sábado, janeiro 24, 2015

66 Conselhos realmente úteis (que ninguém dá)

#1

Pessoas que ferram qualquer um, vão mais que provavelmente pisar na sua cabeça pra ferrar qualquer um. Afaste-as da sua vida.

01b

#2

Algumas pessoas acham normal te julgar… tente não ser como elas. E as ignore.

03

#3

As coisas mais bonitas da vida são inúteis.

04

#4

Não force seus amigos para as suas coisas… Deixe que eles busquem e gostem se quiserem.

05

#5

Ninguém se importa com as duas semanas que você “viveu” na America/Europa/Asia… Pare de ficar se gabando.

06

(“Na Europa as pessoas peidam por trás”)

#6

Filmes pornô e Disney, são responsáveis pelos seres humanos mais frustrados que conheço.

QzG4V

(“Cade a porra do meu principe encantado?” – “Cade a porra da minha vadia insaciável?”)

#7

Ser bem sucedido tem significado diferente para cada pessoa. Respeite isso.

09

#8

As vezes, foda-se (vai se foder) é a melhor resposta. Mas não sempre… infelizmente.

10

#9

Está tudo bem em relação a mudar sua opinião sobre pessoas ou coisas da sua vida… Apenas tente manter a coerência.

11

#10

Não espalhe sua raiva pela internet, é idiota e todos vão poder dizer que você faz isso porque tem um pinto pequeno.

12

#11

Sempre use uma peça íntima bacana, você nunca sabe quando pode tirar a sorte grande ou precisar de um médico.

13

#12

Não reclame da sua vida porque não tem um carro, ou a casa que gostaria… não ter sorte significa outra coisa.

14

#13

Fato: Grande empresas vão sugar seu sangue e alma… Tente evita-las.

17

#14

É bom ter grandes esperanças e expectativas, mas mantenha-as de forma lógica.

19

(“Eu quero ser o próximo Michael Jackson!”)

#15

Você não é tão estranho quanto acha que é… Todo mundo se sente diferente dos outros.

20

#16

Você não pode se livrar dos seus medos… Mas pode aprender a viver com eles.

22

(“Mais chá?”)

#17

Boa imaginação é sinal de inteligência.

23

#18

Não confie em pessoas que não confiam em ninguém.

24

#19

Culpa é um sentimento inútil.

25

#20

Você não precisa da permissão de ninguém para fazer o que acha que é o melhor para você.

27

#21

A realidade é superestimada.

28

#22

Algumas vezes, desistir é a decisão mais corajosa.

29

#23

Refletir demais pode te levar a conclusões equivocadas.

30

(“Eu te amo.” – “Que merda você fez agora?”)

#24

Ninguém vai conceder seus desejos, o melhor é você mesmo fazer eles acontecerem.

32

#25

Sua pior suspeita está correta… Todo mundo menos você está transando agora.

36

#26

Pessoas que sempre falam a verdade, independente de quão dolorida for, são babacas. Fim da história.

37

(“Você está fazendo tudo erradooo”)

#27

Ser Indiferente mas com educação, é sexy.

33

(“Então, estou fazendo um gibi pra web faz um mês.” – “Legal…”)

#28

Faça como se não houvesse chances de errar.

34

#29

Ingenuidade pode ser perigosa.

35

(“Qual o problema amiguinho? Ainda temos oito para acabar…”)

#30

Ninguém fica realmente mantendo o controle de quantas vezes você errou… então relaxa porra.

38

#31

Quando a maioria dos bares da cidade estão mais limpos que a sua casa, é hora de fazer uma limpeza… ou de ir para os bares.

40

#32

Sempre vai ter alguém mais bonito e feio que você. Aceite isso e viva…

41

(“Parecido com você, só que gordo” – “Você” – “Cara que pode ter cavanhaque”)

#33

Pensar muito sobre um problema, não vai necessariamente torna-lo mais fácil de resolver.

42

#34

Aceite o fato que vai errar um pouco tentando fazer algo novo, então vai ser muito mais fácil.

43

#35

Sempre tem um modo melhor de expressar a sua opinião.

44

(“Você é um problemático extremamente… filho da puta!”)

#36

Apressar-se nunca é uma boa ideia

45

#37

“Oi”é a palavra mais poderosa contra solidão

46

(“oi”)

#38

Pessoas que tentam bravamente parecer duronas, muitas vezes são as que mais precisa de afeto.

47

#39

Cerque-se de coisas e pessoas que te inspiram.

48

#40

Coisas são somente coisas. Não se apegue a elas.

51

#41

Se você sempre tenta parecer inteligente, vai acabar parecendo estúpido.

54

#42

Encontre alguém que consiga rir com você sobre tudo e o resto vai ficar bem.

55

#43

Devagar é o novo rápido. E incrível também.

56

#44

Ser normal é provavelmente a coisas mais fraca que você pode tentar (ser).

57

(“E só agora você me fala isso?”)

#45

Coisas que são difíceis de falar, são normalmente as mais importantes.

53

#46

Se desafie um pouco todos os dias.

60

#47

Qualidade ganha da quantidade.

61

#48

Não é uma coincidência que as pessoas mais admiráveis são também as mais modestas.

63

(“Eu não fiz nem uma coisa notável na minha vida, mas eu vou me vangloriar pelas próximas horas de qualquer maneira”)

#49

Moda e tendência são bobagens. Não deixe-as te enganar.

64

#50

Confie nos seus instintos.

66

(“Estou tendo aquele pressentimento de novo”)

#51

Não se leve tão a sério

67

#52

Nenhuma marca é sua amiga.

70

#53

Os problemas da sua família não são os seus.

72

#54

Esteja aberto a coisas novas.

73

(“Ano 1441 – a prensa móvel vai matar tudo” – “Hoje em dia – a internet vai matar nossa cultura”)

#55

Não esconda nada e então não terá nada a esconder.

75

(“…e essa é minha coleção de pornô anal…”)

#56

Pessoas que só te ligam quando precisam de alguma coisa, não são seus amigos.

77

(“e ae cara?”)

#57

Dormir é a coisas mais saudável que se pode fazer sem fazer nada.

78

#58

Ninguém ouve os barulhentos.

79

#59

Sempre seja você mesmo, a não ser que seja um idiota arrogante.

07b

(“#1 Idiota”)

#60

Diversão é um conceito relativo.

31

#61

Seu salário não determina o quanto você é bom como pessoa.

50

#62

Você não precisa participar da sacanagem de ninguém.

52

#63

Algumas vezes ser preguiçoso é bom para você.

58

#64

Reclamar não resolve nada.

62

(“Meu chefe é tipo Hitler, só que pior…”)

#65

Mulheres tem tanto tesão quanto os homens. Elas só escondem a paudurecência melhor.

71

#66

Você não é especialmente preguiçoso… é apenas um mamífero.

76

Do original Stuff No One Told Me

terça-feira, janeiro 20, 2015

Pessoas otimistas vivem mais

É hora de parar de reclamar tanto da vida. Pelo menos se você quiser viver mais tempo por essas bandas. Se não parar, tudo bem, mas seu coração corre um risco maior de sucumbir inesperadamente.

A relação entre o jeito de encarar a vida e saúde cardiovascular veio de pesquisadores lá da Universidade de Illinois. Eles acompanharam a vida de 5 mil pessoas, de 52 a 84 anos, ao longo de 11 anos. Todos completaram um questionário que avaliava os níveis de otimismo e saúde física(se sofriam de alguma doença, como artrite, doenças no fígado, etc). Já o coração foi avaliado por sete fatores: pressão arterial, índice de massa corporal, colesterol, exame de glicemia em jejum, alimentação, atividade física e uso de tabaco.

Ao final do período de avaliação, os pesquisadores compararam os dados. E descobriram que os otimistas tinham até 76% mais chances de ter um coração saudável. É que eles tinham níveis mais saudáveis de açúcar no sangue e colesterol. Também eram mais ativos, mais magros e fumavam menos.

Visto em: Ciência Maluca

sábado, novembro 29, 2014

A velhice começa aos 27

download Aos 27 anos de idade, você ainda é jovem. Seu coração está zerado, a pele quase perfeita e os músculos não doem. Mas, no seu cérebro, a decadência já começou. Os neurônios ainda estão lá, mas as conexões entre eles (as sinapses) começaram a piorar. E isso afeta várias habilidades mentais. A primeira a ir embora é a inteligência espacial: sua capacidade de desenhar objetos e visualizá-los mentalmente. Funções mais primordiais, como o raciocínio e a memória, também perdem força rapidamente - e já estão bem mais fracas quando as pessoas chegam aos 30 anos de idade. Essas são as conclusões de um estudo gigantesco, que foi realizado pela Universidade da Virgínia e mediu as habilidades cognitivas de 2 mil pessoas de várias faixas etárias. Você pode achar que ainda é muito jovem para ficar gagá. Mas a natureza não. "Do ponto de vista evolutivo, por volta dessa idade você já deveria ter se reproduzido. E, por isso, já estaria chegando a hora de se aposentar", explica o neurologista Paulo Henrique Bertolucci, da Unifesp. Afinal, o homem das cavernas não vivia muito mais que 30 anos. E seu cérebro é idêntico ao dele. Mas não se desespere. Os cientistas também descobriram que algumas habilidades, como a verbal, continuam crescendo até os 60 anos. E aprender coisas novas, aumentando o número de informações no cérebro, compensa parcialmente as perdas cognitivas. A velhice mental existe. Mas ela é só uma coisa da sua cabeça.

O que você já perdeu (ou logo vai perder)
Quando uma pessoa completa 30 anos, o cérebro já apresenta uma sensível queda de desempenho
Memória - -17%
Velocidade mental - -27,3%
Raciocínio lógico - -37,5%
Inteligência espacial - -50%

Visto em: Super Interessante

quinta-feira, outubro 30, 2014

Estamos amarrando cachorro com linguiça


Dinheiro é uma forma de estocar trabalho: permite que o cara do pet shop compre seis pãezinhos sem ter de tosar o cachorro do padeiro. Engenhoso. Mas, para o dinheiro valer dinheiro, não basta ser dinheiro. Ele precisa cumprir dois requisitos básicos: ser uma coisa que todo mundo quer e, ao mesmo tempo, algo relativamente escasso, que não dê em árvore.

Justamente por isso, a coisa que mais fez o papel de dinheiro ao longo da história, e da pré-história, foram os metais preciosos. Cobre, prata e, principalmente, o ouro, um campeão de escassez: tudo o que mineraram até hoje só daria para encher um prédio de sete andares. São 142 mil toneladas em seis mil anos – é o que a Vale escava de minério de ferro em seis horas.

Ouro e prata eram tão dinheiro que as primeiras notas de papel da história nem eram exatamente dinheiro, mas recibos que davam direito a uma certa quantia de ouro ou de prata, guardada nos cofres do governo. O Estado pagava pelas obras públicas com esses recibos, essas “notas”. E elas acabavam circulando na economia no meio das moedas de ouro e de prata, já que era mais fácil carregar recibos do que bolsas cheias de metal.

Um dos primeiros países a usar esse esquema em larga escala foi a Inglaterra do século 18 – tanto que “libra esterlina” significa “meio quilo de prata da boa”.Mas quase ninguém voltava ao Banco Central inglês para resgatar seu meio quilo de prata da boa – era melhor ficar com a nota de uma libra de uma vez. Dava na mesma, já que todo mundo aceitava o papel como dinheiro. O governo britânico percebeu isso rápido, e não demorou para fazer uma malandragem institucional: emitir muito mais notas do que a quantidade de prata que tinha nos cofres, basicamente para pagar as próprias contas – e garantir que nunca faltasse champanhe nas festas do palácio. Se alguém viesse resgatar sua prata, tranquilo: era só dizer que uma libra agora valia 250 gramas de prata, ou 100, ou 10. Parece tosco. É tosco. Mas faziam exatamente isso.

Pior é que isso pode ser bom para a economia. Mais dinheiro começa a circular. As pessoas saem para gastar. Os padeiros fazem mais pão. Os fabricantes de fornos de padaria fazem mais fornos. Os cachorros ganham mais banhos e tosas. Juntando tudo, dá para dizer que a produção de bens e de serviços cresce. E é verdade: o PIB sobe mesmo. Mas não para sempre. Se o governo continua nessa toada por muito tempo, uma hora vai ter mais dinheiro circulando do que produtos que podem ser comprados com esse dinheiro. O cara que faz fornos vai acabar com mais pedidos do que pode entregar. Se ele tem quatro pedidos no mês e só consegue produzir três fornos, o que é que ele faz? Manda o quarto cliente embora? Nem a pau. Ele vai e aumenta o preço. Nisso, o padeiro repassa o custo para a freguesia. E, quando o cara do pet shop vai até a padaria, descobre que o preço do pão subiu. Inflação.

Bom, foi exatamente isso que aconteceu na Inglaterra do fim do século 18, começo do 19. Até que em 1810 veio uma virada. O Parlamento entendeu que isso de fabricar notas à vontade era amarrar cachorro com linguiça: os governantes sempre tenderiam a fazer mais dinheiro de papel do que a economia pudesse suportar. Sempre criariam inflação, mesmo que o intuito inicial nem fosse comprar champanhe, mas só reaquecer o PIB mesmo. Então o Parlamento estabeleceu que, dali em diante, uma libra valia 7,3 gramas de ouro. E ponto final. Se o Estado quisesse imprimir um milhão de libras em notas de papel, que arranjasse 7,3 toneladas de ouro para guardar em seus cofres na forma de lastro. Era um freio garantido contra a inflação.

Como a libra era o dólar da época, essa regra acabou valendo para boa parte do planeta. Todo país grande tinha uma reserva em libra como lastro da própria moeda local. Logo, o ouro acabava sendo o lastro, e o freio, de vários governos. Os EUA até foram mais longe e, em 1900, passaram a lastrear seu dólar com o ouro dos seus próprios cofres, com US$ 1 valendo 1,67 grama. Era a época do “padrão-ouro”, entre o final do século 19 e o início do 20. Um tempo de paz econômica, sem inflação. Não no caso do Brasil, que continuou imprimindo suas notas sem lastro nenhum, mas essa é outra história.

Bom, aí veio a Primeira Guerra Mundial e estragou tudo. Inglaterra e EUA deram uma brazilzada e voltaram a imprimir notas sem lastro para pagar pelos esforços militares. O padrão-ouro até voltaria depois, mas seria minado pela Grande Depressão, a dos anos 30, que bagunçou mais ainda a economia mundial.

Dali para a frente, os Bancos Centrais deixaram de usar o ouro como referência. O negócio agora era lastrear o dinheiro no braço mesmo. Como? Maneirando na impressão das notas, de modo a não criar inflação de bobeira. Para se autopoliciar, alguns governos tornaram seus Bancos Centrais independentes do próprio governo. Assim: o presidente do país indica um responsável pelo Banco Central no meio do mandato. E esse chefe do BC, com sua diretoria, continua pelo menos até o meio do governo seguinte, sem poder ser demitido sem justa causa. Aí, se o Poder Executivo ficar tentado a imprimir dinheiro demais para bombar o PIB, o Banco Central pode negar e pronto, pelo simples fato de ter mais competência técnica para saber se a medida vai ou não vai gerar a inflação.

A expressão tecnicamente correta para “imprimir dinheiro”, diga-se, é “baixar os juros”, coisa que irriga a economia com moeda nova. Mas dá na mesma. O BC está lá para manter os juros, a criação de dinheiro novo, num patamar seguro o bastante para que o governo governe sem criar inflação. Esse caminho do autopoliciamento foi o adotado pela Inglaterra, pelo Japão e pelos EUA, onde presidentes do BC chegaram a passar quase 20 anos no cargo – caso de Alan Greenspan, que controlou os juros americanos nos governos Reagan, Bush Pai, Clinton e Bush Filho, tendo o mandato renovado a cada presidente novo.

No Brasil, não: muda o governo, muda o BC. E a inflação continua assombrando, década atrás de década. A história indica que, sim, uma coisa tem a ver com a outra. Então talvez seja a hora de vermos com menos preconceito a ideia de um Banco Central independente. A hora de repensar se linguiça é mesmo o melhor material para a coleira da nossa economia.

Visto em: Crash

segunda-feira, outubro 27, 2014

Ditadura... Democracia


Não são apenas músicas…#19

Geraldo Vandré - Pra não dizer que não falei das flores



Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição
De morrer pela pátria
E viver sem razão

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não

Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

quarta-feira, outubro 22, 2014

Cerveja e sinuca ajudam você a se manter jovem

Uma ajuda para você decidir sua noite hoje: cerveja e sinuca ajudam você a continuar jovem.
É essa a aposta do antropólogo Aske Lassen, da Universidade de Copenhagen. Ele fez uma pequena pesquisa com idosos de 70 a 95 anos. Em média, um a cada 15 deles costumava se encontrar para jogar sinuca pelo menos quatro vezes por semana. E eram eles os mais ativos entre os idosos avaliados.
É que o jogo acaba funcionando mesmo como uma atividade física – e, por mais que venha acompanhado de algumas cervejas, trazem benefícios à saúde. “Bilhar mantem esses homens socialmente ativos. E é um exercício adequado aos idosos, já que o jogo varia naturalmente entre períodos de atividade e de passividade. Eles podem continuar jogando por horas”, diz Lassen.

Visto em: Ciência Maluca

domingo, setembro 28, 2014

Pessoas religiosas não são mais boazinhas do que as outras

RELIGI1 Se você acredita que pessoas religiosas são mais boazinhas, você está um pouco enganado. A religião parece não ser o caminho para, necessariamente, transformar alguém em um ser humano mais caridoso. Segundo uma pesquisa, os religiosos fazem tantas boas ações quanto qualquer outra pessoa (seja ela ateia ou só um pouquinho religiosa).

Os pesquisadores chegaram a esta conclusão depois de convidar 1,2 mil adultos, de diferentes religiões e com distintas visões políticas, para um desafio. Durante três dias, eles tiveram de relatar todas as ações boas e ruins que haviam praticado ou testemunhado no dia. Em média, as pessoas passam por uma dessas experiências por dia. A religião ou visão política não fazia a menor diferença.

Na verdade, duas coisas mudavam entre os religiosos: eles se sentiam muito mais culpados ou chateados ao cometer algum erro e se sentiam ainda mais orgulhosos quando faziam o bem do que as outras pessoas. Mas nem essa intensidade maior de sentimentos fazia com que eles praticassem mais boas ações no dia.

Visto em: Ciência Maluca

Urna Eletrônica Brasileira

Acesse o site http://CanalDoOtario.com.br

terça-feira, setembro 09, 2014

A Depender de Mim

A Depender de Mim
Zeca Baleiro

A depender de mim
Os psicanalistas estão fritos
Eu mesmo é que resolvo os meus conflitos
Com aspirina amor ou com cachaça
Os gritos todos virarão fumaça
A dor é coisa que dói e que passa
Curar feridas só o tempo há de
Toda regra para o bem da humanidade
É certo necessita de uma exceção
A depender de mim
Os publicitários viram bolhas
Eu sei como fazer minhas escolhas
E assumir os erros que lá vem
Se a alma finca pé os medos somem
Menino nunca deixe que te domem
Mau pai dizia o verdadeiro homem
Sabe o que quer ainda que não queira
Besteira é não seguir o coração
A depender de mim
Os padres e pastores serão tristes
Eu penso mesmo que deus não existe
E ainda assim quem sabe eu creia em deus
Se deus é o outro nome da verdade
Deste momento até a eternidade
Eu levo entre mentiras e trapaças
Besta felicidade frágil farsa
.do que preciso riso preces e paixão