domingo, novembro 27, 2011

Rir é o melhor remédio

RirPode uma risada ao dia manter o ataque cardíaco à distância? Talvez sim.
Risos, combinados a um bom senso de humor, podem ajudar a proteger contra um ataque cardíaco, segundo um recente estudo por cardiologistas da Universidade de Maryland, em Baltimore. No estudo descobriram que pessoas com doenças cardíacas eram 40% menos propensas a rir em uma variedade de situações em relação às pessoas da mesma idade sem doença cardíaca.
"O velho ditado de que rir é o melhor remédio definitivamente parece ser verdade quando se trata de proteger o seu coração", disse Michael Miller, diretor do Centro de Cardiologia Preventiva da Universidade de Maryland e professor de medicina na Maryland School of Medicine. "Nós não sabemos ainda por que rir protege o coração, mas sabemos que o estresse mental está associado à disfunção do endotélio, uma barreira protetora que reveste nossos vasos sanguíneos. Isto pode causar uma série de reações inflamatórias que levam à formação de gordura e colesterol nas artérias coronárias e, por fim, a um ataque cardíaco."
No estudo, os pesquisadores compararam as respostas de humor de 300 pessoas. Metade dos participantes tinha ou sofrido um ataque cardíaco ou passado por uma cirurgia de revascularização do miocárdio. Os outros 150 não tinham doença cardíaca.
Num dos questionários havia uma série de respostas de múltipla escolha para descobrir o quanto ou quão pouco as pessoas riram em determinadas situações; no outro, respostas de verdadeiro ou falso para medir a raiva e hostilidade. Miller disse que a conclusão mais significativa do estudo foi que "as pessoas com doença cardíaca responderam com menos humor às situações da vida cotidiana". Eles geralmente riram menos, mesmo em situações positivas, e demostraram mais raiva e hostilidade.
"A capacidade de rir - seja naturalmente ou como um comportamento aprendido - pode ter implicações importantes nas sociedades, como nos EUA, onde a doença cardíaca continua a ser o assassino número um. Nós sabemos que o exercício, não fumar e comer alimentos com baixo teor de gordura saturada reduz o risco de doença cardíaca. Talvez o riso, regular e saudável, deva ser adicionado à lista". Miller diz que pode ser possível incorporar as risadas em nossas atividades diárias, assim como fazemos com outras atividades saudáveis para o coração, como tomar as escadas em vez do elevador: "Poderíamos, talvez, ler algo engraçado ou assistir a um vídeo engraçado e tentar encontrar maneiras de não nos levar tão a sério".
Visto em: Saindo da Matrix

Forever!


A cela


- He is not just catatonic. He's disappeared. Like having a dream and never waking up.
- For how long?
- Well, forever.
From the movie 'The Cell'

domingo, novembro 13, 2011

25% dos mamíferos estão em perigo de extinção

as1De acordo com uma nova avaliação de biodiversidade feita pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), cerca de um em cada quatro espécies de mamíferos estão em risco de extinção.
Na última atualização de dados, os pesquisadores avaliaram o estado de 61.900 espécies de plantas e animais.
Recentemente, o rinoceronte negro da África ocidental foi oficialmente declarado extinto. As reavaliações de espécies de rinocerontes mostram que a subespécie da subespécie do rinoceronte branco na África central – chamado de rinoceronte branco do norte (Ceratotherium simum cottoni) está atualmente à beira da extinção e foi classificado como “possivelmente extinto em estado selvagem”.
Uma subespécie do rinoceronte de Java (Rhinoceros sondaicus annasmiticus) também está provavelmente extinta, após a caça do que provavelmente era o último animal no Vietnã em 2010. Enquanto isso não significa o fim do rinoceronte de Java, reduz as espécies a uma única população em declínio na ilha de Java.
A avaliação também mostrou que alarmantes 40% dos répteis terrestres de Madagascar estão ameaçados. Das 22 espécies de Madagascar atualmente identificadas como criticamente em perigo, encontram-se camaleões, lagartixas, lagartos e cobras, que representam agora um desafio para conservação.
Novas áreas de conservação designadas em Madagascar devem ajudar a preservar uma proporção significativa destas espécies criticamente ameaçadas, como o camaleão de Tarzan (Tarzan Calumma), o camaleão de nariz bizarro (Calumma hafahafa) e uma espécie de lagarto chamada limbless skink (Paracontias Fasika).
Outras descobertas incluem:
  • Uma arraia que se pensava ser uma única espécie é, na verdade, duas: a arraia do recife (Manta Alfredi) e a arraia gigante (Manta birostris), ambas classificadas como vulneráveis. Considerada a maior arraia viva, a gigante pode crescer em mais de 7 metros de diâmetro;
  • Cinco das oito espécies de atum estão nas categorias ameaçadas ou quase ameaçadas;
  • Vinte e seis anfíbios foram recentemente adicionados à Lista Vermelha da IUCN, incluindo os sapos venenosos Ranitomeya benedicta, listado como vulnerável, e Ranitomeya summersi, atualmente classificado como ameaçado de extinção;
  • As plantas estão ainda sub-representadas na Lista Vermelha da IUCN. O trabalho atual em andamento para aumentar o conhecimento de plantas inclui uma revisão de todas as coníferas, com resultados mostrando que a Glyptostrobus pensilis, por exemplo, passou do estado de ameaçada ao de criticamente ameaçada, sendo a principal causa disso a perda de habitat conforme a agricultura se expande.
Fonte: Hype Science

Estudo diz que experiências “sobrenaturais” de quase morte são truques da mente

1152x864-(no-code)Psicólogos das Universidades de Edimburgo e Cambridge publicaram recentemente um estudo no jornal Trends in Cognitive Sciences em que explicam o que causa as supostas experiências fora do corpo relatadas por pessoas que estiveram perto da morte. No texto, cujo título é There is nothing paranormal about near-death experiences: how neuroscience can explain seeing bright lights, meeting the dead, or being convinced you are one of them*, os pesquisadores também analisaram outros fenômenos, como a visão de túneis de luz e encontros com parentes mortos, e chegaram à conclusão de que eles podem estar bem longe de um vislumbre da vida após a morte. Na verdade, são truques da mente e têm uma base biológica.
Experiências de quase morte são relatadas em todas as culturas, desde a Grécia Antiga. De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto Gallup, cerca de 3% dos americanos já passou por algo assim. Para os pesquisadores, isso pode ser provocado pela tentativa do cérebro de dar sentido às sensações e percepções incomuns que ocorrem durante um evento traumático.
A sensação de ter saído do corpo, por exemplo, pode acontecer quando há uma pane nos processos multi-sensoriais do cérebro. Visões de túneis e luzes brilhantes podem decorrer de uma avaria no sistema visual do cérebro causado pela privação de oxigênio.
Outro culpado é o hormônio noradrenalina, liberado numa parte do cérebro chamada mesencéfalo que, quando acionado, pode evocar emoções positivas, alucinações e outras características da experiência de quase morte.
Alguns dos estudos examinados pelos pesquisadores ainda mostram que muitas das pessoas que relataram esse tipo de experiência não estavam realmente em perigo de morrer, embora a maioria tenha pensado que estava.
Visto em: Super Interessante

quarta-feira, novembro 02, 2011

Se eu morresse amanhã


Se eu morresse amanhã, viria ao menos
Fechar meus olhos minha triste irmã;
Minha mãe de saudades morreria
Se eu morresse amanhã!
Quanta glória pressinto em meu futuro!
Que aurora de porvir e que manhã!
Eu perdera chorando essas coroas
Se eu morresse amanhã!
Que sol! que céu azul! que dove n'alva
Acorda a natureza mais loucã!
Não me batera tanto amor no peito
Se eu morresse amanhã!
Mas essa dor da vida que devora
A ânsia de glória, o dolorido afã...
A dor no peito emudecera ao menos
Se eu morresse amanhã!
Álvares de Azevedo