os jovens contemporâneos mudam de trabalho em média três vezes por ano.
O próprio conceito de propriedade das coisas já não é mais a mesmo.
O crítico James Gamblin, colunista da revista Atlantis explica o fenômeno da seguinte maneira: "Durante os últimos dez anos, psicólogos fizeram várias investigações que demonstram que, levando em conta a felicidade e a sensação de bem estar, é muito melhor gastar dinheiro adquirindo novas experiências do que comprando coisas. Isso é o que deixa as pessoas mais felizes."
Trecho extraído do artigo de Gamblin:
"Parece que as pessoas não querem ouvir histórias sobre onde você comprou uma casa, e sim ouvir o quão maravilhoso foi seu fim de semana. Até mesmo uma experiência ruim pode se transformar numa história fascinante. A interação social entre as pessoas desempenha um papel muito importante na hora de definir se elas serão felizes ou não. Logo, é preciso conversar com outras pessoas e ter muitos amigos. Obviamente, os outros irão gostar mais de ouvir sobre uma viagem maluca e inesperada, ou sobre como alguém morou em um país desconhecido, do que ouvir quantas casas alguém conseguiu comprar."
E tem mais uma coisa. O que acontece é que as coisas que nós possuímos, especialmente se forem caras, nos obrigam a nos preocupar com elas. Basta comprar um carro para se assustar sempre que algum alarme é disparado na rua. Quando se compra uma casa e muitos eletrodomésticos para que o lar seja confortável, surge o medo de a casa ser invadida por ladrões. Isso sem falar que automóveis acabam ganhando arranhões, batidas, e os televisores caros teimam em funcionar perfeitamente durante apenas um ano. Por outro lado, experiências e aventuras vividas continuam para sempre onde estão. Ninguém pode tirá-las de você.
Em sua maioria, nossos pais não tinham a chance de viajar tanto nem de ir a lugares tão distantes como nós temos hoje. Eles não tinham a possibilidade de se divertir como fazemos agora. Não tiveram tantas chances de abrir um negócio próprio, por isso investiram em bens móveis e imóveis, mas nós não precisamos seguir seus passos nesse sentido. Além disso, qualquer compra — que não seja uma casa ou apartamento — irá perder seu valor com o tempo. E se você der uma olhada no ritmo lento e na recessão do mercado imobiliário, tudo fica ainda mais óbvio.
O importante é que as experiências não se desvalorizam e não podem ser roubadas.
Diversos estudos especializados mostraram que cada vez menos pessoas da chamada ’geração Y’ (que hoje têm cerca de 30 a 35 anos) compram casa. Sem falar no número ainda menor de interessados em adquirir um automóvel. Na realidade, eles não fazem quase nenhum tipo de gasto grande, sem contar os iPhones, é claro.
Nos Estados Unidos, jovens de até 35 anos são conhecidos como ’a geração dos alugadores’. Por que isso acontece? Alguns sociólogos têm certeza de que os jovens de hoje estão mais atentos, sabendo que podem enfrentar crises financeiras e, por isso, temem fazer grandes financiamentos.
Mas isso não é o principal. O fundamental é que a ’geração Y’ se diferencia da geração de seus pais quanto aos valores. São muito diferentes.
Os jovens redefiniram sucesso. Antes, dizia-se que alguém de sucesso era aquele com casa própria e pelo menos um carro. Mas agora valoriza-se quem investe seu dinheiro em experiências, viagens e aventuras.
Jovens vêm deixando conscientemente de comprar bens móveis e imóveis, preferindo recorrer ao aluguel. Hoje em dia, as pessoas preferem horários de trabalho mais flexíveis, independência econômica e geográfica ao que antes era tido como prosperidade e estabilidade.
As coisas materiais estão deixando de despertar o interesse das pessoas. Para que ter um carro se você pode usar o transporte público, táxi, bicicleta ou Uber? Sobretudo nas grandes cidades, há alternativas ao uso do transporte motorizado próprio.
Para que comprar uma casa em um lugar lindo para poder descansar, se você pode, através de plataformas como ’Airbnb’, encontrar um lugar em qualquer lugar do Planeta? Não é necessário sequer fazer um contrato formal de aluguel, nem comprar uma casa no país onde você deseja viver naquele momento. É o mesmo que acontece com os bens imóveis na cidade natal. Em primeiro lugar, a pessoa não sabe por quanto tempo mais irá morar no mesmo lugar em que vive atualmente. Em segundo lugar, para que se comprometer com um financiamento de 40 anos se, por um lado, isso significa viver o resto da vida como se estivesse pagando aluguel? No fim das contas, o mais provável é que a pessoa mude seu local de trabalho muitas vezes do decorrer dos anos, e quando se vive de aluguel, não há nada que impeça alguém de se mudar para um novo bairro, mais próximo do local de trabalho. A revista Forbes já disse que os jovens contemporâneos mudam de trabalho em média três vezes por ano.
O próprio conceito de propriedade das coisas já não é mais a mesmo.
O crítico James Gamblin, colunista da revista Atlantis explica o fenômeno da seguinte maneira: "Durante os últimos dez anos, psicólogos fizeram várias investigações que demonstram que, levando em conta a felicidade e a sensação de bem estar, é muito melhor gastar dinheiro adquirindo novas experiências do que comprando coisas. Isso é o que deixa as pessoas mais felizes."
Trecho extraído do artigo de Gamblin:
"Parece que as pessoas não querem ouvir histórias sobre onde você comprou uma casa, e sim ouvir o quão maravilhoso foi seu fim de semana. Até mesmo uma experiência ruim pode se transformar numa história fascinante. A interação social entre as pessoas desempenha um papel muito importante na hora de definir se elas serão felizes ou não. Logo, é preciso conversar com outras pessoas e ter muitos amigos. Obviamente, os outros irão gostar mais de ouvir sobre uma viagem maluca e inesperada, ou sobre como alguém morou em um país desconhecido, do que ouvir quantas casas alguém conseguiu comprar."
E tem mais uma coisa. O que acontece é que as coisas que nós possuímos, especialmente se forem caras, nos obrigam a nos preocupar com elas. Basta comprar um carro para se assustar sempre que algum alarme é disparado na rua. Quando se compra uma casa e muitos eletrodomésticos para que o lar seja confortável, surge o medo de a casa ser invadida por ladrões. Isso sem falar que automóveis acabam ganhando arranhões, batidas, e os televisores caros teimam em funcionar perfeitamente durante apenas um ano. Por outro lado, experiências e aventuras vividas continuam para sempre onde estão. Ninguém pode tirá-las de você.
Em sua maioria, nossos pais não tinham a chance de viajar tanto nem de ir a lugares tão distantes como nós temos hoje. Eles não tinham a possibilidade de se divertir como fazemos agora. Não tiveram tantas chances de abrir um negócio próprio, por isso investiram em bens móveis e imóveis, mas nós não precisamos seguir seus passos nesse sentido. Além disso, qualquer compra — que não seja uma casa ou apartamento — irá perder seu valor com o tempo. E se você der uma olhada no ritmo lento e na recessão do mercado imobiliário, tudo fica ainda mais óbvio.
O importante é que as experiências não se desvalorizam e não podem ser roubadas.
Visto em: Incrível
Admiro pessoas simples, gente que não se acha mais que ninguém
Todos nós gostamos de pessoas simples e humildes que não se acham mais do que ninguém. Estas pessoas fogem da humildade falsa do “Eu faço tudo melhor”, do orgulho e do egoísmo desmedido. Elas, melhor do que ninguém, percebem que a arrogância das pessoas com ar de superioridade é tão insuportável quanto desprezível.
Além disso, falar com arrogância e gabar-se com muita frequência geralmente reflete algum tipo de falta, vazio ou insatisfação com a própria vida. É caso para dizer que essas atitudes são próprias de alguém que faz “muito barulho por nada”.
Muitas vezes quanto mais vazio por dentro alguém é, mais barulho faz. Quando vemos uma pessoa falando demais, interrompendo a conversa de todos, sendo precipitada ou violenta, vangloriando-se do que tem, sentindo-se arrogante e diminuindo as outras pessoas, pode ser sinal de alguém vazio. “Diz-me do que te gabas e eu te direi o que te faz falta.”
A humildade é saber silenciar as nossas forças e permitir que os outros as descubram. Ninguém está mais vazio do que aquele que está cheio de si mesmo.
As pessoas simples e humildes são as melhores porque elas não têm necessidade de competir ou de estarem certas. Elas não precisam fingir ou mentir, porque o que são é mostrado nas suas ações, na sua postura e no seu equilíbrio.
Mas há pessoas que, infelizmente, estão tão vazias que se alimentam de se vangloriar e de se gabar, estão tão vazias que procuram desesperadamente aprovação através das suas palavras vazias.
Quando conseguimos algo muito importante para nós mesmos é normal e habitual mostrar orgulho, no entanto, há uma grande diferença entre o orgulho do esforço por ter alcançado um objetivo e a arrogância.
Nada do que possamos conseguir nos faz dignos de louvor ou superiores aos outros. Apenas a bondade e a humildade nos ajudam a elevar-nos e a construir suportes para a nossa própria felicidade.
Visto em: Já Foste
quarta-feira, agosto 31, 2016
Agosto é um mês marcado por mortes e afastamentos na política brasileira
O pernambucano não foi o único. No dia 22 de agosto de 1976, morria o ex-presidente Juscelino Kubitschek, em um acidente de carro na estrada perto de Resende, no Rio de Janeiro. Vinte e dois anos antes, em 24 de agosto, Getúlio Vargas se suicidava no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro.A Itália não é a exceção: o mês de agosto carrega uma série de eventos marcantes da política brasileira. Há dois anos, no dia 13 de agosto, morria o candidato à presidência Eduardo Campos, em um acidente de avião em Santos, no litoral de São Paulo.
No dia 25 de agosto, Jânio Quadros renunciava ao cargo de presidente do Brasil, passando o bastão para João Goulart. E nesta quarta-feira (31), a maioria do senado brasileiro decidiu pelo afastamento de Dilma Rousseff, o que torna Michel Temer o novo presidente do país.
A triste geração que virou escrava de si mesma
“Os jovens estão prontos a desejar e realizar o que eles desejam. Os desejos corporais obedecem às ordens de prazer sensual, que eles são incapazes de controlar. Mas esses desejos são mutáveis, e logo eles se cansam. O que desejam, o desejam com extremo ardor, porém logo se desinteressam como a fome e a sede do doente.
Eles são apaixonados, de temperamento quente, levados por impulso, incapazes de controlar sua paixão. Mas, devido à sua ambição, não podem suportar ser menosprezados. Ficam indignados quando pensam que estão sendo injustiçados.
Eles são ambiciosos por honra, mas mais ainda por vitória. Essa juventude deseja superioridade, e vitória é uma espécie de superioridade. Seu desejo por ambos é maior do que o seu desejo por dinheiro.
Eles não são mal-humorados, mas têm índole simples, porque ainda não testemunharam muita depravação. Confiam, pois ainda não foram muitas vezes enganados. São cheios de esperança, pois a esperança está ligada ao futuro assim como a memória está ao passado. Agem de sangue quente como aqueles que estão embriagados com vinho. Além disso, ainda não experimentaram muitas falhas.“Os jovens de hoje só querem se dar bem.”
Para esses jovens, o futuro é longo e o passado é curto. Na manhã da vida, não é possível, para eles, lembrar de nada. Mas eles têm a esperança, o que os torna fácil de enganar. E eles são mais corajosos, pois estão cheios de paixão e esperança – a primeira os impede de temer, enquanto a última os inspira com confiança, pois ninguém teme quando tem paixão no que faz, e a esperança de obter alguma vantagem inspira confiança.
Eles são ricos de espírito, pois ainda não foram humilhados pela vida nem experimentaram a força da necessidade. Além disso, têm altivez, pois se julgam dignos de grandes coisas, um sentimento que pertence a alguém que está cheio de esperança.”
Ambiciosos, mas sem ligar muito para dinheiro. Querem muito algo, mas logo depois não querem mais tanto assim. Valorizam o passado, mas preferem o futuro. Soa familiar? Só que esses “millennials”, pobres coitados, não tiveram nem um seculozinho para atravessar e quebrar as metafóricas e numéricas barreiras do tempo (e, com isso, virar alvo de tão acalorados debates e análises). Imagine só, então, um luxo como pular de um milênio para outro.
Pelo visto, isso não é necessário. E nunca foi. Que o diga o autor das linhas acima, que viveu entre 384 e 322 a.C. e atendia pelo nome de Aristóteles.
Eles são apaixonados, de temperamento quente, levados por impulso, incapazes de controlar sua paixão. Mas, devido à sua ambição, não podem suportar ser menosprezados. Ficam indignados quando pensam que estão sendo injustiçados.
Eles são ambiciosos por honra, mas mais ainda por vitória. Essa juventude deseja superioridade, e vitória é uma espécie de superioridade. Seu desejo por ambos é maior do que o seu desejo por dinheiro.
Eles não são mal-humorados, mas têm índole simples, porque ainda não testemunharam muita depravação. Confiam, pois ainda não foram muitas vezes enganados. São cheios de esperança, pois a esperança está ligada ao futuro assim como a memória está ao passado. Agem de sangue quente como aqueles que estão embriagados com vinho. Além disso, ainda não experimentaram muitas falhas.“Os jovens de hoje só querem se dar bem.”
Para esses jovens, o futuro é longo e o passado é curto. Na manhã da vida, não é possível, para eles, lembrar de nada. Mas eles têm a esperança, o que os torna fácil de enganar. E eles são mais corajosos, pois estão cheios de paixão e esperança – a primeira os impede de temer, enquanto a última os inspira com confiança, pois ninguém teme quando tem paixão no que faz, e a esperança de obter alguma vantagem inspira confiança.
Eles são ricos de espírito, pois ainda não foram humilhados pela vida nem experimentaram a força da necessidade. Além disso, têm altivez, pois se julgam dignos de grandes coisas, um sentimento que pertence a alguém que está cheio de esperança.”
Ambiciosos, mas sem ligar muito para dinheiro. Querem muito algo, mas logo depois não querem mais tanto assim. Valorizam o passado, mas preferem o futuro. Soa familiar? Só que esses “millennials”, pobres coitados, não tiveram nem um seculozinho para atravessar e quebrar as metafóricas e numéricas barreiras do tempo (e, com isso, virar alvo de tão acalorados debates e análises). Imagine só, então, um luxo como pular de um milênio para outro.
Pelo visto, isso não é necessário. E nunca foi. Que o diga o autor das linhas acima, que viveu entre 384 e 322 a.C. e atendia pelo nome de Aristóteles.
Visto em: Conta Outra
segunda-feira, agosto 29, 2016
A juventude que não pode largar tudo para viajar o mundo ou vender brigadeiro
Texto de Yasmin Gomes
Eu acho lindas as histórias da "geração que encontrou o sucesso no pedido de demissão", mas elas podem gerar um sentimento de depressão muito maior do que de inspiração. Recentemente, um texto da Ruth Manus bombou nas redes sociais. Montes de likes e compartilhamentos para soltar um grito de desespero de quem está infeliz com o que vou chamar aqui de carreira convencional.
Logo no início do texto, a autora já se defende dos que dirão que é muito fácil pedir demissão e mudar totalmente de carreira & estilo de vida quando se tem dinheiro, seja de economia pessoal ou o famoso "paitrocínio". Ela logo parte para exemplos que não seguem essa linha, diz conhecer pessoas que "venderam o carro, dividem apartamento com mais 3 amigos, abriram mão dos luxos, não ligam de viver com dinheiro contadinho. O que eles não podiam mais aguentar era a infelicidade".Ao ler esse trecho em voz alta para meus colegas de trabalho, quase tive cólicas de tanto rir. Só pode ser piada, né!? A média salarial em São Paulo é de R$2.300,00. No Brasil, até o final do ano passado, era pouco mais de R$1.000,00 reais. Em que realidade estão essas pessoas onde "viver com dinheiro contado" e "abrir mão de luxos" são sofrimentos opcionais em detrimento dos seus anseios profissionais?
Outra parte do artigo que tivemos que encarar com muito humor dava o lead de quem encontrou o sucesso pedindo demissão. Foram citadas pessoas que abriram mão de "carrão", do "cargo fantástico" e até de ser "executiva de grande grupo". O auge mesmo foi a citação da amiga advogada que jogou tudo para o alto e resolveu voltar a ser estudante e andar de metrô FORA DO PAÍS.
PUTA SOFRIMENTO! Alguém avisa que quase metade dos jovens brasileiros tem que trabalhar para pagar os estudos. Avisa que estágio paga pouco e esses jovens acabam ficando em empregos fora da área de graduação, se formam e ficam pra trás na hora de conseguir entrar no seu mercado. Ah! E, por incrível que pareça, tem até novinhos e novinhas que são arrimo de família!
Não vou nem comentar a suposta bad de ter que dividir apartamento, também citada pela autora, quando a maioria das pessoas que eu conheço não tem dinheiro nem para isso (eu, por exemplo, consegui comprar uma barraca há uns dois anos e parei por aí).
A realidade do Brasil não é de quem pede as contas e vai viajar o mundo. Não é de quem "joga tudo pro alto" e vai vender brigadeiro.
A gente vive num lugar em que a maioria das pessoas se permite ser explorada porque precisa ganhar nem que seja uma mixaria no fim do mês. O desespero é tanto que, se a gente não aceita condições deploráveis, alguém vai aceitar. Alguém bom e qualificado, aliás.
A melhor mensagem que o texto da Ruth Manus e tantos outros me passam é de que o sucesso não precisa necessariamente vir nos moldes de carreira executiva. Você pode ser uma pessoa realizada construindo uma bela família, plantando uma horta, fazendo voluntariado, tendo o seu próprio negócio de churros gourmet ou o que for.Existe felicidade e realização além do salto alto e da gravata, mas não tem glamour, purpurina ou post check-in pela Europa (sinta-se uma exceção, se tiver).
Para os jovens que vivem a realidade do nosso país, almoçando coxinha e botando na ponta do lápis cada centavo gasto com busão, o pedido de demissão tem que esperar. E se demorar, não tem problema. Temos a vida toda pela frente, temos uns aos outros, a gente se entende...
Você não é uma porcaria, um acomodado. Fica calmo, tá tudo certo.
Visto em: Brasil Post
Eu acho lindas as histórias da "geração que encontrou o sucesso no pedido de demissão", mas elas podem gerar um sentimento de depressão muito maior do que de inspiração. Recentemente, um texto da Ruth Manus bombou nas redes sociais. Montes de likes e compartilhamentos para soltar um grito de desespero de quem está infeliz com o que vou chamar aqui de carreira convencional.
Logo no início do texto, a autora já se defende dos que dirão que é muito fácil pedir demissão e mudar totalmente de carreira & estilo de vida quando se tem dinheiro, seja de economia pessoal ou o famoso "paitrocínio". Ela logo parte para exemplos que não seguem essa linha, diz conhecer pessoas que "venderam o carro, dividem apartamento com mais 3 amigos, abriram mão dos luxos, não ligam de viver com dinheiro contadinho. O que eles não podiam mais aguentar era a infelicidade".Ao ler esse trecho em voz alta para meus colegas de trabalho, quase tive cólicas de tanto rir. Só pode ser piada, né!? A média salarial em São Paulo é de R$2.300,00. No Brasil, até o final do ano passado, era pouco mais de R$1.000,00 reais. Em que realidade estão essas pessoas onde "viver com dinheiro contado" e "abrir mão de luxos" são sofrimentos opcionais em detrimento dos seus anseios profissionais?
Outra parte do artigo que tivemos que encarar com muito humor dava o lead de quem encontrou o sucesso pedindo demissão. Foram citadas pessoas que abriram mão de "carrão", do "cargo fantástico" e até de ser "executiva de grande grupo". O auge mesmo foi a citação da amiga advogada que jogou tudo para o alto e resolveu voltar a ser estudante e andar de metrô FORA DO PAÍS.
PUTA SOFRIMENTO! Alguém avisa que quase metade dos jovens brasileiros tem que trabalhar para pagar os estudos. Avisa que estágio paga pouco e esses jovens acabam ficando em empregos fora da área de graduação, se formam e ficam pra trás na hora de conseguir entrar no seu mercado. Ah! E, por incrível que pareça, tem até novinhos e novinhas que são arrimo de família!
Não vou nem comentar a suposta bad de ter que dividir apartamento, também citada pela autora, quando a maioria das pessoas que eu conheço não tem dinheiro nem para isso (eu, por exemplo, consegui comprar uma barraca há uns dois anos e parei por aí).
A realidade do Brasil não é de quem pede as contas e vai viajar o mundo. Não é de quem "joga tudo pro alto" e vai vender brigadeiro.
A gente vive num lugar em que a maioria das pessoas se permite ser explorada porque precisa ganhar nem que seja uma mixaria no fim do mês. O desespero é tanto que, se a gente não aceita condições deploráveis, alguém vai aceitar. Alguém bom e qualificado, aliás.
A melhor mensagem que o texto da Ruth Manus e tantos outros me passam é de que o sucesso não precisa necessariamente vir nos moldes de carreira executiva. Você pode ser uma pessoa realizada construindo uma bela família, plantando uma horta, fazendo voluntariado, tendo o seu próprio negócio de churros gourmet ou o que for.Existe felicidade e realização além do salto alto e da gravata, mas não tem glamour, purpurina ou post check-in pela Europa (sinta-se uma exceção, se tiver).
Para os jovens que vivem a realidade do nosso país, almoçando coxinha e botando na ponta do lápis cada centavo gasto com busão, o pedido de demissão tem que esperar. E se demorar, não tem problema. Temos a vida toda pela frente, temos uns aos outros, a gente se entende...
Você não é uma porcaria, um acomodado. Fica calmo, tá tudo certo.
Visto em: Brasil Post
quinta-feira, julho 28, 2016
Não são apenas músicas…#26
Keane - You Are Young
Fearfull child have faith in brighter days
Stay home till this darkness fades away
Lie still beside me
I'll hold you now I'll hold you forever
Winter's hand will freeze your heart again
Doors will close, no time to start again
Nothing is given except the ties that hold us together.
Lay down your load
'cause everyday it's gonna grow
And bask in the sunshine
Try to pay no mind, try to pay no mind at all
To all the things that you don't know
You've got time to realize
You're shielded by the hands of love
'Cause you are young
Fading light may make a fool of me
Courage fails, strengths slip away from me
Lie still beside me
And hold me now and hold me forever
Lay down your load
'Cause everyday it's gonna grow
These days are sacred
Hey now, don't be scared, baby, dont be scared at all
Of all the things that you don't know
You've got time to realize
You're shielded by the hands of love
'Cause you are young
You've got time you gotta try
To bring some good into this world
'Cause you are young, 'cause you are young
Ohh! ohh!
Ohh! ohh!
Ohh! ohh!
'Cause you are young
Fearfull child have faith in brighter days
Stay home till this darkness fades away
Lie still beside me
I'll hold you now I'll hold you forever
Winter's hand will freeze your heart again
Doors will close, no time to start again
Nothing is given except the ties that hold us together.
Lay down your load
'cause everyday it's gonna grow
And bask in the sunshine
Try to pay no mind, try to pay no mind at all
To all the things that you don't know
You've got time to realize
You're shielded by the hands of love
'Cause you are young
Fading light may make a fool of me
Courage fails, strengths slip away from me
Lie still beside me
And hold me now and hold me forever
Lay down your load
'Cause everyday it's gonna grow
These days are sacred
Hey now, don't be scared, baby, dont be scared at all
Of all the things that you don't know
You've got time to realize
You're shielded by the hands of love
'Cause you are young
You've got time you gotta try
To bring some good into this world
'Cause you are young, 'cause you are young
Ohh! ohh!
Ohh! ohh!
Ohh! ohh!
'Cause you are young
Vida de Solteiro
Texto de Rafael Magalhães
“E a namorada?” Alguém vai me perguntar. Aí vou sorrir e responder: “Estou solteiro!”. E logo depois vem aquela cara de: “nossa, coitadinho”, quando ao meu ver era a hora certa da pessoa me abraçar e pularmos gritando: “Parabéns Campeão!” Sabe, realmente não entendo essas pessoas que colocam o fato de encontrar uma pessoa como sendo um dos objetivos primordiais da vida. Como se a ordem natural fosse: nascer, crescer, conhecer alguém e morrer.
A meu ver, não é assim. As pessoas se dizem solteiras como quem diz que está com uma doença grave, alguém que precise de ajuda. Não é nada disso. Existe sim vida na “solteridão”! E das boas. E isso não quer dizer farra, putaria, poligamia ou promiscuidade. Aliás, quer dizer sim, mas só quando você tiver afim. No mais quer dizer liberdade, paz de espírito, intensidade. E olha que escrevo isso com algum conhecimento de causa, já que tenho vários anos de namoro no currículo.
De verdade, do fundo do coração, eu estou muito bem solteiro. Acho até que melhor que antes. Gosto de acordar pela manhã sem saber como vai terminar meu dia. Gosto da sensação do inesperado, da falta de rotina e de não ter que dar satisfação. Gosto de poder dizer sim quando meu amigo me liga na quinta-feira perguntando se quero viajar com ele na manhã seguinte. De chegar em casa com o Sol nascendo. De não chegar em casa as vezes. De conhecer gente nova todos os dias. De não ter que fazer nada por obrigação. De viver sem angústia, sem ciúme, sem desconfiança. De viver.
Acredito que todo mundo precisa passar por essa fase na vida. Intensamente inclusive. Sabe, entendo que talvez essa não seja sua praia. Ou talvez você nunca vá saber se é. Eu mesmo não sabia que era a minha, e veja só você, hoje sou surfista profissional. O que percebo são pessoas abraçando seus relacionamentos como quem segura uma bóia em um naufrágio. Como se aquela fosse sua última chance de sobrevivência. Eu não quero uma vida assim. Nessa hora talvez você queira me perguntar: “Mas e aí? Vai ficar solteirão para sempre? Vai ser assim até quando?” E eu vou te responder com a maior naturalidade do mundo: “Vai ser assim até quando eu quiser”.
Quando encontrar alguém que seja maior que tudo isso, ou talvez alguém que consiga me acompanhar. E não venha me dizer que aquele relacionamento meia boca seu é algo assim. O que eu espero é bem diferente. Quando se gosta da vida que leva, você não muda por qualquer coisa. Então para mim só faz sentido estar com alguém que me faça ainda mais feliz do que já sou, e como sei que isso é bem difícil, tenho certeza que o que chegar será bem especial. E se não vier também está tudo bem sabe? Eu realmente não acho que isso seja um objetivo de vida. Não farei como muitos que se deixam levar pela pressão dessa sociedade.
Tanta gente namorando pra dizer que namora, casando pra não se sentir encalhado, abdicando da felicidade por um status social. Aí depois vem a traição, vem o divórcio, a frustração e todo o resto tão comum por aí. Não, não. Me deixa quietinho aqui com minha vida espetacular. Pra ser totalmente sincero com você, a real é que não é sua situação conjugal que te faz feliz ou triste.
Conheço casais extremamente felizes e outros que estão há anos fingindo que dão certo. Conheço gente solteira que tem a vida que pedi para Deus e outros desesperados baixando aplicativos de paquera e acreditando que a(o) ex era o grande amor e que perdeu sua grande chance. Quanta bobagem.
A verdade é que só você mesmo pode preencher o seu vazio, e colocar essa missão nas mãos de outra pessoa e pedir pra ser infeliz. Conheço sim vários casais incríveis, assim como tantos outros que não enxergam que estão se matando pouco a pouco. Só peço que não deixem que o medo da solidão faça com que a tristeza pareça algo suportável. Viver sozinho no início pode parecer desesperador, mas de tanto nadar contra a maré, um dia você aprende a surfar. E te digo que quando esse dia chegar, você nunca mais vai se contentar em ficar na areia. Desse dia em diante só vai servir ter alguém ao seu lado se este estiver disposto a entrar na água com você.
“E a namorada?” Alguém vai me perguntar. Aí vou sorrir e responder: “Estou solteiro!”. E logo depois vem aquela cara de: “nossa, coitadinho”, quando ao meu ver era a hora certa da pessoa me abraçar e pularmos gritando: “Parabéns Campeão!” Sabe, realmente não entendo essas pessoas que colocam o fato de encontrar uma pessoa como sendo um dos objetivos primordiais da vida. Como se a ordem natural fosse: nascer, crescer, conhecer alguém e morrer.
A meu ver, não é assim. As pessoas se dizem solteiras como quem diz que está com uma doença grave, alguém que precise de ajuda. Não é nada disso. Existe sim vida na “solteridão”! E das boas. E isso não quer dizer farra, putaria, poligamia ou promiscuidade. Aliás, quer dizer sim, mas só quando você tiver afim. No mais quer dizer liberdade, paz de espírito, intensidade. E olha que escrevo isso com algum conhecimento de causa, já que tenho vários anos de namoro no currículo.
De verdade, do fundo do coração, eu estou muito bem solteiro. Acho até que melhor que antes. Gosto de acordar pela manhã sem saber como vai terminar meu dia. Gosto da sensação do inesperado, da falta de rotina e de não ter que dar satisfação. Gosto de poder dizer sim quando meu amigo me liga na quinta-feira perguntando se quero viajar com ele na manhã seguinte. De chegar em casa com o Sol nascendo. De não chegar em casa as vezes. De conhecer gente nova todos os dias. De não ter que fazer nada por obrigação. De viver sem angústia, sem ciúme, sem desconfiança. De viver.
Acredito que todo mundo precisa passar por essa fase na vida. Intensamente inclusive. Sabe, entendo que talvez essa não seja sua praia. Ou talvez você nunca vá saber se é. Eu mesmo não sabia que era a minha, e veja só você, hoje sou surfista profissional. O que percebo são pessoas abraçando seus relacionamentos como quem segura uma bóia em um naufrágio. Como se aquela fosse sua última chance de sobrevivência. Eu não quero uma vida assim. Nessa hora talvez você queira me perguntar: “Mas e aí? Vai ficar solteirão para sempre? Vai ser assim até quando?” E eu vou te responder com a maior naturalidade do mundo: “Vai ser assim até quando eu quiser”.
Quando encontrar alguém que seja maior que tudo isso, ou talvez alguém que consiga me acompanhar. E não venha me dizer que aquele relacionamento meia boca seu é algo assim. O que eu espero é bem diferente. Quando se gosta da vida que leva, você não muda por qualquer coisa. Então para mim só faz sentido estar com alguém que me faça ainda mais feliz do que já sou, e como sei que isso é bem difícil, tenho certeza que o que chegar será bem especial. E se não vier também está tudo bem sabe? Eu realmente não acho que isso seja um objetivo de vida. Não farei como muitos que se deixam levar pela pressão dessa sociedade.
Tanta gente namorando pra dizer que namora, casando pra não se sentir encalhado, abdicando da felicidade por um status social. Aí depois vem a traição, vem o divórcio, a frustração e todo o resto tão comum por aí. Não, não. Me deixa quietinho aqui com minha vida espetacular. Pra ser totalmente sincero com você, a real é que não é sua situação conjugal que te faz feliz ou triste.
Conheço casais extremamente felizes e outros que estão há anos fingindo que dão certo. Conheço gente solteira que tem a vida que pedi para Deus e outros desesperados baixando aplicativos de paquera e acreditando que a(o) ex era o grande amor e que perdeu sua grande chance. Quanta bobagem.
A verdade é que só você mesmo pode preencher o seu vazio, e colocar essa missão nas mãos de outra pessoa e pedir pra ser infeliz. Conheço sim vários casais incríveis, assim como tantos outros que não enxergam que estão se matando pouco a pouco. Só peço que não deixem que o medo da solidão faça com que a tristeza pareça algo suportável. Viver sozinho no início pode parecer desesperador, mas de tanto nadar contra a maré, um dia você aprende a surfar. E te digo que quando esse dia chegar, você nunca mais vai se contentar em ficar na areia. Desse dia em diante só vai servir ter alguém ao seu lado se este estiver disposto a entrar na água com você.
Visto em: Precisava Escrever
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