domingo, julho 02, 2017

27 pequenas mudanças para fazer antes dos 35 anos e agradecer aos 50


1. Se sua opinião sobre determinado assunto for muito apaixonada, repense-a.


Quase sempre há alguma perspectiva que você nunca considerou sobre o assunto, e nunca é demais ser mais flexível e compreensivo.

2. Faça amizade com pessoas fora do seu grupo social familiar.


Quanto mais diferentes as pessoas forem de você, melhor.

3. Aprenda a curtir ficar sozinho.


Comece a pensar em si mesmo como uma pessoa muito legal para passar um tempo, e o resto virá naturalmente.

4. Pare de comer alimentos muito açucarados e processados.


Pelo menos durante a semana.

5. Faça pelo menos 15 minutos de exercício, pelo menos três vezes por semana.


Você nem precisa sair de casa para fazer isso!

6. Livre-se de um defeito, hábito ruim ou vício.


Você dorme demais? Bebe? Fuma? Faz os três? Abandone pelo menos um deles.

7. Assista a mais documentários.


Documentários irão ampliar seus horizontes e torná-lo uma pessoa com maior compreensão do mundo. Eles também são úteis para lhe dar muito mais assunto para conversas.

8. E, claro, leia mais.


Enfie a cara em um livro e não desista. Então faça isso de novo, e de novo, e de novo.

9. Aprenda a fazer algo novo que também seja útil.


Como aprender a cozinhar.

10. Mas também aprenda algo que não tenha nenhum aplicação prática.

Como aprender a tocar gaita.

11. Pense antes de falar.


Você terá menos arrependimentos e parecerá mais inteligente.

12. Se um relacionamento com alguém de sua família azedar, tente perdoar e esquecer, se for possível.



13. Odeia seu trabalho? Tente conseguir um novo.


Não desperdice anos — ou até mesmo décadas — de sua vida em um lugar que você odeia ou em uma carreira que você não gosta. Se puder, busque algo que você goste.

14. Pare de acumular coisas.


Jogue fora ou doe as coisas que você não usa mais. Limpe seu espaço e liberte-se de todos os bens materiais que estão te aborrecendo.

15. Identifique todas as pequenas coisas que precisam de conserto em sua vida (como pregar o botão que caiu de uma blusa e trocar aquela lâmpada da área de serviço) e anote-as em uma lista.


Então, comece a trabalhar na lista. Cuide de uma coisa por dia ou por semana.

16. Pelo menos uma vez por dia reserve um momento para ser grato por alguma coisa em sua vida, seja o que for.


Todo dia, pense sobre como seu almoço estava delicioso, como seus amigos seus legais ou como você se recuperou rápido daquela gripe. Não importa. Apenas seja grato.

17. Reclame menos.


Isso realmente fará você se sentir melhor.

18. Tente remover de sua vida qualquer pessoa que seja prejudicial a você de qualquer maneira.


Diga adeus a aquele "amigo" tóxico.

19. Se houver algo que você realmente não queira fazer, não faça.


Não se torne infeliz apenas para fazer os outros felizes. Não vale a pena.

20. Não confie em qualquer um.

Nem todo mundo é seu amigo.

21. Mas cultive aquelas amizades que realmente valem a pena.



22. Viaje mais e gaste menos com roupas.



23. Faça algo que realmente te assuste.



Pular de bungee jump? Nadar com tubarões? Se comprometer de verdade com alguém? (Os três? DE UMA SÓ VEZ?!)

24. Adote um animal de estimação (se você realmente estiver pronto para cuidar de um com responsabilidade).


Definitivamente não se apresse se você não estiver pronto, mas adotar um animal de estimação te ensinará muito sobre a vida e o amor.

25. Sorria mais.



26. Aprenda com cada experiência, independente se for boa ou ruim.



Sério.

27. E aceite o fato de que às vezes a vida é desconfortável e injusta.


Supere o que for ruim e aproveite o que for bom.

Visto em: BuzzFeed

Não é o amor que sustenta o relacionamento, é o modo de se relacionar que sustenta o amor

Amar é tão simples. As pessoas é que complicam, as pessoas é que idealizam demais e esquecem de viver a realidade que, por mais complicada que possa parecer, continua linda de viver. As pessoas se esquecem de que o amor precisa ser alimentado não com presentes e jantares caros. Não, o amor não precisa ser financiado para se manter.
O problema é que as pessoas se esquecem do chocolate favorito quando vão ao mercado, se esquecem de que aquela camiseta do Star Wars vai fazer o coração do outro bater mais forte e que o sorriso vai ser desenhado aos poucos em seu rosto como quem diz obrigada.As pessoas se esquecem da cor favorita, da sobremesa preferida, se esquecem de que um filme de comédia romântica, em um final de tarde no domingo, faz bem. As pessoas se esquecem de elogiar aquele vestido novo, de dizer o quanto está linda naquele pijama velho que a deixa ainda mais bonita.As pessoas se esquecem da importância de assistir um jogo de futebol com o parceiro, de gritar com ele quando o seu time faz um gol e de vibrar com os “quase” gols.As pessoas se esquecem de tirar um tempo de qualidade para escutar o outro. As pessoas se esquecem de dar uma flor dessas que a gente rouba do quintal dos outros (risos). De elogiar o perfume novo e de dizer aos pés do ouvido o quanto ama esse alguém.Não precisa de buquê no trabalho, não precisa levar para jantar em um restaurante caro, não precisa encher de joias, comprar presentes caros. Não precisa disso para manter a chama do amor acesa. Não é isso que faz pegar fogo.
Um beijo na testa faz o coração de qualquer mulher se acalmar, um abraço quando as coisas não estão bem faz com que a gente se sinta protegido e assistir aquele filme que o outro tanto quer, também sabe agradar.
Beijos ao pé da orelha causam arrepios e o toque sincero faz o corpo balançar. O problema é que as pessoas são intensas demais no começo de um relacionamento e fazem de tudo para conquistar o outro, mas não sabem como lidar com todo o sentimento que, às vezes – na maioria das vezes – parece não caber dentro da gente.
E aí vem os inúmeros presentes, os inúmeros agrados, os inúmeros elogios e depois de um tempo, a insegurança vai embora e a gente se esquece de que é preciso conquistar todos os dias. Mas isso, ao contrário do que muita gente pensa, não é um fardo, obrigação e está longe de ser um sacrifício.
É a simplicidade que emociona, é o beijo de bom dia, é o “sonhei com você”, é o elogio sincero e inesperado, é o cuidado, é fazer aquele mousse de maracujá, preparar uma janta em casa mesmo e dizer: “Só tinha ovos, fiz um omelete delicioso pra nós dois. Espero que goste”. Um recado deixado no meio dos seus livros é o suficiente para fazer o nosso coração sorrir.
Vai, manda um SMS no meio da tarde dizendo que não consegue parar de pensar nela, compra o seu chocolate favorito e aparece de surpresa. Vai, compra uma rosa – não um buquê- e deixa um bilhete dizendo o quanto você a ama.
Não deixe cair na mesmice, continue fazendo aquele belo sorriso brotar, aqueles lindos olhos brilharem. Vai, continua fazendo aquele corpo balançar com o teu toque. Vai, mantém essa chama acesa e deixe incendiar. O amor se alegra com a simplicidade e são as pequenas coisas que fazem o nosso coração sorrir sem medo, como quem tem alguém ao seu lado querendo fazer morada.

Visto em: Resiliência Mag

segunda-feira, janeiro 30, 2017

5 fatores que fazem um relacionamento durar

Não faltam gurus por aí dizendo o que devemos fazer. Muitas vezes, encontramos uns conselhos bem ruins, mesmo quando se usa descobertas científicas para justificá-los. Mas rolam também umas dicas ótimas baseadas puramente em experiências pessoais. E pode valer a pena dar uma olhada nelas.

Estes dias, o escritor Mark Manson se casou e pediu conselhos maritais aos seus milhares de leitores de várias partes do mundo. O cara escreveu dois best-sellers recentemente e é um ex-dating coach, o que significa que há muita gente acompanhando o seu trabalho e que ele tem algum conhecimento sobre o tema “relacionamentos”. Mas ele não queria conselhos de qualquer um – queria ouvir apenas aquelas pessoas que estivessem casadas há mais de 10 anos e que ainda estivessem felizes nessa relação. Também valiam os relatos de pessoas que fossem divorciadas, contando o que havia dado errado.

Segundo ele, quase 1.500 pessoas lhe escreveram, muitas delas detalhando sua experiência em várias páginas. Depois de duas semanas lendo e organizando tudo, Mark chegou à conclusão: “Era tudo incrivelmente repetitivo”. Longe de ser algo ruim, isso lhe mostrou que, aparentemente, existe mesmo uma receita para os relacionamentos serem bem-sucedidos. A lista toda está em seu site (em inglês), mas aqui estão cinco deles.

Estejam juntos pelos motivos certos

Ficar com uma pessoa porque sua família, sua igreja, seus amigos ou sua própria carência o pressionaram não são motivos certos. Achar que o relacionamento vai resolver todos os seus problemas – ou que irá resolver os problemas do seu parceiro – também entra na lista dos motivos errados. Motivo certo é estar com alguém porque você ama e admira a pessoa, e ama estar em sua companhia. 

Tenha expectativas realistas sobre relacionamentos e romance

Amor não é aquela coisa que te deixa cego, doido e com uma felicidade absoluta o tempo inteiro. A paixão pode te deixar assim, mas o amor é outra coisa. Então, se você está sempre esperando aquela pessoa que vai te arrebatar e te deixar em estado de graça para sempre, sinto dizer, mas isso não vai rolar. A boa notícia é que o amor é um negócio muito melhor que isso. “O amor verdadeiro, isto é, o amor profundo e permanente, que é impermeável aos caprichos emocionais ou à fantasia, é uma escolha. É um compromisso constante com alguém, independentemente das circunstâncias presentes. É um compromisso com uma pessoa que você compreende que não vai fazer você sempre feliz – nem deveria!”, escreve Mark.

Aceitem que vocês dois vão mudar ao longo do tempo de maneiras inesperadas

Se você espera passar o resto da vida junto com alguém, é fundamental entender que os dois passarão por muitas mudanças. Mudanças de emprego, de visual, de gosto musical, de interesses, de religião, de filosofia de vida, de opinião. Não só relacionamentos amorosos, mas também amizades podem acabar por causa disso, se os envolvidos não souberem respeitar e acolher essas mudanças.

“Quando você se compromete com alguém, você não sabe com quem realmente está se comprometendo. Você sabe quem a pessoa é hoje, mas não tem ideia de quem ela vai ser em cinco, dez anos, e assim por diante. Você tem que estar preparado para o inesperado, e se perguntar se admira essa pessoa, independentemente dos detalhes superficiais (ou não tão superficiais), porque eu garanto que quase todos esses detalhes em algum momento vão mudar ou ir embora”, escreveu um leitor.

Aprendam a brigar do jeito certo

Casais felizes e casais infelizes brigam. Não dá para compartilhar seu dia a dia com alguém sem nunca ter brigado com essa pessoa. A questão é saber lidar com os conflitos do jeito certo. Mark explica que, segundo o psicólogo e pesquisador John Gottman, ofender seu parceiro, culpá-lo por ações suas, colocá-lo para baixo e até mesmo fugir das brigas ignorando o que ele diz são atitudes comuns entre casais mais propensos ao divórcio.

Em vez disso, tenha o cuidado de nunca insultar seu parceiro, por mais bravo que esteja. Não ressuscite brigas anteriores e desencane do impulso de querer estar sempre certo. Não adianta nada “ganhar” uma discussão se a pessoa que você ama sai se sentindo para baixo ou não amada. E, embora seja importante sair para respirar um pouco se as coisas ficarem muito pesadas, não fuja das brigas. É preciso ter conversas desconfortáveis e estar aberto para ouvir coisas que você não gostaria de ouvir – mas tendo sempre o objetivo de resolver a situação.

Nunca deixem de fazer pequenos gestos para manter o romance

Por simples que pareçam, pequenas atitudes como jantar juntos, segurar a mão enquanto assistem a um filme ou levar um presentinho de surpresa são fundamentais para manter um relacionamento saudável e garantir que vocês não virem simplesmente colegas de quarto. Mark conta que quase metade dos 1.500 relatos que ele recebeu abordam isso de alguma forma. “Os leitores dizem que precisamos cultivar o hábito de ter encontros românticos, planejar escapadelas em alguns finais de semana e arranjar tempo para o sexo, mesmo quando estamos cansados, estressados e o bebê está chorando, mesmo quando o Junior tem futebol às 5h30 da manhã do dia seguinte. Vai valer a pena”.

Visto em: Como as pessoas funcionam

segunda-feira, dezembro 26, 2016

Parábola sobre a realização dos desejos

Nos arredores do Universo tinha uma pequena lojinha. Há tempos não tinha uma placa, mas o seu dono não queria colocar outra, porque todo mundo que vivia perto sabia muito bem onde os desejos eram vendidos.
A mercadoria era muito variada, quase tudo podia ser comprado lá: iates enormes, casas, um companheiro, o cargo de vice-presidente de uma corporação, dinheiro, filhos, o trabalho dos sonhos, um corpo belo, a vitória num concurso, grandes carros, poder, sucesso e muito mais. A única coisa que não se vendia eram a vida e a morte, tarefa do escritório principal localizado em outra galáxia.
A primeira coisa que cada um que chegava na loja fazia (porque havia algumas pessoas que nem sequer iam à loja, e ficavam em casa, de braços cruzados, cuidando do seu desejo), era perguntar o preço do seu desejo.
Os preços eram todos diferentes. Por exemplo, o emprego dos sonhos custava renunciar à estabilidade e à previsibilidade, exigia estar pronto para planejar e estruturar a vida por conta própria, usar a autoconfiança, ter confiança nas próprias forças e permitir-se trabalhar onde ditasse o coração e não onde a sociedade ordenava.
O preço do poder, por sua vez, era um pouco mais alto: havia que renunciar a algumas das suas convicções, saber encontrar uma explicação racional para tudo, saber aplacar os demais e valorizar a si mesmo, dar-se a oportunidade de dizer ’eu’, falar sobre si mesmo sem se importar se os outros concordavam ou não com isso.
Alguns dos preços pareciam estranhos. O casamento poderia ser obtido quase sem dar nada em troca, mas ter uma vida feliz era muito caro. Fazia parte do seu preço assumir a responsabilidade da própria felicidade, ter a capacidade de aproveitar a vida, saber o que se quer, recusando-se a que todos gostem de você, ser capaz de valorizar o que você tem, permitindo-se ser feliz, ser consciente do seu próprio valor, recusar-se a ser a vítima, correr o risco de perder alguns amigos e conhecidos, e a firme determinação de amar.
Nem todos que chegavam na loja vinham prontos para comprar um desejo instantaneamente. Alguns se decepcionavam e apenas viam o preço do seu desejo. Outros passavam um longo tempo pensando, recontando o que tinham e analisando de onde tirar o que precisavam. Outros começavam a reclamar dos preços elevados, pediam descontos ou perguntavam quando seriam as promoções.
Havia outros que traziam todas as suas economias, e em troca recebiam o seu desejo tão ansiado embrulhado num lindo papel de presente dourado. Com certa frequência também apareciam aqueles que recebiam os seus desejos sem pagar nada, porque eram amigos do dono, e os outros olhavam com inveja e receio.
Quando perguntavam ao dono da loja se ele não temia fazer muitos inimigos ou ficar sem clientes, ele negava com a cabeça e respondia que sempre haveria corajosos dispostos a se arriscar, a mudar de vida, a renunciar em ter uma existência previsível e comum, aqueles capazes de acreditar em si mesmos, com a força e os meios para pagar o preço da realização de seus desejos.
Uma coisa que também me lembro é que na porta da loja esteve pendurado, durante centenas de anos, um aviso que dizia: «Se o seu desejo não se cumpriu, é porque você ainda não o pagou.»

Visto em: Incrível Club

Por que você deveria fazer as pazes antes de dormir

Nunca deixe para resolver seus problemas no dia seguinte. Dormir com a cabeça cheia de frustrações e desavenças mal resolvidas só piora a situação. É que o cérebro, durante o sono, consolida e guarda as memórias vividas durante o dia. E levar sentimentos negativos para a cama só torna mais difícil a tarefa de esquecê-los depois.
A descoberta é de pesquisadores ingleses. Eles convidaram 73 homens para ver 26 pares de foto: uma 3×4 de pessoas junto a uma imagem perturbadora (criança chorando ou alguém mutilado). No dia seguinte, todos eles voltaram ao laboratório para contar como eram as fotos – e tentar excluir as imagens horríveis que acompanhavam os retratos. Ainda assim, a maioria acabava associando os rostos às cenas tristes.
Logo em seguida, os pesquisadores mostraram outros 26 pares de fotos, seguindo a mesma lógica da anterior. Meia hora depois, conversaram sobre as imagens, na tentativa de dissociar a pessoa retratada da cena ruim mostrada ao lado. Quando foram descrever, mais uma vez, essas novas fotos, a tarefa ficou mais fácil: eles esqueceram mais rapidamente as situações negativas ligadas ao rosto de cada pessoa.
Durante todo esse processo de recordar e dissociar as imagens, os cientistas escanearam o cérebro de seus voluntários. E perceberam que a tentativa de apagar cenas negativas vivenciadas e relembradas no mesmo dia ativava apenas o hipocampo. Quando tentavam apagar as sensações negativas das fotos do dia anterior, depois de uma noite toda de sono, outras áreas do cérebro entravam em ação. Aí ficava muito mais difícil apagar essas imagens.
Ou seja: em caso de briga, resolva a situação antes de dormir. Ou o dia seguinte pode ser ainda pior.

Visto em: Ciência Maluca

segunda-feira, dezembro 05, 2016

Não são apenas músicas…#27

Engenheiros do Hawaii - O Preço 

domingo, dezembro 04, 2016

Cachorros desprezam inimigos dos donos


Cachorros são bichos tão fiéis que levam muito a sério aquela velha frase: desafeto de amigo meu só pode ser meu inimigo também. Eles percebem quando alguém não é lá muito legal com seus donos. E despejam neles o pior sentimento de todos: o desprezo.

Em um teste, voluntários pediam ajuda a outra pessoa para abrir um potinho. Algumas vezes, o sujeito, que na verdade era um ator contratado, se negava a ajudar e em outras colaborava numa boa. Ao lado do dono, o cachorro presenciava tudo bem atento.

Logo em seguida, outra pessoa se aproximava do ator e os dois ofereciam comida ao cão. Eles tendiam a recusar a oferta dos atores que agiram mal com os donos – e a preferir o petisco do desconhecido.

Mas não valorizavam tanto assim os caras bonzinhos. Na disputa entre um desconhecido e o ator “do bem”, os cachorros pegavam aleatoriamente qualquer pedaço de comida – fosse ela dada pelo cara gente boa ou por outra pessoa qualquer. Nesse caso, tanto fazia quem oferecia o rango.


Visto em: Ciência Maluca

segunda-feira, outubro 31, 2016

Tirar selfies deixa seu dia mais feliz

Pode parecer um tanto quanto egocêntrico postar uma selfie por dia no Facebook. Mas faz um bem danado para sua autoestima. E esse pequeno ato é capaz de deixar seu dia mais feliz.

Foi o que aconteceu com 41 voluntários de uma pesquisa americana. A maioria deles passava por um momento de adaptação. Quase todos haviam acabado de entrar na faculdade – aquela fase de recomeçar do zero suas amizades, ser aceito em um grupo novo e que, geralmente, faz bater um pouquinho de insegurança.

Durante três semanas, eles toparam o desafio de postar pelo menos uma selfie por dia nas redes sociais. Mas precisava ser uma foto feliz: com um sorrisão estampado na cara. E funcionou muito bem. Todos disseram se sentir mais confiantes depois da maratona de selfies – e a cada nova foto o dia deles ficava mais feliz.

É fácil entender a razão. Quando os amigos interagiam com as fotos, essas pessoas se enchiam de confiança e se sentiam mais conectados aos outros. Como se toda aquela tensão e estresse que sentiam ficasse um pouco mais leve.

Viu só? No fim das contas, pode tirar selfie à vontade – a ciência recomenda. Vai fazer bem. E quem se cansar da sua cara que deixe de te seguir
😉
Visto em: Ciência Maluca

Por que os jovens já não querem comprar carro nem casa própria?

Tradicionalmente, o que se convencionou chamar de sucesso é medido pelo fato de ter casa própria e carro. Mas isso já não é mais assim. A cada dia, aumenta o número de jovens que optam em não adquirir este tipo de bens.

Diversos estudos especializados mostraram que cada vez menos pessoas da chamada ’geração Y’ (que hoje têm cerca de 30 a 35 anos) compram casa. Sem falar no número ainda menor de interessados em adquirir um automóvel. Na realidade, eles não fazem quase nenhum tipo de gasto grande, sem contar os iPhones, é claro.

Nos Estados Unidos, jovens de até 35 anos são conhecidos como ’a geração dos alugadores’. Por que isso acontece? Alguns sociólogos têm certeza de que os jovens de hoje estão mais atentos, sabendo que podem enfrentar crises financeiras e, por isso, temem fazer grandes financiamentos.

Mas isso não é o principal. O fundamental é que a ’geração Y’ se diferencia da geração de seus pais quanto aos valores. São muito diferentes.

Os jovens redefiniram sucesso. Antes, dizia-se que alguém de sucesso era aquele com casa própria e pelo menos um carro. Mas agora valoriza-se quem investe seu dinheiro em experiências, viagens e aventuras.

Jovens vêm deixando conscientemente de comprar bens móveis e imóveis, preferindo recorrer ao aluguel. Hoje em dia, as pessoas preferem horários de trabalho mais flexíveis, independência econômica e geográfica ao que antes era tido como prosperidade e estabilidade.

As coisas materiais estão deixando de despertar o interesse das pessoas. Para que ter um carro se você pode usar o transporte público, táxi, bicicleta ou Uber? Sobretudo nas grandes cidades, há alternativas ao uso do transporte motorizado próprio.

Para que comprar uma casa em um lugar lindo para poder descansar, se você pode, através de plataformas como ’Airbnb’, encontrar um lugar em qualquer lugar do Planeta? Não é necessário sequer fazer um contrato formal de aluguel, nem comprar uma casa no país onde você deseja viver naquele momento. É o mesmo que acontece com os bens imóveis na cidade natal. Em primeiro lugar, a pessoa não sabe por quanto tempo mais irá morar no mesmo lugar em que vive atualmente. Em segundo lugar, para que se comprometer com um financiamento de 40 anos se, por um lado, isso significa viver o resto da vida como se estivesse pagando aluguel? No fim das contas, o mais provável é que a pessoa mude seu local de trabalho muitas vezes do decorrer dos anos, e quando se vive de aluguel, não há nada que impeça alguém de se mudar para um novo bairro, mais próximo do local de trabalho. A revista Forbes já disse que os jovens contemporâneos mudam de trabalho em média três vezes por ano.

O próprio conceito de propriedade das coisas já não é mais a mesmo.

O crítico James Gamblin, colunista da revista Atlantis explica o fenômeno da seguinte maneira: "Durante os últimos dez anos, psicólogos fizeram várias investigações que demonstram que, levando em conta a felicidade e a sensação de bem estar, é muito melhor gastar dinheiro adquirindo novas experiências do que comprando coisas. Isso é o que deixa as pessoas mais felizes."

Trecho extraído do artigo de Gamblin:

"Parece que as pessoas não querem ouvir histórias sobre onde você comprou uma casa, e sim ouvir o quão maravilhoso foi seu fim de semana. Até mesmo uma experiência ruim pode se transformar numa história fascinante. A interação social entre as pessoas desempenha um papel muito importante na hora de definir se elas serão felizes ou não. Logo, é preciso conversar com outras pessoas e ter muitos amigos. Obviamente, os outros irão gostar mais de ouvir sobre uma viagem maluca e inesperada, ou sobre como alguém morou em um país desconhecido, do que ouvir quantas casas alguém conseguiu comprar."

E tem mais uma coisa. O que acontece é que as coisas que nós possuímos, especialmente se forem caras, nos obrigam a nos preocupar com elas. Basta comprar um carro para se assustar sempre que algum alarme é disparado na rua. Quando se compra uma casa e muitos eletrodomésticos para que o lar seja confortável, surge o medo de a casa ser invadida por ladrões. Isso sem falar que automóveis acabam ganhando arranhões, batidas, e os televisores caros teimam em funcionar perfeitamente durante apenas um ano. Por outro lado, experiências e aventuras vividas continuam para sempre onde estão. Ninguém pode tirá-las de você.

Em sua maioria, nossos pais não tinham a chance de viajar tanto nem de ir a lugares tão distantes como nós temos hoje. Eles não tinham a possibilidade de se divertir como fazemos agora. Não tiveram tantas chances de abrir um negócio próprio, por isso investiram em bens móveis e imóveis, mas nós não precisamos seguir seus passos nesse sentido. Além disso, qualquer compra — que não seja uma casa ou apartamento — irá perder seu valor com o tempo. E se você der uma olhada no ritmo lento e na recessão do mercado imobiliário, tudo fica ainda mais óbvio.

O importante é que as experiências não se desvalorizam e não podem ser roubadas.


Visto em: Incrível

Admiro pessoas simples, gente que não se acha mais que ninguém


Todos nós gostamos de pessoas simples e humildes que não se acham mais do que ninguém. Estas pessoas fogem da humildade falsa do “Eu faço tudo melhor”, do orgulho e do egoísmo desmedido. Elas, melhor do que ninguém, percebem que a arrogância das pessoas com ar de superioridade é tão insuportável quanto desprezível.

Além disso, falar com arrogância e gabar-se com muita frequência geralmente reflete algum tipo de falta, vazio ou insatisfação com a própria vida. É caso para dizer que essas atitudes são próprias de alguém que faz “muito barulho por nada”.

Muitas vezes quanto mais vazio por dentro alguém é, mais barulho faz. Quando vemos uma pessoa falando demais, interrompendo a conversa de todos, sendo precipitada ou violenta, vangloriando-se do que tem, sentindo-se arrogante e diminuindo as outras pessoas, pode ser sinal de alguém vazio. “Diz-me do que te gabas e eu te direi o que te faz falta.”

A humildade é saber silenciar as nossas forças e permitir que os outros as descubram. Ninguém está mais vazio do que aquele que está cheio de si mesmo.

As pessoas simples e humildes são as melhores porque elas não têm necessidade de competir ou de estarem certas. Elas não precisam fingir ou mentir, porque o que são é mostrado nas suas ações, na sua postura e no seu equilíbrio.

Mas há pessoas que, infelizmente, estão tão vazias que se alimentam de se vangloriar e de se gabar, estão tão vazias que procuram desesperadamente aprovação através das suas palavras vazias.

Quando conseguimos algo muito importante para nós mesmos é normal e habitual mostrar orgulho, no entanto, há uma grande diferença entre o orgulho do esforço por ter alcançado um objetivo e a arrogância.

Nada do que possamos conseguir nos faz dignos de louvor ou superiores aos outros. Apenas a bondade e a humildade nos ajudam a elevar-nos e a construir suportes para a nossa própria felicidade.

Visto em: Já Foste