O que mais preocupa é o silêncio dos bons (Martin Luther King)
terça-feira, agosto 30, 2011
O que mais preocupa…
O que mais preocupa é o silêncio dos bons (Martin Luther King)
segunda-feira, agosto 29, 2011
domingo, agosto 21, 2011
Do the Evolution
I'm ahead, I'm the man
I'm the first mammal to wear pants, yeah
I'm at peace with my lust
I can kill 'cause in god I trust, yeah
It's evolution, baby
I'm a beast, I'm the man
Having stocks on the day of the crash, yeah
On the loose, I'm a truck
All the rolling hills i'll flatten them out, yeah
It's herd behavior, uh huh
It's evolution, baby
Admire me, admire my home
Admire my son, he's my clone
Yeah, yeah, yeah, yeah
This land is mine, this land is free
I'll live how I want yet irresponsibly
It's evolution, baby
I'm a thief, I'm a liar
There's my church
I sing in the choir:
Hallelujah, hallelujah
Admire me, admire my home
Admire my song, admire my clothes
'cause we know appetite for a nightly feast
Those ignorant indians got nothing on me
Nothing, why?
Because, it's evolution, baby!
I am ahead, I am advanced
I am the first mammal to make plans, yeah
I crawled the earth, but now I'm higher
Twenty-ten, watch it go to fire
It's evolution, baby
It's evolution baby
Do the evolution
Come on, come on, come on...
(Do the Evolution – Pearl Jam)
domingo, agosto 14, 2011
O Brasil é uma democracia?
Hoje em dia, o governo de Atenas não seria considerado democrático, pois excluía da participação política mulheres, estrangeiros e escravos, ou seja, a maioria da população.
Para Aristóteles, havia três principais formas de governo: a monarquia, na qual o poder é exercido por uma só pessoa, o monarca; a aristocracia, na qual o governo está a cargo da elite (intelectual, financeira, agrária, etc.); e a democracia, no qual o poder é exercido diretamente pelo povo. Para o filósofo grego, as três formas de governo poderiam ser boas e justas, mas todas as três poderiam se transformar em formas degeneradas: a monarquia, se exercida por um rei injusto, se transforma em tirania; a aristocracia, ao privilegiar uma pequena elite, se transforma em oligarquia (governo de poucos); e a democracia pode se transformar em anarquia, isto é, ausência de governo, o que significa o caos e a desorganização política.
Desde a época da Revolução Gloriosa na Inglaterra e sobretudo após a Revolução Francesa, consolidou-se no Ocidente o sistema de democracia representativa, no qual os cidadãos elegem seus representantes para legislar e governar em nome deles. Não se trata, portanto, de democracia direta, como a ateniense.
O Brasil é considerado uma democracia, no sentido em que há um sistema político no qual os ocupantes do poder executivo – presidente da República, governadores e prefeitos – e os membros do poder legislativo – deputados federais, senadores, deputados estaduais e vereadores – são escolhidos em eleições livres e diretas pelo povo. Não deixa de ser estranho, porém, o fato de o povo ser obrigado a exercer esse direito. Voto obrigatório é uma contradição em termos. Se o voto não fosse obrigatório no Brasil, que parcela do eleitorado compareceria às urnas?
Já no éculo XVIII, Rousseau era um crítico do sistema de democracia representativa. “O povo inglês pensa ser livre e engana-se. Não o é senão durante a eleição dos membros do Parlamento”, diz ele no Contrato social.
Ainda segundo Rousseau, “a vontade de cada membro da comunidade política, isto é, a soma de todas as vontades particulares, constitui a vontade geral. O exercício da vontade geral é a soberania. E a soberania é indivisível e não pode ser representada, nem qualquer cidadão pode abrir mão dela, ou deixaria de ser livre. Renunciar à liberdade é renunciar à qualidade de homem, aos direitos de humanidade e mesmo aos próprios deveres”.
O poder legislativo, portanto, deve ser exercido pelo povo, e jamais por “representantes” do povo. “Os deputados não são, pois, nem podem ser, seus representantes, são somente seus comissários que não estão aptos a concluir definitivamente.”.
Mesmo num sistema representativo, há ocasiões em que o povo é chamado a exercer seus direitos de cidadão de forma direta. Foi o caso do plebiscito que decidiu sobre a forma de governo, monarquia ou república, e o sistema político, presidencialismo ou parlamentarismo. Outro exemplo de exercício de democracia direta foi o referendo no qual os cidadãos brasileiros declararam-se contrários à proibição da venda de armas.
Seriam essas consultas diretas aos cidadãos uma forma mais “verdadeira e autêntica de democracia? Não necessariamente. Plebiscitos e referendos podem ser convocados para atender a pressões políticas momentâneas. É o caso, por exemplo, da recente proposta de plebiscito para proibição da venda de armas, motivada pelo bárbaro crime cometido por um psicopata em uma escola do Rio de Janeiro. Ora, a população brasileira já não decidiu sobre essa questão? A convocação do plebiscito não passa de uma medida demagógica e eleitoreira, ideia de um político adesista que faz parte da elite mais retrógada deste país.
Não podemos esquecer que ditadores como Adolf Hitler chegaram ao poder por vias democráticas. Logo, a verdadeira democracia vai muito além de votar em eleições, plebiscitos e referendos. Significa inteirar-se sobre os fatos relevantes e exercer plenamente a cidadania, isto é, respeitar os direitos das outras pessoas, aceitar o livre exercício de opiniões, conviver bem com o diferente, acompanhar de maneira crítica e independente o trabalho de ocupantes de cargos públicos, exigir seus direitos e cumprir com os deveres. Quantos de nós cumprimos com tudo isso?
Democracia não significa liberdade absoluta, pois a vida em sociedade exige que cada um abra mão de algo em troca da proteção do Estado, tal como postulou Hobbes, e para isso abre mão voluntariamente de parte de sua liberdade. Não se constrói uma democracia somente com direitos, mas também pelo exercício dos deveres.
É democrático, por exemplo, deixar que uma pessoa fique se drogando o dia todo, tal como ocorre na cracolândia, no centro de São Paulo? De acordo com a atual Constituição, uma pessoa só pode ser presa em flagrante delito. Consumir drogas, mesmo em vias públicas, não é considerado crime. Os viciados têm o “direito” de ficarem nas ruas, e só podem ir para uma instituição se quiserem. Ou seja, essa atitude “democrática” condena essas pessoas a uma vida miserável e a uma morte rápida. Quem disse que não há pena de morte no Brasil?
Voltando a Rousseau: o pensador suíço estaria certo em sua crítica à representação política? Se não houvesse a democracia representativa não recairíamos em um dos tipos de regimes totalitários que assolaram (e assolam) a humanidade? Existe algum modelo alternativo que tornaria possível a existência de um regime político verdadeiramente comprometido com as aspirações da população, ou que permitisse uma participação efetiva no exercício do poder? Nem Rousseau, nem Hobbes, que trataram da política como ela deveria ser, deram respostas satisfatórias para essas questões. Maquiavel, que tratou da política como ela é, tampouco oferece uma solução. Essa é a tarefa de todos os que se interessam pelas questões políticas contemporâneas, dentro e fora dos círculos acadêmicos.
Por Nelson José de Camargo*
Visto em: Harmonia dos Contrários
domingo, julho 31, 2011
A real história dos skinheads
Reportagem apresentada no Grampo MTV sobre a origem e a realidade dos diferentes grupos de skinheads. Veja a chamada do programa abaixo.
E assista o programa completo no blog do Grampo MTV clicando aqui.
E assista o programa completo no blog do Grampo MTV clicando aqui.
sábado, julho 30, 2011
A utopia do mundo politicamente correto
Estamos perdendo a liberdade de expressão. Assuntos polêmicos, às vezes são tratados ao extremo. Muitas vezes um jeito de pensar, que na prática é relativamente um pouco contra os preceitos de uma sociedade igualitária, é abordado como algo horrível. E no futuro nossa natureza será nossa maior inimiga, pois uma opinião será tida como crime.
O mundo caminha em direção a igualdade para todos. Uma utopia, pois é lógico que para conseguir a liberdade de alguns, outros precisam perder. Então o mundo da igualdade vai por água abaixo, assim a luta dos reprimidos começa novamente, porém com os papéis invertidos. Estamos repletos de exemplos de que uma sociedade utópica não funciona. Afinal, estamos cansados de saber que nenhum homem pensa igual a outro, e idéias contraditórias sempre existirão. Então, uma sociedade igualitária é um sonho impossível para uma sociedade humana.
Idéias extremistas que gerem violência física ou psicológica devem ser banidas. Não é pelo fato de discordarmos de certos ideais que devemos agredir ou falar mal a todos. Só devemos aprender a criticar ou julgar certos atos de forma correta, pois não somo obrigados a aceitar a tudo e a todos. Não obrigamos que todos gostem de nós, apenas queremos que nos tolerem. E essa é a peça fundamental, a tolerância. Às vezes engolis a seco é a melhor forma de evitar uma guerra, para daí sim viver em um mundo melhor. Sem a tolerância, perderemos o livre pensamento, o humor sarcástico e começaremos a viver em uma sociedade com idéias bitoladas. Teremos medo de nós mesmos, e ficaremos loucos por ter pensamentos conflitantes em nossas mentes e aceitarmos os dois.
Não precisamos caçar ninguém, todos devem ter voz na sociedade – e deixar a violência de lado – para chegarmos perto de um modelo de sociedade ideal. Não devemos fazer tempestade em copo d’água, só precisamos ser mais tolerantes, para que a humanidade evolua na direção certa.
Até mais ;)
P.S. há um texto interessante no Blog do Ambientalismo, para ver basta cliar aqui.
quinta-feira, julho 21, 2011
O Caminho da Vida
A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódios... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.
Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.
Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.”
(O Último discurso, do filme O Grande Ditador de Charles Chaplin)
terça-feira, julho 12, 2011
domingo, julho 03, 2011
A felicidade também pode ter um lado ruim
Segundo June Gruber, pesquisadora da Universidade de Yale, pessoas felizes demais frequentemente apresentam o mesmo nível de disfunções de alguém triste demais. O problema é que elas se manifestam ao contrário. Enquanto os depressivos se concentram apenas no seu próprio sofrimento, quem é feliz demais foca só na sua própria felicidade e se desliga completamente das coisas tristes que acontecem ao seu redor – a morte de um parente ou a demissão do seu cônjuge, por exemplo.
Além disso, pessoas com estados emocionais mais intensos são mais propensas a se envolver em atitudes de risco como drogas e álcool, promiscuidade sexual e jogos de azar. “Elas têm uma euforia persistente, podem sentir que têm poderes especiais ou instantaneamente se apaixonar por estranhos”, diz June Gruber. Os felizardos também podem se sentir constantemente inspirados, mas não conseguem trabalhar essa criatividade a acabam não produzindo muito.
E perseguir a felicidade a qualquer custo também não é bom: uma pesquisa da Universidade de Denver descobriu que isso provoca o efeito oposto e deixa as pessoas ainda mais estressadas e propensas à depressão, solidão e problemas de sociabilidade.
Mas calma, isso não significa que devemos nos contentar com uma vidinha sem graça. A dica de ouro é não encucar em ficar monitorando a própria felicidade. E não querer bancar o palestrante de autoajuda.
Visto em: Super Interessante
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