Perfect Stranger – Prata Da Casa
Quem nunca sentiu um misto de alegria, saudades, empolgação, ansiedade e até mesmo tristeza quando ouviu uma música? Acredito que seja humanamente impossível não relacionar uma melodia a algo que tenha acontecido conosco em determinado momento de nossas vidas. A música pode induzir diferentes estados emocionais em cada um de nós. Muitas vezes ela gera bem estar, mas o contrário também pode ocorrer, pois alguns tipos de ritmos podem gerar desconforto emocional e até mesmo físico.
Há alguns anos a música vem sendo associada à terapia e elementos musicais são aplicados no tratamento de diversas doenças. Segundo alguns cientistas, cada nota musical traz uma frequência de som que carrega um estado vibratório. Isso significa que cada melodia tem o seu próprio estado energético influenciando os elementos ao seu redor. Estudos feitos por um fotógrafo e autor japonês MASARU EMOTO, mostram o efeito da música nas partículas de água. Como? Resumindo, Emoto colocou uma água destilada entre dois alto-falantes por diversas horas e fotografou os cristais que se formaram depois que a água foi congelada, podendo notar que a água exposta ao som de Bach apresentava uma estrutura geométrica semelhante à água cristalina.
O poder da música nos seres humanos é ainda mais surpreendente, despertando emoções, podendo aumentar ou equilibrar o metabolismo, aumentar ou equilibrar a energia muscular, acelerar a respiração, causar mudanças no volume, pulsação e pressão do sangue, acalmar e levar à excitação entre tantos outros itens intermináveis que poderiam ser listados abaixo.
Mas, além de todos esses fatores cada um ainda poderia descrever algo que sentiu ou sente quando escuta a sua música preferida, a música do seu casamento, do seu primeiro beijo, da sua primeira balada… Nossa! Quantas são as emoções, e muitas vezes parecem se materializar, eternizando momentos que jamais pensaríamos em ter vivido!
Alguma vez na vida você provavelmente se sentiu burro por confiar em alguém e levar a pior. Não se sinta mais assim. Na verdade, confiança é sinal de inteligência.
Foi o que descobriram pesquisadores da Universidade Oxford. Eles analisaram os dados de um estudo feito a cada um ou dois anos (o General Social Survey) com a população americana sobre suas características e atitudes. Os participantes responderam a perguntas do tipo “Você diria que, em geral, a maioria das pessoas pode ser confiável ou que você não pode ser muito cuidadoso ao lidar com as pessoas?”. Eles também passaram por testes para medir a inteligência.
Coube aos sociólogos de Oxford associar a inteligência dos participantes à confiança que eles depositavam em outras pessoas. E eles perceberam que os mais espertinhos também tinham o pé menos atrás.
Uma das explicações é que os inteligentes acertam mais ao julgar as pessoas e aí escolhem bem seus parceiros – por isso desconfiam menos deles. Eles também parecem reconhecer melhor as situações em que correm o risco de serem traídos. E por isso se sentem menos ameaçados.
Visto em: Ciencia Maluca
Testes de uma vacina contra o vírus da AIDS desenvolvida por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) obtiveram um resultado surpreendentemente positivo em testes com macacos.
“Testamos a resposta imune dos animais e os resultados foram excelentes”, disse Edecio Cunha Neto, pesquisador que liderou os trabalhos de desenvolvimento da vacina. “Os sinais foram bem mais intensos do que os que encontramos em camundongos”.
Os cientistas ministraram 3 doses separadas por 15 dias em macacos-resos do Instituto Butantan, também em São Paulo. Eles se surpreenderam ao ver que a reação à vacina foi bem maior do que nos roedores.
A vacina contém partes de genes que codificam partes de proteínas do vírus da AIDS. Ao inserir esse DNA no corpo, peptídeos são fabricados no interior das células, sem o vírus original. Os testes realizados nos animais para terem uma imunologia parecida com a de humanos demonstraram que podemos ”ensinar” as células responsáveis pela identificação de patógenos a reconhecer esses peptídeos e ataca-los, fazendo com que o HIV seja destruído antes que seja tarde.
Através dessa técnica, os pesquisadores resolvem um dos maiores problemas de combate ao vírus, uma vez que ele normalmente passa ileso pelo sistema imunológico, que não o reconhece como um invasor.
Embora o resultado seja promissor, mais animais devem passar por testes. Os pesquisadores agora planejam testar 28 macacos e elaborar novas formas de administrar a vacina.
Se os novos testes forem bem-sucedidos, pesquisas com humanos deverão ser iniciadas. A equipe espera receber uma verba de R$ 250 milhões de iniciativa privada para conduzir as próximas etapas do desenvolvimento da vacina.
Visto em: Mistérios do Mundo
Estocolmo, na Suécia, decidiu acabar de vez com a possibilidade de ser sede dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022. Em votação entre os partidos políticos, com apoio até do prefeito da cidade, os suecos optaram por não se candidatar à disputa para receber o evento.
Os argumentos? A cidade tem prioridades mais importantes, a conta para organizar os jogos seria alta demais e um eventual prejuízo teria de ser coberto com dinheiro público. Para os partidos, aceitar os jogos seriam "especular com o dinheiro do contribuinte". O primeiro-ministro Fredrik Reinfeldt também se mostrou contra.
"Não posso recomendar à Assembleia Municipal que dê prioridade à realização de um evento olímpico. Temos outras necessidades, como a construção de mais moradias", disse o prefeito Sten Nordin, em declarações publicadas pelo jornal Dagens Nyheter e reproduzidas pela BBC.
No jornal Dagens Nyheter, o secretário municipal de Meio Ambiente de Estocolmo, Per Ankersjö, escreveu um artigo defendendo a decisão. "Os cidadãos que pagam impostos exigem de seus políticos mais do que previsões otimistas e boas intuições [sobre o orçamento]. Não é possível conciliar um projeto de sediar os Jogos Olímpicos com as prioridades de Estocolmo em termos de habitação, desenvolvimento e providência social", disse.
A cidade tinha apresentado seu plano em novembro de 2013. Em fevereiro, a cidade russa de Sochi recebeu os jogos desse ano. Os de 2018 serão em Pyeongchang, na Coreia do Sul.
Visto em: Planeta Sustentável
Albert não era nenhum Einstein. Os professores não iam com a cara dele. Nunca suportou a sala de aula. E só conseguiu se formar porque um amigo emprestava cadernos para ele estudar antes das provas. O diploma até veio, mas não adiantou grande coisa: o rapaz ficou dois anos sem arranjar um emprego decente. “Não sabia de onde viria minha próxima refeição”, lamentava. Albert tinha 21 anos.
Formado em física e matemática pela Escola Politécnica de Zurique, na Suíça, o alemão não conseguia uma vaga de professor de jeito nenhum – a fama de aluno relapso não ajudava. Suas tentativas de fazer doutorado também só davam na água. Desencantado da vida, passou a viver dos trocados que levantava dando aulas particulares. “Abandonei completamente a ambição de algum dia trabalhar numa universidade”.
Uma pena. Só que ele não era mais moleque: precisava arranjar alguma coisa estável logo. Do jeito que as coisas iam qualquer trabalho com salário fixo já estava ótimo. E foi aí que o mesmo amigo que emprestava cadernos para ele, Marcel Grossmann, o indicou para um emprego numa repartição pública suíça, o Escritório de Patentes, em Berna. O trabalho teria pouco a ver com ciência. Mas e daí? O fato é que “esse negócio chato de passar fome”, como ele mesmo disse numa carta emocionada para Grossman, iria acabar: “Estou realmente tocado por você não ter esquecido seu amigo azarado. Vou fazer tudo o que puder para não desonrar sua indicação”.
Não desonrou. Assumiu a vaga de “Expert de Terceira Classe” em 1902, aos 22 anos e, se a moda já existisse, teria ganho vários títulos de Funcionário do Mês. O trabalho dele era analisar calhamaços de especificações técnicas, comparando os projetos de quem requeria patentes com invenções que já estavam patenteadas. Chato.
E Albert passaria sete anos na repartição. Oito horas por dia, seis dias por semana. Mas foi de lá, da mesinha dele, que ele produziu boa parte de sua obra. Albert provou a existência dos átomos (com a Teoria do Movimento Browniano), fundou um pilar da física quântica (com a Teoria do Efeito Fotoelétrico, que lhe renderia um Nobel aos 42 anos). E ainda viria o Sgt. Pepper’s dele: a Teoria Especial da Relatividade, que apresentava o tempo e o espaço como uma coisa só; e a matéria e a energia como duas faces da mesma moeda. Era a maior revolução da história do pensamento. Agora sim: Albert virava um Einstein. Tudo nos intervalos de um trabalho massacrante. Escondido do chefe.
Quando for reclamar da sua vida, vale lembrar do que esse cara fez com a dele.
Visto em: Crash
Supondo que pudéssemos voltar no tempo, haveria algumas situações no mínimos estranhas. E a mais conhecida delas é conhecida como o paradoxo do avô.
O paradoxo consiste é o seguinte: uma pessoa viaja de algum modo para o passado e decide matar seu avô antes que ela conheça a esposa dele, ou seja, sua avó. Desse modo, a existência dessa pessoa logo torna-se impossível, pois ela não poderia ter nascido.
Aí nasce o principal paradoxo da viagem no tempo, pois surge um conflito lógico a partir do momento em que você altera os acontecimentos do passado, seja lá o que for. O mínimo que você altera no passado geraria consequências inimagináveis no futuro: é a Teoria do Caos em ação. Qualquer ação que o viajante do tempo fizer no passado poderia mudar o curso da história.
Supondo que seja possível voltar no tempo, alguns cientistas acham que é impossível mudar o passado – seria possível apenas observá-lo, sem realizar qualquer ação. Mas há uma outra teoria, que pode resolver esse paradoxo (ou criar inúmeros outros).
A solução pode ser os infinitos universos paralelos. Nesse exemplo, quando a pessoa mata seu avô, ela vai para um universo paralelo, onde ela nem sequer existiria, pois nunca poderia ter nascido. Um exemplo menos trágico seria se uma pessoa voltasse no tempo e escolhesse fazer outro curso na faculdade. Logo, ela conheceria outras pessoas, encontraria um par, teria filhos, tudo isso em outro universo.
Outra tese sugere que quando voltamos no tempo, nossas memórias do futuro são apagadas. Mas as nossas ações seriam as mesmas que fizemos antes? Bem, isso acaba gerando outro paradoxo…
Uma outra teoria elaborada pelo cientista norte-americano Kip Thorne que alguém que volta no passado nunca poderia estar uma posição de interferir no futuro. No exemplo anterior, a pessoa jamais encontraria o avô, ou então, se o encontrasse e tentasse atirar nele, sempre erraria o alvo. Avô e neto seriam como ímãs que se repelem.
A Teoria da Relatividade permite tanto viagens para o futuro (que em tese são muito mais simples, bastando apenas acelerar muito) quanto viagens para o passado. Até que alguém efetivamente consiga voltar no tempo, será impossível saber exatamente o que acontece ou não, e infelizmente ainda estamos muito longe dessa proeza.
Visto em: Mistérios do Mundo
Segundo pesquisadores das universidades de Tel Aviv e Columbia, o álcool pode manter você jovem por mais tempo. Já o café tem efeito oposto: envelhece.
É que cada vez que as células do seu corpo se dividem, elas fazem cópias das pontas dos cromossomos (os telômeros), que são sequências de DNA. Só que os tais telômeros ficam mais curtos a cada divisão – até não poderem mais se dividir e morrerem. Faz parte do processo natural de envelhecimento.
MAS, olha só, o álcool pode retardar esse encurtamento e manter o DNA vivo por mais tempo. Sim, álcool. Pelo menos funcionou com as leveduras expostas à substância pelos pesquisadores. E como elas dividem importantes semelhanças genéticas com a gente, eles acreditam que o resultado seja o mesmo em seres humanos. Ah, e o café, por outro lado, acelera o encurtamento dos telômeros.
“Pela primeira vez, nós identificamos alguns fatores ambientais que alteram o comprimento do telômero, e mostramos como eles fazem isso”, diz Martin Kupiec, um dos autores da pesquisa. “O que aprendemos pode um dia contribuir para a prevenção e o tratamento de algumas doenças”.
Pronto. Agora você já pode comemorar feliz o fim da semana.
Visto em: Ciência Maluca
Legião Urbana – Teatro dos Vampiros
Sempre precisei de um pouco de atenção
Acho que não sei quem sou
Só sei do que não gosto
E destes dias tão estranhos
Fica poeira se escondendo pelos cantos
Este é o nosso mundo: o que é demais nunca é o bastante
E a primeira vez é sempre a £ltima chance.
Ninguém vê onde chegamos:
Os assassinos estão livres, nós não estamos
Vamos sair - mas não temos mais dinheiro
Os meus amigos todos estão procurando emprego
Voltamos a viver como há dez anos atrás
E a cada hora que passa
Envelhecemos dez semanas
Vamos lá, tudo bem - eu só quero me divertir
Esquecer, dessa noite ter um lugar legal pra ir
Já entregamos o alvo e a artilharia
Comparamos nossas vidas
E esperamos que um dia
Nossas vidas possam se encontrar
Quando me vi tendo de viver comigo apenas
E com o mundo
Você me veio como um sonho bom
E me assustei
Não sou perfeito
Eu não esqueço
A riqueza que nós temos
Ninguém consegue perceber
E de pensar nisso tudo, eu, homem feito
Tive medo e não consegui dormir.
Vamos sair - mas não temos mais dinheiro
Os meus amigos todos estão procurando emprego
Voltamos a viver como há dez anos atrás
E a cada hora que passa
Envelhecemos dez semanas
Vamos lá, tudo bem - eu só quero me divertir
Esquecer, dessa noite ter um lugar legal pra ir
Já entregamos o alvo e a artilharia
Comparamos nossas vidas
E mesmo assim, não tenho pena de ninguém.
O homem é um ser muito especial. Por ser um animal, é aparentado com os demais animais que vivem no planeta. Por ser especial, é o único capaz de estudar de forma sistemática o mundo, de transformá-lo em profundidade e de arcar com a responsabilidade por essas transformações.
Se tivéssemos que classificar o homem usando a escala zoológica, diríamos que ele é um metazoário que pertence ao filo dos Cordados, ao subfilo dos vertebrados, à classe dos mamíferos e à ordem dos primatas. Dentre os primatas, ele faz parte da família dos hominídeos, é do gênero Homo e da espécie Homo sapiens.
Denominamos Homo sapiens (que significa “homem sábio”) as espécies de hominídeos que possuem um esqueleto semelhante ao nosso, além do mesmo – ou quase mesmo – volume craniano. Reconhecem-se três variedades: o H. sapiens arcaico (parecido com o Homo erectus), o H. sapiens neanderthalensis, ou Homem de Neanderthal, e o H. sapiens sapiens, variedade à qual pertencemos. A nossa espécie – Homo s. sapiens – é a única espécie de hominídeos que sobreviveu até hoje. Os fósseis mais antigos datam de 200.000 anos, mais ou menos.
Obviamente, a nossa sobrevivência se deve à nossa adaptação ao ambiente, isto é, nós estamos “de bem” com a seleção natural, por enquanto.
A evolução é um processo muito lento. Conhecemos o mecanismo básico: o ambiente age sobre as populações, nas quais há variabilidade, selecionando os organismos com características mais adaptadas em relação ao ambiente; por isolamento geográfico e, posteriormente, reprodutivo, podem surgir novas espécies.
Por ser um processo muito lento, não faz parte da nossa experiência de vida presenciarmos o surgimento de novas estruturas numa espécie a partir de outras que já existem. No entanto, uma coisa é certa: as grandes mudanças da evolução, que levam milhões de anos para acontecer, são na realidade constituídas pela soma de muitas pequenas mudanças, quase imperceptíveis, que ocorrem ao longo dos tempos.
O cientista que estuda a Genética das Populações se interessa exatamente por essas “micromudanças”, que, somadas, constituem um processo evolutivo mais amplo. Por exemplo, uma simples modificação na porcentagem de genes alelos dentro de uma população, no decorrer de um curto período de tempo, é um indício que está ocorrendo uma “microevolução”. Isto é, descobrir que a taxa de um gene está aumentando com o tempo já faz perceber que está acontecendo uma evolução, embora em miniatura.
Vejamos alguns exemplos:
190 mil anos atrás: Embora a linhagem dos hominídeos seja mais antiga, aparecem durante essa época os primeiros fósseis cuja anatomia é praticamente idêntica à nossa. No entanto, não apresentavam cultura, comportamento complexos ou instrumentos refinados para o uso no cotidiano.
35 mil anos atrás: Durante esse período, é provável que o H. sapiens neanderthalensis tenha se cruzado com a nossa espécie. Durante esse cruzamento, um gene específico que favorecia o crescimento do cérebro foi introduzido em nosso genoma. O aumento da frequência desse gene sugere que ele foi favorecido pela seleção natural – afinal, um cérebro mais evoluído é bastante vantajoso.
20 mil anos atrás: Nessa época, surgiu a cera de ouvido. Ora, você deve se perguntar: “Afinal, o que tem de mais?”. No entanto, calma lá! Acontece que o mesmo gene que regula essa característica também diminui a produção de suor. Alguns cientistas propuseram que ele surgiu entre os povos que habitavam o nordeste do continente asiático, um lugar bastante frio – lá, não é uma boa ideia ficar suando nas temperaturas baixíssimas.
10 mil anos atrás: Surgem os primeiros humanos com olhos azuis. A mutação teria se espalhado através da seleção sexual – algum grupo pode ter achado a característica atraente.
6 mil anos atrás: Por volta de 6 mil anos atrás, os adultos tornaram-se capazes de digerir leite (lactose). Na maior parte da história humana, somente as crianças bebiam leite puro. Entretanto, com a domesticação das vacas, tornou-se vantajoso para os adultos também absorver o alimento.
1,2 mil anos atrás: Em algum lugar da Europa – possivelmente Grã-Bretanha ou Irlanda -, uma alteração genômica no gene HFE aumentou a capacidade do nosso organismo de absorver ferro, conferindo, portanto, maior proteção contra anemia.
700 anos atrás: Em algum lugar da Europa, durante a Idade Média, uma mutação que “desligou” o gene CCR5 deu aos indivíduos que possuíam tal gene maior resistência à AIDS – o CCR5 funciona como uma “porta” para o vírus HIV. É que ele também protege contra o micróbio da peste negra.
Ao que tudo indica, a nossa evolução não cessará tão cedo. A população humana cresceu umas 7 mil vezes desde que a agricultura surgiu, chegando à incrível marca de 7 bilhões de indivíduos habitando o planeta Terra. Mais pessoas significa mais cópias do DNA humano circulando pelo mundo. Mais cópias = mais mutações nesse DNA – e mutações são o motor da evolução. Não obstante, o H. sapiens sapiens colonizou praticamente todos os ambientes do planete Terra e criou culturas das mais variadas – ou seja, um grande número de oportunidades para que as novas mutações sejam vantajosas.
Visto em: Mistérios do Mundo