sábado, maio 31, 2014

O planeta Nibiru existe mesmo?

kuiperbelt Não, não existe. A lenda surgiu com o escritor azerbaijano Zecharia Sitchin (1920-2010), que estudou escritos babilônicos com mais de 3 mil anos. Neles, aparecia a palavra "nibiru", descrita como uma posição no céu, associada ao início do verão. Sitchin, no entanto, entendeu que se tratava de um planeta. Em seus livros, ele dizia que Nibiru tinha uma órbita muito alongada e que, a cada 3,6 mil anos, o astro se aproximaria da Terra. As ideias de Sitchin foram requentadas por Nancy Lieder, uma norte-americana que dizia receber mensagens de ETs e previa a chegada do astro em 2003. Outros crentes também associaram Nibiru ao final do calendário maia, em dezembro de 2012. Mas, por enquanto, nem sinal do corpo celeste...

Perdidos no espaço

Os planetas cuja existência é incerta

NÊMESE

TAMANHO - Até 80 vezes a massa do planeta Júpiter

ORIGEM - Dois grupos internacionais de astrônomos formularam a hipótese de sua existência

TYKHE

TAMANHO - Até quatro vezes a massa de Júpiter

ORIGEM - O astrônomo norte-americano John Matese propôs sua existência em 1999

Visto em: Mundo Estranho

Agnóstico ou Ateu?

“Complementação (e correção) BRILHANTE às minhas ideias pelo Clarion:
http://www.youtube.com/watch?v=jFlXaU...
Link da Wikipedia, onde surpreendentemente está a definição que uso (e ninguém lê):
http://pt.wikipedia.org/wiki/Agnostic...
Penn Jillette usando a definição que uso (sem legendas, infelizmente):
http://www.youtube.com/watch?v=swkAGE...
Programa do Atheist Experience, onde o Matt explica a definição que uso:
http://www.youtube.com/watch?v=G1zxol...
Até tu, Richard?
http://www.youtube.com/watch?v=FhMgUJ...
Vídeos do ClarionDeLaffalot falando sobre isso:
http://www.youtube.com/watch?v=n97BCA...
http://www.youtube.com/watch?v=B2prg7...
Meu primeiro vídeo sobre isso:
http://www.youtube.com/watch?v=rFEsas...
Meu vídeo sobre a resposta à resposta à inversão do ônus da prova:
http://www.youtube.com/watch?v=U56JAy...
Vídeo do Djalessandromagno sobre evidência anedótica:
http://www.youtube.com/watch?v=voEHhx...
Sobre as definições de ateísmo, outro vídeo muito bom do 3vid3nc3, legendado:
http://www.youtube.com/watch?v=oneFRQ...
Definições de ateísmo na Wikipédia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ate%C3%A...
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ate%C3%A...
Definições dadas pelo dicionário Oxford, no site da STR:
http://www.strbrasil.com.br/Atheos/de...
Outras explicações:
http://www.ateismo.net/2006/07/11/agn...

Visto em: Canal do Pirula

sexta-feira, maio 30, 2014

Quem irá vencer?

2052

Visto em: Um Sábado Qualquer

6 planetas com grandes chances de abrigar vida

O homem sempre quis saber se existe vida fora da Terra. Para isso, o primeiro passo é descobrir se existem outros planetas parecidos com o nosso, que contém água em forma líquida na superfície e com condições para abrigar organismos vivos da forma como conhecemos. O que os pesquisadores fazem em relação a isso? Usam aqueles supertelescópios para observar planetas que estão fora do nosso Sistema Solar. Esses corpos celestes que orbitam outras estrelas são chamados de exoplanetas.

Óbvio, nem todo exoplaneta é candidato a “nova Terra”. Dá pra tirar da conta todos os que não são habitáveis, de acordo com o conceito da astronomia para o termo. “Todo planeta contém uma porcentagem de água, mas só pode abrigar vida se a temperatura dele tornar a água liquida”, explica Gustavo Porto de Mello, astrônomo da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Por causa desse critério, a lista de exoplanetas com alguma chance de abrigar vida já fica bem mais reduzida. Mas… de quantos planetas estamos falando, afinal?

Até a década de 1990, nenhum corpo celeste havia sido encontrado fora do nosso sistema planetário.  Mas há pouco tempo, astrônomos anunciaram a descoberta de mais de 1.700 exoplanetas. Listamos 6 planetas que têm chances altíssimas de conter água líquida e, possivelmente, vida.

1. Kepler-186f

Kepler186f

Quase do tamanho da Terra, Kepler-186f gira em torno de uma estrela anã-vermelha chamada Kepler-186, na constelação de Cisne, a uns 500 anos-luz da Terra. Estrelas dessa categoria têm menos que a metade da massa do Sol. Em sua órbita, há outros planetas além desse novo primo da Terra. Mas não há indícios de vida em nenhum deles, porque estão bem perto da estrela, onde é quente demais.

Saiba mais sobre a descoberta do Kepler-186f

2.Gliese 667Cc

Gliese_667

Essa “Super-Terra” está a 22 anos-luz de nós e tem 3.9 vezes mais massa do que nosso planeta. O  Gliese 667 Cc orbita a Gliese 667, pertencente a um sistema estelar triplo (é como se o nosso sistema tivesse três sóis). O planeta demora 28 dias para completar uma volta na estrela. A Gliese 667 é mais fria e pálida que o Sol, mas o planeta se situa a pouca distância, por isso recebe energia suficiente para vida. As obsevações indicam que o planeta tenha grande quantidade de água em estado líquido.

3 e 4. Kepler-62e e Kepler-62f

kepler62e e 62f

Esses são dois dos 5 corpos que orbitam a estrela Kepler-62 que está a 1200 anos-luz de distância da Terra, tem dois terços do tamanho do nosso Sol e aproximadamente 21% de luminosidade. O Kepler-62e e o Kepler-62, segundo astrônomos, são “mundos de água” – apesar de serem mais frios do que o nosso planeta, são lugares quentes o suficiente para abrigar vida. É possível que os dois planetas estejam completamente cobertos por água em estado líquido.

“Eles são maiores do que a Terra e, talvez, com bem mais oceanos do que aqui. Isso significa que há uma boa probabilidade de existirem nesse tipo de planetas vidas não muito diferentes da nossa”, diz Eduardo Janot Pacheco, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP.

A diferença entre eles:

O -62e, é  maior que o vizinho e fica mais perto da estrela. Por isso, é mais quente, pois recebe muito mais energia. Apesar disso o -62f, tem mais chances de estar na zona habitável pelo simples fato de receber menos calor.

Entenda um pouco mais neste vídeo:

Ative as legendas em português


 


5. Kepler-283c

kepler 283c

O Kepler-283C é cerca de 1,8 vezes maior que a Terra e dá uma volta completa em torno da estrela Kepler-283 a cada 93 dias. O planeta é um dos dois mundos conhecidos para circundar a Kepler-283, que tem pouco mais de metade da largura do Sol. O outro corpo celeste no sistema, o Kepler-283b, está muito mais próximo da estrela e é provavelmente quente demais para abrigar vida.

6.Kepler-296f

Esse planeta é o mais externo dos cinco mundos confirmados circulando Kepler-296, uma estrela que tem a metade do tamanho do Sol da Terra e 5 por cento mais brilhante. Com 1,8 vezes o tamanho da Terra, este planeta completa uma órbita a cada 63 dias. O Kepler-296f é um dos 715 planetas descobertos em fevereiro pelo time da missão Kepler.

Visto em: Superlistas

quarta-feira, abril 30, 2014

Rachaduras nas paredes do Universo

images Depois do céu, tem outro céu. Sem estrelas. Se você voar alto o bastante, uma hora sai da Via Láctea. As estrelas vão ficar lá embaixo, confinadas em braços espirais. Mas ainda vai existir um céu, e ele será pontilhado de galáxias. E depois desse céu, tem outro céu. Sem galáxias.

É o que os telescópios mostram. Para além das galáxias, o que existe é uma sopa de radiação. Um caldo onipresente – que os astrônomos chamam de “radiação cósmica de fundo”. “De fundo” porque permeia tudo o que dá para ver além do domínio das galáxias. Para qualquer canto que você apontar um telescópio, essa radiação vai estar lá. Na prática, elas formam as paredes do Universo. E foi nessas paredes que acabaram de fazer uma das descobertas mais bonitas da história.

Essas paredes já eram bem conhecidas. Elas são a maior evidência do Big Bang, e, de quebra, a maior amostra de que o senso comum não entende o que realmente foi o Big Bang. Para começar, a explosão que deu origem ao Universo não foi uma explosão. Ela AINDA É uma explosão. O Big Bang continua big bangando, porque o Cosmos continua expandindo. E cada vez mais rápido. Vivemos dentro de uma “explosão controlada”. Mais importante: o Big Bang não aconteceu em algum lugar distante nas profundezas do Cosmos. Ele aconteceu exatamente aí, onde você está agora. Ele aconteceu em Guarulhos, em Júpiter e na sua testa. Ao mesmo tempo. É que, há 13,7 bilhões de anos, tudo o que existe hoje, aqui, no céu, na Crimeia ou na sua cabeça, estava espremido no mesmo ponto. E do lado de fora desse ponto não existia um “lado de fora”. Não existia nada. Todo o espaço e tudo o que preenche o espaço estava contido lá. Tudo mesmo: da energia que forma os átomos do seus cílios ao espaço físico que separa São Paulo do Rio – ou a Via Láctea da Galáxia de Andrômeda. Tudo bem apertado, numa quantidade de espaço que caberia na ponta de um alfinete. O Big Bang foi a expansão dessa quantidade de espaço. E ainda é, já que o espaço continua inflando como uma bexiga descomunal. Essa expansão, por sinal, chegou a ter uma fase especialmente acelerada – um período de trilionésimos de segundo que os astrônomos chamam de “inflação cósmica”. Para localizar melhor: o Big Bang, estritamente falando, foi o momento em que o Universo saiu do nada para virar algo do tamanho de uma partícula subatômica. Depois desse pequeno passo, veio o grande salto: a inflação cósmica. Foi aí que o Universo deixou de ser uma partícula e virou algo parecido com isso que a gente vê à noite pela janela (ainda sem estrelas, ou átomos, ou luz, mas ainda assim algo grande). Essa puberdade cósmica passou rápido. Uma fração de trilionésimo de segundo e já era: o ritmo da expansão voltou ao normal. Mas a inflação deixou rastros, resquícios daquele tempo especial, em que o Universo era uma partícula subatômica.

Foi um desses rastros que o time do astrônomo John M. Kovac, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, encontrou no céu do Polo Sul. Eles perceberam “rachaduras” nas paredes do Universo. Ondas, na verdade, permeando a radiação cósmica de fundo.

E aí que está a beleza da coisa. Por causa do seguinte: a ciência sabe que as forças da natureza se manifestam em forma de ondas. O eletromagnetismo, a que mantém os ímãs presos na geladeira e que faz sua mão doer se você dá um soco na mesa (graças à repulsão eletromagnética entre os átomos da sua mão e os da mesa), é feito de ondas. Ondas eletromagnéticas. Outras duas forças, menos nobres, também são feitas de ondas: a nuclear forte, que mantém os quarks unidos na forma de prótons, e a nuclear fraca, a mais figurante de todas, que age na periferia dos átomos. É o que a física quântica provou ao longo do século 20. Mas ficou um buraco nessa história. Ninguém nunca tinha encontrado as ondas que deveriam formar a força mais popular das quatro que existem: a gravidade.

Agora encontraram. É que, se existem ondas visíveis nas paredes do Universo, como os caras do Polo Sul viram, elas devem ser ondas gravitacionais. E provavelmente geradas pela violência da inflação cósmica – dá para imaginá-las como cicatrizes daquele crescimento fulminante. Para todos os efeitos, são fósseis vivos da adolescência tumultuada do Cosmos, marcas do tempo em que o Universo era uma só partícula. E elas também servem para lembrar a gente de algo mais profundo: de que somos tão parte disso tudo quanto na época em que estávamos todos juntos, ali, naquela ponta de alfinete. Não somos meros observadores do que acontece no Universo. Somos o próprio Universo.

Visto em: Crash

Comer muita carne faz tão mal quanto fumar

carnes-saludables Calma lá, vegetariano, o problema não é só a carne. Abusar dos derivados animais (queijo, ovos, leite) também pode não ser uma boa escolha. O problema é o excesso de proteínas de origem animal, não apenas o consumo de carne.

É o que diz um estudo feito por pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia. Eles descobriram que exagerar em alimentos ricos em proteínas animais aumenta em quatro vezes o risco de ter câncerrisco semelhante ao dos fumantes. E dobra a probabilidade de ter morte precoce. Pelo menos entre o pessoal da meia idade.

Para chegar à conclusão, os pesquisadores acompanharam pessoas entre 50 e 65 anos durante 18 anos. Aqueles que consumiam muita proteína (20% das calorias diárias vinham de proteínas) ocupavam o topo do ranking de vítimas em potencial do câncer (principalmente de mama ou pele). Não é preciso excluir esse tipo de comida da sua vida. É só diminuir: 0,8 g de proteína animal por quilo do seu peso é o ideal.

A explicação dos cientistas é que esse tipo de alimento reduz as atividades de um receptor hormonal que luta contra doenças relacionadas à idade. Então, quanto mais carne você come (ou queijo, leite, ovo), maior o risco de enfrentar uma dessas enfermidades lá pra frente.

Visto em: Ciência Maluca

segunda-feira, abril 28, 2014

Não são apenas músicas…#17

Perfect Stranger – Prata Da Casa

O poder da música

Musica_e_tudo (1) Quem nunca sentiu um misto de alegria, saudades, empolgação, ansiedade e até mesmo tristeza quando ouviu uma música? Acredito que seja humanamente impossível não relacionar uma melodia a algo que tenha acontecido conosco em determinado momento de nossas vidas. A música pode induzir diferentes estados emocionais em cada um de nós. Muitas vezes ela gera bem estar, mas o contrário também pode ocorrer, pois alguns tipos de ritmos podem gerar desconforto emocional e até mesmo físico.

Há alguns anos a música vem sendo associada à terapia e elementos musicais são aplicados no tratamento de diversas doenças. Segundo alguns cientistas, cada nota musical traz uma frequência de som que carrega um estado vibratório. Isso significa que cada melodia tem o seu próprio estado energético influenciando os elementos ao seu redor. Estudos feitos por um fotógrafo e autor japonês MASARU EMOTO, mostram o efeito da música nas partículas de água. Como? Resumindo, Emoto colocou uma água destilada entre dois alto-falantes por diversas horas e fotografou os cristais que se formaram depois que a água foi congelada, podendo notar que a água exposta ao som de Bach apresentava uma estrutura geométrica semelhante à água cristalina.

O poder da música nos seres humanos é ainda mais surpreendente, despertando emoções, podendo aumentar ou equilibrar o metabolismo, aumentar ou equilibrar a energia muscular, acelerar a respiração, causar mudanças no volume, pulsação e pressão do sangue, acalmar e levar à excitação entre tantos outros itens intermináveis que poderiam ser listados abaixo.

Mas, além de todos esses fatores cada um ainda poderia descrever algo que sentiu ou sente quando escuta a sua música preferida, a música do seu casamento, do seu primeiro beijo, da sua primeira balada… Nossa! Quantas são as emoções, e muitas vezes parecem se materializar, eternizando momentos que jamais pensaríamos em ter vivido!

segunda-feira, março 31, 2014

Pessoas inteligentes confiam mais nas outras

10006307_10152405563757580_1028556364_n Alguma vez na vida você provavelmente se sentiu burro por confiar em alguém e levar a pior. Não se sinta mais assim. Na verdade, confiança é sinal de inteligência.

Foi o que descobriram pesquisadores da Universidade Oxford. Eles analisaram os dados de um estudo feito a cada um ou dois anos (o General Social Survey) com a população americana sobre suas características e atitudes. Os participantes responderam a perguntas do tipo “Você diria que, em geral, a maioria das pessoas pode ser confiável ou que você não pode ser muito cuidadoso ao lidar com as pessoas?”. Eles também passaram por testes para medir a inteligência.

Coube aos sociólogos de Oxford associar a inteligência dos participantes à confiança que eles depositavam em outras pessoas. E eles perceberam que os mais espertinhos também tinham o pé menos atrás.

Uma das explicações é que os inteligentes acertam mais ao julgar as pessoas e aí escolhem bem seus parceiros – por isso desconfiam menos deles. Eles também parecem reconhecer melhor as situações em que correm o risco de serem traídos. E por isso se sentem menos ameaçados.

Visto em: Ciencia Maluca

Vacina brasileira contra HIV surpreende em testes com macacos

download Testes de uma vacina contra o vírus da AIDS desenvolvida por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) obtiveram um resultado surpreendentemente positivo em testes com macacos.

“Testamos a resposta imune dos animais e os resultados foram excelentes”, disse Edecio Cunha Neto, pesquisador que liderou os trabalhos de desenvolvimento da vacina. “Os sinais foram bem mais intensos do que os que encontramos em camundongos”.

Os cientistas ministraram 3 doses separadas por 15 dias em macacos-resos do Instituto Butantan, também em São Paulo. Eles se surpreenderam ao ver que a reação à vacina foi bem maior do que nos roedores.

A vacina contém partes de genes que codificam partes de proteínas do vírus da AIDS. Ao inserir esse DNA no corpo, peptídeos são fabricados no interior das células, sem o vírus original. Os testes realizados nos animais para terem uma imunologia parecida com a de humanos demonstraram que podemos  ”ensinar” as células responsáveis pela identificação de patógenos a reconhecer esses peptídeos e ataca-los, fazendo com que o HIV seja destruído antes que seja tarde.

Através dessa técnica,  os pesquisadores resolvem um dos maiores problemas de combate ao vírus, uma vez que ele normalmente passa ileso pelo sistema imunológico, que não o reconhece como um invasor.

Embora o resultado seja promissor, mais animais devem passar por testes. Os pesquisadores agora planejam testar 28 macacos e elaborar novas formas de administrar a vacina.

Se os novos testes forem bem-sucedidos, pesquisas com humanos deverão ser iniciadas. A equipe espera receber uma verba de R$ 250 milhões de iniciativa privada para conduzir as próximas etapas do desenvolvimento da vacina.Vacina-brasileira-contra-HIV-passa-em-testes-com-macacos

Visto em: Mistérios do Mundo