quinta-feira, abril 30, 2015
Here with me
Wheels are turning
I remember when you were mine
Now just to reach you
Baby I'd stand in line
But there's another world
You're living in tonight
And there's another heart
That's fading in the light
Don't want your picture on my cellphone
I want you here with me
Don't want your memories in my head, no
I want you here with me
Spent the summer just laying out in the sun
Time seems to move so slowly
When you take it as it come
Maybe we were just too young
Your body was tan and your hair was long
You showed me your smile and my cares were gone
Falling in love filled my soul with fright
You said: "Come on, babe, it'll be alright"
I've must to been a fool to the bitter end
Now I hold onto hope to have you back again
I'd bargain and I'd fight
But there's another world we're living in tonight
Don't want your picture on my cellphone
I want you here with me
Don't want your memory in my head, no
I want you here with me
Well, I saw you in the restaurant the other day
And instead of walking towards you, I ran away
And I'll keep on waiting for you
For you to come around, come around and say
Don't want your picture on my cellphone
I want you here with me
Don't need those memories in my head, no
I want you here with me
(Here with me)
Namoro à distância melhora o relacionamento
E os casais que namoravam à distância se sentiam mais íntimos e próximos de seus parceiros do que os casais mais grudados. Além disso, reclamavam menos da falta de atenção e, talvez por isso, costumavam compartilhar mais segredos e problemas com o companheiro. Pois é, apesar de terem passado, em média, 17 meses longe um do outro, eram mais felizes do que os outros casais.
“Nossa cultura, particularmente a cultura americana, prioriza o momento fisicamente junto e ocontato cara a cara para relacionamentos sérios. Os namoros à distância claramente vão contra esses valores”, diz Crystal Jiang, um dos autores da pesquisa. Ele só não explicou por que esses relacionamentos funcionam tão bem.
sexta-feira, abril 24, 2015
Irmãos mais velhos são mais quadrados
Os primogênitos podem até ser mais inteligentes. Mas são conservadores que só.
É o que diz uma pesquisa de psicólogos da Universidade Católica de Milão. Eles recrutaram 96 famílias italianas, entrevistaram os pais e os dois filhos dos casais. No total, 384 pessoas participaram do estudo. A ideia era descobrir quanto cada um deles era contrário a mudanças e o que pensavam sobre ordem, tradição e outras pistas que entregassem uma personalidade conservadora.
E, sim, os mais velhos geralmente são mais caretas. Por eles, melhor se tudo ficar como sempre foi, sem grandes surpresas. “Primogênitos, por serem mais fortes e intelectualmente mais desenvolvidos do que os mais novos, ocupam uma posição dominante. Eles querem guardar essas vantagens e, por isso, desenvolvem valores conservadores para manter o próprio status quo”, diz Daniela Barni, uma das autoras da pesquisa. E aí constroem sua personalidade com base nessas ideias.
Visto em: Ciência Maluca
Céu
Céu
Tocar o céu é fácil.
O difícil é senti-lo.
Senti-lo em um abraço,
Ou em um simples aperto de mão.
Senti-lo em uma conversa,
Ou em um simples olá.
Senti-lo em um carinho,
Ou em um simples olhar.
Não precisamos ir longe
Para tocar o céu e senti-lo.
Basta olhar para o lado
E ver que está ali.
Anderson Tiago Rodrigues
Jaraguá do Sul, 10 de janeiro de 2007
terça-feira, março 31, 2015
Não são apenas músicas…#21
Arctic Monkeys – Fluorescente
You used to get it in your fishnets
Now you only get it in your nightdress
Discarded all the naughty nights for niceness
Landed in a very common crisis
Everything's in order in a black hole
Nothing seems as pretty as the past though
That bloody mary's lacking in tabasco
Remember when you used to be a rascal?
Oh, that boy's a slag
The best you ever had
The best you ever had
Is just a memory and those dreams
Not as daft as they seem
Not as daft as they seem
My love, when you dreamed them up
Flicking through a little book of sex tips
Remember when the boys were all electric?
Now when she tells she's gonna get it
I'm guessing that she'd rather just forget it
Clinging to not getting sentimental
Said she wasn't going, but she went still
Likes her gentlemen not to be gentle
Was it a mecca dobber or a betting pencil?
Oh, that boy's a slag
The best you ever had
The best you ever had
Is just a memory and those dreams
Weren't as daft as they seemed
Not as daft as they seemed
My love when you dream them up
Oh, flo, where did you go?
Where did you go?
Where did you go? Woah
You’re falling about
You took a left off last laugh lane
You were just sounded it out
But you're not coming back again
You’re falling about
You took a left off last laugh lane
You were just sounded it out
But you're not coming back again
You used to get it in your fishnets
Now you only get it in your nightdress
Discarded all the naughty nights for niceness
Landed in a very common crisis
Everything's in order in a black hole
Because nothing seems as pretty as the past though
That bloody mary's lacking in tabasco
Remember when you used to be a rascal?
segunda-feira, março 30, 2015
Disponibilidade de água diminuirá em 40% até 2030
Daqui a 15 anos, a Terra irá se deparar com uma disponibilidade mundial de água 40% menor se o recurso natural não for bem gerido. O alarme foi dado pelo relatório "World Water Development 2015", da Organização das Nações Unidas (ONU).
Essa previsão é extremamente preocupante, já que a água está no centro do desenvolvimento sustentável e na base do crescimento econômico, da redução da pobreza e da sustentabilidade ambiental.
O consumo do recurso deve aumentar por causa do crescimento da população mundial e da demanda por bens e serviços que dependem dele. Segundo o documento, a agricultura, por exemplo, já usa 70% da água doce disponível em países desenvolvidos e cerca de 90% nas
nações em desenvolvimento."O setor precisará incrementar a eficiência, reduzindo o desperdício de água e aumentando a produtividade dos cultivos", diz o relatório.
Já em relação à produção energética, o segmento utiliza 15% da água doce disponível, e essa porcentagem pode chegar a 20% em 2035. No documento da ONU, possíveis soluções para o problema são a criação de sistemas mais eficientes de refrigeração e o aumento do uso de fontes de energia renováveis, como a eólica, a solar e a geotérmica.
Isso também será necessário porque, segundo as Nações Unidas, a demanda de água por parte da indústria global aumentará em 400% de 2000 a 2050.
"Já existe um consenso a nível internacional em torno do fato de que a água e os serviços higiênico-sanitários são essenciais para alcançar muitos objetivos de um desenvolvimento sustentável", afirmou o secretário geral da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Michel Jarraud.
"A água está ligada de uma maneira permanente às mudanças climáticas, na agricultura, na saúde, na igualdade, inclusive na de gêneros, e na educação", concluiu.
Visto em: IG Ciência
quarta-feira, março 25, 2015
Como sua playlist afeta seu jeito de andar
É inconsciente. Mas seus pés automaticamente acompanham o estilo de música que você está ouvindo. E, mesmo se não estiver com pressa, talvez caminhe muito mais rápido quando escutar um eletro pop dos anos 80 do que “Three little birds”, do Bob Marley.
Marc Leman, professor de música da Universidade de Ghent, na Bélgica, fez o teste com 18 adultos. Todos eles tiveram de andar por um caminho circular, com sensores de aceleração pelo corpo, enquanto ouviam diferentes gêneros musicais. A playlist foi dividida em dois blocos de 16 minutos, com quase 30 gêneros diferentes – todas as músicas tinham um ritmo de 130 batidas por minuto. Quando uma música acabava, eles ganhavam um intervalo de 5 minutos, e descreviam a música de forma simples, como boa/ruim, suave/agressiva, rápida/devagar.
Na maior parte do tempo, as pessoas andavam no mesmo ritmo que a música, com 130 passos por minuto. Maas quando achavam a música ruim, agressiva, alta, eles andavam mais rápido. E nem era música tipo hard rock, metal. Era algo como um eletro pop dos anos 80. E quando escutavam reggae ou jazz, músicas mais calmas, diminuíam o passo.
Segundo Leman, as batidas fortes incentivam um passo mais rápido. Quando a pegada da música é mais fraca, você tende a andar mais devagar. Mesmo se o ritmo for o mesmo.
Visto em: Ciência Maluca
segunda-feira, março 23, 2015
Maconha é menos mortal que álcool e tabaco, afirma estudo
Um estudo científico comparou os efeitos de sete drogas recreativas nos seres humanos e concluiu que a maconha é a menos mortal delas. O álcool foi considerado a mais mortal, seguido por heroína, cocaína, tabaco, ecstasy, metanfetaminas e, finalmente, maconha.
Os pesquisadores afirmam que o álcool é 114 vezes mais mortal que a maconha. Para chegar a essa conclusão, eles compararam a dose usualmente consumida de cada droga com a dose considerada fatal.
A conclusão foi que consumidores de maconha ficam, normalmente, muito distantes da dose que seria mortal para eles. Por isso, a maconha foi a única das sete drogas classificada como tendo “baixo risco de mortalidade”. As demais foram distribuídas nas categorias de médio e alto risco.
Essas conclusões devem ser vistas com muita cautela. Os pesquisadores não avaliaram outros danos causados pelas drogas aos consumidores. Eles se concentraram apenas no risco de overdose.
Eles também não avaliaram riscos colaterais, como a transmissão de doenças no uso de drogas injetadas com agulhas compartilhadas.
Evidências práticas mostram que o consumo moderado de álcool, por exemplo, é razoavelmente seguro, enquanto o uso regular de heroína pode ser devastador. E os autores da pesquisa não negam isso.
Eles só dizem que, na média, quem bebe tende a chegar mais perto da dose mortal do que quem usa heroína.
O estudo foi publicado na revista Scientific Reports. Traz a assinatura de Dirk Lachenmeier, PhD em química de alimentos e toxicologia da universidade alemã de Karlsruhe; e Jürgen Rehm, diretor do Centro de Saúde Mental e Vícios de Toronto, no Canadá.
Visto em: Exame
domingo, março 08, 2015
Rápido (Comédias da vida privada)
Rápido
Acho que era o Marcel Marceau que tinha uma pantomima em que ele representava a vida de um homem, do berço ao túmulo, em menos de um minuto. Shakespeare, claro, tem seu famoso solilóquio sobre as idades do homem que também é uma maravilha de sintetização poética. Nossas idas, afinal, comparada com a idade do universo, se desenrolam em poucos segundos. Cabem numa página de diálogo.
- Quer dança?
- Obrigada.
- Você vem aqui sempre?
- Venho.
- Vamos namorar firme?
- Bom... Você tem que falar com o papai...
- Já falei com seu pai. Agora é só marcar a data.
- 26 de julho?
- Certo.
- Não esqueça as alianças...
- Você me ama?
- Amo.
- Mesmo?
- Sim.
- Sim.
- Parece mentira. Estamos casados. Tudo está acontecendo tão rápido...
- Sabe o que foi que disse o noivo nervoso na noite de núpcias?
- O quê?
- Enfim, S. O. S.
- Você estava nervoso?
- Não. Foi bom?
- Mmmm. Sabe de uma coisa?
- O quê?
- Eu estou grávida.
- É um menino!
- A sua cara...
- Aonde é que você vai?
- Ele está chorando.
- Deixa... Vem cá.
- Meu bem...
- Hmm?
- Estou grávida de novo.
- É menina!
- O que é que você tem?
- Por quê?
- Parece distante, frio...
- Problemas no trabalho.
- Você tem outra!
- Que bobagem.
- É mesmo... Você me perdoa?
- Vem cá.
- Aqui não. Olha as crianças...
- O Júnior saiu com o carro. Ia pegar uma garota.
- Você já falou com ele sobre...
- Já. Ele sabe exatamente o que fazer.
- O quê? Você deu instruções?
- Na verdade ele já sabia melhor do que eu. Essa já nasce sabendo. Só precisei mostrar como se usa o macaco.
- O quê?
- Ah, você quer dizer... Pensei que fosse o carro. E a Beti?
- Parece que é sério.
- Ela e o analista de sistemas?
- É. Aliás...
- Estão vivendo juntos. Eu sabia!
- Ela está indo para o hospital.
- Já?!
- São gêmeos!
- Sabe que você até que é uma avó bacana?
- Quem diria...
- Vem cá.
- Olha as crianças.
- Que crianças?
- Os gêmeos. A Beti deixou eles dormindo aqui.
- Ai.
- Que foi?
- Uma pontada no peito.
- Você tem que se cuidar. Está na idade perigosa.
- Já?!
- Sabe que a Beti está grávida de novo?
- Devem ser gêmeos outra vez. O cara trabalha com o sistema binário.
- Esse conjunto do Júnior precisa ensaiar aqui em casa? Que inferno.
- E o nome do conjunto? Terror e Êxtase.
- Vão acordar os gêmeos.
- Ai!
- Outra pontada?
- Deixa pra lá. Olha, essa música até que eu gosto. Não é um rock-balada?
- Não. Eles estão afinando os instrumentos.
- Quer dançar?
- Não! Você sabe o que aconteceu da última vez.
Luiz Fernando Veríssimo
quarta-feira, março 04, 2015
Café diminui riscos de doenças cardíacas
Pesquisadores da Coreia do Sul examinaram 36 estudos, com mais de 25 mil pessoas saudáveis,sem qualquer sinal de doenças cardíacas e idade média de 41 anos. Todos eles haviam feito exames para medir a quantidade de cálcio nas artérias coronárias – é um bom jeito de avaliar o estreitamento e endurecimento das artérias, que pode resultar num ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral.
Os pesquisadores associaram esse índice de saúde arterial com os hábitos de consumo de café. Levaram em conta também outros fatores, como atividades físicas, consumo de álcool e cigarro,índice de massa corporal, dieta e o histórico de doenças cardíacas na família.
E descobriram que beber café faz muito bem. Só não pode passar de cinco xícaras por dia. Oíndice de cálcio nas artérias costumava ser menor entre os voluntários que bebiam de três a cinco xícaras diariamente – eles levavam vantagem mesmo quando comparados às pessoas que tomavam uma xícara ou menos por dia. Já os mais fanáticos, que passavam das cinco xícaras, apareciam no grupo de maior risco.
Segundo a pesquisa, tomar café com frequência pode reduzir os riscos de desenvolver diabetes do tipo 2, um dos fatores de risco para doenças cardíacas. A bebida melhora a sensibilidade do corpo à insulina, hormônio que regula o nível de açúcar no sangue, e estimula o trabalho de células que armazenam e liberam este hormônio.
Visto em: Ciência Maluca

