segunda-feira, outubro 27, 2014
Não são apenas músicas…#19
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição
De morrer pela pátria
E viver sem razão
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
quarta-feira, outubro 22, 2014
Cerveja e sinuca ajudam você a se manter jovem
É essa a aposta do antropólogo Aske Lassen, da Universidade de Copenhagen. Ele fez uma pequena pesquisa com idosos de 70 a 95 anos. Em média, um a cada 15 deles costumava se encontrar para jogar sinuca pelo menos quatro vezes por semana. E eram eles os mais ativos entre os idosos avaliados.
É que o jogo acaba funcionando mesmo como uma atividade física – e, por mais que venha acompanhado de algumas cervejas, trazem benefícios à saúde. “Bilhar mantem esses homens socialmente ativos. E é um exercício adequado aos idosos, já que o jogo varia naturalmente entre períodos de atividade e de passividade. Eles podem continuar jogando por horas”, diz Lassen.
Visto em: Ciência Maluca
domingo, setembro 28, 2014
Pessoas religiosas não são mais boazinhas do que as outras
Se você acredita que pessoas religiosas são mais boazinhas, você está um pouco enganado. A religião parece não ser o caminho para, necessariamente, transformar alguém em um ser humano mais caridoso. Segundo uma pesquisa, os religiosos fazem tantas boas ações quanto qualquer outra pessoa (seja ela ateia ou só um pouquinho religiosa).
Os pesquisadores chegaram a esta conclusão depois de convidar 1,2 mil adultos, de diferentes religiões e com distintas visões políticas, para um desafio. Durante três dias, eles tiveram de relatar todas as ações boas e ruins que haviam praticado ou testemunhado no dia. Em média, as pessoas passam por uma dessas experiências por dia. A religião ou visão política não fazia a menor diferença.
Na verdade, duas coisas mudavam entre os religiosos: eles se sentiam muito mais culpados ou chateados ao cometer algum erro e se sentiam ainda mais orgulhosos quando faziam o bem do que as outras pessoas. Mas nem essa intensidade maior de sentimentos fazia com que eles praticassem mais boas ações no dia.
Visto em: Ciência Maluca
Urna Eletrônica Brasileira
Acesse o site http://CanalDoOtario.com.br
terça-feira, setembro 09, 2014
A Depender de Mim
Zeca Baleiro
Os psicanalistas estão fritos
Eu mesmo é que resolvo os meus conflitos
Com aspirina amor ou com cachaça
Os gritos todos virarão fumaça
A dor é coisa que dói e que passa
Curar feridas só o tempo há de
Toda regra para o bem da humanidade
É certo necessita de uma exceção
Os publicitários viram bolhas
Eu sei como fazer minhas escolhas
E assumir os erros que lá vem
Se a alma finca pé os medos somem
Menino nunca deixe que te domem
Mau pai dizia o verdadeiro homem
Sabe o que quer ainda que não queira
Besteira é não seguir o coração
Os padres e pastores serão tristes
Eu penso mesmo que deus não existe
E ainda assim quem sabe eu creia em deus
Se deus é o outro nome da verdade
Deste momento até a eternidade
Eu levo entre mentiras e trapaças
Besta felicidade frágil farsa
.do que preciso riso preces e paixão
sexta-feira, agosto 29, 2014
quinta-feira, julho 24, 2014
Fim ao desperdício de alimentos: conheça a história do Pay as You Feel Cafe
Quantos vezes você já não se sentiu culpado por jogar sobras de comida no lixo? Assim como você, o inglês Adam Smith e a brasileira Johanna Hewitt (ela nasceu no Brasil e fala português), fundadores do projeto The Real Junk Food*, também estavam chocados com a gigantesca quantidade de alimentos – em excelente estado ainda para ser consumida, que é simplesmente descartada.
O casal se reuniu com um grupo de amigos, também incomodado com o imensodesperdício, e decidiu fazer algo para mudar esta realidade. E começou a fazer a diferença onde vivia, na cidade de Leeds, no norte da Inglaterra.
No Pay as You Feel Cafe (em tradução livre, “Café Pague se Você Quiser”), todos os pratos do cardápio são preparados com ingredientes que seriam jogados fora. Não significa que a equipe retira sobras da lixeira, mas na verdade, utiliza alimentos que já estão com o prazo de validade vencido – mas podem sim ainda ser consumidos, com rótulos incorretos ou simplesmente comida que seria descartada.
Cardápio variado e balanceado muda diariamente
“Os alimentos vêm de várias fontes, incluindo restaurantes, empresas, supermercados, feiras”, conta Adam. O cardápio muda diariamente. “Criamos pratos todos os dias com base no que temos no estoque”. Há sempre preocupação em preparar refeições bem variadas nutricionalmente.
A experiência inicial do projeto aconteceu em dezembro do ano passado. Adam, que é chef profissional, cozinhou um jantar de Natal para os moradores sem-teto de Leeds. A iniciativa foi um sucesso e desde então o Pay as You Feel Cafe abre todos os dias da semana, entre 9h e 16h. O lugar é pequeno e simples. O pessoal do The Real Junk Food Project não paga aluguel por ele. O restaurante acomoda até 30 pessoas.
Dia cheio no Pay as You Feel Cafe
Os cinco amigos, co-diretores do café e integrantes da iniciativa (um deles também é chef) são jovens ativistas, que desde cedo estavam engajados em movimentos de mudanças políticas, sociais e ambientais.
Para administrar o dia a dia do restaurante, contam com a ajuda de voluntários, que se revezam na cozinha, no atendimento aos clientes, na realização de eventos e num dos momentos mais importantes de todos: a captação de alimentos e recebimento dedoações pela cidade. Eles gostam de se intitular interceptadores do desperdício.
Doações de frutas e verduras
Pelos cálculos de Adam, até agora o Pay as You Feel Cafe já evitou que mais de 10 mil quilos de comida fossem jogados em aterros. Até agora quase 3 mil pessoas foram atendidas e cerca de 4 mil refeições servidas. E quem são os clientes? Os mais diversos. De idosos a adolescentes, crianças a adultos. Até o tricampeão do Tour de France, Greg Lemond comeu no restaurante, quando esteve em Leeds para o Grand Départ da competição.
O pagamento pelo serviço é realmente opcional. Há quem pague, outros não. Alguns realmente nem têm dinheiro para tal. Mas isso não faz a mínima diferença para os jovens voluntários do projeto. “O que importa é que estamos tendo um impacto direto e positivo sobre a vida das pessoas”, diz Adam.
Assim como o trabalho realizado pelo Pay as You Feel Cafe, estão surgindo outras iniciativas similares no Reino Unido. Lugares com o intuito de alimentar o mundo e acabar com o desperdício.
É bom lembrar que estimativas apontam que 1,3 bilhão de toneladas de comida são perdidas anualmente no planeta, aproximadamente 40% da produção global. Estudos britânicos apontam que grande parte desde desperdício se deve à legislação de segurança alimentar por demais rigorosa e confusa.
Visto em: Planeta Sustentável
domingo, junho 29, 2014
E Se... O asteroide que matou os dinossauros caísse hoje?
A coisa seria feia. A bola de fogo de 200 quilômetros de diâmetro e o calor gerado por ela varreria do mapa tudo que houvesse num raio de 2 mil quilômetros. Considerando que o asteroide caiu onde hoje está a península de Yucatán, no México, o Caribe viraria pó. México, América Central e quase todos os EUA seriam devastados. Mais de 500 mil pessoas morreriam na hora.
O impacto da queda causaria vendavais. Tsunamis inundariam as costas do Atlântico, principalmente no hemisfério norte. Fragmentos lançados ao espaço retornariam à atmosfera em velocidades hipersônicas, e essa chuva de fogo causaria incêndios por todo o globo. "As correntes de ar espalhariam uma nuvem de poeira pelo planeta", diz Gerta Keller, professora de geociências da Universidade de Princeton. A crise humanitária seria generalizada.
A agricultura ficaria impraticável por pelo menos um ano. Sem os maiores consumidores do mundo, a redução da demanda seria brutal. Rapidamente, um terço do PIB mundial sumiria. O que sobrasse encolheria, deixando qualquer crise no chinelo. Seria um buraco negro econômico.
Mas, graças ao conhecimento acumulado, o modelo econômico e político que conhecemos hoje seria restabelecido. A prioridade imediata seria produzir alimentos e, como os países estariam mais preocupados em suprir as próprias necessidades, as economias seriam mais fechadas. "O controle da economia passaria para o Estado, até que a sociedade tivesse condições de se reestruturar", diz Alcides Leite, professor de economia da Escola Trevisan de Negócios. A sorte é que, com petróleo em baixa e o parque industrial subutilizado por causa da crise, produzir ficaria bem mais barato. Aos poucos, a civilização se recuperaria por inteiro, mas o mundo já seria outro. Como você verá a seguir.
O mundo pós-desastre
Se fosse uma cidade, ele seria assim
1. China
Populosa, acostumada a situações de emergência, com imenso potencial agrícola e parque industrial intacto, ganharia força e seria o grande expoente da economia mundial. Os chineses mais pobres se espalhariam pelo mundo e ajudariam na reconstrução dos países da América do Norte e da Europa.
2. Brasil
A parte mais devastada seria a região norte, com pouca influência sobre a capacidade produtiva do país. Com infraestrutura industrial preservada, muita terra e muita gente, em pouco tempo o Brasil entraria para o grupo dos países mais ricos e influentes do novo mundo, acompanhado por Coreia do Sul, Japão, Índia e Rússia e liderado pela gigante China.
3. Europa
Seria muito atingida por tsunamis bem na sua porção mais rica: a ocidental. Passaria por um período de fome comparável ao que foi sofrido durante a 2ª Guerra. Seriam necessários novos Planos Marshall e New Deal para tomar conta das economias, e o continente passaria a receber ajuda de ongs asiáticas e da ONU.
4. EUA
Ficariam totalmente devastados e cobertos por metros de detritos. Assim que a poeira baixasse, os americanos do norte - os únicos que sobreviveriam - buscariam reconstruir do zero o pouco do que sobraria do país e, para isso, iriam precisar de muita ajuda. Teriam que abrir novamente suas fronteiras aos imigrantes (muitos deles, chineses).
5. Oriente Médio
Sem EUA e Europa, a demanda por petróleo despencaria, seguida pelos preços. Isso seria um baque e tanto para Arábia Saudita e companhia, que, sem indústria nem cultura agrícola, não teria escolha senão voltar aos tempos dos nômades. Mas a baixa na cotação do petróleo seria um fator decisivo na recuperação econômica do mundo.
6. Sudeste Asiático
Países da Ásia, como Vietnã, Laos e Tailândia, com experiência agrícola e terras cultiváveis intactas, seriam os grandes abastecedores de cereais desse mundo faminto e pobre em terras férteis. Além de arroz, passariam a produzir muito outros tipos de grãos. Brasil e Índia também seriam importantes produtores de alimentos.
Visto em: Super Interessante
Não são apenas músicas…#18
What You Know – Two Door Cinema Club
In a few weeks
I will get time
To realise it's right before my eyes
And I can take it if it's what I want to do
I am leaving
This is starting to feel like
It's right before my eyes
And I can taste it
It's my sweet beginning
And I can tell just what you want
You don't want to be alone
You don't want to be alone
And I can't say it's what you know
But you've known it the whole time
Yeah, you've known it the whole time
Maybe next year
I'll have no time
To think about the questions to address
Am I the one to try to stop the fire?
I wouldn't test you
I'm not the best you could have attained
Why try anything?
I will get there
Just remember I know
And I can tell just what you want
You don't want to be alone
You don't want to be alone
And I can't say it's what you know
But you've known it the whole time
Yeah, you've known it the whole time
And I can tell just what you want
You don't want to be alone
You don't want to be alone
And I can't say it's what you know
But you've known it the whole time
Yeah, you've known it the whole time
sábado, junho 07, 2014
Um homem filmou o paraíso por 7 dias
Terje Sorgjerd é um fotógrafo norueguês apaixonado por paisagens. Seu trabalho se resume em registrar imagens fascinantes dos lugares mais lindos da Terra.
O vídeo com título de “The Mountain” (“A Montanha”), são imagens impressionantes feitas no topo da montanha mais alta da Espanha, El Teide, a mais de 3.700 metros de altura.
Como o próprio Terje diz na descrição do vídeo, o observatório no topo dessa montanha é considerado um dos melhores lugares do mundo para ver estrelas e isso era justamente o que ele queria. Flagrar momentos de tirar o fôlego da Via Láctea.
Clique no play abaixo e se deixe hipnotizar por essas imagens.
Dica: a experiência fica ainda melhor se você aumentar o som e assistir em HD.
O trabalho de Terje Sorgjerd é fantástico e você pode acompanha-lo no Facebook, no Twitter e no Vimeo.
Visto em: Awebic

